Eu Sofro porque te Amo Pensa um pouco em Mi
-' É que as vezes eu me perco em mim mesmo,em tantos sentimentos embaralhados,como labirintos sem fim,forte por fora,porém cheios de confusões por dentro.E hoje eu cheguei ao ponto de me perguntar, o que de fato,eu sinto por você?
Eu sei,é muito difícil acordar de manhã, e ver que aquele momento real,maravilhoso,felicíssimo que agente viveu,acabou como se estivéssemos apenas despertando-se de um lindo sonho.Inevitável dor,aí que melancolia,enfim.
Por você? há,por você sim, eu voltaria no tempo só
pra reviver aqueles momentos tão nossos,e fazer diferente,quem sabe teria evitado tantas coisas ruins,
será? não sei.Mas tentaria fazer daqueles momentos sim,mais felizes,inesquecíveis,se tivesse em mente,que eles podiam ter um fim,porque depois de um tempo percebemos que o pra sempre,faz parte só da nossa imaginação.Já nem dói mais.Faz parte.
Mas não renuncio,me controlo e digo pra mim mesmo que não é assim.Que não pode ser,que se foi,e não volta.O tempo.
E eu não posso mesmo escolher como me sinto,é tenso demais.
É que tem alguma coisa aqui dentro que age por conta própria sem dar satisfação,esse coração não quer entender essa tal
situação...Não darei sinal de vida,não é possível mais suportar, me alimentar de ilusão,desconfio que é melhor assim.
Quem dera que um esforço de conscientização resolvesse o assunto.
É,Eu também sei que as vezes você não consegue mais disfarçar,aí deixa escapar esse sentimento aí dentro por alguém.E quase sempre você estraga tudo,e as outas raras vezes seu coração felizmente rir no final.
No começo você surta,acha que foi infeliz,que o silêcio seria melhor,mas depois de um tempo você vê que fez a coisa certa,por ter tentado.E agora pode desocupar espaços,e se libertar de um peso que antes o sufocava.
Prefiro não dar nome a isso.Prefiro não confundir as coisas.Na verdade eu prefiro não sentir,mas
já sinto.É melhor eu ter certeza primeiro.
Eu adoro o seu sorriso enquanto meus dedos entre-lassados em seus cabelos te puxam para mim. Sua boca fria se aproxima enquanto o seu olhar penetrante e indecifrável me distrai. Os teus braços me envolvem e me pressionam contra o seu corpo, e automaticamente meu coração bate mais rápido e irregular. E então, em uma fração de segundos, o beijo vai ficando mais lento, suas mãos subindo da minha cintura até minha nuca. Adoro quando segura meu queixo com delicadeza e levemente se afasta. E por um instante, pressiona mais uma vez seus lábios, agora quentes nos meus, e me olha tão profundamente que, por alguns segundos esqueço-me de como respirar. É breve, é intenso, é a melhor sensação do mundo.
"Está certo, eu não convivo com você 24 horas
por dia. Não estou pessoalmente com você. E
quando precisa de alguém, não sou eu o primeiro
a te abraçar ou te dizer palavras para te
confortar. Talvez, eu não seja a pessoa ideal pra
você, mas você sabe que eu faço o melhor. E se
algum dia, você esquecer que eu te amei, pare e
lembre-se de todas as mensagens no meio da
noite, mas não se lembre das boas, se lembre das
brigas, pois foram por elas, que eu me declarei
inúmeras vezes a você. Lembre-se de todas as
vezes que eu te disse que te amava, mas leve em
consideração somente as vezes em que eu disse
que eu te odiava, e que eu não te queria mais em
minha vida; pois foram com essas palavras que te
contei todas as mentiras sobre mim. Lembre-se
que eu sumi por várias vezes, quando você e eu
parecia não combinar e não dar certo. Lembre-se
que por 4 vezes ou mais, eu te disse adeus, e que
por todas elas, quando você me pedia, eu voltava,
e te deixava viver a minha vida junto a mim. E se
mesmo depois de tudo, mesmo depois de todas as
lembranças, você quiser continuar nessa de "nós
não damos mais certo...", pare e pense, que um
dia, todos nós vamos cansar de toda e qualquer
situação, que um dia de tanto quebrar a cabeça,
a gente aprende a montar as peças certas, e
lembre-se que de todos os meus defeitos, alguns
eram corrigíveis, outros suportáveis, e a minoria,
poderia ser aceitáveis."
“Eu quero saber de você: o que te faz ser você?” abre uma pergunta enorme
talvez uma das mais difíceis que podemos fazer a alguém. Fiz a crônica como um diálogo com a própria existência, filosófico e poético.
O Que Te Faz Ser Você?
Eu quero saber de você.
Mas não quero saber apenas o seu nome, onde nasceu, o que faz da vida ou quantos anos carrega nos ombros.
Isso tudo são informações.
Eu quero saber de você.
Quero saber o que existe quando todas essas respostas acabam.
O que te faz ser você?
Talvez ninguém saiba responder imediatamente.
Passamos boa parte da vida aprendendo a explicar o mundo e quase nenhuma aprendendo a explicar a nós mesmos.
Sabemos dizer onde moramos, mas nem sempre sabemos onde nossa alma se sente em casa.
Sabemos contar os anos que vivemos, mas dificilmente conseguimos contar quantas vezes tivemos de nascer novamente dentro da mesma vida.
Por isso, quando pergunto quem é você, não me mostre apenas suas conquistas.
Mostre-me também aquilo que você perdeu.
Porque há pedaços de nós que foram construídos justamente pelas coisas que não puderam ficar.
Conte-me sobre os caminhos que deram errado.
Sobre as portas que se fecharam.
Sobre as pessoas que partiram.
Sobre os sonhos que você precisou enterrar em silêncio enquanto continuava sorrindo para que ninguém percebesse o funeral acontecendo dentro de você.
Talvez você seja um pouco de tudo isso.
Somos feitos de presenças, mas também de ausências.
De encontros e despedidas.
De palavras que ouvimos e de outras que passamos a vida esperando alguém dizer.
Há pessoas vivendo dentro de nós que talvez nunca mais veremos.
Um gesto do nosso pai.
Uma frase da nossa mãe.
O sorriso de alguém que amamos.
Um conselho que na juventude parecia inútil e que, muitos anos depois, tornou-se uma espécie de bússola.
Somos uma casa construída por muitas mãos.
Algumas permaneceram.
Outras passaram apenas por alguns minutos.
Mas deixaram alguma coisa sobre a mesa da nossa existência.
Talvez seja isso que torna tão difícil responder à pergunta:
Quem sou eu?
Porque não somos uma coisa terminada.
Somos verbo.
Estamos acontecendo.
O homem que acordou esta manhã já não é exatamente aquele que adormeceu ontem.
Alguma lembrança atravessou a noite.
Alguma preocupação amadureceu.
Alguma esperança nasceu discretamente.
Talvez alguma ferida tenha cicatrizado um milímetro enquanto dormíamos.
A vida trabalha em nós mesmo quando não percebemos.
E existe ainda outra coisa.
Você também é aquilo que ninguém vê.
Existe uma versão sua que aparece nas fotografias, nas conversas, nas festas, no trabalho, nas redes sociais.
E existe aquela que fica sozinha quando a porta se fecha.
Essa me interessa profundamente.
Quem é você quando não existe plateia?
Quem é você quando ninguém está olhando?
O que você pensa antes de dormir?
Que conversa mantém consigo mesmo diante do espelho?
Quais são os medos que jamais confessou?
Quais sonhos ainda protege do mundo porque tem medo de que alguém ria deles?
Quais lágrimas você engoliu para parecer forte?
Talvez o verdadeiro rosto de uma pessoa comece justamente onde termina a necessidade de parecer alguma coisa.
Porque passamos anos construindo personagens.
Queremos parecer fortes.
Inteligentes.
Felizes.
Resolvidos.
Mas chega um momento em que a vida começa a retirar nossas máscaras uma por uma.
E isso dói.
Até descobrirmos que perder uma máscara não significa perder a identidade.
Às vezes significa finalmente encontrá-la.
Por isso eu quero saber de você.
Não da versão perfeita.
Essa não me interessa.
Quero conhecer suas contradições.
A coragem que mora ao lado do medo.
A esperança que algumas noites dorme abraçada ao desespero.
A fé que às vezes pergunta.
O amor que às vezes se cansa.
A força que também precisa sentar no chão e chorar.
Porque talvez ser humano seja exatamente isso:
carregar dentro do mesmo peito coisas que parecem impossíveis de conviver.
Somos luz e sombra.
Certeza e dúvida.
Saudade e esperança.
Ontem e amanhã tentando aprender a dividir o mesmo coração.
E talvez aquilo que realmente nos define não sejam nossas respostas, mas as perguntas que tivemos coragem de continuar fazendo.
Quem sou?
Por que estou aqui?
O que fiz com o amor que recebi?
Quem se tornou melhor porque passou pela minha vida?
O que permanecerá de mim quando meu nome deixar de ser pronunciado?
No final, talvez descubramos que aquilo que nos faz ser quem somos não está nos títulos,
nos bens ou nas histórias que contamos sobre nós mesmos.
Está nas marcas invisíveis.
Nas pessoas que amamos.
Nas vezes em que fomos feridos e decidimos não transformar nossa dor em crueldade.
Nas vezes em que poderíamos ter desistido e permanecemos.
Nas vezes em que pedimos perdão.
Nas vezes em que perdoamos.
Nas vezes em que ninguém estava olhando e, ainda assim, escolhemos fazer o que era certo.
Talvez sejamos, sobretudo, aquilo que escolhemos fazer com tudo aquilo que a vida fez conosco.
Por isso, quando eu disser:
“Eu quero saber de você”,
não me entregue apenas sua história.
Entregue-me seus silêncios.
Suas cicatrizes.
Seus sonhos.
Suas perguntas.
Conte-me quem você era.
Quem precisou deixar de ser.
E quem ainda está tentando se tornar.
Porque conhecer verdadeiramente alguém não é descobrir todas as suas respostas.
É chegar suficientemente perto para compreender algumas de suas perguntas.
E talvez, depois de uma vida inteira procurando a resposta para “o que me faz ser eu?”, descubramos algo ainda mais bonito:
não somos apenas aquilo que encontramos dentro de nós.
Somos também aquilo que deixamos dentro daqueles que encontramos pelo caminho.
Acordei assim:
Eu sou lúcido na minha loucura, permanente na minha inconstância, e na minha comodidade.
Escrevo a realidade com alguns sonhos, enxerto sonhos em cenas reais. Choro lágrimas de rir e quando choro pra valer não derramo lágrima nenhuma.
Amo mais do que posso e, por medo, talvez!
Amo mais do que sou capaz. Eu tenho costume buscar o amor pelo prazer nas paisagens e raramente pela alegre frustração de um chegar ou de um sair, acho que entende o que quero dizer.
Quando me entrego, me atiro e quando recuo jamais volto. Mas não me leve a sério, sei que nada é definitivo. Nem eu ou o que penso que eu sou.
Nem nós ou que a gente pensa que tem.
Bebo porque só me aceito embreagado, fumo pra enganar a ansiedade e não aposto em jogo porque não gosto. Tomo um café pela manhã, almoço… sim mas gosto de me alimentar daquilo que penso.
Também falo muito, geralmente quando não estou embriagado. Rsrsrs … Sabe nem sempre o que você quer saber. Eu sei! E assim é realmente a vida. Hoje eu estou embaixo e amanhã, como estarei?
- Relacionados
- Frases de quem sou eu para status que definem a sua versão
- Poemas que falam quem eu sou
- Poemas Quem Sou Eu
- Poemas de aniversário: versos para iluminar um novo ciclo
- Frases de efeito que vão te fazer olhar para a vida de um novo jeito
- Frases para falsos amigos: palavras para se expressar e mandar um recado
- Quem sou eu: textos prontos para refletir sobre a sua essência
