Eu Sofro porque te Amo Pensa um pouco em Mi
“Jamais imaginei que mentia a cabrocha que eu tanto amei. Você matou meu amor ao tentar me apagar da sua vida, destruiu tudo o que um dia senti por você. Isso nunca foi amor… Agora, o melhor que você faz é me esquecer.”
Paradoxo da Existência
Desde cedo, aprendi nesse longo voo.
Depois de tudo, eu te perdoo?
Aprendi que a ordem não governa essa esfera azul.
Tudo acaba, não controlamos nada. O rei é o caos nu e cru.
Não deixe a vida te levar, porque todos os caminhos levam à morte.
Deitar e procrastinar enquanto sua existência se esvai, e você aposta na sorte.
Horácio, conjurei de minha mente essa poesia pra você, isso é o que doo.
Nesse palácio que é a aceitação inerente, penso nessa tardia pergunta: Eu te perdoo?
O senhor que tanto fez, tanto desfez e tanto refez, o supremo arquiteto.
Construiu pessoas, vidas, terrenos e casas do chão ao teto.
Ochima nos enfeitiçou com seu honroso e desonroso otimismo.
Sem aceitar o fim, buscando controle, vivendo á toa, o povo acreditou por ser orgulhoso com seu favoroso negacionismo.
Esperando ir pro céu, viverem felizes, buscando um guia, alguém que retome o controle que nunca existiu.
Clamando um mundo cruel, sem perceberem as cicatrizes gerando uma fobia do além que nos forma e nos polhe, nos une e sempre nos uniu.
Somos forçados a nascer, forçados a decidir,
forçados a morrer, e,
Enquanto estamos a decair com ira nessa curta estrada, somos forçados a, na mentira de que não somos forçados á nada, passarmos a crer.
Isso não é uma mensagem de ódio, nem de saudade ao passado.
É uma mensagem de verdade, e de aceitação.
Aceito que sou forçado, aceito que és o senhor da destruição.
Mas mesmo assim, esse pensamento ecoa
Você me perdoa?
Porque eu sim. Eu te perdoo, por mais que doa.
Sentir ódio de você seria buscar este controle que não existe.
Esse pódio que estou a querer talvez seja um fruto do otimismo. Isso apenas me deixaria mais triste.
Querido Horácio, eu te perdoo. Então, lhe pergunto de novo
A pergunta que nesse palácio ressoa.
Você me perdoa?
Transforma-te em mim
Eu sou discípulo do teu ser, da tua existência, do teu viver...
Sou a ultima folha de você quando arvore ao cair no outono
Torno-me o suspiro final da brisa leve que tu es...
Transformo-me em cada batimento ao sentir-me em ambos os teus braços.
e você? tornou-se minha unica fonte de inspiração... transformou-se em minha vida.
Eu sei que acabou
Ela deixou tão claro
Mas ainda me pego pensando
Naquele sorriso que iluminava
Ah... ela era tão linda
Eu sei que acabou
Mas não entendo direito
O que aconteceu?
O que se perdeu?
Ela nunca me explicou,
Só partiu em silêncio
Eu sei que acabou
Sei que ela se foi
Mas ainda sonho acordado
Me vendo ao seu lado
Conhecendo seus pais
Na cidade onde ela cresceu
Eu sei que acabou
E preciso deixá-la ir
Não há mais o que fazer
“Adorei te conhecer”
Foram as últimas palavras
Agora tudo se perdeu
E eu sei... acabou
“Antes que eu fique antigo pra dar valor ao agora, morro a todo instante e recomeço, como começam as horas.” Osman Matos (de seu livro, Bolhas de sabão)
Ei!
Cadê aquele sorriso lindo que só você tem, einh?
É tão lindo que quando se abre eu só consigo admirar
Às vezes me pergunto: o que que eu fiz da minha vida?! Refém de um par de olhos lindamente profundo e de um sorriso que me arranca até o orgulho.
Eu devo estar ficando louca, quem já se viu questionar uma coisa dessas, como não se apaixonar por tudo que este par olhos e esse lindo sorriso costuma me dizer?!
Sempre achamos que ainda temos tempo. "Depois eu faço", "depois eu vejo", "depois eu digo". E esse "depois" vai virando nunca... A vida acontece agora! Não espere o momento perfeito – ele nunca chega. Faça o que precisa ser feito antes que o tempo leve embora a chance.
Sabe aquele sorriso? Pois é... aquele sorriso me fez rir, como há muito eu não sorria. Pena que não sei se continuarei a sorrir por muito tempo.
Dor,Amor e Arre Eu tentei
Eu me entreguei
Eu chorei
Eu fui sincero
Eu eu estava errado
Eu lutei
Eu perdi
O amor que perdi eu idolatrava fiz de tudo meus sentimentos eram um brinquedo em mãos erradas, Eu agonizei, eu implorei, eu tentei,eu juro tentei .
A dor de ter seus sentimentos como brinquedo, a dor que tenho por dentro, a dor da qual me arrependo, ahh ..dor, eu amei, eu tive amor, mas a dor me despedaçou!
Eu já morri uma vez. Não teve grito, não teve sangue e quase ninguém percebeu, o que escorria não era sangue, eram lágrimas.
Era uma manhã de sexta e tudo ficou escuro pro alguns instantes.
O silêncio cheio de barulho, foi a causa da minha morte.
E de repente no dia seguinte, eu estava ali, mas ninguém notou minha morte.
Há 4 anos e alguns meses fui embora de mim enquanto sepultava aquela que me deu corpo, alma e ar.
Por pura teimosia voltei a viver.
Por amor voltei a respirar.
E é sobre isso, a mãe da gente não deveria morrer nunca!
Você esvaziou meu copo, mas mesmo assim eu me senti embriagado pela boca que de mim roubava a única dose que poderia beber. Rascunhos de uma obra inacabada, perpetuada pela vontade de nunca parar de escrever.
A solidão me visita mais uma vez na hora da minha reflexão. Sopra o vento lá fora e eu tento sentir seu cheiro solto pelo ar. Ouço o barulho tépido que se lança nessas janelas fechadas. Notas que cabem numa melodia. Música que embala meu sonho despertando meu corpo para os desencontros da saudade.
Você dorme meu amor! Você descansa num sono único que eu jamais teria coragem de incomodar. Você dorme! Lembro-me das vezes em que meus olhos despertaram nas madrugadas. Eles sempre despertam nas madrugadas. É difícil eu entender que acordei, pois ao ver você dormindo tenho a nítida impressão de sonhar!
Num dia quente de sol, eu vi nevar no verão e senti a cura da doença que nunca tive. Do chão eu pude ver o mundo como se estivesse na montanha mais alta. Bebi a água da fonte mais pura e me entreguei aos pensamentos soltos,perdendo-me dentro do meu próprio desejo. Todos meus instintos voltam e eu sei que os seus vieram também. Logo vão arder, misturando-se com o medo e a vontade de ver tudo acontecendo outra vez!
Imaginando, eu provei dos lábios que despertaram minha fome, e saudável, esperei o milagre da minha cura. Senti desaparecer aquilo que não tive e me encontrei navegando no deserto das possibilidades, queimando no inferno das intenções. Troquei seus olhos pelo poço dos mistérios soltos. Venerei seu corpo dentro da sua mente, almejei tocá-lo dentro dos pensamentos meus e sei que isso tudo faz parte de você também.
Sentado nos bancos do meu carro eu só ouvia o raspar dos pneus no asfalto frio, a rudeza das rodas que saiam. Odor de rosas, vinho vigoroso perseguiam minha prosa, traziam a poesia para meu dorso.
Ali, entre inúmeros ombros fantásticos, conheci aquele descoberto e escondido corpo. Rimava com o débil tempo dos elásticos e com os meus sapatos fizeram coro doloroso.
Eu fico triste quando chega o carnaval
O povo voltou a avenida, já consigo ouvir nossa música tocar
Vestirei mais uma vez minhas asas pra te encontrar,
Eu penso tanto em você
E mesmo o tempo não pode
Me fazer mudar
Já se passaram décadas
A séculos não te vejo
Não foi só o amor que partiu
Mais parte de mim, você levou com você
Nessa tardes quentes de carnaval
Me lembro de você livre a dançar
E meu coração dança de saudade, pobre peito folião,
Se perdeu na chuva de serpentina, e esses olhos de griter que carrego, não viu seu broco passar, só espero
fevereiro chegar, assim será carnaval o ano inteiro
E com o bloquinho na chuva, vou partir e na avenida vou passar até te encontrar,
Para que não mais possar ser, outra quarta de cinza quando o amanhã chegar.
PauloRockCesar
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