Eu Sofro porque te Amo Pensa um pouco em Mi
Nessa vida eu tive o prazer de conhecer o mundo, junto a ele pessoas, culturas e me aprofundei no conhecimento de coisas que jamais um ser humano comum se interessaria. Vivi grandes paixões e amores, alguns dolorosos e outros marcantes, vi flores nascerem, amores morrerem. Passei por situações e cenários inimagináveis de medo e euforia. Nunca foi aventura ou má sorte do destino. foram apenas a construção do que eu sou hoje. Tive que conhecer a dor pra entender o que é o prazer, tive que perder pra saber cativar, pois agora eu tenho a plena certeza do que serei amanhã.
Hoje sou um homem, um homem forte e vivo, não sobrevivo. Sigo vivo!
Hoje eu gritei, e em cada palavra ardente de raiva e ódio, encontrei apenas silêncio e desilusão. No eco das lembranças e promessas quebradas, percebi que uma parte de mim morreu, consumida pela dor, sem jamais entender por que me deixaram gritar.
**Eu Existo**
*(Verso 1)*
Os outros me notam. Eu existo!
Por dias e dias eu me procuro,
na busca incessante de um motivo,
em cada espelho vejo o medo,
e a raiva de quem me vê.
*(Verso 2)*
Todos apontam sorrisos,
encontram trilhas de pedrinhas,
levam ao pôr do sol,
eles vivem, são vidas inteiras,
enquanto eu ainda me pergunto...
*(Refrão)*
Eu existo? Ou só resisto?
No terreno incerto, tento ficar de pé,
em meio à dúvida, procuro meu lugar,
eu só existo, ou posso sonhar?
*(Ponte)*
Vejo a vida passar diante de mim,
sorrisos e lágrimas, um turbilhão sem fim,
analiso cada passo, cada chão,
me pergunto se há razão.
*(Refrão)*
Eu existo? Ou só resisto?
No terreno incerto, tento ficar de pé,
em meio à dúvida, procuro meu lugar,
eu só existo, ou posso sonhar?
*(Verso 3)*
A lição está na jornada,
cada passo, cada mirada,
no espelho vejo uma alma perdida,
mas que busca ser mais que só vida.
*(Coda)*
Eu existo! E agora entendo,
não é só sobreviver, é viver crescendo,
em cada dúvida, uma nova esperança,
eu existo, e posso encontrar confiança.
"Por que foge da dor?"
O mundo acontecia! Eu chorava e sorria,
Por horas, em longos dias me escondia,
Das flores, das dores, dos horrores que eu não via.
Hoje, em solidão, sem jornal em corredores sem canções.
Pelas janelas, ouço sonhos e orações.
Pelas brechas de luzes que nunca se apagam vejo passos e murmúrios,
gemidos e sussurros.
Os corações estão em feridas,
que sonham em ser mais que uma só vida.
Meu lamento não é sobre despedida, nem sobre achar que não existe mais vida.
Meu lamento é um alento!
Meu alento é um momento!
Meu momento é um pensamento.
"Do mundo, das dores dos horrores eu não vi, hoje dessas dores dos horrores eu senti".
Primeiro, morri diversas vezes. Não por escolha, nem sabia eu que teria que estar nos capítulos mais tristes do livro onde hoje escrevo. Tive que fingir não sentir dor, fugi para os galhos mais altos ao ver meus monstros me procurar nas ruas onde catava minhas flores e sonhos. Outras vezes até me escondi no escuro de paredes sem luzes e matas ventosas e frias, observando apenas a minha inocência. Não sabia que há algum tempo atrás, tão pouco atrás, teria que brigar com os covardes e sombrios medos que me avisaram chegar em gritos.
Por segundo, me tornei intolerável. Abri meu coração a sentimentos em ações concretas de guerra, tive que lutar fielmente contra tudo o que aprendi como "força": mágoa, ressentimento, dor e desamor. Parece confuso, mas, sim, não me corrompi.
Por terceiro, estou aqui. Ao descobrir que agora posso narrar meu próximo capítulo, eu, mais do que ninguém, escolho com todo amor não sentir mais dor. Se você não sabe ou não pode escolher não sentir dor, meu conselho é que escreva esse capítulo da sua vida, leia com atenção e vire a página. Essa será a nova versão da sua história, pode escreva agora!
Fechamos o tempo com o sorriso da Graça, mesmo que nos aprisionem dentro do nosso eu, ainda assim, continuaremos a existir no silêncio da nossa honestidade.
Cansei de viver no interior do meu eu, mesmo que me esconda dos sentimentos atrozes da minha mente, recordo-me que pretendo morrer nas trevas do meu ser putrifucado.
Com o tempo apercebi-me que eu era apenas o mar sobre o qual muitos navegavam a procura de satisfazerem os seus interesses, mas, ainda assim, deixei que o tempo me levasse para onde as ondas das atitudes dos humanos me guiassem.
Agoniso dentro do meu próprio eu como sol ardente cujos raios transpassam a minha alma, assim é a dor que sufoca o meu coração nos dias em que sinto a necessidade de não ser tão bom para com as pessoas más que invadem o meu mundo.
Muitos procuram perceber o motivo pelo qual, a lua tem varios momentos e várias formas, mas eu, apenas olho no fundo dos teus olhos e percebo que a lua reflecte a doçura e a sensibilidade dos teus lindos e maravilhosos olhos.
QUEM SOU EU?
Antes de amanhecer,
Eu encontrei a rosalinda,
Perguntei a ela:
Quem sou eu?
Ela respondeu:
Uma mulher:
Eu não entendi o que ela me falou,
Então disse assim:
Sou uma mulher, Mas aquela que menti muitas veses por dia,:
Sem a rosainda me dizer nada,
Continuei caminhando a procurar alguem para me pergunta isso,
Encontrei um palhaço,
E penguintei a ele:
Quem sou eu?
o palhaço disse:
Uma mulher:,
Não entendi o que ele disse,
Disse para ele:
Sou uma mulher,Mas aquela que mente muitas veses ao dia,:
CONTINUEI ANDANDO,
Passou 2 horas e não encontrei niguem,
Então eu disse assim:
Sou inútil e mentirosa,
E muito curiosa,Sem saber o que estou dizendo.
Voltei para casa e disse:
De volta para casa.
Águas na california
Nas águas,
Eu vejo a lua,
Contando historias,
Para a estrela,
Sua filha.
Na california,
Eu vejo um monte de terra,
Escaldante,
Com um sol que queima o seu rosto.
A água e a california,
Da no mesmo,
Juntando 2 palavrinhas,
A jente brinca com as palavras,
Soletrando;
Á-g-u-a-s n-a c-a-l-i-f-o-r-n-i-a.
Chuva
No chão eu vejo pingos de chuva
Pingos que fazem chuva
e chuva que fazem pingos.
na chuva plantas ganham vida
e na vida as plantas ganham rosas.
CORAÇÃO OUVINTE
Na cadente, no céu, eu via no mínimo dez mil (10.000) estrelas perambulando pro lado e pro outro sem parar.
Da esquerda e da direita, eu via sons bonitos, estranhos e principalmente, sons mortos, que viam na direção ao norte, perto da floresta!
No mar , as águas salgadas, eram fortes e firmes, pórem naquele momento, o som que lá via era de relâmpagos medonhos.
Percebi, que nem no céu, nem perto da floresta e nem no mar, eu não escutava mais as batidas do meu coração!!!
Devo eu viver a vida toda sentindo o vazio do abandono e todas as consequências psicológicas que ele, ainda na maternidade (senão antes, sentindo o desprezo desde a barriga da minha “mãe”) me causou, com quem causou vivendo a vida plenamente feliz por me manter o mais longe possível, me desprezando não apenas uma, mas duas vezes?
Devo eu alimentar esse rancor quando sei que ela pode ter tido os próprios motivos válidos para tal decisão?
Devo eu confiar que eles foram válidos mesmo?
Devo eu realmente me importar se foram válidos ou não?
Devo eu me importar com qualquer coisa que tenha ligação a essa pessoa, suas escolhas, seus sentimentos e tudo mais?
A única coisa que eu sei é que dói. E essa dor não é daquelas que a gente toma um remédio ou mesmo uma injeção e ela passa... essa dor é constante, é uma dor cravada na alma e que parece que nunca vai sumir. Eu não sei nem como seria viver sem essa dor, ela faz parte de mim. Ela está sempre ali me fazendo sentir um vazio imenso, gigantesco, insuportável, sempre que vê oportunidade.
Então me pergunto, devo eu me importar quando há essa dor infinita me lembrando constantemente e não me deixando nem escolha sobre sofrer ou não tudo o que o abandono me causou, sendo ela mesma uma das consequências, inclusive?
Eu gostaria com todas as minhas forças que a resposta fosse um simples “não, não deve se importar, apenas siga sua vida tranquilamente.”, mas sei que, por mais que eu não queira me importar, irei viver a vida toda sentindo essa dor e, portanto, me importando.
Se eu pudesse
Se eu pudesse estaria sentindo a brisa do mar, o canto dos pássaros, os pés na areia
Se eu pudesse pisaria na grama todo dia, ouvindo os cachorros brincando enquanto o sol bate no meu rosto, impedindo que eu abra os olhos completamente
Se eu pudesse não teria dúvidas, medos, bagunças na mente
Seria só certeza, coragem e organização exemplar
Se eu pudesse, não estaria agora com esse aperto no peito, lágrimas no rosto e dúvidas sobre onde é o meu lar
Esse lugar que me traria calmaria, aconchego, cheiro de amor da minha vida e sabor de desejo
Ah, se eu pudesse…
Não estaria nem escrevendo, mas apenas vivendo a mais profunda paz de onde eu osaberia o que é o amor verdadeiro.
ÚLTIMA POESIA
Você puxa uma arma
Eu mostro meu coração
Você aperta o gatilho
Essa é minha última poesia
LOBISOMEM E O AMOR
Da minha janela eu vi o lobisomem
Com os olhos vermelhos
Ele olhou em minha direção
Eu com muito medo
Não tinha muito o que fazer
Então li o mais belo poema sobre o amor
Que tudo supera, que tudo superou
Então o lobisomem com seus olhos vermelhos sorriu
E dançando e cantando ele partiu
MÉDICO POETA
Eu olhei para o paciente
E já sei o que vou prescrever
Faça atividade física
Ore todos os dias
Escreva lindas poesias
E seja o amor de cada dia
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