Eu Sofro porque te Amo Pensa um pouco em Mi
DE CABEÇA PRA CIMA
O título não tem nada a ver com o assunto em questão. Mas isso eu explico depois...
Eu quero mesmo é falar de sorte.
Eu negativa que sou, (EU DISSE NEGATIVA, NAO CÉTICA) acredito em sorte.
Aliás eu acredito em sorte, destino, vidas passadas, vidas futuras, céu, inferno... Eu de cética na verdade sou bem BELIEVE.
E olha só como nós temos sorte, sorte de amar, sorte de sorrir, sorte de ter amigos, sorte ter um trabalho, sorte ter vivido um passado, sorte por ter planos pro futuro, tudo isso porque eu amo a minha vida... Então, que sorte a minha não?! E tem sorte maior do que viver?
Ta. Tudo bem... Eu adoraria uma conta bancária que não fosse a minha, e dez quilos a menos.. Confesso que nisso, eu não tenho muita sorte, eu tenho mesmo é preguiça, mas eu já escrevi sobre isso.
Então a partir de hoje vou dar mais valor a sorte, mesmo que nem todos acreditem nela, mesmo que todas as Minhas SORTES tenham outros nomes. não importa, azar o deles.
Ah, falando nela... Meu pão com geleia acaba de cair, e de cabeça pra cima.
Que s.... ha ha ha
Transição do calendário
soltam fogos no céu
homens brancos vestem branco
na Princesa Isabel
eu tô ao léu,
como se nada me importasse,
eu podia ser um deles,
sou um traidor da classe
Eu até gostaria que fosse menos, mas o fato é que já faz seis anos. Na época, eu cursava jornalismo na UCPel, e tinha um mundo inteiro para descobrir (sempre se tem, não é mesmo?). Minha vontade era clara: queria trabalhar com jornalismo escrito e fugia do assunto quando me diziam que eu tinha que ir para a televisão, como âncora de algum telejornal. Sempre gostei das palavras e de como elas informam com liberdade. Acho que ler para saber é sempre mais livre e rico do que ouvir ou do que ver. E talvez essa ideia venha desde o tempo da escola, quando a professora chegava, escrevia um fatídico primeiro parágrafo no quadro e terminava com insuportáveis reticências. E a turma ainda tinha que ouvir: - “Sejam o mais criativos possível!”. Eu sentia uma frustração terrível quando percebia que a minha criação só começava depois dos três pontinhos. Hoje escolho as palavras com a cerimônia de quem escolhe feijões na mesa da cozinha. Liberdade caça jeito, já dizia o poeta.
Mas agora é totalmente diferente. Não estou na faculdade, muito menos na escola, estou pedindo licença para retornar, para retomar o que eu deixei quando parti de Pelotas.
Enquanto cursava a faculdade, mandava textos para este jornal e, para a minha surpresa, depois de um tempo insistindo, eles foram publicados. E era uma felicidade imensa poder "me ler" no jornal da cidade. Era uma sensação de ganhar outros que compartilhassem ideias, um anonimato da imagem. Ser esmiuçada em palavras sempre me envaideceu mais do que comprar um vestido de festa.
Na adolescência, tive a oportunidade de deixar o Sul para desbravar outras fronteiras. E como nessa época, geralmente, a gente acredita que precisa sair do lugar para ir mais longe, eu aceitei.
Fui me despedindo aos poucos de cada pessoa que era importante para mim. Quando partimos, nunca sabemos quando (e se) um dia voltaremos. Faz parte da poesia de ir embora, fantasiar um voo sem trégua.
E nunca esqueço quando o jornalista Clayr Rochefort, então diretor de redação deste periódico, me desejando tudo de melhor, mas quase como quem exige uma promessa, recomendou: “Só não deixe de escrever!”
Noite dessas, no meio de um aniversário, recebo a ligação da minha mãe. Achei um canto onde eu pudesse ouvi-la e ela disse que seria breve. Queria apenas me contar que, reformando a casa, teve que desmontar um armário e, numa caixinha, encontrou meus primeiros brinquedos de infância, a roupinha que eu usei com apenas 24 horas de vida, ao sair do hospital, o primeiro lençol da minha cama de “adulto”. Quando minha voz falhou, coloquei a culpa na telefonia. Não seria fácil justificar algumas lágrimas de saudade numa noite de festa. Mais difícil ainda seria conseguir estancá-las. Saudade das origens é um tipo que não tem cura.
Mesmo que algum tempo tenha passado, eu continuei a escrever e hoje, com grande alegria, anuncio a minha frequência a ser debulhada nessas páginas tão familiares.
É que mesmo que a gente voe pelo mundo, encontre outras línguas, outras culturas, outros cheiros e amores, sempre fica num armário guardado, na cidade que nos embalou a meninice, bastante do que fomos. E, principalmente, aqueles que continuam nos vendo com os mesmos olhos de antes. Raízes, rio que sempre corre, mesmo quando a chuva estia, obrigada por terem me deixado ir e, sobretudo, por terem me lembrado de voltar.
Publicado pelo Diário Popular de Pelotas.
Você é teimoso (a) eu sou do "tanto faz", eu sou carinhoso (a) e você muito grossa (o), eu sou estressada (o) você é passivo (a), e mesmo assim eu te amo. Posso te dizer, como os opostos se atraem!
Por mais que a vida seja cruel.. Eu ainda consigo te amar.. Mesmo na terra ou no céu eu sempre vou te amar.. Você sempre estará em meus versos pois eu sei que por aqui escrevendo é mais facil te encontrar e para sempre vou te amar..
Escolhas
Eu busco o Céu
Entre milhares de flores,
E muitos espinhos.
Entre os meus risos exagerados,
E as minhas lágrimas perturbadas,
Vou vencendo as trevas do meu tempo,
Tentando levantar da vida, o Véu.
Eu busco Verdades
Entre dezenas de casos,
E outros tantos e tantos acasos.
Entre as minhas virtudes natas,
E vícios que não os desejei,
Vou vencendo as insanidades do meu mundo,
Tentando elevar as minhas Qualidades.
Não é que eu dite as regras da vida, ela porem me deu uma natureza diferente que me faz constantemente pensar sobre tudo e todos.
O eu. Se analisarmos uma palavra que se diz constantemente em latim: “alter ego” e que quer dizer “o outro eu”, poderemos compreender melhor o que levou o ser humano a se interrogar sobre a primeira questão, “quem sou eu?”. Em resumo o alter ego define bem o comportamento que levou a humanidade a se exprimir sobre o seu Eu e que na verdade nada mais era do que “o outro eu” que estava como adormecido dentro do primeiro ser humano.
Mas afinal o que é realmente o “alter ego”? Ou melhor, dizendo na língua corrente: o outro eu? Estou convencido que o outro eu, nada mais é do que o nosso verdadeiro eu, o que faz com que cada um nós seja em si diferente. Iguais numa imagem humana, porem diferente na forma de se ver ou avaliar o universo que nos rodeia, por isso nos debatemos com as diferentes culturas em si existentes.
Eu quem Sou? Se não me anulo nem vivo entre as coisas que se pode compreender, o verbo que não se pode conjugar por si mesmo, mas antes se afirma no todo da sua verdadeira essência porque eterno e dura para sempre antes que todo existisse e o verbo tivesse vida própria.
Lua minguante, Lua crescente
Declaro ser o seu mais lindo amante
Com você eu quero me casar
Fazer da noite escura
O nosso altar
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