Eu Sofro porque te Amo Pensa um pouco em Mi
*O QUE A RAIZ SABE*
Às duas da madrugada eu acordei com aquela sensação desagradável de quem não tinha dormido direito, apenas tinha perdido algumas horas. Fiquei olhando para o teto. O quarto estava escuro. O silêncio não era exatamente silêncio. Havia um carro passando longe, um motor qualquer insistindo em existir, e os grilos fazendo seu trabalho de sempre, como se a madrugada ainda tivesse alguma importância.
O gato estava ao lado da minha cabeça. Ficou me olhando por alguns segundos. Depois levantou uma das patas e colocou-a sobre a minha testa. Talvez fosse carinho. Talvez fosse um aviso. Talvez estivesse apenas tentando me mandar de volta para onde eu deveria estar.
Não funcionou.
Levantei.
Fui até a varanda e acendi um charuto. Eu já sabia que o sono não voltaria. Quando a cabeça decide andar pela casa às duas da manhã, não existe travesseiro capaz de fazê-la parar.
O gato veio atrás.
Parou na porta da varanda e ficou me olhando. Parecia querer dizer: volte para a cama, homem. Você já tem idade suficiente para saber que pensar depois da meia-noite nunca termina bem.
Ignorei.
Fiquei ali, fumando, ouvindo os grilos cantarem na boêmia da madrugada e alguns veículos atravessarem a distância. A cidade dormia. Ou fingia.
Comecei a pensar nas imagens que a gente carrega.
Não nas fotografias.
Nas outras.
Aquelas que ficam dentro da cabeça.
A imagem de quem fomos. A imagem de quem deveríamos ter sido. A imagem que alguém criou de nós e que, por alguma razão estúpida, decidimos acreditar.
Talvez uma parte da nossa desgraça venha daí.
Passamos anos tentando caber numa fotografia que já não existe.
Olhei para a fumaça do charuto.
A fumaça desaparecia.
Pensei que nós também fazemos isso.
Só que demoramos mais.
A gente passa a vida tentando ser reconhecido. Quer aplauso. Quer aprovação. Quer que alguém diga que valeu a pena. E quando isso não acontece, começamos a acreditar que fomos derrotados.
Mas talvez não exista derrota.
Talvez exista apenas a necessidade de encontrar um lugar onde ninguém esteja distribuindo medalhas.
Um pedaço de chão.
Qualquer um.
Mesmo escondido.
Porque às vezes tudo o que você precisa é parar de disputar o lugar onde os outros foram coroados.
Fincar os pés em outro lugar.
E ficar.
Pensei também naquilo que nos alimenta quando tudo dá errado.
Não estou falando de grandes discursos.
Às vezes é uma lembrança da mãe.
Um café.
Um abraço que aconteceu há vinte anos.
Uma conversa idiota que, por algum motivo, ainda mora na memória.
É estranho como a vida consegue nos manter vivos com coisas pequenas enquanto o mundo inteiro insiste em vender soluções enormes.
Talvez sobreviver seja isso.
Aprender novamente o tamanho das coisas.
Uma respiração.
Um copo d’água.
Um cigarro.
Um gato colocando a pata na sua testa às duas da manhã.
Não parece muito.
Mas, quando tudo desaba, quase nada parece muito.
E ainda assim é o suficiente para atravessar mais uma noite.
A graça também não é gentil o tempo inteiro.
Essa é outra mentira que contamos para nós mesmos.
Às vezes a vida acolhe.
Às vezes ela bate.
Às vezes ela simplesmente passa por cima.
Há coisas que não se resolvem com frases bonitas. Há perdas que não ensinam nada. Há abandonos que não escondem nenhuma lição. Há pessoas que vão embora e deixam apenas um espaço vazio onde antes havia rotina.
E você fica olhando para aquilo.
Esperando alguma explicação.
Ela não vem.
Então você aprende a respirar sem ela.
Foi aí que pensei nas chances.
Elas raramente chegam em horário conveniente.
Quase nunca batem na porta.
Algumas aparecem quando você está cansado, quebrado, desconfiado, com o coração fechado e uma lista enorme de motivos para dizer não.
E talvez esse seja o problema.
A gente espera estar inteiro para começar de novo.
Só que ninguém está inteiro.
Não depois de certa idade.
Depois de algumas perdas, algumas traições, alguns funerais e algumas noites mal dormidas, você descobre que inteiro é uma palavra para quem ainda não prestou atenção.
O que resta é o que interessa.
Aquela parte que sobreviveu.
É dali que você tira alguma coisa.
Não porque a dor seja bonita.
Dor não é bonita.
Dor é dor.
Mas às vezes ela deixa alguma coisa escondida.
Uma habilidade.
Uma lucidez.
Uma coragem que você não sabia que tinha.
Um tipo de ouro ordinário, desses que não servem para comprar nada, mas servem para lembrar que você ainda está aqui.
O problema é que também carregamos nossas próprias imagens como condenados.
Repetimos insultos antigos.
Vozes de pessoas que já foram embora.
Frases ditas por quem nunca nos conheceu de verdade.
Você é isso.
Você não consegue.
Você nunca vai mudar.
Você não é suficiente.
E, depois de algum tempo, nem sabemos mais quem disse.
Somos nós.
A voz foi incorporada.
Virou morador.
E continuamos pagando aluguel para ela.
Talvez seja preciso expulsar algumas imagens.
Não esquecer.
Expulsar.
Porque aquilo que você repete todos os dias acaba parecendo verdade.
E algumas verdades são apenas feridas com boa memória.
O charuto estava quase no fim.
O gato continuava na porta.
Agora parecia menos paciente.
Olhei para ele e pensei que os animais talvez tenham entendido alguma coisa que nós complicamos demais.
Eles não ficam tentando justificar a existência.
Eles dormem quando têm sono.
Comem quando têm fome.
Vão embora quando querem.
E, quando gostam de você, simplesmente ficam.
Nós transformamos tudo em contrato.
Até o afeto.
Até a saudade.
Até o abandono.
Quando alguém parte, queremos explicações.
Quando alguém fica, queremos garantias.
Quando tudo termina, queremos saber por quê.
Mas o rio não explica por que seca.
Ele apenas seca.
E talvez algumas pessoas sejam assim.
Elas atravessam a nossa vida, deixam alguma coisa, levam outra e desaparecem.
Não é justo.
Nunca foi.
Então chega a hora de quebrar.
Não necessariamente por fraqueza.
Às vezes quebrar é a única maneira de deixar alguma coisa ir embora.
A gente segura tanto que começa a confundir apego com amor.
Não é a mesma coisa.
Amor sabe partir.
Apego exige cadáveres.
Fiquei olhando para a rua vazia.
Pensei no medo de esperar.
A espera é cruel.
Ela coloca você diante de si mesmo sem distração.
Sem barulho.
Sem pessoas.
Sem a próxima novidade.
E talvez seja justamente ali que estejam os tesouros que ninguém encontra porque ninguém suporta ficar tempo suficiente no escuro.
A gente foge.
Liga a televisão.
Abre o celular.
Procura alguém.
Procura qualquer coisa.
Tudo para não ficar sozinho com a própria cabeça.
Eu também fiz isso.
Muitas vezes.
Talvez ainda faça.
Mas naquela madrugada eu estava ali.
Sem fugir.
E percebi uma coisa desagradável.
A vida não estava me devendo nada.
Nem explicações.
Nem reparações.
Nem um final bonito.
Ela simplesmente continuava.
O mundo continuaria girando depois de mim.
Os grilos continuariam cantando.
Os carros continuariam passando.
Alguém estaria beijando alguém.
Alguém estaria chorando.
Alguém estaria nascendo.
Alguém estaria morrendo.
E nada disso pediria minha autorização.
Talvez maturidade seja aceitar essa humilhação.
Você não é o centro.
Nunca foi.
Mas isso não significa que sua vida não tenha valor.
Significa apenas que você precisa parar de esperar que o mundo confirme isso.
A Terra continua.
Ela parece cansada.
Mas continua.
E talvez ainda queira ser tocada.
Não com discursos.
Com presença.
Com verdade.
Com coragem para sentir novamente aquilo que você passou anos tentando anestesiar.
Inclusive a partida.
Porque todo recomeço cobra alguma coisa.
Às vezes cobra uma pessoa.
Às vezes uma versão antiga de você.
Às vezes uma esperança que já estava morta e você ainda carregava como se fosse viva.
Eu terminei o charuto.
O gato continuava olhando.
Talvez fosse hora de voltar.
Talvez não.
Fiquei mais alguns minutos.
Pensei nas raízes.
Elas não são bonitas.
Ficam enterradas.
Ninguém fotografa uma raiz.
Ninguém elogia uma raiz.
Ela trabalha no escuro.
Aguenta a terra.
Encontra água onde parece não existir nada.
E, se tiver sorte, algum dia aparece uma flor.
Talvez seja isso que nos resta.
Não tentar parecer flor o tempo inteiro.
Aceitar a raiz.
Aceitar o escuro.
Aceitar a parte de nós que ninguém vê e que talvez nem nós mesmos gostemos muito.
Porque pode ser justamente ali que alguma coisa esteja começando.
Não uma versão melhor.
Não uma versão perfeita.
Apenas uma versão verdadeira.
Olhei novamente para o gato.
Ele virou e voltou para a cama.
Sem discurso.
Sem terapia.
Sem conclusão.
Fui atrás.
A madrugada continuava lá fora.
E, pela primeira vez naquela noite, não precisei que ela me dissesse nada.
Eu já tinha entendido.
Algumas coisas precisam morrer.
Algumas precisam ser deixadas.
Algumas precisam ser perdoadas.
E algumas precisam permanecer enterradas.
Não para desaparecer.
Mas para criar raiz.
Porque, no fim, talvez reescrever a própria vida não seja começar do zero.
É olhar para o que sobrou.
Parar de mentir sobre isso.
E decidir, mesmo com medo, que ainda dá para plantar alguma coisa.
“Eu desconfio das almas que nunca conheceram a própria escuridão; talvez elas ainda não tenham descoberto a profundidade da própria luz.”
— Juliana Hoffmann Liska
Parabéns ao novo conceito de liderança:
'Faça a América Grande... desde que eu me salve primeiro'. O sujeito foge escondido no buffet de serviço, deixa trabalhadores voando como alvo móvel para mísseis e depois ainda debocha mandando os repórteres mudarem de profissão. Isso que é amor à pátria! Usar o próprio povo como distração militar é uma estratégia genial de quem confunde heroísmo com puro instinto de sobrevivência egoísta. Mas o slogan no boné continua bonito, né? É o legítimo patriotismo de fachada.
Melhorem os seus ídolos!
"Eu fico chocado com o 'povo da pseudo-superioridade'.
O querido se acha o colonizador, mas o máximo de Europa que ele tem é o nome do condomínio. Alguém avisa que se tirar a herança negra, a indígena e a portuguesa, o Brasil vira o quê? Um deserto sem tempero! O preconceito além de criminoso é burro, porque tenta apagar logo a mistura que faz a gente ser o país mais foda do mundo.
Melhorem!"
*Calma que Queima*
Eu vi.
Vi o sorriso torto que chama de apoio.
Vi a mão que aplaude na frente
e aponta por trás do espelho.
E sabe? Não vou gritar.
Gritar dá palco pra quem vive de mentira.
Minha revolta é silenciosa.
É tirar você da minha mesa sem fazer alarde.
Falsidade cansa.
Cansa porque gasta nossa fé à toa.
Cansa porque obriga a gente a duvidar
até de quem é verdade.
Então eu escolho a calma.
A calma de quem não deve explicação.
A calma de quem vira as costas
e segue com a consciência limpa.
Você pode até ganhar aplauso,
mas nunca vai ter paz.
E eu... eu durmo em paz.
Sem máscara. Sem teatro. Sem você.
Respirem cinzas.
Eu assofro pra limpar o cinzeiro — gesto pequeno, gesto de sobrevivência.
Há uma fuligem que insiste em falar meu nome, mas eu já não tenho paciência pra suas sílabas.
Cinco meses foram um mapa de mil estradas que ela percorreu na minha cabeça.
Quilômetros interiores, passaportes carimbados na memória.
Porém — nunca travei. Nunca parei. Nunca me neguei ao beijo que vinha entre uma lembrança e outra.
A insuportável mulher do olhar torto ocupou janelas inteiras, fez morada em gavetas.
Quando o olhar saiu de mim, a sala clareou como se alguém tivesse aberto a cortina de dentro.
Não foi vingança, não foi perdão; foi uma pequena aliança entre ar e verdade: eu respirei outro ar.
Já não estou mais aqui de tanto querer estar.
Essa vontade me evaporou de dentro — deixou o corpo e levou a fumaça;
ficou um corpo que aprende a olhar o mundo sem pedir licença.
Gritei. Clamei. Ninguém respondeu — talvez porque ninguém estivesse mais lá.
Talvez porque eu também não estivesse mais, e isso foi preciso: abandonar-se para reaparecer.
Eu fui para o abandono e voltei com as mãos sujas de cinza e o peito limpo de delírio.
Chamuscado e floresci. Memória como tatuagem que não dói mais, só lembra —
lembrar é menos que sofrer, é estudar a própria paisagem.
Sou ferida que virou mapa, cicatriz que sabe dizer caminho.
FIM DE TEMPORADA:
não é morte, é o abaixar da cortina com reverência e sem aplauso.
Como se os heróis tivessem perdido o brilho falso e ganhado o peso do que realmente importa: permanecer.
Obrigado por assistir.
(é um riso que sobra no fim do filme — seco, com fumaça na garganta.)
Eu sou o que vai e o que fica.
Eu sou o que permanece e prevalece.
“Pode parecer uma miragem no deserto, mas eu consigo enxergar a vitória no horizonte.”
Léo Pedacci ✍️
"Eu odeio a minha escola. Eu odeio todo mundo. Eu odeio minha vida."
seus olhos.
Antes mesmo de entender o que estava acontecendo, eu já tinha encontrado alguma coisa nos olhos dela que não sabia explicar. Eu falava dos olhos porque era a maneira mais fácil de falar do que acontecia comigo quando olhava para ela. Pareciam ter profundidade suficiente para esconder tudo aquilo que eu não conseguia dizer. E talvez fosse exatamente por isso que eu gostasse tanto de mergulhar neles.
Porque havia dias em que o mundo parecia fundo demais.
As coisas lá fora tinham aquele peso que a gente tenta fingir que não sente. A vida seguia, as pessoas continuavam falando, os dias continuavam passando, mas existiam momentos em que tudo parecia difícil de levar. E então eu encontrava aqueles olhos.
Era como cair no mar sem ter medo de afundar.
Eu não precisava saber nadar. Não precisava saber para onde estava indo. Bastava entrar.
Talvez seja isso que algumas pessoas fazem com a gente. Elas não resolvem necessariamente aquilo que está quebrado, não apagam os problemas, não tornam o mundo mais fácil. Elas apenas conseguem fazer com que, por alguns instantes, a gente não precise lutar contra ele.
Ela era esse intervalo.
Eu podia passar horas tentando organizar dentro de mim aquilo que não tinha nome e, ainda assim, bastava olhar para ela para alguma coisa se aquietar. Havia um tipo de silêncio naqueles olhos que não era vazio. Era abrigo. Um lugar onde eu podia deixar todas as coisas que carregava sem precisar explicar por que elas pesavam tanto.
E talvez eu tenha amado também essa sensação.
A de ser recebido por alguém sem precisar chegar inteiro.
Eu acreditava que amar era isso: oferecer alguma coisa de si e perceber que, de alguma forma, aquilo também fazia o outro respirar melhor. Cada gesto pequeno parecia carregar uma energia que não precisava ser anunciada. Um cuidado aqui, uma presença ali, uma tentativa de estar perto quando o mundo ficava difícil. Como se amar fosse construir, aos poucos, um lugar onde dois poderiam descansar.
E eu queria ser esse lugar para ela também.
Talvez por isso a distância sempre tenha parecido tão cruel. Porque quando alguém se transforma em refúgio, a ausência deixa de ser simplesmente ausência. Ela começa a parecer uma porta fechada para um lugar onde você costumava conseguir respirar.
E ainda havia a saudade.
Aquela espécie de presença que continua existindo mesmo quando a pessoa não está. As lembranças permanecem vibrantes, ocupando espaços inesperados, aparecendo no meio de uma música, de uma noite, de um pensamento qualquer. Você percebe que algumas pessoas conseguem permanecer dentro da gente mesmo quando já não estão ao nosso lado.
Foi assim que ela ficou em mim.
Não como uma foto parada no passado, mas como uma paisagem que ainda aparece quando fecho os olhos.
E talvez seja por isso que aquela imagem do mar sempre tenha feito tanto sentido.
Porque eu não mergulhava apenas nos olhos dela.
Eu mergulhava naquilo que sentia quando estava ali.
Na tranquilidade que encontrava. Na versão de mim que aparecia quando não precisava me defender de nada. Na sensação de que, por alguns minutos, eu estava exatamente onde deveria estar.
Ao lado dela.
E talvez algumas pessoas sejam mesmo obra de alguma força que a gente não entende. Não necessariamente porque foram feitas para ficar para sempre, mas porque, em algum momento da nossa história, precisavam existir.
Ela existiu.
E me ensinou que existem olhos capazes de ser oceano.
Que existem abraços que parecem margem depois de muito tempo à deriva.
Que existe amor que não chega fazendo barulho, mas vai preenchendo os espaços vazios até a gente perceber que já não sabe exatamente onde termina a nossa solidão e começa a presença do outro.
Hoje, talvez eu entenda que mergulhar nos olhos dela nunca foi apenas sobre olhar.
Era sobre confiar.
Sobre fechar os olhos para o mundo por alguns segundos e acreditar que, se eu afundasse, alguém me encontraria.
E talvez seja essa a coisa mais bonita e mais dolorosa sobre amar alguém profundamente: às vezes, a pessoa se torna o mar onde você aprendeu a respirar.
E quando ela vai embora, você passa um tempo tentando descobrir como voltar a superfície.
Mas algumas profundidades não desaparecem.
A gente apenas aprende a carregá-las.
E eu ainda carrego aqueles olhos comigo.
Como quem um dia caiu no mar e, em vez de ter medo da profundidade, descobriu nela um lar.
"A paz que ofereço diz quem eu sou. A paz que o outro rejeita diz onde ele está." — ChatGPT (Siger), em conversa com Régis.
Eu só tenho uma coisa para dizer o aço da minha pistola é Gerdau ou seja ou foi feito por mim ou pelo meus irmãos.
Você vai ver eu me afastar na mesma intensidade que cheguei! Vai até tentar me segurar, mas eu estarei longe, longe das suas mãos, longe o bastante pra não me alcançar mas.
O AMARGO DO CAFÉ
Combina com o amargo da minha sina
Combina com o gosto da minha vida
Se eu dou uma aquecida, pode até ser esquecida
Porém, rapidamente esfria…
Então, naturalmente, caio de novo…
Nesta mesma sina.
Que fica escondida…
Que disfarço com uma bela xícara.
Eu era louco e não permiti que o médico entrasse para me curar, então o médico morreu e o bandido entrou em seu lugar, levando o meu dinheiro, que era da saúde, educação, obras...., agora estou ficando louco e me resta pouco tempo, é hora de escolher para um país doente ser tratado pelo o psiquiatra ou, se minha loucura já estiver avançada demais e eu escolher o bandido, o escritor escreverá sobre minha desgraça!
Ass: Brasil
"Quando eu era apenas crítico, via inimigos por toda parte.
Quando aprendi a refletir, comecei a enxergar seres humanos."
"A maturidade não me fez abandonar as perguntas.
Apenas me ensinou a desconfiar também das minhas próprias respostas."
"Eu não quero criar seguidores. Quero despertar seres humanos capazes de pensar por si mesmos. Uma mente livre não é aquela que concorda comigo; é aquela que possui coragem de questionar tudo, inclusive as minhas próprias palavras. Porque a verdadeira liberdade não nasce da obediência, mas da consciência."
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