Eu Sofro porque te Amo Pensa um pouco em Mi
— Não é justo com você — disse Magnus. — Eu sempre disse a mim mesmo que ia me abrir a novas experiências, então quando comecei a... a endurecer... fiquei surpreso. Achei que tivesse feito tudo certo, que não tivesse fechado o coração. E aí pensei no que você falou, e percebi que estava começando a morrer por dentro. Se jamais conta a ninguém a verdade sobre si, em algum momento começa a esquecê-la. O amor, a dor, a alegria, o desespero, as coisas boas que fiz, as vergonhosas... se eu guardasse todas para mim, minhas lembranças começariam a desaparecer. E eu desapareceria.
Eu me aprofundei onde você só molhou os pés… e, ainda assim, fui eu quem quase se afogou tentando te alcançar.
hoje eu tô com saudades, como ontem, não era pra eu estaraqui falando..
mas não sei ser de outra forma a não ser intensa,
hoje eu só queria te ver,
de longe,
e que o vento me trouxesse o seu perfume saindo de vc,
pra eu sonhar novamente,
suspirar com os olhos fechados o seu cheiro bom de paz.
“Hoje eu só quero viver em paz com aquilo que Deus colocou em mim.
Nem todo mundo vai entender… e tudo bem.
Eu não preciso de aprovação,
preciso de direção.
E com fé, eu sigo.”
A maior lição que eu tive esse ano e que, não importa o quanto você bom com as pessoas isso não fará com que elas sejam boas com você
Para dizer que não vai dar certo tem aos montes.
Para segurar em seu braço, dizendo
"Eu vou te ajudar, juntos conseguiremos!" contam-se nos dedos.
Selecione em quem confiar seus sonhos...
Bem que às vezes até das tardes tumultuadas, eu gosto. Tormentas servem de lembrete de rendição e confiança, e da irremediável necessidade de repousar em Deus mesmo sem entender o porquê. Há paz em meio à espera!
Quando Moisés estava exausto, disse:
“Se assim me tratas, mata-me de uma vez, eu te peço, se tenho achado favor aos teus olhos; e não me deixes ver a minha miséria.”
(Números 11:15 ARA)
Jeremias com profundo cansaço emocional exclamou:
“E, no entanto, amaldiçoo o dia em que nasci; ninguém celebre o dia em que minha mãe me deu à luz.”
(Jeremias 20:14 NVT)
Elias super desanimado expressou:
“Depois, foi sozinho para o deserto, caminhando o dia todo. Sentou-se debaixo de um pé de giesta e orou, pedindo para morrer. “Já basta, Senhor”, disse ele. “Tira minha vida, pois não sou melhor que meus antepassados que já morreram.””
(1 Reis 19:4 NVT)
Jó sentindo um sofrimento insuportável indagou:
““Por que eu não nasci morto? Por que não morri ao sair do ventre?””
(Jó 3:11 NVT)
A Bíblia não relata histórias de heróis que permaneceram fortes o tempo todo. São livros que detalhadamente narram pessoas quebradas, cansadas, testadas, injustiçadas... Mas pessoas estas que Deus não abandonou! Pessoas estas que em seus piores e mais provadores momentos não perderam a fé!
O cuidado de Deus acontece somente no momento definido por Ele! Precisamos passar por percalços, para que lá na frente estes sejam os nossos testemunhos de fé! Deus está presente! Deus não nos abandona! Ele sabe exatamente até onde vai o nosso limite, e sabe como, onde e quando deve nos amparar! Muitas vezes, como diz um poema antigo, não conseguimos ver as pegadas do Nosso Senhor enquanto ele nos ampara, porque é exatamente nos piores momentos que ele nos carrega no colo.
Para quem confia, cada acontecimento faz parte dos planos de Deus! Então, não se assuste com a vida, dê uma chance para Deus te revelar o propósito de tudo! 🙏🏻
Se hoje você está cansado, confuso, desmotivado a continuar... Lembre-se dos homens supracitados. Foi quando já parecia impossível e insustentável, que Deus levantou cada um deles e mostrou seu imenso poder!
Você não está atrasado. Você não está perdido. Se você está vivendo sendo temente a Deus, sua vida não está pausada, ela está acontecendo exatamente na velocidade que Deus determinou para a sua história!
Deus escreveu capítulos tão incríveis que você nem conseguiria imaginar! 🙏🏻📖✍🏻💙✨
(Aline Abdalah)
Se eu ser, Deus me fez.
Se eu chegar, Deus me trouxe.
Se eu alcançar, Deus me deu condições.
E eu o louvarei pois, antes e depois de mim, o Altíssimo sempre será Deus.
Eu e meu brother (minha esposa) saímos para celebrar o Dia dos Namorados. Bebemos umas duas, rimos, conversamos bastante e, no fim, dei-lhe um presente pirata só para ela perceber o quanto o meu amor é bandido
Quem é você? Diga logo que eu quero saber. Já passou o carnaval, tire a máscara social. Boi, boi, boi, boi da cara preta, tire essa menina que tem medo do capeta. Então você é isso, um rosto sem riso e se quer ser meu inimigo, junte suas armas inúteis, pois eu conheço seu calcanhar de Aquiles e não vou te polpar. Seus poemas de escarnio morrem ao virar a página e é perigoso a você achar que eu sou frágil. E se falo em solidão é porque no meu mundo não cabe seu jogo sujo, que quer me calar covardemente. Pegue seu capital cultural, e dele se desfaça, veremos que sobra uma farsa de um comediante sem graça. Eu nasci pobre e doente, mas não me tenho medo do seu ódio. Eu te amei de graça. Acertei no amor, só errei no alvo. Tire a máscara e mostre também sua fragilidade ou vai viver eternamente essa personalidade falsa, que em meio à sensibilidade deixa escapar cruel sua própria destrutividade. Você não vai me calar, nem a loucura me calou. Eu já sofri tortura. Você tem palco e aplausos, eu tenho uma pele marcada por violência. E você ainda acredita que pode me diminuir. Eu conheço a escola da rua e das grades, e nenhas não há consolo nem apoio. Apena uma instituição sem rosto. Meu sofrimento é a doença que sua soberba ignora. Não, não é serventia da casa, é um coração em brasa. Coma seus privilégios e deixe em paz meu vazio e minha solidão. Eu que te amei em vão, desconheço desilusão e tenho uma voz farta que não cabe na sua sala. Tire a máscara e fale olhando nos meus olhos, sei que vai se calar, pois quem é você sem palco? Sapo cururu na beira do rio, quando o sapo canta maninha, é porque tem frio. Gélido coração é o seu e se um dia você ganhou minha confiança, hoje perdeu minha esperança do ser que eu pensava que você era, em meu estado de primavera. Eu amo João, você ama Maria. Quadrilha. Ciranda, cirandinha vamos todos cirandar. Não, não tire a máscara. Não quero ver seu rosto. Suba no palco com seu novo projeto. Eu te conheço no palco da vida. E você tem sido meu professor, me ensinando lentamente a te odiar. Mas vou simplesmente esquecer. Você passará. Mascarado passou. Meus versos continuarão se sei bem a pessoa que sou. A canou virou, quem deixou ela virar? Sou o avaro burguês que não soube remar. Tire de perto de mim a palavra amar. Eu não te odiar. Escreverei mil versos enquanto a vida for testemunha da minha existência. Eu sou resiliência calada. Essa é a serventia da casa. Meu peito, meu lar.
Eu luto contra minha própria alma e a natureza humana que há em mim minha mente luta para entender que voltar ao criador é natural, e é onde a luta começa porque os meus olhos te vê onde não estás , os meus ouvidos te escutam onde não estás, é tão surreal e triste quando noto que são saudades tuas, e a realidade é que já não tem o teu barulho na cozinha, aquela cadeira na sala está sempre vazia, do nada ecoa tua voz na minha cabeça e ainda te escuto gritando me chamando pra comer quando chego em casa, as vezes me perco quando volto tarde e tenho de mudar de janela pra alguém abrir as portas , dói porque entendo com a cabeça mas sangro com o peito.
Hoje como ontem penso em tí, abraço o teu sorriso e observo o seu rosto como se absorvida eu fosse pelo teu amor, e descubro que te amo muito mais do que pensava. Então me eternizo em tua lembrança e busco nos teus lábios a vontade de viver.
Nada te peço além de que me Ames, então me calo e choro, como as rosas que nào falam mais choram.
Eu amei — e afirmo sem hesitação — amei com a inteireza de quem compreende que certos fenômenos da experiência humana não se submetem à trivial aritmética do tempo.
Dizem: acabou.
Permitam-me a devida vênia lógica — não acabou.
O que eventualmente se extingue é a configuração circunstancial do vínculo, jamais o fenômeno afetivo em sua inscrição psíquica profunda.
O amor, quando autêntico, não é evento episódico; é estrutura.
Não é mera contingência emocional; é ocorrência real, empiricamente verificável na consciência.
Pode cessar a convivência.
Pode dissolver-se a proximidade física.
Pode, inclusive, o silêncio ocupar o espaço outrora preenchido pela presença.
Mas o amor — o amor verdadeiro — não se submete à categoria vulgar do ‘foi’.
Porque aquilo que verdadeiramente é não se converte em nada por simples decurso temporal.
O que muitos chamam de fim é, na verdade, limitação perceptiva.
É incapacidade metodológica de distinguir entre a cessação do fenômeno relacional e a permanência da marca afetiva.
E aqui reside o ponto nevrálgico:
O amor constitui fenômeno real cuja projeção na consciência não apresenta, em si mesma, termo final intrínseco necessário.
Negá-lo é confundir transformação com inexistência.
É tomar a mutação da forma pela aniquilação da essência.
E isso — permitam-me a franqueza — não é rigor lógico.
É apenas imprecisão interpretativa.
As lembranças vão com o tempo,
elas voam, desaparecem,
as vezes sem eu notar
quando vou reparar nem consigo mais lembrar
É como as ondas do mar,
cada uma que vem é diferente da próxima
então assim, elas vão embora, sem passagem de voltar.
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