Eu Sofro porque te Amo Pensa um pouco em Mi
"Quem cresce visivelmente é quem troca o 'por que isso aconteceu comigo?' pelo 'o que eu posso aprender com isso?'."
"Minha estratégia de crescimento é simples: eu subo enquanto puxo o máximo de pessoas comigo para o topo."
"Eu não ofereço apenas dicas, eu entrego a chave mestra para abrir as portas que a educação tradicional insiste em manter trancadas."
"Eu ensino o que o sistema esconde: a arte de pensar em escala máxima e agir com precisão cirúrgica."
"A riqueza invertida é simples: primeiro, eu sou rico de amor e generosidade, e depois o meu mundo vira um trilhão."
"Enquanto você usa sua 'riqueza' para se sentir superior aos outros, eu uso a minha visão para criar um futuro onde a pobreza de espírito não tenha lugar.
Talvez eu encontre equilíbrio no silêncio fino entre me perder e me reconstruir, onde o que dói também me reorganiza por dentro.
Todo o meu tempo sacralizado, eu acordo ao amanhecer com o coração alado pela oportunidade de mais um dia de amor. No meio do caminho, olho o quanto eu já amei. Caminho para a minha casa grata e adormeço, dormindo o sono dos justos. Porque cumpri o meu dia, fiz aquilo que me correspondia, amei. Portanto, tive um dia digno de um ser humano.
Quem vir o rastro da minha vida vai dizer: aqui passou um ser humano. Eu amei.
E depois, quando chegar diante da morte, quem vir o rastro da minha vida vai dizer: eu espalhei amor por onde passei. Busquei a unidade. Busquei o coração de todas as coisas.
Por quê? Porque eu tinha capacidade de encontrar o meu próprio coração e, por paralelismo, fui capaz também de encontrar o coração de todas as coisas.
Hoje você escreveria algo com verdade… simples, mas que toca:
“Hoje eu não quero provar nada pra ninguém…
só quero viver em paz com aquilo que Deus colocou dentro de mim.
Nem todo mundo vai entender o meu jeito,
nem todo mundo vai sentir o que eu sinto…
e tudo bem.
Porque quando o coração está alinhado com Deus,
a gente aprende que não precisa de aprovação,
precisa de direção.
E eu sigo…
com fé, com calma,
e com um coração que ainda acredita no amor,
mesmo depois de tudo.
Porque no fim, não é sobre ser forte o tempo todo…
é sobre nunca deixar de confiar.”
Tu olhas para mim e tiras as suas conclusões boas ou más da minha pessoa, eu estou nem aí 🤷♂️
Entendo o seu psicológico está em fase de crescimento 😌
O caboclo e o rio.
O meu pai é caboclo,
Caboclo eu também sou
Amazonas é minha vida
O meu caso de amor.
Esse rio é minha estrada
Que me leva pra lá e pra cá
Em suas águas barrentas
Eu preciso navegar.
Dele eu tiro o meu sustento
E sigo a dança da vida
Conforme o seu movimento.
Na vazante ou na enchente,
O majestoso Amazonas
Comanda a vida da gente.
Autor: Silvano Pontes.
Amazonas em poesias.
Durante muito tempo em minha vida,
eu fui grito,
mas aprendi a usar o não dito,
o não falar,
o não precisar gritar.
Eu aprendi que não dizer
fala bem mais
que uma, duas, três palavras e meia, ditas ou escritas.
O silêncio é a extensão da fala,
e não perde nada quem também cala.
Nildinha Freitas
O que são palavras e títulos?
Se eu te convidasse para entrar em minha nave e te levasse para um novo planeta que atendesse a todas tuas necessidades existências e essenciais. Preferirias ainda assim seguir a cultura medieval de outro planeta?
Evoluir dói. Mudar processos incomodam pessoas acomodadas, evoluir processos mais ainda. Para pessoas muito rigidez pode ser quase insuportável.
Mas formas mais eficientes de promover uma realidade justa precisam de mudança.
Comportamentos de 1929 já se comprovarsm ineficientes.
O sistema precisa cuidar da experiência humana do onboarding ao offboard.
O trabalho humano já entregou o suficiente para que o essencial seja facilmente produzido e entregue na sua mesa. O acúmulo de riqueza justifica a mão de obra remanescente da adaptação de tecnologias e justa recompensa pela feitoria delas.
O humano não precisa que assinem um papel falando que ele pode construir uma casa com o próprio esforço deles. É uma grande oportunidade de processo para enriquecimento da cultura brasileira e patrimônio humano.
Vamos ampliar as cidades.
Casa para todos!
ADRENALINA
Eu necessito sentir o vento no rosto,
Enxergar nos lados o oposto,
Alterar o cotidiano.
Eu preciso olhar ângulos diferentes
Da mesma rotina da gente
Que a gente passa e não observa nada,
Só o caminho singelo e turvo.
Eu gosto de criar expectativas,
De fugir da monotonia.
De lidar com a correria
E esperar nada mais nada menos
Que qualquer imprevisto reacional.
Eu prefiro agir, mas reagir é bom também.
A mente se assusta,
O coração pulsa e acelera.
Até palpita, a pálpebra se agita,
Os pelos se arrepiam
E o corpo amolece. É fenomenal.
Eu gosto do risco
No papel e na vida;
Gosto das sensações repentinas
Que dão medo e não fazem mal.
Disseram-me uma vez:
Aquele que tudo sabe,
Na verdade, não sabe nada.
Deleito-me em sua fala
E o pouco que sei
Me encantam as coisas do mundo.
Não terei tempo para toda experimentação.
Tenho que ser ligeiro.
Eu gosto do incerto, de certo pensar
Em que não uso a razão.
Eu prefiro a emoção instável
Da minha mente inabalável
Que pode até sofrer,
Mas sabe que se segue de qualquer jeito,
Que não importa o efeito,
Tudo causa reação.
Eu gosto da adrenalina.
Talvez esteja na minha sina
Esse desejo louco de querer sentir
Sempre qualquer emoção.
AGITAÇÃO
Calmaria insana que me enche a mente
De coisas eloquentes que eu não quero pensar.
Agitação é o que eu desejo.
Se parado, fico preso
Com o tempo ocioso que não para de passar
E de nada me adianta ter tempo e não esperança,
Ser adulto e não ser criança,
Ter dinheiro e não brincar.
De nada me adianta ter sonhos e não vontade,
Trabalhar só por necessidade.
De qualquer jeito eu vou cansar.
Que eu me canse sendo eu;
Que eu leve a vida me arriscando;
Que mesmo perdendo e chorando
Eu consiga me recuperar.
Não largo a vida por promessas.
Quem vive de verdade tem pressa
E luta para ser feliz
Porque, no fundo, essa é a meta.
O resto a gente inventa;
Se der certo, se contenta
E se reinventa, caso errar.
Mas eu gosto mesmo é da agitação
Que completa meu coração
E me dá um sentido de existir.
Seguir, seguir e seguir
Faço escolhas certas e erradas.
Talvez eu distorça o trajeto,
Talvez aumente ou encurte a jornada.
O que importa é a vida.
E como ela é levada!
A CRIANÇA QUE HABITA EM NÓS - SENSAÇÕES
(Peça para alguém ler para você)
Hoje aqui eu convido você
A viajar comigo nesta história.
Esvazie a sua mente
Feche os olhos e apenas ouça
Minha voz suavemente.
Pronto, voltaste a ser criança.
Aproveite, não há mais ninguém em volta
Só você e sua velha infância
Ali no cantinho, veja!
Quanto brinquedo empilhado.
Há um que você gosta mais.
Dá pra ver.
Vá pegá-lo!
Uau! que bela recordação!
Há quanto tempo você não brincava?
Não recordavam-lhe as boas lembranças?
Sensações de criança
Que se foram e não voltam mais.
Aproveite, ainda estamos aqui.
Quanta inocência e rebeldia!
Você foi travesso um dia.
Quanta calmaria
E ansiedade para brincar
Como se o tempo fosse só seu
E o mundo girasse ao seu redor
Como se não houvesse problemas
E a dor fosse uma só,
A de ralar o joelho,
De arrancar o tampão do dedão,
De bater a cabeça ou levar um escorregão,
Mas não importa.
Tudo passava, você chorava,
Se encantava de novo e ia...
Quanta alegria!
Eu acho que toda infância nos remete a um pé de manga,
A um grupinho de amigos doidos,
A um clubinho, algumas construções vazias
Que serviam de labirinto para brincar de polícia e ladrão,
A uma cozinha pequena, porém limpinha,
A vó gritando e fazendo o almoço,
“Come tudo menino: - ‘tô’ de olho.”
O banho de chuva gelada, na lama ou na calçada,
As brigas com os irmãos,
A bola na casa da vizinha chata,
À noite, a mãe esperando você, com a varinha na mão...
Tudo era maravilhoso e tão simples.
Hoje como a gente aguenta?
Quantas virtudes eu tinha, quão sortudo era eu.
Desculpem-me quem não viveu assim,
Mas, pra mim, foi assim que se valeu.
Que saudade imensa de ver girassóis.
Hoje eu não vejo mais, é como se tivessem sumido,
É como se tivéssemos escondidos
Como a criança que habita em nós.
A DOR QUE EU CRIAVA
Por onde olho, vejo o mundo
No espelho refletindo minh’alma
E descrevo sem cortejos:
O que o íntimo do meu ser esbravejava
Era um buraco escuro.
Um palmo de distância separava
Meu corpo do paredão aceso
Que em fogo chamejava.
O que me deixava confuso
Era a incoerência de como ocorria,
Pois, se escuro estava,
Meus olhos não viam,
Mas meu corpo na dor sentia
E sofria a dor que era só minha,
A dor que eu mesmo criava.
Pena que a gente não escolhe
Com quem iremos conviver.
Ainda bem que o mundo é livre,
Junta pessoas para aprender
A dividir o tempo todo
E relacionar-se mesmo sem vontade
Pois, além da nossa compreensão,
Existe um ser divindade.
Filho do Boto
Eu sou filho do Boto
Do Boto eu vim
O meu sangue é de guerreiro
Guerreiro parintintin.
Dos meus desafios
Nunca vou desistir
Pois, cada um deles
Me trouxeram aqui.
Andei de canoa no igarapé,
Na longa estrada
Também fui a pé.
Não temo o banzeiro,
Eu sou filho do Boto
Caboclo matreiro.
Autor: Silvano Pontes.
Amazonas em poesias.
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