Eu Sinto poema
Todos os dias eu lembro de você. Todos os dias eu sinto a sua falta. Todos os dias eu choro porque você se foi e não vai mais voltar. Todos os dias eu sinto esse vazio no peito, no quarto, na casa, na vida.
Durante a madrugada eu acordo, sinto que meu braço esquerdo está meio dormente e vejo que ela dormiu no aconchego do meu peito e prendeu meu braço. Quando tento move-lo um pouco, sem atrapalha-la, para ficar mais confortável para mim, ela, sem acordar, ajusta mais seu rosto entre meu peito e meu braço, joga sua perna esquerda sobre a minha direita e passa seu braço por cima da minha barriga me abraçando ainda mais calorosamente. Um sorriso que com palavras não consigo expressar o sentimento que flui pelo meu coração se desenha em meu rosto. A fraca luz de led azul da mesa onde meu computador está, ilumina a linda pele morena de seu doce rosto e eu reparo em cada sutil e delicado detalhe dos traços que compõe minha amada. Seus olhos fechados, levemente puxados, semelhantes a uma japonesa, perdidos em um mundo de sonhos que em mil anos eu não imaginaria. Seus cabelos negros jogados entre o travesseiro branco e o colchão azul claro da cama, sua respiração calma e tranquila está no mesmo ritmo da minha e nesse momento eu me toco de que meu coração bate calmo, meus pensamentos ruins e preocupações do dia a dia se vão; e eu percebo que naquele momento, naquele instante da madrugada, não existe lugar no mundo que eu queria estar mais do que ali. Ali era perfeito e ali eu peguei no sono novamente
Difícil de sentir as coisas que sinto e não falar para você a pessoa que amo que é o grande amor da minha vida com medo de ser ignorado.
😶😕🙁
Um dia quero ouvir um sinto sua falta, com apenas 2 centímetros de distância da sua boca para a minha e automaticamente uma se juntar com a outra para matar a saudade da longa distância e do longo tempo que ficamos sem nos beijar.
😍🌷❤️😊😄
Eu n sei dizer o que sinto mas eu apenas sinto amor,alegria,tristeza,raiva;sentimentos tão simples e tão complicados ao mesmo tempo
Gosto de jogar palavras ao vento. Falar sozinha. Escrever. Expressar o que eu sinto e penso pro nada, pois as coisas irrelevantes da nossa vida ninguém precisa saber.
Eu sinto essa necessidade de criar uma coisa do nada, de inventar. Tem uma coisa complicada no jornalismo: ele te obriga a ficar preso na realidade.
Oh! mãe africa, sinto-me vergonhoso por nascer num país onde és livre, enquanto não for funcionário do estado, logo que consegue uma vaga de emprego, procura-se saber qual é a sua filiação política, caso não pertença nenhum partido, será colocado num lugar onde caberá, por se só se unir uma filiação política para puder ter um cargo relevante, mas há um porém se se juntar a um partido que não está no poder corre o risco de ser excluído das oportunidade que merece como um cidadão.
Eu já sei o que penso. Não expresso porque sinto. Não sinto porque me ausento. Não me ausento porque a mim me pertenço. E nesse passo, o desperdício do tempo.
Tá, eu tenho amigos, mas não sinto como se tivesse. O que é isso? não se sentir realmente amado, não sentir que existem pessoas que se importam com você mesmo sabendo que existem. Por que eu sinto isso? Por que eu sou incapaz de fazer alguém se apaixonar por mim? Eu sou suficiente não sou? Eu sou auto-suficiente? Acho que minha insegurança é tão grande que não permito admitir que alguém me ama, o fato de ninguém nunca se apaixonar por mim é verdade, suficiente eu não sou e muito menos auto-suficiente e isso não é bom, mas o que eu posso fazer? Nada né, tenho que fingir tranquilidade e agir como isso não estivesse me matando a cada dia que passa. Não é como se eu tivesse depressão, eu só me sinto sozinha estando rodeada de pessoas.
Os dias passam rápido demais, sinto minha vida escorrendo pelos dedos, já não me lembro da última vez que sorrir, da última vez que meu coração acelerou, tenho vivido resquícios de sentimentos, isso não seria um problema se eu não conhecesse a fundo esses tais sentimentos, sentimentos esses que me mantinham vivo, dos quais eu não valorizei, acreditei que seria para sempre assim, mas então em um dia algo em mim se quebrou e como um vidro que se quebra assim fui eu, tentando juntar os cacos, remendando como posso, mas nunca é igual, é só uma lembrança do que um dia foi, do que um dia era e do que jamais será.
Quando me sinto confuso com alguma coisa, escrevo sobre ela até me tornar a pessoa que aparece no papel: uma pessoa que é confiável, intuitiva e clara.
Me sinto vinho; ao tomarem do meu melhor, embriago sorrisos sem peso, faço sonhar e depois evaporo, perdem-me, esquecem...
Meu coração acelera, falta o ar, a tristeza vem. O vazio que sinto é imensurável. Nada faz muito sentido, mas vai passar, eu sei, sempre passa.
No esplendor calorento de um dia luminoso na alma, sinto o desabrochar da alegria interna, acarretando os deslumbrantes pensamentos que pertencem a minha melhor versão, aquela versão, a que tanto anseio ser e viver!
Andam desmatando a floresta que carrego no peito. Sinto cada folha virar cinza. E eu não sei como deter. Então, me perdoem se por ventura eu desaparecer.
Por que nunca sinto uma gota de satisfação por aquilo que faço? Dá-me vergonha! Sinto-me criança! Sou incapaz de traçar e até isso que escrevo me embaraça. O que afinal você tem de errado? Inferno!
