Eu Sinto poema
Hoje sou um homem adulto, mas ainda sinto medo da chuva. Quando menino, brincava descalço nas poças, e meu irmão e os vizinhos corriam atrás da bola, rindo, escorregando, encharcados. Eu ria junto, mas por dentro algo apertava o peito. O cheiro da terra molhada, os trovões distantes, a água batendo no rosto, tudo isso ficou gravado em mim, mas transformado em receio. Hoje, ao ouvir as primeiras gotas, me devolve o menino que brincava, mas também o medo que nunca soube nomear. Falar a verdade...
Tenho medo da chuva...
Medo é coisa de Gente, né?
Pigmalião
-Sinto tanta falta dela...
Das conversas;
Das besteiras mais bestas que dividíamos;
Da confiança;
Da fé que tínhamos uma na outra;
Da sua voz que era uma festa!
Do seu sorriso (a sua marca registrada);
Da sua postura forte e emocional.
-É mágico lembrar dela!
Linda, nobre, generosa, elegante de sentimentos.
-Dizia-me ela: -Eu não fui nem de longe a mulher que todos esperavam que eu fosse, fui a mulher que pude ser.
Mas, fiz de você a mulher que eu gostaria ter sido.
-Somos um belo resgate de almas.
-Me bateram, me humilharam, duvidaram, mas não me venceram.
Assim, ensinei-lhe a andar, a falar, a sorrir, a escolher em tudo o melhor
de tudo.
-De mulher, não fui um belo exemplar eu sei...
Mas criei um belo exemplar Você!
-Quanto orgulho de mim eu sinto agora.
-Me sinto Pigmalião!
-Mas filha, só lhe peço uma coisa:
-Cuide bem da minha obra.
Assim todos terão de mim uma cara lembrança
Haredita Angel
28.01.1982
"Mamãe, sinto tanta saudade de você!
Mas, o plano astral tem muita sorte em contar com toda a sua benevolência"
Haredita
3.8.24
"Eu juro que pensei em dizer o que sinto por você...
Eu juro que pensei em viver com você uma linda história de amor...
Eu juro que pensei em lhe pedir para ficar comigo para todo e sempre!
Talvez, de tanto pensar eu tenha desistido..."
Haredita Angel
24.11.12
"Sinto uma saudade doida e doída da minha mãe!
A saudade é o preço a pagar por esse amor tão único e verdadeiro!"
Haredita Angel
13.05.25
"Não gosto muito de amigos.
Gosto mais de inimigos.
Sinto que eles me promovem.
Eles me forçam a ser melhor;
a não fazer cumprir suas vontades.
- Eles me fortalecem, e eu me regozijo contrariando-os..."
Haredita Angel
06.04.16
AS FORMAS DO MEU AMOR IX
A cada dia me sinto mais só Isolado, permaneço sem te ver
Quem me ve apenas sente dó
Tenho tantas coisas para te dizer.
Me passa na mente uma vaga lembrança
Do dia que vi seu lindo sorriso
Antes de toda essa bagunça
Nesse dia pela ultima vez pude vê-lo.
Não consigo esse dia esquecer
O motivo desse meu amor
Quero que você possa entender
A razão de tanto amar você.
Escrevo sem previsão de parar
Quando surgir uma oportunidade
As poesias vou te entregar
Para que veja, que meu amor é de fato verdadeiro.
Te vejo pouco, te sinto tanto.”
Te vejo pouco,
te sinto tanto,
meus pensamentos sempre vão
pra onde você está.
E o meu coração dispara
toda vez que você chega perto,
como se o mundo inteiro
parasse pra te olhar.
Te vejo nas lembranças,
te encontro nos meus sonhos,
te escrevo nas poesias
que eu não consigo terminar.
Quem sabe um dia,
sem medo e sem pressa,
a vida encontre um jeito
de fazer a gente se encontrar.
Ainda não senti teu abraço,
mas quando sentir,
não vou querer te soltar.
Ainda não provei teu beijo,
mas quando acontecer,
quero ficar ao teu lado
e nunca mais precisar sonhar.
E o brilho dos teus olhos
quando você olha pra mim
é como o universo inteiro,
cheio de estrelas sem fim.
E o teu sorriso?
Ah, o teu sorriso é como muitas águas...
profundo, bonito,
impossível não querer mergulhar.
E a tua voz é como o vento,
que sopra sobre os meus ombros
e faz meu coração
querer ficar.
Ode à Terra e à Marte
Enquanto vivo e observo
o presente desolador da Terra,
sinto a ferida aberta
daquilo que um dia foi jardim...
O céu cinzento cobre
os pulmões das cidades,
rios agonizam no silêncio,
florestas ardem como preces
jamais atendidas...
E então penso
no longínquo futuro de Marte,
no planeta vermelho
onde a humanidade deposita
sua febre de fuga e conquista...
Será igual?!!
Será que levaremos para lá
a mesma sede insaciável
que nos trouxe até aqui?...
Será que os desertos de Marte
serão povoados não de flores,
mas de nossas velhas ganâncias
e ruínas repetidas?...
Ó Terra, mãe esquecida,
teus ossos ainda sustentam
a vida que maltratamos...
Ó Marte, planeta distante,
tens a chance de não carregar
a maldição de nossa história....
Mas o homem é o mesmo,
onde põe os pés, deixa cicatrizes...
Se não aprender a cultivar a razão
com o coração,
nenhum planeta nos salvará...
Pois a verdadeira viagem
não é rumo ao espaço,
mas para dentro,
sem essa travessia,
nem Terra, nem Marte,
serão lar...
✍©️@MiriamDaCosta
Eu amo o tipo de cansaço
que sinto depois de horas
cuidando das plantas no quintal...
pele suada pelo mormaço,
corpo aquecido pelo sol,
mãos com perfume de terra,
cabelos com vestígios de galhos,
flores e folhas,
pulmões cheios de ar fresco
e o coração pulsando versos...
✍©️@MiriamDaCosta
Às vezes sinto
que vejo o mundo
como uma enorme lixeira
transbordando...
de excessos,
de ruídos,
de mentiras mal recicladas...
um aterro de consciências,
onde se empilham
mentiras em decomposição
e vaidades com cheiro de podre...
Um lugar onde
se descartam princípios
como embalagens vazias,
onde a ética
é jogada no fundo do saco
junto com restos de conveniência...
O ar
anda pesado de hipocrisia,
e os urubus da esperteza
sobrevoam satisfeitos
esse banquete de decadência...
E eu,
catadora de sentidos,
com o estômago da alma embrulhado,
reviro os escombros humanos
procurando,
entre latas amassadas de caráter
e plásticos rasgados de moral,
algum vestígio ainda vivo
de Humanidade.
✍©️@MiriamDaCosta
Às vezes sinto
que vejo o mundo
como uma enorme lixeira
transbordando...
um aterro de consciências,
onde se empilham
mentiras em decomposição
e vaidades com cheiro de podre.
Um lugar onde
se descartam princípios
como embalagens vazias,
onde a ética
é jogada no fundo do saco
junto com restos de conveniência.
O ar
anda pesado de hipocrisia,
e os urubus da esperteza
sobrevoam satisfeitos
esse banquete de decadência.
E eu,
com o estômago da alma embrulhado,
reviro os escombros humanos
procurando,
entre latas amassadas de caráter
e plásticos rasgados de moral,
algum vestígio ainda vivo
de moralidade e de humanidade.
O mundo é um enorme lixão
que transborda sujeira e fedor
por todos os lados,
até no espaço extraterrestre!
✍@MiriamDaCosta
– Às vezes, eu sinto algo muito estranho…
algo que, ao mesmo tempo, me perturba e me aquieta.
"– Explica-me melhor esse “algo estranho”
que te cria controvérsias no estado d’alma…"
(disse o Tempo)
– Eu queria voltar no tempo…
naquele tempo em que eu nada sabia,
nada entendia…
"– E por que isso agora?"
(perguntou o Tempo)
– Porque eu sinto saudades daquele tempo.
Às vezes, chego a acreditar que não saber do mundo e não compreender nada dele
é uma forma de paz.
Eu não consigo entender
como é possível viver em paz
com tudo isso que acontece…
com tudo isso que os humanos fazem.
O Senhor me entende?
"– Claro que te entendo!
E é por te entender
que dialogo contigo.
O Tempo é mestre.
E você está sendo uma boa aprendiz,
com suas inquietações e interrogações...
(respondeu o Tempo)
✍©️@MiriamDaCosta
( Em "Diálogos com o Tempo")
Para onde vou?
Se nesse lugar estou
Me sinto livre
Me sinto salvo
Se nesse sorriso me encontro
Morena do meu encanto
Formosa em um só balanço
Nas formas de teu corpo
Encontro meu descanso
Para onde vou?
A sua melanina
Me agita para todos os cantos
Nas noites
Aparece mais bonita
Nos dias
Mais vívida
Por ti, eu canto
Eu sinto uma angústia fatalista tão profunda e sombria. Sinto como que borboletas negras em minha barriga. Negras, avisando sobre o futuro luto… sobre a contingência… sobre as consequências de escolhas mal feitas. Mas também, sobre a vida. Suas facetas. Seus ciclos. Sua tragédia. Seu drama. Sua comédia. Sua ação. E seu fim.
[...]
Eu tenho esperança; sabe? Esperança, pelo menos agora com um pouco mais de maturidade, de um futuro. Nem melhor, nem pior, nem igual. E nem diferente. Sim, nonsense, né? Pois é! A vida é assim, às vezes. Eu aprendi que mais mal faz, encher as bagagens de esperança querendo encontrar o equilíbrio — e o pior: achando que vai — do que carregar consigo um pouco de cada tempero, até a desesperança, para… no fim das contas… mandar o equilíbrio e sua antítese às favas!
É Dia dos Namorados,
não me sinto solitária,
melhor só do que mal
acompanhada,
Não posso ser leviana
comigo mesma,
Não me permito viver
sem usar a cabeça.
Ah! Sinto forte e bem daqui,
do meu Brasil Brasileiro
que estas oitavas de final
nos trazem à tona e com tudo
a lembrança sentimental:
de que a América Latina
deve seguir inabalável, unida,
consistente, igual para igual,
e de maneira transcendental.
Elevo, com a máxima ternura,
a minha América do Sul,
na altura do Hemisfério Austral,
desejando o mais monumental
com o amor que é fundamental.
No coração, as inabaláveis,
Argentina e a Colômbia,
ocupam o espaço sobrenatural
do desejo que surpreendam
o mundo com o mais fenomenal.
Quando toco a vela acesa, eu não sinto dor
Tanto faz se estou no frio ou no calor
O meu coração não bate, mas ainda assim se parte
E não deixa de sofrer, recusando se render
A morte em mim está
Mas ainda tenho lágrimas pra dar!
Filme: A Noiva Cadáver
Música: Ele Ainda Te Conhece Tão Mal
Original: Tears to Shed — Danny Elfman
VOZES:
Emily: Marya Bravo
Aranha: Ester Elias
Verme: Telmo de Avelar
"Carrego sempre uma expressão séria no rosto e raramente deixo transparecer o que sinto. Mantenho um olhar firme e uma postura reservada, mas, por trás dessa fachada, há um mundo de pensamentos. Minha cara fechada é apenas o meu escudo contra o mundo, contra aqueles que me julgam ser a pior espécie humano por conta do meu estilo de vida dentro do Rock, com meus cabelos compridos e minhas roupas pretas.
Contudo, vivo dessa forma e sou uma boa pessoa. Não confunda meu semblante sério com falta de simpatia; é apenas o meu jeito de observar uma sociedade que se deixa levar pelo exterior. Quem vê meu rosto fechado não imagina a calmaria que carrego por dentro e, quando há uma grande tormenta interior, ela se mantém presa dentro de mim para que ninguém ao meu redor seja atingido. Jamais julgue um livro pela capa: antes de tirar suas conclusões, leia a obra atentamente."
John Rabello de Carvalho
@j.rabello.c_888oficial
#jrabellodecarvalho
#oPensador
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