Eu sei Dividir os Dons que Deus me Deu

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Se eu pudesse te dar uma conselho seria: trate bem todos, porque o mundo dá voltas e nessas voltas você ainda vai precisar daqueles que um dia você tratou mal.

Eu queria deixar bem claro tudo, sentimentos, frases e pessoas. Nunca acreditei em amor a primeira vista até que um dia surreal surge você todo cheio de marra como se o mundo inteiro girasse em torno de você.

Eu quero ser tua estrela em um céu particular, em uma noite escura e sem luar, o brilho dos meus olhos vão te guiar, os teus pesadelos acalentar, sonhe com nossa fantasia única e singular, brinco com as palavras para te agradar, sabe moço.. o que eu quero mesmo é te impressionar, vou poetizar, pois quem sabe assim, te faço suspirar! A vida é válida quando temos momentos inesquecíveis e pessoas que escolhemos para amar... Pessoas que fazem mais bonito o nosso caminhar.

Eu não queria essa guerra, mas me deram uma batalha, e eu criei minhas armas. E a sobrevivência é um negócio com a sorte, quando falta munição, eu corro. Corro pra casa, corro pra um colo, ou pra algumas doses de tequila. E no meu exército só tem eu, mas o meu inimigo é do tamanho de uma vida inteira que eu poderia estar vivendo, se eu não estivesse lutando.

Que eu tenha a coragem de me enfrentar. Que eu saiba ficar com o nada e mesmo assim me sentir como se estivesse plena de tudo.

Clarice Lispector

Nota: Trecho adaptado do livro "Um sopro de vida".

⁠Agora eu preciso me cuidar
Pois eu não vou quebrar só porque você não está aqui
Quero escapar dos seus braços
Quero viver como eu quiser

As chamas no meu coração nunca vão se apagar. Eu nunca vou desanimar.

E então eu me finjo de santa,te engano tão facilmente,e você com essa superioridade arrogante e prepotente faz exatamente que eu quero,e essa sua igenuidade de se achar sempre no controle de tudo é o que mais me diverte.

Cuidado!

No seu lugar não brincaria comigo.
-Eu apendi a me vingar e descobri, que
sou melhor me vingando do que amando.

TALVEZ EU NÃO SEJA DO TIPO NAMORÁVEL

Cansei de jogar a culpa nos outros, a verdade é que eu não sou uma pessoa fácil. Demoro para ser cativado, tenho dificuldades para perdoar mentiras e minha sinceridade quase sempre afasta as pessoas de mim. Quando as pessoas falam “eu te amo” na primeira semana eu fico com o pé atrás pensando: “de duas uma, ou ta falando isso só para ver se eu vou dizer se também amo, ou de fato não deve dar o mesmo valor que dou para um eu te amo”, enfim... Ando meio cético no terreno dos sentimentos e tenho desenvolvido o péssimo hábito defensivo de querer descobrir primeiro o defeito das pessoas, na tentativa frustrada de depois não ser surpreendido. E sabe o que eu descobri com tudo isso? O óbvio: que ninguém é perfeito, que todo mundo tem defeitos e que se procurarmos motivos para não ficar com alguém, sempre vamos encontrar vários. E em meio a qualidades e defeitos de pessoas que eu mal conheço, eu me pergunto: “Será que eu conseguiria conviver com isso a longo prazo?”, “Será que com o tempo essa pessoa vai continuar a sorrir quando eu contar as minhas piadas sem graça?” “Será que se eu não ligar, ela vai me ligar?”, “E se eu ligar? Como eu vou saber se ela teria me ligado?”,”Como poderei saber se sou ou não indiferente pra ela?”. No fundo, eu sei que todo esse questionário se resume a uma palavra: medo. É o velho medo de sofrer... Existe uma frase do Paulo Coelho (eu nunca pensei que um dia fosse citar Paulo Coelho, mas esta frase é realmente muito sábia), que diz: “O medo de sofrer é pior que o próprio sofrimento”. E mesmo sabendo disso, a gente continua a temer. Afinal, é natural ter medo de andar em labirintos, depois que se descobre que existem armadilhas nele. Antes disso a gente anda no labirinto e mesmo não sabendo para onde estamos indo, não nos sentimos perdidos. Engraçado essas coisa, né?! E levando em consideração as minhas feridas abertas, meu traumas, medos e fantasmas eu cheguei a conclusão que talvez eu não seja do tipo namorável, mesmo que uma outra parte de mim discorde, a parte racional é a quem escreve agora. E eu queria poder dar voz a minha outra parte, aquela que só quer um pretexto para por meu lado romântico em prática, mas isso me torna tão vulnerável... Sabe, a gente se abre, a gente acredita, a gente sonha e depois quando as coisas não dão certo, damos um jeito de nos culpar por isso. Mas é besteira esse lance de se culpar por acreditar, porque agora vejo que bem pior do que se culpar por ter acreditado em algo que não deu certo é não conseguir acreditar mais em nada. É... Talvez eu não seja do tipo namorável, talvez eu deva dar um tempo das pessoas, ou admitir que eu sou um solteiro convicto. Mas a verdade é que eu não sou, e por mais que eu queira convencer meu lado racional disso eu não consigo. Porque quando meu Eu racional diz “talvez eu não seja do tipo namorável” o meu Eu emocional responde em um lonnnnnnnnngo e pesado silêncio, e mesmo sem proferir uma única palavra, neste silêncio impossível de ignorar, é como se ele dissesse: “hey, eu ainda estou aqui viu?!”. Talvez eu não seja do tipo namorável, mas talvez eu seja mais do que aquilo que o meu racional diz. Talvez eu seja até um sonhador, um bipolar, um lunático, um romântico, talvez eu seja a minha ultima esperança.

“Eu te quero, mal humorado, bonzinho, fofo, bravo. Eu te quero desarrumado, cheiroso, com o cabelo despenteado. Quero sentir teu perfume nas minhas roupas e teus beijos pelo meu corpo. Não quero eu e você, quero nós.”

Não estou triste, eu sou triste.

Como eu posso ser feliz e triste?
Essa é minha vida, nem eu me entendo.

Eu não tenho tempo pra falar teu nome

Se acaso me faltar coragem pra seguir em frente, eu volto pra trás,não por covardia, mas pra ter mais tempo de aprender a ir mais longe!

Eu falo demais. Mais do que a verdade é capaz de acompanhar.

QUEM SOU EU, QUEM É VOCÊ? QUEM VOCÊ QUER SER?



É incrível a influencia que sofremos, a influencia pela qual passamos, o desejo e a realização, quando assistimos um filme lemos um livro, um seriado, alguém bem sucedido, queremos copiar, igual a tal queremos nos tornar, mas são muitos os desejos, que nem conseguimos realizar, e vamos sonhando sem nunca mais parar, e este sonho é que vai nos sustentar, este sonho vai nos guiar, nos conduzir, este sonho vai definir o nosso agir, as vezes o nosso ser.
Algumas vezes vamos nos frustrar, e este sonho que nos frustrou, vamos esquecer, está pessoa não mais vamos querer ser, até que algo venha novamente nos induzir, e assim vamos prosseguir, a vida inteira vamos tentar ser, tentar nos realizar, e por mais que tentamos, menos nos realizamos, e nas vezes que conseguimos, não nos completamos, porque a influencia sempre vai existir, e sempre vamos sonhar e outra pessoa vamos querer nos tornar; é bom sonhar? Responda quem quiser, responda quem puder.
Eu as vezes não sei o que fazer não sei o que pensar, mas não consigo parar de sonhar. Eu me pergunto quando vou me realizar, em que momento vou me completar, será que um dia vou deixar de sonhar. Tudo isso tem haver, com o que esta por vir, o que vai acontecer, com o novo dia vai se levantar, vai nascer, dia este que ninguém sabe se vai estar, mas todos queremos por ele passar.
Fico olhando, algumas pessoas eu fico analisando, todos somos iguais, querendo sempre algo mais, e sempre queremos o que o outro conquistou, todos nós buscamos e ansiamos pelo amor, um amor verdadeiro, um amor onde possa se entregar por inteiro, um amor sincero, um amor companheiro, um amor que realiza e faz acontecer, um amor, que aos teus sonhos vai pertencer.
E assim sempre queremos mudar, estar em outro lugar, fazendo algo que nunca fiz, querendo viver, querendo ser.
Qual personagem você quer incorporar, pra onde seu sonho vai te levar, pois pelo sonho você pode viajar, sem ninguém te impedir, pelo sonho e pensamento você, volta a existir, sem identidade, sem uma realização, a maioria viaja sem saber onde vai chegar, viaja somente para tentar se completar, se auto realizar, viaja por não saber parar de sonhar, viaja por viajar.

Pois o que eu odiava mais profundamente e maldizia mais, era aquela satisfação, aquela saúde, aquela comodidade, esse otimismo bem cuidado dos cidadãos, essa educação adiposa e saudável do medíocre, do normal, do acomodado.

Eu não preciso me “entender”. Que vagamente eu me sinta, já me basta.

Eu fechara um círculo, e agora tudo parecia um eco - um eco vazio, desprovido do interesse que eu tinha.