Eu sei Dividir os Dons que Deus me Deu
Cair para frente
Eu ando, mas não sei para onde,
meus passos são ecos em ruas vazias.
O que antes fazia sentido, se perde,
o que antes era luz, agora é névoa.
Busco algo que nunca encontro,
um norte que me escapa das mãos.
Se existe um caminho, não o vejo,
só sinto o peso de continuar.
E quando tropeço, não há quem segure,
o chão me espera de braços abertos.
Mas mesmo assim, caio pra frente—
como se o destino zombasse de mim,
me empurrando sem me deixar parar.
Se eu sei que não devo apostar em cavalos que sei que irão perder e mesmo assim continuo apostando em mim
-Isso não é sobre cavalos
,Eu sei que o dia virá
Quando minha visão desta terra for perdida
E a vida se despedirá em silêncio
Eu terei partido em silêncio
onde os sonhos moram
Mas a brisa ainda sussurrará através das árvores
A viagem de uma jornada, uma alma libertada
Para abraçar o desconhecido, eternamente
Desconheço-me
Para ser sincero, nem eu me conheço.
Não sei meus limites, nem os caminhos que me moldam.
Ignoro meus pontos fortes e tropeço nos fracos.
Não sei o que me agrada ou o que me afasta.
Não sei onde estou diante dos meus sonhos,
se os persigo ou se deles me escondo.
Mas, por falar no que desconheço…
como você está? Tem pensado em mim?
É estranho estarmos tão distantes,
separados por olhares e ideias,
e ainda assim, sentir essa ausência
como se fôssemos parte um do outro.
Perguntou quem sou?
Sinceramente, não sei…
Mas de uma coisa tenho certeza:
sem você, sequer existo.
Eu nunca sei bem por onde começar...
Mas falar sobre sentimentos nunca foi fácil,
ainda mais nos dias de hoje.
Será que as pessoas me escutam?
Será que quem lê o que eu escrevo
Angústia,
Frustração,
Ansiedade,
Indignação,
Insuficiência.
Talvez, eu precise de alguém que te ouça e te entenda de verdade,
não alguém me olhe com aquela cara de:
"nossa, de novo falando sobre coisas que ninguém entende?"
Dizem que depois de compartilhar sentimentos sinceros,
o arrependimento vem logo em seguida...
Quando não estou escrevendo, eu simplesmente não sei como se escreve. E se não soasse infantil e falsa a pergunta das mais sinceras, eu escolheria um amigo escritor e lhe perguntaria: como é que se escreve?
Só me considerarei escritora no dia em que eu disser: sei como se escreve.
Não sei se ela andava pela mesma escuridão que eu. O que importa é que não amo mais uma tela quadrada. Eu amo a Kim Mubee.
E mesmo depois de tanto tempo eu me pego pesando em você, escrevendo cartas que sei que você nunca vai ler
Ontem achei que minha hora havia chegado
Senti que a morte me tocou
Eu sei era frio havia uma dor na alma
E o medo me congelou eu sabe a que era ela
A morte que está perto
Eu senti seu toque frio estático um
Arrepio invadiu meu corpo enfraquecido
Eu pensei que era o fim
Mas em algum momento a morte se ausentou e pude reviver a minha alma já desfalecida só com a presença amedrontadora da morte.
O comediante é triste, é problemático, eu não sei por que razão.
Eu vivi [a ditadura]… Eu sei como é importante você ter a liberdade de poder falar.
Eu sei que te amo
Apenas isso
Pela forma que você tocou meu coração
Pelo jeito que você invadiu a minha vida
Pela forma que você ocupou todos os espaços
Que mesmo sem imaginar que faltava algo em minha vida
Você apareceu
E não era algo que me faltava, e sim o que eu precisava
