Eu Queria Saber Coisas que Rima com Lais
Você acaba dando um jeito de me dominar
Eu não resisto
Parece que você foi feito pra me conquistar
Ah eu desisto
Sou romantica, sou sensivel, mas posso me tornar realmente uma pessoa sem coração. Se eu gosto, eu realmente posso fazer de tudo pela pessoa, mas só quando vejo que realmente não estou sendo incoveniente e otária. Sou uma pessoa sonhadora, por mais que alguns sonhos já tenham se desfeitos com o tempo. Gosto de video-game, animes, doramas, series, ler realmente me faz viajar e escrever me liberta. Não vou dizer que podem confiar em mim, só digo que odeio errar 2x e faço de tudo para que isso não ocorra. Posso ser tímida, anti-social, bravinha de verdade e realmente muito perigosa… mas tenho um coração bobo. Sou carente, manhosa, dengosa... tenho uma imensa necessidade de ser cuidada, assim como a de cuidar.
Tenho minhas crenças e minhas 'doenças'… no fim, só sou uma garota comum atrás de Paz!
Eu sei que prometi não lhe abandonar, mas chega um tempo que "pra sempre" não dura mais. "promessa" são desprometida. "juramentos" são quebrados. Hoje eu estou quebrando minha promessa. Eu sei que vai doer, mas as vezes é preciso. Se vc acha que estou errada então desculpe me, mas cansei desse jogo de só eu correr atrás, só eu procurar, também sou ser humano tenho valores e sentimentos.
Eu vou machucar você por isso. Um dia virá em que você vai pensar que está segura e feliz, e toda a sua alegria se transformará em cinzas em sua boca. E você vai saber que a dívida está paga.
(Tyrion Lannister)
Eu olho para o céu e as estrelas parecem dizer: tudo vai dar certo. Então, me convenço que a luta continua e a vitória é certa.
Eu ‘parti’ como cristão, ‘encontrei a mim mesmo como hindu, e ‘retornei’ como budista, sem nunca ter deixado de ser cristão!
Saia do meu caminho, eu prefiro andar sozinho
Deixem que eu decido a minha vida
Não preciso que me digam, de que lado nasce o sol
Porque bate lá o meu coração
Sonho e escrevo em letras grandes de novo
pelos muros do país
João, o tempo, andou mexendo com a gente sim
John, eu não esqueço, a felicidade é uma arma quente
Quente, quente
Saia do meu caminho, eu prefiro andar sozinho
Deixem que eu decido a minha vida
Não preciso que me digam, de que lado nasce o sol
Porque bate lá o meu coração
Sob a luz do teu cigarro na cama
Teu rosto rouge, teu batom me diz
João, o tempo andou mexendo com a gente sim
John, eu não esqueço (oh no, oh no), a felicidade é uma arma quente
Quente, quente
VELHAS ROSEIRAS
Eu já tive milhares de companheiros e colegas.
Dentre eles, fiz centenas de bons amigos.
Mas nem todas as amizades duraram.
Algumas pareciam sólidas como rochas,
mas não resistiram aos tempos
e às circunstâncias.
Assim sobraram poucos amigos de infância,
pouquíssimos amigos de escola,
poucos amigos de adolescência,
poucos amigos de juventude.
E pensar que a gente brincava todos os dias,
via-se todos os dias e não saia da casa um do outro...
De repente, outros afetos, outros amigos,
outros interesses, outro tipo de vida,
longos anos de distância e mil preocupações da vida
nos afastaram totalmente.
Agora não sei onde andam e os que vejo aqui e acolá
são amigos de "Bom dia"...
Mas nada acontece.
A gente se respeita e se admira, mas a amizade de infância,
de juventude não volta.
Mudaram eles ou mudei eu?
Ou foi a vida que nos mudou a todos?
Restam algumas amizades fiéis que resistem a tudo...
O que sei é que fiz muitos amigos
e não conservei aquelas amizades.
De bons amigos que éramos, somos hoje bons conhecidos
que se saúdam de passagem e se respeitam.
Às vezes nem isso.
Crescemos e nossa amizade ficou lá no passado.
E eu digo a mim mesmo:
"Feliz o homem
que sabe cultivar sua roseira!
Talvez não seja tarde...
Roseiras velhas também produzem
rosas lindas e viçosas.
Eu me prendo em um passado que passou, porém assombra o meu presente e não me deixa enxergar o meu futuro.
A vida dá voltas. Espero que numa dessas voltas, eu acorde em Paris, New York e Dubai e eu esteja linda loira e maquiada.
Eu já te disse o quanto eu odeio mentiras? Se não falei, falo agora e se já falei repito: Não gosto de mentiras! Eu prefiro a verdade mesmo que doa.
Eu te amo, sabendo seus defeito e suas qualidades, pois o amor não é cego, o amor encherga os defeitos e as qualidades, e mesmo assim continua amando a pessoa ...
Então você acha que a escuridão é a sua aliada?
Você só adotou ela, eu nasci nelas, fui moldado por elas, eu só vi a luz depois de virar adulto, só o que ela me fez foi me cegar
A fortuna declarou-me guerra. Eu não obedeço às suas ordens, não aceito o seu jugo, mais, pretendo mantê-la a distância, o que implica ainda maior coragem. Não posso deixar que minha alma amoleça.
Sou sentimento, não sei fingir que gosto, não sei negar o que eu sinto. Sou alguém que vibra a cada emoção, que vive da explosão do amor.
Cuida bem dela, cara. Cuida, porque eu faria tudo para tê-la ao meu lado agora. Cuida, porque eu passei meses e meses pensando naquele sorrisinho tímido que ela dava quando eu a olhava nos olhos. Cuida, porque a cada minuto ao lado dela, eu me sentia uma pessoa melhor. Cuida, porque ela é especial, e repita que a ama todos os dias da sua vida, os olhos dela vão brilhar e ficar bem pequenininhos. E, cara, isso é uma das coisas que eu queria poder ver a minha vida toda. Cuida, porque por mais que ela te chame de idiota, babaca ou coisas do tipo, ela é só uma pequena menina que precisa que você esteja lá, mesmo nas horas ruins. Cuida, porque ela fica linda até com aquela carinha de sono pela manhã. Cuida, porque por mais mais defeitos que você tenha, ela vai te elogiar e te tratar como se você fosse o cara mais incrível do mundo. Cuida, cara. Porque, infelizmente, ela nunca quis que eu cuidasse dela.
Cometi erros irreversíveis
Eu tinha a necessidade neurótica de mudar quem amo, tinha a melhor resposta para tudo, tinha tudo ao meu tempo, era do tipo “bateu-levou”, decepcionei muita gente com quem convivi, gritava enquanto o outro se calava, fiquei desorientada demais em cima do meu eu.
As experiências negativas me marcaram profundamente, afastei de mim pessoas excelentes, perdi apoio, abafei os beijos, os elogios, o encorajamento. Comecei a ter fobia de relacionamentos, pânico de sofrer, raiva de casais felizes, rejeitava o fato de estar sozinha por consequência das minhas atitudes.
Discriminava casais que não combinavam no meu soberbo julgamento, debochei de quem vivia de aparências, fui agressiva com quem me deu amor, ofendi publicamente quem estava ao meu lado, humilhei sem medidas, traí, precisava ser forte e grosseira para abafar meu complexo de inferioridade.
Não conseguia entender a falsidade que rodeava os relacionamentos, as crises que fazem perder a sobriedade, a pessoas que se afastam da família e dos amigos e nem parecem as mesmas pessoas, a falta de generosidade ou a generosidade em excesso.
Os amigos de infância que partiram para nunca mais voltar, ué, será que eu estava certa e o mundo inteiro errado? O processo de autoanálise é complexo, eu tinha um quê de superioridade que dificultava tudo.
Eu precisava aprender a amar de verdade, eu precisava que alguém me chamasse para uma conversa franca, apontando os traumas que me fizeram desse jeito, eu estava cheia de relacionamentos saturados de atritos, mas eu não fazia o menor esforço em evitá-los.
O pior de tudo é que eu me sentia bem comigo mesma, era radical, mas precisava falar e agir como penso, excluía pessoas da minha vida segundo meus julgamentos, não me esforçava para agradar, acolhia com alegria quem eu admirava, apostava em quem só me fazia mal e não respeitava minha intuição.
Cobrei e exigi de pessoas que não estavam preparadas, nem tinham nada a me oferecer, eu com a minha mania de achar que as coisas insignificantes iam se transformar em extraordinárias.
Tinha ideias fixas por controle, não superei os traumas das rejeições e traições, não acreditava em segundas intenções, eu sempre me doei totalmente sem perceber os riscos, estava presa emocionalmente, tinha medo de perder quem eu nunca tive de fato, um sentimento de culpa que me invadia e me dava à certeza de ter feito tudo errado outra vez.
Eu era responsável por fazer os outros felizes, mas por viver em crises profundas, uma necessidade em estar certa, uma educação desequilibrada, eu não tinha nenhuma vantagem em ser assim.
Fui insegura, ansiosa e eu não entendia nada de mim mesma até que descobri a força da palavra: Equilíbrio.
