Eu Prefiro ser essa Metamorfose Ambulante
O tempo vai se encarregar de estourar essa bolha que te cerca, meu anjo. E quando o silêncio chegar, você vai sentir no peito a verdade que eu sempre soube: ninguém nunca vai te amar com a verdade que eu te amo.
Dizem que o olhar entrega tudo, e o meu não mente: basta olhar você para sentir essa fome de nós dois que nunca passa.
Um lindo dia está à sua frente... Aproveite cada segundo, não desperdice essa rica oportunidade que mais uma vez te foi concedida... Brinque, sorria, divirta-se e Ame muito!
Deixe as oportunidades de ser feliz te alcançarem e Tenha um dia perfeito!
Boa noite!
Que essa noite seja abençoada e tranquila para você. Que os anjos de Deus cuidem do seu descanso e que seu coração esteja cheio de gratidão pela paz que só Ele pode proporcionar.
- Edna Andrade
Trago comigo a força dos vencedores, daqueles que sempre sobrevivem. Essa chama que arde dentro de mim é a combustão que impulsiona minha jornada. Sei que a confusão que se instala em minha mente é apenas temporária, pois em meu coração reside a certeza de que dias melhores me aguardam...
- Edna Andrade
A vida é mesmo essa eterna travessia…
A gente anda, tropeça, se refaz.
E no meio do caminho, o que realmente importa não é o que a gente conquista,
mas o que a gente sente enquanto busca.
Felizes são aqueles que não se perdem de si.
Que, mesmo nas tempestades, seguem com o coração voltado pra luz.
Que não desistem de procurar abrigo na paz,
nem deixam de perceber quando Deus caminha em silêncio ao lado.
Porque há momentos em que tudo parece ausência…
Mas é justamente ali que a presença d’Ele se revela no detalhe:
num abraço que consola, numa palavra que chega como oração.
Quem busca com fé, encontra.
E quem encontra, descobre que a paz de verdade
não está fora… está dentro.
— Edna de Andrade
@coisasqueeusei.edna
A vida não cobra pressa,
quem impõe essa correria…
geralmente é você mesma.
Respira.
Volte para o seu ritmo.
— Edna de Andrade
Há uma força bonita em você.
Dá para sentir de longe —
essa mistura de riso e cicatriz
que só quem já viveu de verdade carrega.
Você não é feita de sorte,
é feita de coragem.
Aprendeu que para florescer
às vezes é preciso perder,
chorar, silenciar, recomeçar.
Hoje você anda com passos firmes,
olhar que sabe para onde vai
e fé que sustenta quando tudo balança.
Você é aquela que constrói caminho,
não espera convite: vai, faz, acontece.
Carrega em si as cores do dia,
a beleza de quem já se escolheu
e a certeza de que está exatamente
onde Deus sonhou para você.
Que privilégio é ver você brilhar."
— Edna de Andrade
@coisasqueeusei.edna
Luz em Teu Sútil Sorriso
"Kelly Silva, contemplando essa janela do tempo, lembrei da minha terna, eterna e amada avózinha Leonnor Rabello, que se tornou um brilho no lindo céu... Esse afeto profundo me inspirou a escrever estes versos para o seu coração: "Luz em teu sutil sorriso há um brilho no teu olhar, Kelly,que guarda a paz de um abraço eterno. É uma força doce que te impele, como o sol que acalma o dia de inverno. Quem realmente te vê sorrir pode sentir a poesia de uma luz que lá do alto te acompanha. Uma linda e terna companhia,que em cada passo teu se faz tamanha. Esse laço lindo, puro e infinito,Nenhum tempo ou distância pode apagar. O amor que te habita é o mais bonito, e brilha no céu para te abençoar.
A razão é a lâmpada que guia os passos do homem, mas sem a fé, essa luz se apaga diante do abismo; pois somente quando a prudência se une à confiança em Cristo, o poder se torna justo e a esperança inabalável.
É sempre essa
chuva de calma
embalando o surto noturno,
o sono soturno.
Morna como esse
nosso presente deserto,
nosso ausente, incerto,
não realizado futuro.
Essa saudade de nós, essa vontade de você que me consome!
É vontade de você, de sua alma, de seu desejo... de seu íntimo.
Vontade do teu corpo... Vontade de nós! Do nosso jeito gostoso de sermos nós.
Você conhece essa mágica da matemática? Pegue o número 125 e dele diminua (subtraia) a idade que você tem hoje. O resultado será exatamente o ano que você nasceu. Gostou?
Hoje o professor me perguntou: Quem é você?
Então fiquei me perguntando o resto da tarde, e essa seria minha resposta.
Sou feito de melancolia, textos e livros. De dias nublados e luzes amarelas. Sou como um café confortante tomado em um dia frio. Sou aquele que coleciona livros, sentimentos e palavras. Sou feliz, ás vezes triste , ansioso, mas também esperança. Sou alguém que ainda está se descobrindo entre páginas, sonhos e silêncios.
Aprendi a colar palavras com cola emoção, onde se compra essa grudenta que o poeta tem à mão, será barata
será batata passou secou inventou, coladas em versos chiclete palavras
divertem quem gosta do doce que
entrete com figurinhas de imaginação...
na boca a recordação nhoc nhoc
nhoc
Leonardo Mesquita
Por que as pessoas se sentem perdidas nestes últimos tempos?
Para responder a essa pergunta, é necessário saber a resposta de outra: O que perdemos?
Se não sabemos o que procuramos, não reconheceremos quando encontrarmos.
A sensação de estar imerso em um labirinto existencial, sobrevivendo pela repetição de hábitos dia após dia, é algo inerente à nossa espécie. Pensamos, raciocinamos e criamos cenários mentais diversos, cada um com suas consequências.
Essas consequências surgem porque nos perdemos durante o processo, pois nossas necessidades de manutenção nos levam a uma vida de hábitos sociais enraizados em um solo frágil, já que a sociedade é mutável dentro de suas próprias criações.
Vivemos de cenários: trabalho, estudo, família, relacionamentos, entre outros. Interpretamos diferentes papéis no teatro da vida, e a cada situação, somos um personagem. Agimos de forma esperada diante da sociedade, e embora sejamos "honestos" com o que apresentamos, isso não passa de uma máscara, pois o verdadeiro "eu" está imerso, perdido entre tantas aparências e projeções de quem realmente somos.
Para aumentar esse abismo existencial, quanto mais dinâmico o contexto social, mais máscaras precisamos usar para sobreviver socialmente. Palavras, gestos, opiniões precisam estar alinhados ao modelo social vigente para que sejamos aceitos. Conflitos de gerações são comuns, pois não há uma transição linear de uma fase da vida para outra. Um dia somos crianças, no outro, adultos, e nesse salto, crianças querem agir como adultos, enquanto adultos desejam resgatar a criança interior. O ser humano foi arremessado rumo a um mundo de vitrines, onde a aceitação é regra, e não moldar-se a esses padrões mutáveis nos deixa à margem.
Se a sociedade carrega toda essa pluralidade, é fácil perder-se ou agarrar-se a um personagem que, ao final, não representa a essência verdadeira de alguém.
Desde a infância, somos doutrinados a sobreviver neste mundo, e uma das regras de inserção é ser agradável às pessoas ao redor. Ser agradável evita conflitos e facilita a aceitação no meio desejado. Crianças, ao brincarem de serem adultas, testam seus papéis sociais, ganhando autoconfiança, vínculo e empatia, pois, assim, se conectam emocionalmente, sentindo-se parte do grupo. Esse mimetismo, parte da construção da identidade, copia até aspectos desnecessários, carregando-os pela vida.
Somos ensinados a agradar ao meio, mas quase nunca a sermos agradáveis conosco. Se fizermos um balanço da vida, perceberemos que quase toda ela foi dedicada a satisfazer necessidades alheias. Ser um bom filho, marido, funcionário, aluno, são julgamentos externos atribuídos às nossas ações, que clamam por aprovação. A ausência dessa aprovação causa sofrimento.
Somos escravos do julgo social, e, como a sociedade muda constantemente com novas metas, formas de pensar e agir, e concepções de vida, dificilmente estaremos em paz conosco. O julgamento funciona como um chicote que aceitamos como objetivo a ser atingido, e, ao final, sofremos sorrindo. A sociedade nos empurra, e nós, muitas vezes, colocamos o chicote em suas mãos.
Retirar esses grilhões autocolocados não é tarefa fácil, e talvez, no fundo, você não queira. Talvez tenha medo de descobrir o que lhe restará se todas as máscaras forem removidas, e encontrar seu verdadeiro "eu", aquele que ainda está em sua forma bruta, não moldada, não apresentada, por falta de tempo para moldá-la. Quando enfrentamos nossas fraquezas, a fragilidade nos leva a buscar segurança na autopiedade, justificando os "sofrimentos" da vida, e retornamos a um ciclo vicioso de esconder defeitos e a falta de reconhecimento de si mesmo, com máscaras que apenas tentam encobrir uma verdade: estou perdido porque não quero me encontrar.
A regra para se encontrar é simples: conheça-se a ti mesmo e aceite-se pelo que é.
Quer se encontrar? Se não, não sofra!
Pense e reflita!
Paz e bem.
Massako.
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