Eu Prefiro ser essa Metamorfose Ambulante
Se alguém se afasta ao ver você por inteiro, essa pessoa nunca esteve com você de verdade.
Ela estava com o recorte. Com o rascunho.
Você é especial. Te faço essa afirmação para você se lembrar todas as vezes que disserem o contrário.
Continuai com essa força,
que vos faz mover,
Nesse lindo enternecer!
Até que Deus, nos ouça,
e lá de cima nos traga,
pela mão dos anjos,
a canção eterna do amor.
Tirai-nos toda a dor.
Para que nós e vós possamos ir
ao céu, num lindo sorrir.
Dai-nos da vossa água,
para que não haja mais sede,
nestas almas às vezes, tão cheias de tristeza.
Para que ainda juntos possamos,
levar a calmo mar,
este barco do amar.
Enfim que juntos possamos,
ainda e sempre cantar
a canção da felicidade.
Agora e sempre, com verdadeira liberdade!
(Dedicado ao ULDMA no seu 16. Aniversário)
Saudade
A ausência —
essa forma delicada do abismo —
habita-me.
Faz falta o que fui
quando me reconhecia em teu corpo.
Nunca imaginei sobreviver ao sem,
mas o sem revelou-se lâmina:
rasgou-me no limite do grito,
no atrito exato do desespero.
Por quê?
Que gesto foi esse
contra um coração ainda intacto,
tão ingênuo quanto fiel,
que já te sabia amor
antes mesmo do início?
A tua falta ecoa.
Ecoa como febre.
Desespero.
Paixão.
Delírio contido.
Imobilizo-me
para não ir atrás de ti,
para não desfazer o pouco
que ainda me sustenta.
O que era tudo
aprendeu a chamar-se nada.
E no centro desse vazio
tento reaprender o hábito de existir,
entre ruínas silenciosas
e consequências que fogem.
Estou morta —
não por ausência de vida,
mas por excesso de perda.
Morta estou.
E não posso
ter-te de volta.
R.Cunha
Amei, amei a tal velocidade da vida, essa pressa bonita que me trouxe até aqui.
Cheguei antes de você, mulher, antes do teu nome, antes do teu rosto, antes mesmo de saber que era você quem eu esperava.
Cheguei antes de te conhecer, mas o destino já me treinava o coração. Cada passo apressado era um ensaio do nosso encontro, cada silêncio, um espaço reservado pra tua chegada.
E quando nossos caminhos finalmente se cruzaram, entendi: não era pressa, era preparo.
A vida só me fez chegar cedo pra que, quando você viesse, eu estivesse pronto pra te amar devagar.
A sua chegada fui magia encanto. Palavras nao vão descrever.
A felicidade ao te ver ali feliz.
Te vê antes de lhe conhecer.
Cada olhar um encanto bonito.
Do nosso encontro preparando.
De eu com você linda mulher.
Oi pai, tem piedade de mim,
Que essa dor não cabe no peito não.
Não é faca, nem é ferida,
É traição rasgando o coração.
Promessa feita no travesseiro,
Virou riso na boca de outro alguém.
A cangaia veio sorrateira,
Me deixou sem rumo e sem ninguém.
Eu era rei desse amor bandido,
Hoje sou refém da solidão.
A cangaia passou na minha vida,
Fez do orgulho pó no chão.
Eita cangaia agonizante,
Quebrou os chifres sem compaixão.
Foi de lá pra cá, sem rumo, sem pena,
Fez morada no meu coração.
Dói demais, dor extravagante,
Devastadora, sem explicação.
É dor de corno, é dor constante,
Depois da cangaia só resta a canção.
Hoje eu bebo pra esquecer teu nome,
Mas ele insiste em me acompanhar.
Chifre quebrado dói menos que saudade,
Quando a verdade resolve machucar.
Percebo que essa paixão é avassaladora
As noites ficam mais tristes e pretas
O coração bate lentamente
O sono tira féria nas horas
E o meu amor se esquece de dormir
Por sentir sua falta
Quando uma pessoa de boas energias planta uma flor, essa flor prospera mesmo com energias negativas sendo emanadas para ela. Só quem não enxerga a beleza da flor é quem está emanando as energias ruins, pois essas energias recaem sobre elas mesmas.
BRASIL, ESSA É SUA CARA?
Que saudade daquela terra indígena, onde o maior crime era deixar estragar a proteína, onde os banquetes eram tantos e não se consumia, onde não se tinha rebeldia e nem covardia, não se conhecia letras, mas boas palavras eram seu guia, sem saber, agradeciam a luz do Sol, um Deus que temiam, mas não entendiam o que era a lua que aos poucos se enchia... que bailarina...
E foi em um dia feio, que os barcos desceram dos seus navios, atracaram pela terra com seu covil, ofereceram presentes, compraram aquela gente, na baixa de um rio, e quem sorriu? Pedro? Alvares? Animal? Sem sal o tal, com lanças e flechas matando mais que um _______, isso foi real, nada leal, onde só existia bondade se espalhar o mal no país do Real.
Assim se fez a mistura, de uma raça que se diz nobre, com a raça mais pura, que loucura; e surgiu o surgimento que conhecemos há tanto tempo, nesse pequeno grande país violento, sem sentimento, nem conhecimento, o que era barro e madeira se tornou cimento, com filhos ao relento, tanta abundância e falta alimento, é muita informação e continuará sendo, mas não me rendo para aqueles que não me entendem eu finjo, que até os compreendo, tendo que entender o que é o sofrimento, só lamento.
Brasil, essa é sua cara? Uma ferida que não sara? Internado na UTI, jogado dentro de uma vala?
O que não se resolve na conversa, a violência escala e come bala que nunca para;
Nas redes sociais se pegam muitos pois não se usa mais a vara que corrigia o filho dentro de casa, a rua se torna sua sala, passa tudo para cá, e sua boca cala como se não fosse nada, um país que vive bolado e na 2ª. é sua ressaca, muitos morrem por falta de dinheiro, pois por dinheiro se matam, e criam asa se consumindo em fogo que arde em brasas, não se esqueça que na subida e descida se usa a mesma escada, que palhaçada.
Brasil, vamos mudar de casa em que momento?
Pare de usar máscaras e maquiagem desde seu surgimento
É hora de realmente fazer o desenvolvimento, um país tão rico de conhecimentos, onde se aprende com uma mula e um jumento, que tudo é questão de cada um descobrir o seu talento, junto do próprio sustento, enquanto alguns param eu continuo em movimento, quero ver meu país gigante, crescendo, dividir tudo o que tenho mesmo não tendo, se luto, brigo, vou pra cima, é porque sou de carne e carne tem sentimento, não quero abaixar seu salário, mas quero um aumento, para que a fome não seja um tormento, para os que fingem não ver eu estar te vendo, se quiser me ouvir fique aí, vou continuar lendo, escrevendo, para os que creem em uma vida melhor, eu peço continuem crendo, vivendo, sendo, para mudar essa cara de um Brasil violento!
"Não acredito mais no que você diz". Foi essa a frase dita por aquele rapaz, depois do júbilo sentido pela moça, ao receber a ligação de seu amado. Ela sorriu, seus olhos brilharam como há tempos não brilhavam; suas mãos gelaram, seu coração batia acelerado. Ela ia vê-lo. Contemplar o seu sorriso novamente. Ia ouvir os suspiros suave da voz de rapaz,mesmo que através de uma tela. Isso era um mero detalhe. Mas,tudo isso não passou de mais devaneio da jovem. Ele não mostrou o rosto;nem falou uma palavra se quer. Não concedeu nenhum sinal de interesse. Apenas indagou a frase dita no início. Foi como se tivesse quebrado um vidro,e espalhasse os pedaços. Despedaçou-se o coração da tão fragilizada moça. Desesperada, almejando ver o rosto do garoto,sendo que ele foi contraditório. Apenas era frio, apenas era rude. Contudo, a moça, com sua imensa fé e com sua concepção de que nunca se deve desistir do amor; ainda presumia que tudo entre eles iria se resolver. Ela vai dormir com o pensamento de que amanhã tudo seria diferente. Tola garota! Só mais uma de suas idealizações. No dia que excede, ela ver o rapaz pronunciar que seu coração não está gostando de ninguém. Todavia, a jovem se decepciona e fecha seu coração.
- Apesar de tudo, existiu amor
(S.F - uma jovem poeta)
0341-2 "Não é Minha. Essa é atribuída a Ditado Popular Italiano: 'Mantenha-se longe das Patas dos Cavalos, dos Dentes dos Cães e de Pessoas com Biblia na Mão.' "
Essa gente que traz cores,alegrias e risos. Que aprontam inocentemente surpresas inesperadas. Essa gente-criança ,cheia de encanto e emoção, mostrando e dizendo ao coração que sempre é tempo de ser FELIZ.!*
FranXimenes
30*10*2013
Meu amor, um dia gostei demais que doeu. Sentia muito carinho e admiração e agora toda essa consideração tem que ser esquecida. A vida tem dessas, de amar errado... é doloroso e agoniante, pois estes sentimentos intensos e confusos te deixam vulnerável e ansioso, mexe demais com o coração. Mas ou escolho sofrer ao lado deste que traz estes sentimentos ou escolho ser feliz e saudável sozinha. ( que foi o que fiz, ser
Camadas de cinismo global
Chamam de progresso
essa febre elétrica que atravessa cabos submarinos
enquanto dedos deslizam por telas
como quem reza em alta velocidade.
Jogos que viciam, promessas de riqueza e levam um pouco de nossas vidas.
Algoritmos decidem quem merece existir na vitrine do mundo,
quem será amplificado,
quem será silenciado sob camadas de ruído.
Vendemos dados como quem oferta incenso,
aceitamos termos que ninguém lê
e chamamos de liberdade
o que é apenas curadoria invisível.
Enquanto isso, palanques repetem
“Deus”, “tradição”, “família”,
palavras polidas como prataria antiga
que escondem rachaduras no fundo do armário.
Perguntar qual Deus
é quase sempre o início do desconforto.
A moral vira espetáculo.
A fé, slogan.
A pátria, figurino.
E nos bastidores,
emendas escorrem como óleo espesso,
orçamentos evaporam,
salários se ajustam sempre para cima - nunca para quem acorda às cinco.
A floresta aprende o idioma da motosserra.
O rio memoriza o gosto do mercúrio.
O litoral negocia seu horizonte em barris.
Chamam de desenvolvimento
o que deixa crateras na pele da terra.
Chamam de oportunidade
o que devora o futuro.
No entanto, o povo, essa entidade útil quando convém - bate ponto, paga juros,
e aprende a sorrir em parcelas.
compartilha memes,
discute política no almoço,
tem medo do boleto,
reza por estabilidade,
mas não deixa de sonhar.
Entre uma enchente e outra,
entre um escândalo e outro,
entre uma atualização e outra,
vive.
Há quem acredite que o autoritarismo
chega marchando com botas audíveis.
Às vezes ele chega sorrindo,
prometendo proteção.
Fanatismo não nasce do nada:
ele germina onde a educação foi negada,
onde o pensamento crítico foi trocado por grito,
onde o medo é adubado diariamente.
Não é ignorância pura - é cansaço manipulado.
E enquanto discutimos bandeiras,
os contratos são assinados longe da praça.
Enquanto brigamos por símbolos,
direitos evaporam discretamente.
Mas ainda assim -
e isso é o que mais me intriga:
há gente estudando,
plantando,
ensinando crianças a perguntar “por quê?”.
Há quem recuse a mentira confortável
e escolha a dúvida fértil.
Há quem compreenda que fascismo não se combate com fúria cega,
mas com alfabetização profunda,
com memória histórica,
com ética cotidiana.
Ganância sempre existiu.
O novo é sua escala industrial.
Hipocrisia sempre existiu.
O novo é sua transmissão em alta definição.
Ainda assim,
sob essa camada de cinismo global,
há uma força silenciosa
que não viraliza,
mas sustenta.
Talvez o século não precise de heróis,
mas de leitores atentos.
Talvez a revolução mais subversiva
seja ensinar alguém a interpretar
antes de compartilhar.
Se o mundo parece à beira do colapso,
é porque agora vemos as fissuras em tempo real.
Mas ver é o primeiro passo para não repetir.
E se há algo que ainda pode nos salvar
não é um líder,
nem um algoritmo,
nem uma profecia impressa em capa de revista -
é a decisão íntima
de não terceirizar o próprio discernimento.
Morra, morra imediatamente.
Não quero mais essa flecha terrível perfurada no meu peito,
Não quero mais essa dor toda vez que me mexo,
Não quero mais essa dor toda vez que respiro,
Não quero mais lembrar,
Não quero mais viver assim,
Morra, por favor.
Sentimento ruim e sentimento fraco,
Sentimento sem sentido,
Por qual motivo ainda te guardo?
Nenhum, não há esperança, não há futuro,
Só há morte,
Morte de tudo menos de tua memória,
Então morra.
Morra, morra ontem e para sempre.
Morra e leve contigo as palavras de afeto algum dia já proferidas,
Morra e leve contigo tudo menos meu coração,
Me devolva meu coração,
Morra e não volte mais, por favor.
Ou volte, se quiser,
Mas não há volta, porque eu já morri.
Morri e te quero morta,
Porque mesmo em grande dor,
Eu ainda desejo tua companhia.
Então morra.
Essa mulher não sai da minha cabeça...
fico com a imagem dela falando e gesticulando coisas inteligentes, culta, com aquele ar sexy, selvagem...
Exótica, simplesmente.
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