Eu Nao tenho Culpa de estar te Amando
CRISTO É O CAMINHO
Leonildo Alves de Sousa
Com Cristo
Seremos vistos!
Sem Cristo
Viramos lixos!!!
Com Jesus Cristo
Vibra nosso espírito!
Sem Jesus Cristo
Teremos mil conflitos!
Com Cristo
Iremos ao céu!
Sem Cristo
Para o beleléu!
Com Jesus Cristo
É o que Ele prometeu!
Sem Jesus Cristo
Não veremos Deus!
Com Cristo
A salvação!
Sem Cristo
A maldição!
Com Jesus Cristo
Seremos protegidos!
E sem Jesus Cristo
Seremos uns perdidos!
Com o nosso Salvador
O caminho é certo
E sem Ele, é de dor
Direto para o inferno!
Vejam, como se ver!...
Sem Cristo, é só escarcéu!
E, com Cristo, o eterno prazer
Que nos leva direto para o céu!
Talvez um dia você perceba que ela está fazendo falta. E essa falta te deixa um vazio doloroso.Talvez um dia você perceba que ela não era e não é perfeita. Mas te completava sempre, mas você sempre exergia mais e mais. Que ficava incapacitado de enxergar as qualidades exuberante que ela tinha e tem. Ela era a pessoa que mais o compreendia.. Te amava e só tinha olhos pra você.
Talvez no exato momento que você perceber
tudo isso, você descobrirá que perdeu definitivamente a pessoa que dava a vida por você.
Aderir a uma liberdade constituída é como se perder nas correntes do corpo e ainda agradecer por poder passear entre as celas
Nunca poderemos suportar ou fazer “vista grossa” num relacionamento onde as agressões físicas e psicológicas ditam as regras, quando o desrespeito e a falta de interesse imperam, quando o amor e o cuidado de fato acabaram, quando tudo se foi tentado e investido, mas mesmo assim o amor morreu, findou, acabou.
Que o espírito pascoal carregue nossos lares com o renascimento e esperança fraternal para seguirmos em frente com o maior presente que temos: a vida.
Todo sentimento guardado
a justiça prevalecerá?
É a hora de me libertar,
e seguir em frente na metamorfose
do meu eu!
"A cultura pessoal é a condição primeira e indispensável do julgamento objetivo. A incultura aprisiona as almas na subjetividade do grupo, a forma mais extrema do provincianismo mental."
Doce lembrança
Que descanso de alma
Essa felicidade
De asas tão brancas
Tão leves
Tão soltas
Que viagem tão calma
Essa lembrança
Ecoando do passado
Tão distante
E tão perto
Que segredo tenho na palma
Essa firme calma
Como pluma ao vento
Tão envolvente
Tão inocente
Pensar poema
É extrair o sumo
Da beleza da fruta
Cuja essência
Esconde o misterioso aroma
Suave e doce
Lido pelos os olhos do coração
Pensar poema
É viajar fora de si mesmo
Alçar as velas
Em aguas desconhecidas
E festejar a chegada
Em território estrangeiro
Essas aguas silentes
Caindo deliciosamente
Impregnando minha noite
Com chuvisco vertical
Na vidraça abstrata
Escondendo a rua mística
De terra molhada
Com cheiro noturno
Na quietude deslumbrante
Que paralisa a presa
E arrebata a alma
São borbulhas passageiras
São nuvens que não se veem
São aguas que não voltam
Escrever coisas que a gente gosta
É dar asas à liberdade
É pairar sobre o ninho
Liberando os ovos incubados
Da imaginação na grafia
É soltar das rédeas a ânsia
Que ópta pelo sofrer
A dor incessante da reflexão
Fazer acrobacia com o pensamento
Fustigando a fera enjaulada
Não domesticada do potencial
Desatar águas dormidas
Do subconsciente represado
Vomitando larvas vulcânicas
Numa cratera de idéias
Numa busca de paixão
Nessas horas de aguas noturnas
Deslizando na vidraça fria
Vai surgindo como alma nua
No vazio etéreo da melodia
Lembranças da imagem tua
Nessas horas de aguas noturnas
Quando um vento assopra do norte
E de alegria faz sorrir uma flor
No deserto árido da boa sorte
Some no oásis a miragem da dor
Nessas horas de aguas noturnas
Como teatro liquido cristalino
Segredos escorrem pelo chão
Torrentes da alma em desatino
Borbulham coisas do coração
Nessas horas de aguas noturnas
Na lentidão do tempo que corrói
Como o híbrido passado da ironia
Fala mais alto o bem que não dói
Despedindo da noite um novo dia
Meu pedaço de hoje
Meu fragmento de vida
Derramando sem remorso
Seus minutos de ouro
Nessa vala escorregadiça
Desse sofrer não programado
Que me faz escapar pelos dedos
Todo querer voraz
Toda audácia desvairada
Toda ilusão sentida
Meu pensamento voa
Canta e desencanta
Ajunta os cacos no caos
Se embriaga e sai da linha
Se recompõe, se levanta
Sente dor e desatina
Corre atrás do vento
No extremo leste e oeste
Se alegra na inclusão
Da unidade e cumplicidade
E afeta o desafeto
Do homem-menino
Fraqueza-força, pau e pedra
Infinita raridade
A soma da complexidade
O amor complexo da idade
Exaltação a sensibilidade
Encontros geométricos
Banho de sol
Sobre o verde admirável
Realeza rústica
No ar quieto e sereno
O cheiro transcendente da chuva
Majestoso e místico
Nessa descida barrenta
Curva graciosa
Evaporação do sublime
Pau e pedra riscada
Cantiga muda da poesia
Enquanto falo cipó contorcido
Calango, besouro e borboleta
Gravidade anestesiada
Invocação in natura da harmonia
