Eu Nao tenho Culpa de estar te Amando

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Setembro Amarelo: Vamos Falar Sobre Isso?
Já que não sabemos os desafios que cada um carrega, que tal trocar o julgamento por uma escuta sem pressa? Trocar os dedos apontados por uma mão estendida.
Que tal fazer diferente hoje? Dê um abraço de verdade em alguém próximo e pergunte, com calma: *"Como você realmente está?"*. Essa simples pergunta pode ser o primeiro passo para uma conversa que salva vidas.
Vamos construir, juntos, um mundo onde cuidar da saúde mental seja um ato de todos nós. Sua atitude faz mais diferença do que imagina. Vamos começar essa mudança, um abraço de cada vez?

No ritmo acelerado que ando;
A vida não consegue acompanhar; Desfaço-me e refaço inúmeras vezes;
Por fim, acredito ser o único jeito de me enxergar por inteira.

A democracia não é apenas um arranjo institucional de governo, mas um pacto moral entre cidadãos.
Sua beleza está em exigir que a vida pública seja sustentada pela honestidade, pela consciência ética e pela fidelidade à verdade.
Quando esses fundamentos se corrompem, não é a democracia que fracassa em si mesma, mas a ausência dessas virtudes que a esvazia e a transforma em ilusão.

CADA MOMENTO CONTIGO É UMA HISTÓRIA QUE O TEMPO SE ENCARREGA DE CRIAR

2º Ato | Enquanto Não Vens..

Te esperei nas entrelinhas de tantos poemas,
nos abraços que não me prenderam,
nas promessas que o tempo levou
como folhas secas ao vento.

Te imaginei em rostos que sorriam errado,
em vozes que não sabiam o meu nome por inteiro.
Te busquei nas ruas vazias da alma,
onde até a esperança anda devagar.

Talvez tenhas vindo e eu não vi,
disfarçado de silêncio, de adeus,
ou talvez nunca tenhas vindo, e só existas no que ainda creio.

Mas sigo… Mesmo com a saudade do que nunca foi, mesmo com a dor de querer sem ter,
porque amar, às vezes, é espera!

Quem é ateu tudo bem, é um direito acreditar ou não em um poder superior. Mas esta necessidade de tentar ficar provando para todo mundo que Deus não existe é estranho. Como se prova o que não existe? Fé em qualquer coisa não dá para questionar, até o ateu tem fé que Deus não existe!

Minhas Atitudes, Minhas Consequências!
Não Permita Que Te Julguem Pelo o Que Você Fez de Errado, Mas Permita Que Te Ensinem Para Não Cometer os Mesmos Erros.
Na Vida Não Precisamos de Julgadores, Mas de Professores Que Nos Ensinem!

Só existe uma coisa pior que a morte. A saudade. O que sobrevive além do fim não são apenas memórias, são os resquícios do que um dia existiu. Tudo tão único para nunca mais.

Não dê pérolas aos porcos.
as pessoas só enxergam até onde sua própria mediocridade alcança.

O peso da queda não define você, é a altura do seu recomeço que revela quem realmente é.

Pensei em você hoje:


Não pela tristeza de ter partido.
Mas pela tristeza de um dia ter ido.

Quem vive pregando Deus da boca pra fora, mas age com maldade, é só hipócrita mascarado. Deus não se engana: Ele não está em falsidade, em crueldade nem em língua venenosa. Usar o nome Dele e ser podre por dentro é cuspir no sagrado.
Glaucia Araújo

A religião é um pé no saco para quem não tem crenças e precisa ouvir irracionalidades de quem acredita sem provas. Cada fé diz ser única e absoluta, chamando todas as outras de falsas — e, paradoxalmente, é nisso que todas concordam. Milhares de religiões, todas afirmando ter a razão, moldam mentalidades com ideias infantis e fantasiosas, sustentando bolhas de crenças irracionais.

A idade não define a relação.

Um político sem a guia do povo no pescoço se transforma em um animal, que não pensará duas vezes antes de colocar em risco o futuro de toda a nação para satisfazer apenas os seus próprios interesses.

#NãoConfieEmPolíticos#PolíticoNãoÉSeuAmigo

“Ser alvo de amor ou de ódio é irrelevante, a opinião alheia não é requisito para minha existência.”

A pobreza não estão nas coisas, mas sim na alma.


(CLARIANO DA SILVA, 2016)

Do Amor que Não é Água Parada


Não te ensinaram o mais perigoso dos segredos, o amor não pede permissão, ele é.
Chega como o sol da manhã, não como a luz tímida de uma vela que se pode apagar.
E se um dia ele bater à tua porta, não lhe ofereças o pão morno da prudência.
Porque o amor que é moderado é uma flor de plástico, tem a forma da beleza, mas não tem o perfume da vida.


Há os que buscam o amor como um refúgio, um porto seguro contra a solidão.
E fazem dele uma casa aconchegante, com janelas fechadas para o vento.
Mas eu te digo:
O amor não é abrigo! É a tempestade que arrasa a casa para que você relembre o céu.
É fogo que consome a lenha morna da tua existência comodista.
O que é morno não queima, é verdade. Mas também não aquece a alma, que é de gelo e de estrela.


O amor insípido é a maior das traições a si mesmo.
É uma concha vazia na praia, que acredita ser oceano porque um dia a água a tocou.
É um beijo dado com os lábios cerrados, um abraço que calcula a distância entre dois corpos.
É a comida sem sal, que sacia a fome do estômago, mas deixa o espírito em jejum.


Porque o amor, quando é, é intenso ou não é.
Ou é um grito que parte o silêncio ao meio, ou é apenas um eco cansado.
Ou é um rio que transborda e altera o mapa dos teus dias, ou é um filete de água estagnada, criando limo.


Ama, pois, com a fúria dos que não temem a destruição, porque só o que é intenso conhece a verdadeira reconstrução.
Entrega-te não como quem depõe uma arma, mas como quem mergulha no abismo, certo de que voarás ou encontrarás as profundezas que te habitam.
Porque o amor morno não perde, é verdade. Mas também não ganha. Apenas... permanece. E permanecer é a morte disfarçada de vida.


Que a tua entrega seja um vulcão, não um braseiro controlado.
Pois é melhor a cinza do que foi intenso, do que a perfeição intacta do que nunca se ousou ser...

Do Reconhecimento Vazio


Não me tragas teus louros nem tuas coroas tecidas de olhares alheios.
Não me ofereças o espelho onde me devolvem a face que esculpi para ser amada.
Pois o que busco habita nas entranhas do ser, onde nenhum aplauso ecoa,
e o reconhecimento é uma moeda que compra apenas o eco da própria imagem.


Dizem que sou digno quando minha sombra se alonga no crepúsculo dos elogios.
Mas eu, que me alimento do silêncio primordial que habita meu peito,
sinto-me estrangeiro no banquete dos aprovados.
Minha fome é mais antiga que a palavra “glória”;
ela vem do tempo em que eu era apenas um pulsar anônimo no ventre do cosmos.


Ah, não me entendas mal:
não desprezo a mão que me estende um ramo.
Mas como posso aceitar um nome que me dão,
se ainda não desvendei o nome que sou quando ninguém me chama?


O reconhecimento é um abrigo construído com janelas para fora.
Ele me mostra o mundo que me observa,
mas me cega para o mundo que sou.
E eu desejo é a escuridão fecunda onde germina a semente que não sabe de si,
onde posso ser inteiro, e sem testemunhas,
assim como a rocha é rocha, mesmo quando a noite a envolve.


Há um grito em mim que não busca ouvidos.
Há uma verdade em mim que não carece de testemunhas.
Ela arde em seu próprio isolamento,
como uma estrela que brilha por sua natureza ígnea,
não pelo navegante que se guia por ela.


Trouxeram-me espelhos e me disseram: “Vê! És grande!”
E eu olhei, e vi um fantasma gestual, uma marionete de expectativas.
Quebrei o espelho e no caco cortante avistei, enfim,
o reflexo de um deus ferido ou de um animal intacto—
já não sei—mas era real, era meu...


Não me satisfazes, ó reconhecimento,
porque me vendes a embriaguez de ser alguém
e me roubas a vertigem de ser todo.


André Vicente Carvalho de Toledo.

Silêncio


Em nome do silêncio que deixei, E da ponte que não cruzei, Deixo estas palavras.


Não vejas na minha ausência um amor minguado, Pois é um amor que, em seu núcleo, é tão vasto e sagrado Que,por vezes, se perde de si mesmo.


Em verdade te digo: Há um oceano de questões dentro de meu peito, Um redemoinho de sombras sem nome e sem jeito, Que a razão,tão frágil, não consegue conter.


E na ânsia de acalmar a tormenta interior, Busquei abrigo no vinho do esquecimento, E mergulhei no véu espesso do entorpecimento, Não para me afastar de ti, Mas para fugir da tempestade que sou em mim.


A vida, em sua superfície, é um jogo de espelhos, Cheio de poeira e de acontecimentos insignificantes. E há dias em que o peso do trivial, O ruído do mundo,o eco do vão, É uma lança que encontra a fenda de minha alma.


Mas oh, amada… Não confundas a fraqueza do vaso de barro Com a pureza da água que ele guarda. Não confundas meu naufrágio momentâneo Com a direção das estrelas que admiro em teu céu.


O que transborda é minha pequenez, Não o meu amor por ti.


Pois o amor é a montanha inabalável sob a neblina dos meus dias. O que vacila é o peregrino, cansado e ferido, Que por vezes se perde no caminho, Antes de encontrar o seu centro novamente.


E se um dia me vires calado e distante, Lembra-te que até o rio mais profundo Precisa, por vezes, correr subterrâneo Para reencontrar sua própria nascente.

Só Quero Te Amar


Não trago joias nem finas palavras,
só esta voz que do peito se lava.
Como o rio que corre, calmo e sereno,
te amo no silêncio, te amo no engano.


Te amo no pão que partimos juntos,
nos segredos antigos, nos mundos defuntos.
Te amo no sol que a janela ilumina,
— ah, Camila, minha doce menina!


Não prometo fortuna, nem grandezas tolas,
só este amor que não cabe nas escolhas.
É raiz que se prende, teima e persiste,
mesmo quando a vida se faz triste.


Quero te amar com a calma da terra,
com o cheiro do café logo na serra.
Com as horas bordadas no mesmo fio,
construindo um jeito simples e manso.


E se um dia o tempo nos for escasso,
que fique esse amor—rasgo no espaço.
Camila, meu canto, meu norte, meu chão,
eu só quero te amar…
és minha canção.