Eu Nao tenho Culpa de estar te Amando
Minha alma respira liberdade, anseia novas paragens, contempla novos (re)começos, desconstruções e (re)construções contínuas... Alquimia da vida! Uma itinerante em busca da própria essência, da compreensão dos processos mais profundos. Transmutando experiências negativas em oportunidades, transcendendo obstáculos, criando uma nova realidade. Vivo da poeira dos sonhos, das interrogações; mas, sobretudo, das reticências...
Você vai conquistar toda a sorte desse mundo, basta seguir lutando rumo ao sentido da sua intuição positiva!
Amor
Amar pela segunda vez o que foi nosso é
tão surpreendente que constitui outra primeira vez.
...da inocência da infância até à velhice extrema, continuará exatamente assim, só atribuindo interesse e grandeza àquilo que está a serviço da sua pessoa e da sua importância."
(in "Um alpendre, uma rede, um açude: 100 crônicas escolhidas", Editora Siciliano, 1994. – Fonte: Templo Cultural Delfos)
Quando o perdão de Deus entra na nossa vida, a tristeza e a depressão precisam fazer as suas malas, porque o coração que Deus habita não pode ser habitado por outra coisas que não seja a esperança, a misericórdia, a paz e o amor.
"A busca sempre me leva ao recomeço. Quando ela chega o seu final ela nunca me responde tudo o que eu conheço."
"Encontrei na Stella a mulher e companheira de todas as horas. Na alegria e na tristeza – como nos prometemos no casório. Conseguimos um amor profundo e sonhado em todos os dias”.
( em entrevista "caminhando para as origens", a Bosco Martins, 2007.)
Alma
Prisioneira do corpo, a alma vive em guerra com o carcereiro.
Se há dois testamentos, o antigo e o novo, conviria instituir
um terceiro, para acabar com as contradições entre eles.
( In: O Avesso das Coisas - 6º Edição, 2007.)
"Os bens do poeta: um fazedor de inutensílios, um
travador de amanhecer, uma teologia do traste, uma
folha de assobiar, um alicate cremoso, uma escória
de brilhantes, um parafuso de veludo e um lado
primaveril”.
( excerto "XII - Sábia com trevas", no livro "Arranjos para assobio" (1980), em 'Poesia completa: Manoel de Barros'. São Paulo: Editora Leya, 2010.)
Arquitetura
A arquitetura diverte-se projetando construções
para esconder os homens uns dos outros.
Quando as trevas se desfazem diante da luz, quando o ódio é vencido pelo amor, quando a morte se encontra com a vida, quando os projetos humanos caem por terra e se deixam levantar os projetos divinos e, principalmente, quando se abrem os olhos e não não se consegue ver mais nada, o ideal é seguir o coração, pois "Só se vê bem com o coração. O essencial é invisível aos olhos".
Saint-Exupery, Antoine de, O Pequeno Príncipe.
Sei que fazer o inconexo aclara as loucuras. Sou formado em desencontros. A sensatez me absurda. Os delírios verbais me terapeutam.
Nada há de mais ruidoso - e que mais vivamente se saracoteie com um brilho de lantejoulas - do que a política.
O verdadeiro amor é eterno, infinito, sempre semelhante a si mesmo; é igual e puro, sem demonstrações violentas; vê-se de cabelos brancos, sempre jovem no coração.
A morte de um ente querido, uma doença como o câncer ou a aids, a morte precoce de um jovem, o suicídio de um amigo ou conhecido, a perda de um filho antes do nascimento, são todos exemplos de eventos que passamos a vida inteira rezando para que não aconteça conosco ou perto de nós. Mas quando acontecem, toda nossa ânsia e ilusão de riqueza material, sucesso, fama, poder e status, ainda que temporariamente, caem por terra e nos tornamos só o que somos na essência, meros humanos.
"No imenso mar, o coração de um homem nunca navega sozinho quando uma mulher existe para ser a sua linha do horizonte, pois é no colo dela que ele irá descansar quando aportar."
