Eu Nao tenho Culpa de estar te Amando
Hoje você se vai, finalmente eu diria
Sem imaginar a falta que faria
Sem ao menos saber o quanto doía
Ver sua despedida
Vá feliz e sem remorço
Sei que por mim fez muito esforço
Tentou, tentou e não suportou
Até que a mente exausta te calou
Eternamente teras meu coração
Mesmo que so ocupes um canto na escuridão
Autotitulado “Minha verdadeira paixão”
Ou melhor “Dona do meu coração”
Espero te ver sorrir
E lembrar o quanto doeu te ver partir
Mas lembrando que amar é deixar ir
Sem nem mesmo impedir
Nunca aceite menos que eu te dei
Não aceite menos que eu te tratei
Dessa vez nao posso voltar a te procurar
Pois jamais conseguirei te reencontrar
Agora sigo minha vida
Sabendo da sua existência e lembrando da partida
Meu sonho um dia vou realizar
E uma carta escreverei para te contar
Há um silêncio entre as horas que só o teu nome sabe preencher; nele eu deposito todas as palavras que o medo não deixou nascer. Teu riso é mapa e abrigo, e eu me perco feliz nas curvas suaves do teu olhar, onde encontro a promessa de um dia inteiro de paz. Cada gesto teu acende um farol dentro de mim, e eu navego, sem pressa, guiado por essa luz que é só tua.
És amada pelo meu amor com a força das marés que não se explicam, apenas obedecem ao chamado da lua. Amo-te como quem guarda um segredo sagrado: com reverência, com ternura, com a certeza de que o mundo inteiro cabe num suspiro teu. Quando penso em nós, vejo um jardim que floresce mesmo nas noites mais frias, porque teu afeto é sol que não se apaga.
Quero ser o lugar onde repousas quando o cansaço pesa, a voz que te lembra que és inteira e preciosa, o abraço que traduz em silêncio tudo o que as palavras tentam dizer. Prometo cultivar teus sonhos como quem rega uma planta rara: com cuidado, paciência e alegria. E se algum dia a dúvida vier, lembra-te deste verso simples: meu amor te escolhe, hoje e sempre.
Fica comigo nas pequenas coisas — no café da manhã, nas músicas que dançam pela casa, nas conversas que viram madrugada. Fica comigo nas grandes promessas também, porque o que sinto por ti não é fogo de passagem, é lenha que aquece e constrói lar. Te amar é aprender a ser melhor a cada dia, é descobrir que a vida tem mais cor quando és parte dela.
Eu só to mal.
Será simples?
Será saudade?
Será chatice?
Parece tantos motivos para me fazerem querer desabar, mas ao mesmo tempo, só um em específico.
Eu me sinto frustrado.
Eu me sinto insuficiente.
Eu me acho sem graça.
Eu me acho desinteressante.
Eu só queria conversar mais.
Eu só queria que gostassem mais de mim.
Queria ser uma bom filho.
Um bom amigo.
Um bom abraço.
Uma boa conversa.
São tantas coisas, tantas micros histórias. É uma de 3 anos, é outra de meses, e em nenhuma, eu abandono o papel de figurante, de parede.
Eu nunca pensei que me importaria de fato em ser o preferido, mas eu me importo muito. Não é que era cansativo, eu só tinha medo de desagradar, de me verem demais e perceberem que eu nem sou tudo aquilo.
Nada funciona. Eu edito minhas fotos, eu sorrio até pro vento, rio de piadas sem graças, do atenção a banalidades, estou ali, mas nunca sou eu! Ninguém me percebe completamente.
Eu nem sei mais o que falar.
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Eu acordo tranquilo a cada dia que passa, de ter a responsabilidade de dar continuidade em minha vida profissional e pessoal. Sempre com meus princípios e doutrina. Sigo caminhando em linhas tortas, porém sabendo me equilibrar e me esforçando para manter meu caráter até pegar o caminho certo.
Já pensei em abraçar o mundo inteiro. Mas pensei: Que bobagem, eu nunca conseguiria. Então, se cada um de nós abraçássemos o nosso próximo, o mundo todo se abraçaria.
"hoje em dia você vale o que você tem"
mas eu digo, você vale o que você é.
trabalhe em você, estude, cresça todo dia um dia um pouco, seja gentil, e tudo vai ser lhe acrescentado.
"Dia do escritor"
"Eu gostaria de parabenizar a todos os escritores que, com coração bonito e a alma transparente, traduzem sentimentos com sutileza e beleza, levando conforto aos corações com a delicadeza vindo de suas emoções!"
A última cena da minha vida é você. Bem, então acho que eu tive uma vida muito boa.
Saudade da escola... Eu tô muito feliz que as férias chegaram mais... O que me trazia mais felicidade era a escola. Era bom rir das piadas deles, brincar uns com os outros, ser amigos, serem felizes, mas quando chega o último dia de aula... Tudo acaba, você se sente triste, feliz, ansiosa, começa a sentir algo estranho e começa a chorar do nada. Alguns saem da escola, outros mudam de cidade, outros mudam de sala. Eu sinto saudades da escola, da minha sala, dos meus amigos, das brincadeiras sem graça, das piadas sem sentido, dos professores engraçados, dos professores legais.
Dia vencido,
agora é só agradecer.
Obrigado senhor por eu ter chegado
até aqui, abençoado com o seu amor.
A suíte
A casa era grande.
Grande demais para o que eu sentia, talvez. Ainda assim, deixei a luz acesa. Não por alguém, mas porque apagar seria admitir o escuro. E eu ainda confundia claridade com salvação.
Houve um tempo em que acreditei que abrir era virtude. Que permitir era sinal de força. Hoje sei que abertura demais também cansa. Também fere. Também confunde.
O quarto ficava ao fundo. Sempre fica. Não por mistério, mas por necessidade. O íntimo não gosta de ser primeiro. Gosta de ser alcançado. Chegaram sem chegar. Entraram sem perceber que não se entra assim.
O cuidado morreu sem alarde. O medo continuou. No chão, marcas. Não sei dizer de quem. Sei que eram muitas. Sei que eram minhas também.
Deixei ficar porque era confortável. E porque havia em mim uma fome antiga de partilha. Achei que emoção se ensinava pela convivência. Errei. Emoção não se aprende por uso. Emoção é nascimento ou é ausência.
As sandálias vieram da rua. Trouxeram o mundo para dentro do lugar onde eu me limpava. Algo em mim percebeu, mas tarde. Sempre tarde. Retirei a sandália com um gesto simples. Às vezes, a lucidez não faz barulho.
Arrastei coisas que não eram minhas. Não por amor, mas por cansaço. Quando a força vira rotina, a gente chama de vida o que já é peso. E segue.
Eu morava no silêncio. Não como quem se isola, mas como quem respira. A pressa não me alcançava ali. A casa era grande demais e, talvez por isso, eu tenha achado que precisava ser ocupada.
Quem entrou espalhou-se. Confundiu abrigo com posse. Deitou onde eu sonhava. Comeu do que eu guardava. Aos poucos, fui ficando estrangeira daquilo que era meu. É estranho perceber isso. Mais estranho ainda aceitar.
Bebi da água errada. Não por ignorância, mas por sede. A sede explica muita coisa. O lar, então, deixou de ser lugar e passou a ser pergunta. Fechei portas por dentro. Pela primeira vez, não quis olhar.
Os nomes vinham como vento. Ficavam. Ocupavam. Não pediam. Usavam. Tudo era palco de um movimento que eu não dirigia mais. E não era destruição. Era desgaste. O que se perde devagar dói diferente.
Até que a noite cansou. Ou eu cansei da noite. Não sei bem.
Retirei a sandália. Abri a porta. Não para receber. Para deixar ir. A saída aconteceu sem drama. O que precisava passar, passou.
Voltei à cama. Sentei. Respirei. Há momentos em que respirar é uma decisão.
Ainda moro na bagunça. Porque reconstruir não é limpar, é sustentar o vazio enquanto ele se organiza. A porta de entrada permanece fechada. Não por medo.
Por atenção.
Por mim.
Eu aceitaria o frio, para que você tivesse o fogo.
Carregaria a tua bagagem mais pesada,
só para ver você caminhar sem pressa.
Pois a minha maior sorte
não é tirar algo de você,
mas ver o que floresce quando nada te impede.
Eduardo Leite
Somos um povo vazio, alimentado por histórias inventadas por quem nunca sentiu a nossa dor.
Eu sou daqui. Falamos a mesma língua até em silêncio, em mímica, eu entendo o vosso sofrimento.
(...) o preço que eu pago é ver a tua partida,
perder para sempre o amor da minha vida.
O presente de despedida que eu te peço agora,
leva o meu amor contigo quando tu for embora.
Eu te vejo no sol do meio dia
Brilhante e forte, cheia de alegria
Eu te ouço sempre que a chuva cai
Entra pelos ouvidos e do pensamento não sai
Eu cheiro teu perfume nas flores de jasmim
E em oração peço pra Deus "traga ela pra mim"
Eu te reconheço das páginas de um livro antigo
É perfeita, singular. Materialização do perigo (...)
