Eu Nao tenho Culpa de estar te Amando

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O que eu estou fazendo é me esconder da verdade. E a verdade é que eu estou com medo, medo de me deixar ser feliz por um momento, aí o mundo inteiro desaba e... E eu não sei se vou conseguir superar.

Ei mundo me diz?
Pelo amor de Deus.
O que foi mesmo
Que eu ti fiz?

Para além das ideias de certo e errado, existe um campo. Eu me encontrarei com você lá.

Ontem por incrível que pareça todos os lugares que pisei eu te procurei. (…) Fiquei feliz em poder sentir tua falta, - a falta mostra o quão necessitamos de algo/alguém. É assim o nosso ciclo. Eu te preciso. Perto, longe, tanto faz.

Se eu tivesse apenas uma hora para cortar uma árvore, eu usaria os primeiros quarenta e cinco minutos afiando meu machado.

Desconhecido

Nota: Essa citação possui muitas variações em relação ao tempo e é erroneamente atribuída a Abraham Lincoln, pois não há indícios que comprovem essa autoria. A ocorrência mais antiga de que se tem notícia surgiu nos anos 1950 com autoria desconhecida.

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Eu sei que nós nos conhecemos há pouco tempo e eu sei que estou disputando sua atenção, mas eu nunca conheci alguém como você. Eu olho pra você e vejo um anjo, eu toco a sua pele e todo meu corpo acende. Eu beijo você e eu sei que estou me apaixonando... Eu estou apaixonado por você.

Amor Platônico

Eu sou apenas alguém
ou até mesmo ninguém
talvez alguém invisível
que a admira a distância
sem a menor esperança
de um dia tornar-me visível
e você?
você é o motivo
do meu amanhecer
é a minha angustia
ao anoitecer
você é o brinquedo caro
e eu a crianca pobre
o menino solitario que quer ter o que não pode
dono de um amor sublime
mas culpado por quere-la
como quem a olha na vitrine
mas jamais podera te-la
eu sei de todas as suas tristezas
e alegrias
mas você nada sabes
nem da minha fraqueza
nem da minha covardia
nem sequer que eu existo
é como um filme banal
entre o figurante e a atriz principal
meu papel era irrelevante
para contracenar
no final.

Eu sonho minha pintura e então eu pinto o meu sonho.

Jean-Baptiste-Camille Corot
Musical Courier, Nova York, v. 57. n. 21, p. 20, 18 nov. 1908.

Nota: O pensamento costuma ser atribuído a Van Gogh, mas essa atribuição foi feita por volta da década de 1990. Em 1908, o pensamento havia sido creditado a outro pintor, o francês Jean-Baptiste-Camille Corot, na revista nova-iorquina "Musical Courier".

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Eu te amo...

Nunca disse que era a pessoa certa para você. Apenas olhei em teus olhos com o coração aberto e, com a alma cheia de sonhos e com plena certeza, pude te dizer:
Você é a pessoa com a qual eu quero passar o resto da minha vida... Eu te amo!

“Pra falar verdade, às vezes minto
Tentando ser metade do inteiro que eu sinto
Pra dizer às vezes que às vezes não digo
Sou capaz de fazer da minha briga meu abrigo (…)”

Pensaram que eu era surrealista, mas nunca fui. Nunca pintei sonhos, só pintei a minha própria realidade.

Era uma pessoa igual a cem mil outras pessoas. Mas, eu fiz dela um amigo, agora ela é única no mundo.

Ainda que a minha mente e o meu corpo enfraqueçam, Deus é a minha força, Ele é tudo o que eu sempre preciso.

Eu também sei iludir, sei colecionar corações.
Eu sei fazer com que as lágrimas caiam.
Eu sei enganar, sei brincar de ilusão.
Só que interpretar esse papel, não vale a pena.

Feliz aniversário! Hoje é seu aniversário, mas quem festeja sou eu.
Quero festejar o prazer de ter você entre meus amigos!
Que neste dia iluminado você seja ainda mais feliz!
Beijo com carinho.

Neste mundo vocês terão aflições; contudo, tenham ânimo! Eu venci o mundo.

Jesus Cristo
Bíblia Sagrada. João 16:33

Pra sempre é muito tempo. Eu te amo é muita coisa. E mudar de ideia é normal.

E eu, que estou de bem com a vida, creio que aqueles que mais entendem de felicidade são as borboletas e as bolhas de sabão e tudo que entre os homens se lhes assemelhem.

Friedrich Nietzsche
Assim Falou Zaratustra. São Paulo: Companhia das Letras, 2011.

É preciso que eu suporte duas ou três larvas se quiser conhecer as borboletas. Dizem que são tão belas.

Desencanto

Eu faço versos como quem chora
De desalento. . . de desencanto. . .
Fecha o meu livro, se por agora
Não tens motivo nenhum de pranto.

Meu verso é sangue. Volúpia ardente. . .
Tristeza esparsa... remorso vão...
Dói-me nas veias. Amargo e quente,
Cai, gota a gota, do coração.

E nestes versos de angústia rouca,
Assim dos lábios a vida corre,
Deixando um acre sabor na boca.

– Eu faço versos como quem morre.

Manuel Bandeira
BANDEIRA, M., A Cinza das Horas, Teresópolis, 1917