Eu Nao tenho Culpa de estar te Amando
Acho eu que amava a vida que não me pertencia, amava uma galáxia de um universo diferente...
Ou que entendia que não pertencia a esse lugar;
Para me livrar do pior, não ceio para que eu não fique de barriga cheia... Sem elogios reais ou inventado para me tornar um súdito inoportuno;
Mesmo que eu não tenha ninguém para compartilhar os meus sentimentos... Eu sempre estarei disposto a criá-los;
Onde quer que eu esteja peço que não me deixe cair, não me deixe iludir e não me deixe desviar-me dos meus objetivos;
Hó... Grande pai... Hó... Grande Deus!
Livrai-me de todo e qualquer mal; confio a te o meu coração;
Ainda que eu falasse a língua dos apaixonados, não usar de verdade não seria tão sincero como um coração deseja;
Eu não quero ser mais um homem que cospe a arrogância de dizer que sou Mauduro o suficiente por que eu trabalho em excesso;
E não desejo que você demostre que o seu amor tem limites, conforme os meus bens materiais dure;
Eu realmente desejo que você saiba que o maior conforto que você possa ter, é a certeza de que os meus braços estarão sempre abertos...
Para acariciar-te, quando deitar-te em meu peito;
Porque a riqueza infinita é saber que o seu coração tem espaço somente para mim;
Por muito tempo eu achei que poderia ser feliz, cultivando a solidão;
Porém das noites não vividas com a pessoa que completasse o vazio que havia em meu abraço, percebi o quanto precisava viver esse pensamento;
A minha imaginação era detalhista, desenhava a pessoa, o sentimento, o lugar, a ação e até o ar que eu respirava;
Era como um sonho realista, os sentidos se perdiam, os desejos se desprendiam, minha boca enchia d'água;
Até que o meu realismo se tornasse como uma pintura com tinta porosa;
Haaaa, se o destino permitisse que eu sentisse o frescor de tal sensação...
Eu experimentaria o caminho da felicidade junto a alguém;
A esperança diz como quero ser, com quem devo ser e o lugar que devo
Ainda que eu não enxergasse... Eu lhe sentiria;
Ainda que eu não falasse... Eu te tocaria;
Ainda que eu não tivesse mãos... Eu sentiria o teu perfume;
Ainda que você não fosse a Rosa mais cheirosa, você me amaria;
Arrancai-me os olhos se eu enxergar o que não me convém;
Havendo um tempo em que a verdade não é mais que luxúria;
Quando eu não mais lembrar quem eu sou...
Ou não mais puder amar quem estiver ao meu redor;
Leia-me como sempre fizera!
Que as palavras restituiram as minhas lembranças de quem fui e/ou sou;
Eu não preciso ser o sonho de ninguém;
Eu posso ser a realidade, onde os pés possam ter onde se apoiar;
A paz que eu desejo, não é a mesma que tu desejas;
Pois a minha paz de espírito é mais valiosa que qualquer tipo de paz;
Talvez eu não seja um bom amigo, mas sei que sincero eu sou
Sou uma melodia, invejado
Talvez um amigo sociável
Também sei que sou um balanço cadenciado
Não importa o momento sei que tenho o meu valor na dor do relento...
Eu não sou as consequências do meu caminho;
Eu não quero ser o que não posso sem lutas!
Eu quero e serei o que me é de direito;
Não sei acho eu que estou com uma certa vontade de escrever algo que seja significativo para você;
Talvez palavras que exalte dia beleza, seu caráter ou sei singelo modo afetivo de ser;
Mas acho que vou pintar um mundo onde você seja a coadjuvante principal, aquela rainha que manda o mocinho para o sacrifício e faça amor afetivo com o violão!
Ou talvez, eu ressalte as suas sinceridades que torna a sua Personalidade um tanto invejada por aquelas que desejam ser quem você é;
Mas na verdade, não escolherei escrever sobre vertentes nenhumas, porém farei o que o seu primeiro amor faria por você, tratei lembranças de quando pequena buscava colo quando sentia medo;
Um afago, um sentimento paterno e/ou um abraço caloroso...
Sinta-se abraçada com o calor de meus braços;
O amar sem medo
Mas o amar sem medo é a perfeição
Eu não sendo aperfeiçoado
Não nascerá amor em meu coração;
Eu sou a decadência poética, oferecida pela vida em um corpo não sustentável;
Vendo passar as oportunidades como um copo d'água no Estado líquido para gasoso!
Componho acrósticos, indolente e talvez indiferente, mas com toda dedicação;
