Eu Nao tenho Culpa de estar te Amando
2449 📜 Ora bolas... Se Eu digo que não entendi é exclusivamente porque não entendi. Por que mais seria? Respeite Minha Opinião como deseja que Eu respeite você🫵e sua gente, Hum!
3173 📜 Voto 🗳️ é algo muito pessoal. Por isso não me peçam para eu sugerir em quem vocês🫵 devem votar para Presidente da República. Isso é opção de cada um, ohquei? E não insistam, ohquei.top!
3195 📜 Ironia, que eu denomino, uso e pratico como Deboche, é algo delicioso. Não supera secssu, churrasco, lagostas e boas leituras, mas é bom, também!
3197 📜 Poizés... E tudo o que Eu cá consigo, consigo tendo apenas Uma Conta e não Duas ou Mais! E mais: por eu Curtir Meus Textos apenas uma vez. Acreditam? E Creditam? Poizés!
Desculpem me os emergentes que buscam quadros coloridos para combinarem com a cor do sofá.Eu não realizo a intermediação de quadros e sim de importantes obras de arte. Também não busco intermediações de " estautuas" e sim de esculturas significativas para a historia da arte. O comum e o abundante das feirinhas de arte e de antiguidades, não são meu foco. Busco obras primas, para um grupo seleto com historia e qualidade que por si só são investimentos únicos, patrimônio diferenciados e cada vez mais raros, pelo mundo de hoje, todo.
Particularmente eu não gosto de aquários, nem de gaiolas e muito menos de prisões. Na minha exclusiva filosofia de vida creio que todo o ser vivo existe para viver em plena liberdade, desde que cumpra seu personalíssimo papel por formas consciente ou instintiva, sustentável e responsável no continuo ciclo da natureza.
Há 18 anos eu já tinha fé, mas descobri — às duras penas — que ainda não era fiel o suficiente para não lamentar a “volta para casa do Pai” do meu pai.
Quando eu me calar, eu sei que o mundo não sentirá saudade da minha voz, mas se alguém sentir, que se contente com ela.
Sei que o mundo seguirá em frente — como sempre seguiu — indiferente à ausência da minha voz.
Não porque ela não tenha existido, mas porque os ruídos do mundo, muito raramente, o deixam perceber silêncios que não gritam por atenção.
Ocupado demais com os próprios ecos, ele não notará a falta de uma voz tão insignificante que nunca quis ser multidão.
E está tudo bem.
Porque quando eu me calar, talvez não seja por ausência de palavras, mas por excesso de lucidez.
Há momentos em que falar já não acrescenta, explicar cansa e gritar não cura…
Então o silêncio deixa de ser fuga e passa a ser escolha.
Nem toda ausência precisa virar ruído.
E nem todo silêncio é pedido de aplauso.
Se alguém sentir saudade, que a sinta por inteiro, sem pressa de transformá-la em cobrança.
Saudade não exige devolução, não pede palco e nem reclama resposta.
Ela apenas existe — como prova de que algo foi dito, vivido ou sentido no tempo certo.
Ainda assim, se alguém sentí-la, que não lamente.
Que se contente com ela.
E que guarde essa voz como quem guarda um copo d’água no deserto: não para exibir, mas para lembrá-la.
Porque há vozes que não foram feitas para ecoar em multidões, e sim para alcançar um coração de cada vez.
O silêncio, quando escolhido, não é derrota nem esquecimento.
É o berço do descanso da alma…
O lugar onde a palavra aprende a ter peso justamente por não ser dita.
É a forma mais honesta de permanecer inteiro quando as palavras já não alcançam.
E se restar alguém que sinta, que se contente com o sentir.
Porque há afetos que não precisam de voz para continuar verdadeiros — sobrevivem, intactos, exatamente no espaço onde o silêncio começa.
Talvez eu até consiga ajudá-los a Romantizar a Separação, quando eu não tiver mais que lutar para normalizar o Direito das Mulheres continuarem Vivas depois dela.
É curioso como a sociedade adora transformar dor em poesia quando ela não lhe pertence.
Falam sobre términos como quem fala sobre crescimento pessoal, liberdade, reencontros consigo mesmo.
Publicam frases bonitas e bem embaladas sobre recomeços, maturidade emocional e finais necessários.
Tudo muito elegante — desde que a separação não tenha o rosto de uma mulher ameaçada, perseguida, humilhada ou morta por não aceitar permanecer onde já não existia amor, respeito ou segurança.
Romantizar a separação é um privilégio que muitas mulheres ainda não possuem…
Porque, para elas, terminar não significa apenas reorganizar a vida emocional.
Significa calcular riscos.
Medir palavras.
Avisar amigas.
Compartilhar localização em tempo real.
Trocar fechaduras.
Pedir medida protetiva — ou que finge ser.
Significa descobrir que o momento de maior perigo em uma relação abusiva não é durante o relacionamento, mas justamente quando ela decide partir.
E há algo profundamente cruel em uma cultura que ainda pergunta “mas o que ela fez?” antes de perguntar “por que ele acreditou ter o direito de destruir?”.
Como se a decisão de ir embora ainda precisasse ser justificada.
Como se a Liberdade Feminina fosse uma concessão masculina e não um direito inegociável.
A sociedade ensina homens a lidar com a conquista, mas raramente os ensina a lidar com a rejeição.
Ensina posse disfarçada de amor.
Controle disfarçado de cuidado.
Ciúme tratado como intensidade emocional.
E depois se surpreende quando alguns transformam frustração em violência.
Enquanto isso, mulheres seguem aprendendo estratégias de sobrevivência para exercer um direito básico: o de mudar de ideia, partir, recomeçar.
Talvez um dia seja possível falar sobre separação apenas como um rito humano — triste às vezes, libertador em outras, mas natural.
Talvez um dia os textos sobre términos possam ser apenas sobre cura, autoconhecimento e novos caminhos.
Mas, até lá, ainda existe uma urgência muito maior que a poesia: garantir que Mulheres sobrevivam ao simples ato de dizer “não quero mais”.
Eu, um estudioso nato do comportamento humano, não posso nem quero ajudar ninguém a relativizar a reação de alguém.
Toda ação ou reação tem uma história…
Antes de ser julgada como exagerada, desproporcional ou irracional, ela foi construída por experiências, memórias, dores, expectativas e limites que, muitas vezes, são invisíveis para quem observa das arquibancadas.
Vivemos em uma cultura que insiste em ensinar as pessoas a suportarem mais, sentirem menos e questionarem até a própria percepção.
Quantas vezes alguém procura ajuda e, em vez de acolhimento, recebe argumentos para convencer-se de que “não foi bem assim”, “você está levando para o lado pessoal” ou “a outra pessoa não teve essa intenção”?
Embora a intenção tenha seu lugar, ela nunca apaga o impacto.
E de bem-intencionados, convenhamos, o inferno está abarrotado.
Estudar o comportamento humano, mais de perto, me ensinou que compreender não é o mesmo que justificar.
Explicar por que alguém agiu de determinada forma pode ampliar a consciência, mas jamais deve servir para invalidar a experiência emocional de quem foi afetado.
Quando transformamos toda uma dor em um exercício de relativização, corremos o risco de silenciar quem mais precisava ser ouvido.
Não quero nem posso ensinar pessoas a duvidarem daquilo que sentiram.
Quero ajudá-las a reconhecerem suas emoções, entenderem seus gatilhos, ampliarem seus recursos internos e responderem à vida com mais consciência — não com menos verdade.
A maturidade emocional não consiste em deixar de sentir ou em minimizar o que aconteceu.
Ela nasce quando somos capazes de validar a própria experiência, compreender o contexto e, a partir daí, escolher como agir.
Isso é muito diferente de fingir que nada aconteceu só para preservar o conforto de quem nos causou desconforto.
Se existe uma responsabilidade em quem estuda o comportamento humano, ela não é a de anestesiar emoções, mas a de promover discernimento.
Acolher antes de interpretar.
Escutar antes de explicar.
E lembrar que, por trás de cada reação, existe uma necessidade, um valor ou um limite tentando ser comunicado.
Porque ninguém cresce sendo convencido de que sente de menos ou demais.
As pessoas crescem quando descobrem que podem sentir com honestidade e, ainda assim, agir com maturidade.
Se eu não tivesse cerrado meus ouvidos aos que não se atreveram a ir além das arquibancadas, talvez não tivesse sido exitoso na arena.
Existe um tipo de crítica que nasce da experiência, da boa intenção e do desejo sincero de contribuir.
Essa merece ser ouvida!?!
Mas há outra, muito mais comum, que vem daqueles que nunca aceitaram o desafio de entrar em campo.
Pessoas que observam de longe, analisam sem riscos e julgam sem se importar com consequências.
É confortável opinar quando não se carrega o peso da decisão.
Quem está na arena conhece o preço de cada tentativa.
Sabe que a vitória não elimina o medo, apenas demonstra que ele não foi suficiente para impedir o passo seguinte.
Também sabe que o fracasso não é um certificado de incompetência, mas uma possibilidade inevitável para quem escolheu agir em vez de apenas bisbilhotar.
Muitas oportunidades são desperdiçadas porque damos às vozes da arquibancada a mesma autoridade de quem (com)partilha o combate.
Permitimos que o ceticismo alheio se transforme em limite pessoal.
Esquecemos que quem nunca enfrentou a batalha dificilmente compreenderá o valor das cicatrizes.
Silenciar certas opiniões não é arrogância; é discernimento.
Nem toda voz merece ocupar espaço na nossa consciência.
Há momentos em que proteger a própria convicção é uma necessidade, não um capricho.
O êxito muito raramente pertence a quem agradou a plateia.
Geralmente pertence a quem suportou as vaias, ignorou os palpites vazios e permaneceu concentrado no propósito.
Porque, no fim das contas, a arena recompensa a coragem de quem entra para lutar, não a eloquência de quem escolheu permanecer sentado na zona confortável das arquibancadas.
Talvez, se eu não tivesse cerrado meus ouvidos para as Arquibancadas, a Arena tivesse me Sucumbido.
Há momentos em que sobreviver exige uma espécie de surdez voluntária.
Não porque toda voz externa seja inútil, mas porque, quando estamos no centro da arena, há sempre quem torça pela nossa queda, quem exija espetáculo, quem confunda coragem com imprudência e quem, protegido pela distância, tenha certeza de como deveríamos lutar.
Às vezes, as arquibancadas são muito barulhentas.
Julgam sem carregar o peso da espada, aconselham sem sentir o golpe e comemoram tanto a vitória quanto a derrota — desde que o espetáculo continue.
Aprendi, então, que nem toda voz merece chegar até nós.
Algumas palavras esclarecem; outras apenas confundem.
Algumas críticas nos aperfeiçoam; outras pretendem apenas nos diminuir.
E há aquelas que parecem preocupação, mas são somente a expectativa de assistir ao nosso fracasso de um lugar confortável.
Cerrar os ouvidos, nesse sentido, não foi covardia.
Foi preservar dentro de mim um espaço onde ainda fosse possível ouvir a própria consciência.
Porque a arena não destrói apenas quem perde.
Às vezes, ela sucumbe quem passa tempo demais tentando corresponder aos gritos das arquibancadas.
No fim, talvez maturidade seja justamente isso: saber quando escutar, saber quando responder e, sobretudo, saber quando permanecer em silêncio — não por falta de argumentos, mas porque algumas batalhas terminam no instante em que deixamos de lutar para convencer quem já decidiu o que quer enxergar.
E talvez eu só tenha conseguido atravessar a arena porque, em algum momento, compreendi que o que gira em torno da minha vida não precisava ser um espetáculo para ninguém.
Sabe o que me atrai? Não é o que a gente vê de primeira. Eu reparo mesmo é na intensidade do olhar, no que não precisa ser dito. Um sorriso sincero já me ganha sem muito esforço. O que me prende de verdade é a conexão e a verdade
Na minha idade, eu posso não dar conta de mexer o caldo, mas lamber a colher! Isso eu tiro de letra...(Patife)
" Cada pessoa é um mundo"
Eu vejo,
você vê.
Eu sinto,
você sente.
Mas não somos iguais,
somos diferentes.
Faço uma escolha,
você toma uma decisão.
Reflito sobre mim,
você reflete — ou não.
Você é um mundo,
eu sou mudo.
Faça acontecer
o que aconteceu.
Há uma razão
para cada solução.
Há um exemplo
para cada explicação.
Há pensamentos
para todos os pensadores.
Conhece a ti mesmo já dizia Sócrates e eu prossigo se não for possível espelha se nas vidas dos outros.
"Eu nunca quis, não quero e nunca serei seu amigo"
Eu transito.
Entre países,
fronteiras,
bairros,
cidades,
entre uma fumaça e outra,
entre amores que chegam
e amores que viram saudade.
Sou homem de passagem,
de mala, de rua, de miragem,
de beijo que acende a noite
e de adeus que muda a paisagem.
Acendo um cigarro
no Hard Rock Café de Santa Cruz de la Sierra
e, por alguns minutos,
me sinto como um deus.
Não porque conquistei alguém,
mas porque ninguém me pertence
e eu não pertenço a ninguém.
Em Letícia, na Colômbia,
danço cumbia amazônica
entre mulheres, fumaça e madrugada,
e descubro, mais uma vez,
que há coisas que acabam
sem jamais terem sido fracassadas.
Pedalo por São Paulo
e sou imbatível.
A cidade passa por mim,
os carros passam por mim,
as pessoas passam por mim,
e eu continuo.
Acendo um cigarro diante da Fundação Mario Benedetti
e a poesia me satisfaz.
Porque aprendi alguma coisa
sobre o amor,
sobre a vida
e sobre essa estranha mania humana
de chamar de definitivo
aquilo que nasceu transitório.
Eu sou rei na arte de transitar.
Sei chegar.
Sei partir.
Sei encontrar pessoas.
Sei reconhecer seus rostos anos depois
e fingir que o tempo não fez seu trabalho.
Grande parte das mulheres que conheci
dividiu comigo uma cama.
Hoje,
muitas são estranhas.
E tudo bem.
Não transformo o passado em mentira
só porque ele passou.
Houve amor.
Houve desejo.
Houve pele,
risada,
cigarro,
madrugada,
promessa que parecia eterna
até a manhã seguinte provar o contrário.
E depois?
Depois, seguimos.
Distintos.
Como duas gotas de água.
É assim que a vida me ensinou.
Eu não preciso possuir o que amei
para admitir que amei.
Não preciso voltar
para reconhecer que estive lá.
Não preciso transformar uma mulher que foi amor
em amiga
só para fingir que alguma coisa permaneceu.
E é aqui que você entra.
Porque eu nunca quis ser seu amigo.
Não naquela noite.
Não depois daquele beijo.
Não quando deitei ao seu lado.
Não quando imaginei você ao meu lado
para além de uma noite,
de um bar,
de uma cidade,
de uma estação.
Eu queria você.
Não sua amizade.
E eu não vou cometer agora
a covardia elegante
de chamar de amizade
aquilo que um dia chamei de amor.
Eu já tenho amigos.
Tenho muitos.
Tenho amigos suficientes
para encher uma mesa de bar.
Não me faz falta
mais uma cadeira.
Estou acostumado à solidão.
A solidão nunca me assustou.
Já atravessei fronteiras sozinho.
Já atravessei cidades sozinho.
Já atravessei países sozinho.
Já atravessei amores sozinho.
E sobrevivi.
Então não me ofereça
o prêmio de consolação.
Eu não quero.
O amor é arrogante.
Tão arrogante
que prefere perder
a fingir que ganhou.
Ele não aceita sobras.
Não aceita redução.
Não aceita que aquilo que desejou inteiro
seja apresentado depois
em pequenas porções
com o nome bonito de amizade.
Eu não quero a sua amizade
como quem recebe uma medalha
por ter perdido a guerra.
Prefiro a derrota limpa.
Prefiro a ausência verdadeira.
Prefiro que você passe por mim
num bar
acompanhada ou desacompanhada,
com alguém segurando sua mão
ou segurando apenas o próprio copo.
Já não me importa.
Você pode me cumprimentar.
Pode não cumprimentar.
Pode sorrir.
Pode seguir reto.
Pode estar com outro homem,
com outro amor,
com outra vida.
Nada disso me abala.
Porque o que me importa agora
não é ter você.
É não mentir sobre você.
Eu quis sua boca.
Quis sua presença.
Quis você ao meu lado.
E não vou fingir
que queria apenas uma amizade
porque foi isso que restou.
Não.
Te ganhar ou te perder.
Mas sem engano.
Sempre sem engano.
Porque a maior vitória
não é possuir aquilo que se deseja.
A maior vitória
é não se possuir pela mentira.
É poder perder alguém
sem perder a própria verdade.
Então vá.
Atravesse a rua.
Atravesse a cidade.
Atravesse a fronteira.
Faça da sua vida
o que quiser.
Eu farei da minha
o que sempre fiz:
transitarei.
Com meu cigarro.
Minha bicicleta.
Minha poesia.
Meus bares.
Minhas cidades.
Minhas mulheres.
Minha solidão.
E essa estranha capacidade
de amar profundamente
sem precisar transformar
todo amor perdido
em amizade.
Porque algumas pessoas
não foram feitas para permanecer.
Foram feitas para passar.
E algumas histórias
não precisam de amizade
depois do fim.
Precisam apenas
de honestidade.
Por isso,
se algum dia você me encontrar
naquela mesa de bar,
não procure uma cadeira vazia para mim.
Eu já aprendi a sentar sozinho.
E se quiser me chamar de amigo,
não.
Eu nunca quis.
Não quero.
E nunca serei.
Porque entre te perder
e me enganar,
eu escolho perder.
Entre a sua amizade
e a minha verdade,
eu escolho a verdade.
Entre ter você pela metade
e não ter você de jeito nenhum,
eu escolho o vazio.
Porque o vazio passa.
A mentira fica.
E eu,
que sou tão acostumado a partir,
não tenho medo de partir de você.
Tenho medo apenas
de permanecer
onde nunca quis estar.
Te ganhar ou te perder.
Mas sem engano.
Essa é a vitória.
”Eu sou Eu. Você não é!”
Frase Minha 0001, Criada no Ano 2006
A Frase que deu origem à Serie
USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com
"Se alguém tiver que ficar sem (seja lá o que for) que seja eu. Eu, pelo menos, não vou ficar chorando por ficar sem (seja lá o que for)!"
Frase Minha 0005, Criada no Ano 2006
USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com
