Eu Nao tenho Culpa de estar te Amando
Imensa
Gentil e firme, soldada do Alto,
Não sigo roteiros, dou a virada.
Unindo a poesia à exatidão,
Eu guio meus passos na evolução.
Não caibo em molduras, não aceito pouco.
Sou vasta e imensa, vencendo as batalhas.
No silêncio secreto, meu castelo ergui,
Brilhante, completa, o destino venci
Não espere de mim o que você não faz. Quem plantou limão não pode querer colher amora. Engraçado pedir reciprocidade, não acha? Eu sou diferente: aguento o processo do plantio e respeito o tempo da colheita. Quem vive de indireta é menina; mulher de verdade levanta com a cabeça erguida, não se preocupa com a grama do vizinho e não faz joguinhos. Mulher decidida conhece a sua real identidade. Eu sempre entrego empatia, carinho, respeito e honestidade. Gostaria de receber de volta, claro, mas entrego de qualquer forma, pois o bem sempre vence o mal. O doce é necessário na vida do ingrato. Afinal, lealdade, respeito, caráter e amor ao próximo não se compram; se honram
Não me cabe julgar corpos, aparências ou condições. O bullying e o capacitismo nunca fizeram parte de quem eu sou. Como ser humano, escolho o respeito; educação é o valor que a gente honra
Quem é foda no que faz nao se preocupa com a concorrencia, pois sabe que os outros seram bons mais o foda, ahhhh o foda, esse sera vc...
Nao seja apenas bom, seja o melhor
✝️ O poder não vem do saber nem do dinheiro; é atributo de quem tem domínio sobre todos. 👑
📖 Gênesis 1:1
“O cordão de três dobras não se quebra tão depressa: oração, jejum e esmola.”
📖 Livro de Eclesiastes 4:12;
Evangelho de Mateus 6:1-18
— Os Pais da Igreja.
Na vida, não importa o quão duro ela bate, mas sim o quanto você consegue aguentar e seguir em frente.
Sejam mais Românticos que o Chocolate
Namorem todos os dias. Não escolham ocasiões ou datas especiais para “celebrar” sentimentos. O Amor é: espontaneidade, desprovido de manuais de instrução. Namorar com a Vida é uma forma de entender o ritmo da própria existência, — estar embevecido — deliciosamente com a existência de alguém. Namorar significa reciprocar emoções, afectos — internos ou externos, cumplicidades que, revelam as intimidades dos sentidos, — utilizando a alma e todo o corpo. Existem múltiplas possibilidades de celebrar a felicidade, — esta é impreterivelmente — uma delas. Sejam mais românticos que o chocolate, este derrete em qualquer boca. Não existe prazo de validade para amar e ser amado.
A saudade de um animal
que partiu é a prova silenciosa
que não leva apenas o corpo,
leva também a parte de nós que somente ele sabia despertar.
“Aceite que errar é parte da vida; aprenda com seus erros, mas não permita que o medo de errar impeça você de viver, agir e evoluir.”
Nunca pense que você não é ninguém,
Não desvalorize seus talentos;
Pois, em algum lugar deste imenso mundo,
No meio dessa multidão de pessoas,
Existe alguém que te admira,
Mesmo que você não perceba.
O homem natural não está preparado para aceitar a morte;
porque todos nós trazemos no interior
a essência da vida eterna.
Dizem por aí que os escritores têm sangue frio.
Não, não é bem assim!
A gente apenas entende que alguns personagens precisam sair, para que outros possam entrar. E às vezes, também tem aqueles que precisam morrer, definitivamente, em nossa história.
Esforçar-se para entender o sofrimento do outro não diminui, portanto, a intensidade do nosso próprio. Em tais casos, as comparações não têm qualquer sentido, pois o sofrimento é um estado que se manifesta na solidão interior e que nada de exterior pode aliviar. Poder sofrer sozinho é uma grande vantagem.
Os homens ainda não entenderam que o tempo das admirações superficiais passou, e que um grito de desespero é bem mais revelador do que a mais sutil das argúcias; que uma lágrima tem sempre fontes mais profundas do que um sorriso.
Aqueles que têm poucos estados de alma e ignoram a experiência dos confins não podem se contradizer, uma vez que suas tendências reduzidas não saberiam opôr-se.
Não dá pra reclamar de violência, deslizando os dedos sobre a Morte ou os Traumas Iluminados de alguém.
Porque, nessa claridade azul, há mais que uma morte à mesa.
A primeira é a visível — os corpos entregues ao espetáculo.
A segunda, a sensível — a alma dos que assistem, lentamente embotada.
A terceira, a coletiva — o apodrecimento ético de uma sociedade que transforma tragédia em passatempo.
E a quarta… a mais cruel — a que quase sempre se esconde no brilho da própria tela, comprada às vezes no mercado negro, com o preço invisível da dor de quem a perdeu.
Há quem, sem perceber, alise o sangue seco nesses vidros, julgando a partir da zona confortável de sua poltrona, o mesmo crime que alimenta.
Banquete farto, servido à luz fria do progresso —
onde cada toque é um gole de conforto e uma migalha de culpa.
É o Banquete das Mortes Iluminadas!
