Eu Nao tenho Culpa de estar te Amando
Se o rótulo ou a bula das medicações curassem as doenças não precisaria ser ingerido o líquido, as cápsulas ou usar os injetáveis...
Assim também é a rotina da vida, nem sempre a cobertura bonita do bolo é definição de bom sabor...
Não importa o quão profundo você tenha caído. O amor e o perdão de Deus vão mais profundo.
Teologia Arminiana
A fé não é tirar você de um lugar difícil, mas mudar seu coração nesse lugar difícil.
Teologia Arminiana
O Corinthians mexe com as nossas emoções. Não importando se ganhou ou perdeu. A sua existência é nossa maior emoção.
As pessoas não olham para si mesmas quando querem definir a ética, a moralidade e os princípios, a maioria consegue apenas enxergar o próximo, ver as falhas e defeitos deles, se intitulando melhores ou exemplos de uma vida melhor. Você que vive na futilidade, envolvido de rótulos sabendo que o mundo é superficial, saiba o que realmente importa é o nosso caráter, lutando por aquilo que acreditamos nos fazer melhor. Todos nós somos cometemos erros, às vezes somos egoístas, talvez inseguros, perdemos o controle e até podemos ser difíceis de lidar. Se alguém que não consegue lidar comigo no meu pior momento, definitivamente não merece minha companhia no meu melhor.
Belos sonhos
Chuva que cai
Refrescando
A nossa estação.
Que não sejam
Gotas de tristezas: Somente de alegrias. Orvalho regado por DEUS
Para saciar
A nossa sede
Germinar nossa Alimentação
Fazendo navegar
Pelos rios da vida:
Nossa esperanças
Felicidades
Gratidão
E fé.
Durmam, todos
Na paz!
E tenham:
Belos sonhos!
Quando não puder ir ao encontro de alguém envie flores, e se faça presença com delicadeza, suavidade e perfume.
Não entro em luta armada com estúpido, minha luta é no campo das idéias, mas neste século não há luta de idéias, os homens já foram todos derrotados pela vaidade do falso conhecimento.
"Pessoas comuns se casam e envelhecem juntas, não raro se tornam inimigas. Pessoas especiais e evoluídas emocionalmente se tornam irmãos. Contudo, as pessoas inteligentes se separam antes que aconteçam as duas coisas."
O IRREPETÍVEL
Há acontecimentos na vida que não admitem reedição.
Por mais que a memória tente rearrumar as peças, por mais que o coração procure réplicas, por mais que o desejo se vista de esperança, certos encontros pertencem a um único instante do universo, e jamais regressam com a mesma força.
Não porque falte coragem.
Não porque falte amor.
Mas porque o caos — esse dramaturgo secreto — escreveu um enredo que não se repete.
Há amores que não voltam porque não nasceram para durar: nasceram para revelar.
Há paixões que nos atravessam como relâmpagos — belas, breves, devastadoras — e deixam em nós uma claridade que nenhuma rotina suporta.
E, ainda assim, tentamos.
Tentamos reescrever a história.
Tentamos transplantar a emoção de um corpo para outro, como quem tenta acender uma fogueira com cinzas frias.
Tentamos encaixar um novo rosto no formato exato do antigo.
Tentamos repetir o gesto, o riso, o perfume, o tremor, como quem repete feitiços que perderam o encanto.
Mas o coração não aceita imitadores.
O que nos marcou não foi apenas a pessoa — foi o instante.
A circunstância.
O invisível.
Aquela interseção secreta entre tempo e alma, onde algo se abriu dentro de nós e nunca mais fechou no mesmo lugar.
É inútil reinventar o que foi único.
O universo emocional não admite plágio.
Há feridas que só aquele corpo sabia curar.
Há abismos que só aquela voz sabia atravessar.
Há silêncios que só com aquele olhar faziam sentido.
Há vertigens que só aquele toque despertava.
Transferir esse sentimento para outro contexto é como tentar mover uma constelação inteira para outro céu.
Nenhum encaixe funciona.
A geometria do amor é exata demais para ser manipulada.
Talvez seja essa a beleza brutal da experiência humana:
nem tudo é reaproveitável.
Nem todo amor é reciclável.
Nem toda paixão sobrevive à tentativa de repetição.
O que vivemos uma vez, vivemos uma vez apenas.
E é justamente essa precariedade que faz do instante um milagre.
Não caberá em outro corpo.
Não caberá em outra história.
Não caberá em outra tentativa.
O máximo que podemos fazer é honrar a verdade do que sentimos — e seguir.
Não como quem busca substituições, mas como quem reconhece que há acontecimentos que são portas: abrem-se uma vez e nunca mais se repetem no mesmo lugar.
E talvez seja assim que o caos nos ensina:
não para que reconstruamos o que acabou,
mas para que aceitemos que o irrepetível também é uma forma de eternidade.
