Eu Nao tenho Culpa de estar te Amando

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A elegância de alguém não diz respeito aos bens que ela possui, mas sobretudo aos valores que ela herda.

"Seu valor não diminui porque alguém tenta provar que é melhor que você."

Nós realmente somos bons nisso, pensou Teppic.
Simples animais não conseguiriam agir assim. É preciso ser um humano para ser realmente burro.

Não importa qual seja a necessidade, sempre deve haver em nós a prontidão de espírito para servirmos.

"⁠Felicidade plena não existe.E sim a serenidade.Temos momentos de alegria e não um estado permanente de satisfação.Separações, a morte de pessoas e bichos queridos, doenças e acidentes são inevitáveis. Superando o medo alcançamos a serenidade. Pois, o medo nos torna egoístas e nos paralisa e impede aqueles momentos de alegria e pensamentos inteligentes e com liberdade"

Se não houver ninguém para segurar em suas mãos, coloque-as no bolso e siga a sua caminhada.


Existe momentos na vida que será só você e Deus.

As pessoas não precisam ser do jeito que a gente quer. E a gente também não precisa ser do jeito que elas querem.
A gente precisa se sentir bem sozinho. Quando escolhemos estar com alguém, tem que ser porque gostamos da companhia, porque queremos e porque nos faz bem. Nunca por obrigação ou carência.
As pessoas não se precisam uma da outra. Elas se completam, mas não como duas metades. E sim como duas pessoas inteiras que resolvem dividir sonhos, alegrias e a vida juntas.

Às vezes, o silêncio não significa fraqueza. Significa que você escolheu preservar sua paz em vez de alimentar discussões que não mudariam o coração de ninguém. Quem aprende a proteger a própria paz descobre que nem toda batalha merece ser travada.

As maiores e mais belas, e mais delicadas pérolas que possuo,
Essas não exponho em holofotes, e outdoors, essas simplesmente guardo para mim

Amor sem liberdade não é amor, é medo.

Às vezes o telefone soa na madrugada
Mas não são as madrugadas de sonhos
Que se perderam noutras madrugadas
Este deserto é um camelo perdido em mim mesmo
Um dromedário que não entende
De cartas astrológicas ou astrolábios
O telefone toca; eu sei mas ninguém mais sabe
Ninguém mais ouve é tudo um deserto galopando
Na insensatez quadrúpede
Que não me deixa sonhar.
Ainda suspira, inda soluça, sussurra uma esperança
O deserto empoeirado cala a madrugada
E eu não ouço o poema,
Eu não ouço as promessas, as juras
O telefone toca, eu sei que toca, mas só eu sei
O deserto continua seu galope,
O silencio é tão intenso que este buraco negro
é amnésia desse pretérito mais que Perfeito
então às vezes, só às vezes soa o telefone na madrugada

O homem bom não deseja o mal para o seu próximo, mas o homem mau não tem próximo.

⁠Quem tem memória curta, não sabe o que é gratidão.

Toda ciência, tomada isoladamente, não significa senão um fragmento do universal movimento rumo ao conhecimento.

Acima de tudo, não entristeça o Espírito Santo. Não apague o Espírito. Não sufoque o Espírito. Não O afaste para longe, por brincar com pequenos hábitos maus e pecadilhos. Pequenas desavenças entre marido e mulher tornam o lar infeliz, e pequenas incoerências, reconhecidas mas permitidas, introduzem uma estranha alienação entre o crente e o Espírito... O homem que anda ais intimamente com Deus, em Cristo Jesus, é aquele que será mantido na paz mais profunda. O crente que segue mais completamente o Senhor e cujo alvo é o mais elevado grau de santidade, esse crente desfrutará geralmente de esperança mais firme e terá a mais clara persuasão de sua salvação (p. 164-165).

Cuidado para não dar aos servos de Cristo a honra devida a ninguém, além de Cristo. Cuidado para não dar às ordenanças a honra devida ao Senhor. Cuidado para não descansar o fardo de sua alma em coisa alguma a não ser Cristo e Cristo exclusivamente. Cuidado para não ter uma fé que seja inútil e que não pode salvar.

Santificação não consiste em retirar-se da vida quotidiana no mundo. Em cada época tem havido aqueles que acreditam que retirar-se em reclusão do mundo é uma estrada para a santificação. Mas onde quer que vamos, nós carregamos conosco a fonte do mal – os nossos corações. A verdadeira santidade não é uma planta frágil que só pode sobreviver em uma estufa, mas é forte e vigorosa e pode florescer na vida normal diária. A verdadeira santidade não faz o cristão evitar a dificuldade, mas enfrentá-la e superá-la.

"Não julgueis, para que não sejais julgados. Porque com o juízo com que julgardes sereis julgados, e com a medida com que tiverdes medido vos hão de medir a vós. E por que reparas tu no argueiro que está no olho do teu irmão, e não vês a trave que está no teu olho? Ou como dirás a teu irmão: Deixa-me tirar o argueiro do teu olho, estando uma trave no teu? Hipócrita, tira primeiro a trave do teu olho, e então cuidarás em tirar o argueiro do olho do teu irmão." (Mateus 7:1-5)

A primeira parte destes versículos é uma das passagens bíblicas que precisamos ter o cuidado de não forçar para além do seu devido significado. Esta parte é frequentemente corrompida e aplicada de modo errôneo pelos inimigos da verdadeira religião. É possível pressionar de tal maneira as palavras da Bíblia que elas acabam produzindo não o remédio espiritual, e, sim, veneno.

Nosso Senhor não intencionava de modo algum dizer que é errado proferir um juízo desfavorável sobre a conduta e a opinião de outras pessoas. Precisamos ter opiniões bem formadas e decididas. Devemos julgar “todas as cousas” (1 Ts 5:21). Devemos provar “os espíritos” (1 Jo 4:1). Nem, tampouco, Cristo quis dizer que seja errado reprovar os pecados e as faltas de outras pessoas, enquanto nós mesmos não tenhamos atingido a perfeição e não estejamos destituídos de falta. Tal interpretação seria uma contradição a outras passagens da Escritura. Isso tornaria impossível condenar o erro e as falsas doutrinas. Seria um impedimento para qualquer um que desejasse ser ministro do evangelho ou juiz. A terra estaria nas mãos dos perversos (Jó 9:24). As heresias se espalhariam. Os malfeitores se multiplicariam por toda a parte.

O que o nosso Senhor condena é um espírito crítico que em tudo encontra falta. A prontidão em condenar as pessoas por causa de pequenas coisas ou questões de pouca importância, o hábito de fazer julgamentos duros e precipitados, a disposição em exagerar os erros e fraquezas do próximo, e de sempre pensar o pior – isso tudo nosso Senhor nos proíbe. Essas coisas eram comuns entre os fariseus, e continuam sendo comuns desde aquela época, até hoje. Todos precisamos vigiar para não cairmos em tal erro. O amor “tudo crê, tudo espera” das outras pessoas, e nós deveríamos ser muito vagarosos em procurar defeitos no nosso próximo. Esse é o verdadeiro amor cristão (1 Co 13).

ALMA NUA

Ó Pai,não deixes que façam de mim
o que da pedra tu fizestes
e que a fria luz da razão
não cale o azul da aura que me vestes.

Dá-me leveza nas mãos
Faze de mim um nobre domador
lançando acordes e versos
dispersos no tempo
pro templo do amor.

Que se tiver que ficar nu
hei de envolver-me em pura poesia
e dela farei minha casa, minha asa
loucura de cada dia.

Dá-me o silêncio da noite
pra ouvir o sapo namorando a lua

Dá-me o direito ao açoite
ao ócio, ao cio
a vadiagem pela rua.

Deixa-me perder a hora
pra ter tempo de encontrar a rima
ver o mundo de dentro pra fora
e a beleza que aflora de baixo pra cima.

Ó Meu Pai, dá-me o direto
de dizer coisa sem sentido
de não ter que ser perfeito
pretérito, sujeito, artigo definido.

De me apaixonar todo dia
de ser mais jovem que meu filho
e ir aprendendo com ele
a magia de nunca perder o brilho.

Virar os dados do destino
de me contradizer, de não ter meta
me reinventar, ser meu próprio Deus
Viver menino, morrer poeta.

Não competir com quem não tem nada a perder

A luta seria desigual. O outro começa com desembaraço porque perdeu até a vergonha. Não tem mais o que perder, por isso se lança de cabeça em qualquer despropósito. Nunca exponha sua inestimável reputação a um risco tão cruel . Conquistá-la levou muitos anos para perdê-la em assuntos sem importância. Um mau vento pode gelar o suor do esforço. Por ter muito a perder, o homem honesto se detém. Preocupado com sua reputação, observa o oponente e age com cautela para colocar o prestígio a salvo. Nem sequer com a vitória pode-se ganhar aquilo que se perdeu ao se correr o risco de perder.