Eu Nao te Conheco mas me Apaixonei por Voce
Chama Azul;
Eu estava tentando te esquecer
E não via que esse era o problema
Eu não consigo te esquecer
Como você fez comigo
Eu não consigo te esquecer
Eu só queria estar contigo
Eu já virei a noite sem conseguir dormir
Meu corpo não conseguia se esquentar
E em um rio de lágrimas o meu bote se afundou
E eu sem conseguir nadar
Talvez o tempo me mostre como melhorar
E como fazer essa chama azul se abaixar
Ela continua me queimando por dentro
Ela queima mais que tudo que me espera lá fora
Você partiu sem dizer adeus
Mas nunca se, foi
No meu coração ainda te espero voltar
Pra me abraçar e juntos podermos nos esquentar
Já tentei usar uma caneta pra escrever
Meus versos que cada dia ficam mais vazios sem você
É difícil te esquecer
Como eu faço pra te contar que eu não consigo mais ficar
Sozinho no meu quarto sem você pra incomodar?
E como fazer pra essa chama azul se apagar?
Eu não consigo mais controlar, tá me queimando por dentro
Eu não consigo mais me reconhecer
Tá tudo mais escuro que antes
E eu não consigo mais seguir os seus passos
Você partiu sem dizer adeus
Mas nunca se, foi
No meu coração ainda te espero voltar
Pra me abraçar e juntos podermos nos esquentar
Já tentei usar uma caneta pra escrever
Os meus versos que cada dia ficam mais vazios sem você
É difícil te esquecer
~~~~~~~~
Data: 19/08/21
Eu não terminei porque não senti.
Terminei porque senti demais.
Porque a pureza assusta
quem já aprendeu a sangrar em silêncio.
Teu sorriso inocente
pedia um cuidado
que minhas mãos, trêmulas,
não sabiam se mereciam tocar.
Não foi sobre você.
Foi sobre o medo
de quebrar algo bonito
com minhas próprias cicatrizes.
Eu fui embora não por falta,
mas por excesso.
Porque às vezes amar
é também saber recuar.
Tudo o que eu falo, eu faço e não me arrependo.
Tudo o que faço é consciente das consequências.
Não tenho medo delas.
Tenho medo de não correr o risco de acertar.
Se eu amo Deus e não leio Bíblia eu não o amo verdadeiramente. Pois quem ama O busca incansavelmente
Se um dia eu pregar o Evangelho a uma criança e ela não entender, devo me entristecer, pois eu preguei de tudo menos o Evangelho.
Se estou aqui, então que valha. Que atravesse. Que sinta. Que, apesar de tudo, eu não me recuse a viver a vida que ainda me vive.
Eu quero um amor que não seja covarde. E não falo de guerras, heróis ou moinhos, falo do amor que não foge do cotidiano. O que lava a louça, compartilha o silêncio, segura a mão sem medo do tédio. O amor corajoso não é o que promete eternidade, mas o que se faz presente nas miudezas, nas falhas, nos dias em que o afeto parece coisa rara. É o amor que sabe ficar, mas também partir com dignidade, sem transformar distância em castigo. O que confia, mesmo quando não entende. O que não precisa vigiar para acreditar. Amar, afinal, é permitir que o outro seja casa — mesmo quando a vida muda o endereço.
Nem que eu tente, não sei ser minimalista. Minha história é um relicário, uma loja de móveis usados, onde tudo guarda um sentido, uma memória, uma cicatriz bonita do tempo. Cada coisa em mim já teve função, já foi abrigo, já pertenceu a outro instante. E talvez seja isso que me faz inteiro: não o espaço vazio, mas o excesso de vida guardada nas gavetas da alma.
Não vou mais lutar comigo mesmo. Essa guerra íntima sempre foi injusta: eu de um lado, tentando caber; o mundo do outro, oferecendo moldes apertados demais. Passei tempo suficiente tentando negociar minha existência, arredondar arestas, suavizar excessos, traduzir quem sou para ver se assim eu era aceito. Não funcionou. Nunca funcionou.
Nunca coube nas expectativas porque elas nascem pequenas demais para o que pulsa em mim. Nunca me ajustei para pertencer porque pertença, quando exige mutilação, vira cárcere elegante. Aprendi isso do jeito mais cansativo: insistindo. E só agora entendo que insistir contra si é uma forma sofisticada de abandono.
Sou o que sou. Não por rebeldia, nem como defesa. Sou o que sou como quem finalmente pousa as armas no chão e senta. Há uma paz estranha nisso. Não a paz da acomodação, mas a paz de quem para de se ferir tentando ser outra coisa. Sustentar-se dá trabalho, mas lutar contra si cobra um preço alto demais.
Escolho, então, essa trégua radical comigo. Não para me tornar imutável, mas para mudar sem me violentar. Não para agradar, mas para existir com decência. Sou o que sou — e isso, hoje, não é sentença. É abrigo.
Enquanto as pessoas estão murmurando pelo que sou e pelo que não sou, eu vou dando graças só por existir.
(Verso 1)
Saio do serviço, vou tomar uma gelada
Eu gosto de beber, quem não gosta é minha amada
De repente o telefone toca, já sei quem tá na linha
Ela pergunta onde eu tô, se tô com outra galinha
(Verso 2)
Quando chego em casa a mulher vem brigar
Eu fico achando graça e calado vou ficar
Ela fala, fala, fala sem parar
Mas quando eu dou um beijo ela para de brigar
(Refrão)
Chega de brigar, chega de falar
Você não tem certeza
Tenho um jeito bom pra calar sua boca
Me beija, minha princesa
Tenho um jeito pra calar sua boca
Me beija, me beija
Tenho um jeito pra calar sua boca
Me beija, me beija
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