Eu Nao te Conheco mas me Apaixonei por Voce

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Eu me levanto, você me joga pra baixo. Eu tento voar, você corta as minhas asas. Suas palavras são feridas bem no âmago da minha alma. Me faz duvidar de mim. Jamais serei o seu molde de plástico.

Eu espero que você fique bem.
Nunca deixei de sentir a sua falta.
Sem você, cada dia que passou doeu mais que o anterior.
Queria que soubesse o que nunca soube, e que visse o que jamais viu.
Queria que a vida fosse como um filme em seu clichê final feliz.
- Marcela Lobato

Me salva da dor

Eu preciso de você
Por favor, venha agora
Apareça e acabe com a dor
Tire o vazio da partida que nunca vou superar
Seja o remédio que preciso pra seguir
Exerça o seu poder na dor profunda
Como só você pode fazer
De nada adianta a multidão
Se não há você
Sem a cura de todo o mal
Sem a única melodia capaz de me deter.
Me salva da dor que sinto
Como tantas vezes me salvou
Me diz que o tempo não acabou
E que você é tudo o que preciso.
Diz que não vai partir de novo
Segura a minha mão
Como se hoje fosse meu último dia aqui
Apareça e faça a diferença
Não me deixa sozinha outra vez.
Porque quando me afogo
Só você pode me tirar do fundo
Se minhas pernas tem câimbras
E não consigo continuar a nadar.
Me salva da dor.
Me devolve a vida.
E me deixa também fazer tudo isso por você.
- Marcela Lobato

Se a vida me desse o dom de escolher, eu escolheria você em todos os tempos: no ontem que nos trouxe até aqui, no hoje que nos faz existir, no amanhã que ainda vamos viver… e no para sempre que habita em mim e em você.

Independente do lugar em que estiver, eu e você olharemos a mesma lua.

⁠Eu olho para o céu e tento pelo menos contar quantas estrelas tem da outra forma se você poder contar quantos tem meu amor por você conta meu amor quantas vezes te deixei bem claro que sempre vou ti ama agora eu olho para o céu e tento pelo menos contar quantas estrelas tem da outra forma se você poder contar quantos tem meu amor por você conta

ESSA É PRA VOCÊ


Eu te odeio tanto
que a sua morte
é a minha liberdade
minha salvação
e minha felicidade.


Quando você morrer
vou rir diante do seu sangue derramado
não porque eu sou psicopata
mas porque sou um ser traumatizado.


Quero te ver no caixão
Levar flores e esfregá-las na sua cara
quero te ver sofrer
até depois da morte.
Só assim eu vou curar cada corte
que eu mesma provoquei
na esperança de morrer primeiro que você.


Vou te levar na funerária Santa Maria
onde cada morte provoca um sorriso e uma alegria
mas quem vai estar mais feliz com tudo isso,sou eu.


Se um dia você realmente morrer antes de mim, me desculpe
eu tentei me matar na esperança de te deixar em paz.
Mas se você morrer primeiro, eu vou ficar muito agradecida
por me deixar ser feliz.

⁠Num momento raro,
quero eu e você,
homem e mulher,
banhados em êxtase,
sentir a tua pele na minha
com uma vontade insaciável
num misto de loucura e euforia,
uma união de corpos
beijos entrelaçados
como se a tua língua fosse
uma extensão da minha.
Não sei se isso ainda será um fato,
mas bem que eu gostaria.

Quando precisei de você para ser feliz,
eu descobri que me amava.
Quando abri mão da minha felicidade
para que você encontrasse a sua, foi que descobri que te amo.

Quem te subestima hoje será o primeiro a dizer "eu sempre soube" quando você chegar ao topo.

"Você diz que é 'brincadeira de mau gosto', eu digo que é falta de homem. Homem de verdade usa a força para elevar, não para pisar."

A sua suspeita diz tudo sobre quem você é, e nada sobre quem eu sou. O mal só vê o mal.

"Você me pisou achando que eu era terra, mas esqueceu que Isaque Ramon é semente. Agora que floresci, a sua sombra não alcança mais a minha luz."

"Você pergunta cadê o meu dinheiro, mas eu te pergunto: cadê a sua visão? Enquanto você foca no meu bolso, eu foco no meu império. O tempo dirá quem estava certo."

"Você quer ver o carro, eu estou focado na frota. Você quer ver a nota, eu estou construindo o banco. A pressa do ignorante é o maior obstáculo do visionário."

"Enquanto você usa sua 'riqueza' para se sentir superior aos outros, eu uso a minha visão para criar um futuro onde a pobreza de espírito não tenha lugar.

A CRIANÇA QUE HABITA EM NÓS - SENSAÇÕES
(Peça para alguém ler para você)
Hoje aqui eu convido você
A viajar comigo nesta história.
Esvazie a sua mente
Feche os olhos e apenas ouça
Minha voz suavemente.
Pronto, voltaste a ser criança.
Aproveite, não há mais ninguém em volta
Só você e sua velha infância
Ali no cantinho, veja!
Quanto brinquedo empilhado.
Há um que você gosta mais.
Dá pra ver.
Vá pegá-lo!
Uau! que bela recordação!
Há quanto tempo você não brincava?
Não recordavam-lhe as boas lembranças?
Sensações de criança
Que se foram e não voltam mais.
Aproveite, ainda estamos aqui.
Quanta inocência e rebeldia!
Você foi travesso um dia.
Quanta calmaria
E ansiedade para brincar
Como se o tempo fosse só seu
E o mundo girasse ao seu redor
Como se não houvesse problemas
E a dor fosse uma só,
A de ralar o joelho,
De arrancar o tampão do dedão,
De bater a cabeça ou levar um escorregão,
Mas não importa.
Tudo passava, você chorava,
Se encantava de novo e ia...
Quanta alegria!
Eu acho que toda infância nos remete a um pé de manga,
A um grupinho de amigos doidos,
A um clubinho, algumas construções vazias
Que serviam de labirinto para brincar de polícia e ladrão,
A uma cozinha pequena, porém limpinha,
A vó gritando e fazendo o almoço,
“Come tudo menino: - ‘tô’ de olho.”
O banho de chuva gelada, na lama ou na calçada,
As brigas com os irmãos,
A bola na casa da vizinha chata,
À noite, a mãe esperando você, com a varinha na mão...
Tudo era maravilhoso e tão simples.
Hoje como a gente aguenta?
Quantas virtudes eu tinha, quão sortudo era eu.
Desculpem-me quem não viveu assim,
Mas, pra mim, foi assim que se valeu.
Que saudade imensa de ver girassóis.
Hoje eu não vejo mais, é como se tivessem sumido,
É como se tivéssemos escondidos
Como a criança que habita em nós.

Eu me aprofundei onde você só molhou os pés… e, ainda assim, fui eu quem quase se afogou tentando te alcançar.

Quem é você? Diga logo que eu quero saber. Já passou o carnaval, tire a máscara social. Boi, boi, boi, boi da cara preta, tire essa menina que tem medo do capeta. Então você é isso, um rosto sem riso e se quer ser meu inimigo, junte suas armas inúteis, pois eu conheço seu calcanhar de Aquiles e não vou te polpar. Seus poemas de escarnio morrem ao virar a página e é perigoso a você achar que eu sou frágil. E se falo em solidão é porque no meu mundo não cabe seu jogo sujo, que quer me calar covardemente. Pegue seu capital cultural, e dele se desfaça, veremos que sobra uma farsa de um comediante sem graça. Eu nasci pobre e doente, mas não me tenho medo do seu ódio. Eu te amei de graça. Acertei no amor, só errei no alvo. Tire a máscara e mostre também sua fragilidade ou vai viver eternamente essa personalidade falsa, que em meio à sensibilidade deixa escapar cruel sua própria destrutividade. Você não vai me calar, nem a loucura me calou. Eu já sofri tortura. Você tem palco e aplausos, eu tenho uma pele marcada por violência. E você ainda acredita que pode me diminuir. Eu conheço a escola da rua e das grades, e nenhas não há consolo nem apoio. Apena uma instituição sem rosto. Meu sofrimento é a doença que sua soberba ignora. Não, não é serventia da casa, é um coração em brasa. Coma seus privilégios e deixe em paz meu vazio e minha solidão. Eu que te amei em vão, desconheço desilusão e tenho uma voz farta que não cabe na sua sala. Tire a máscara e fale olhando nos meus olhos, sei que vai se calar, pois quem é você sem palco? Sapo cururu na beira do rio, quando o sapo canta maninha, é porque tem frio. Gélido coração é o seu e se um dia você ganhou minha confiança, hoje perdeu minha esperança do ser que eu pensava que você era, em meu estado de primavera. Eu amo João, você ama Maria. Quadrilha. Ciranda, cirandinha vamos todos cirandar. Não, não tire a máscara. Não quero ver seu rosto. Suba no palco com seu novo projeto. Eu te conheço no palco da vida. E você tem sido meu professor, me ensinando lentamente a te odiar. Mas vou simplesmente esquecer. Você passará. Mascarado passou. Meus versos continuarão se sei bem a pessoa que sou. A canou virou, quem deixou ela virar? Sou o avaro burguês que não soube remar. Tire de perto de mim a palavra amar. Eu não te odiar. Escreverei mil versos enquanto a vida for testemunha da minha existência. Eu sou resiliência calada. Essa é a serventia da casa. Meu peito, meu lar.

Caiu finalmente a minha ficha do quanto você é, tão e somente, um cara burro (...) E eu, finalmente, deixei de ter pena de mim por estar sem você e passei a ter pena de você por estar sem mim. Coitado!!!"