Eu Nao te Conheco mas me Apaixonei por Voce
Se eu acreditasse em pecado, se eu acreditasse em Deus, esse seria o lugar de onde eu seria sugado direto para o inferno... Se eu acreditasse em inferno.
Eu sou mato seco, cachaça ralé, o lixo do beco de uma rua qualquer; e tudo mais o que for inútil e pegue fogo
Eu acredito no poder da oração, na força do bem e do amor, nas coisas boas que um pensamento positivo pode trazer, nas reviravoltas que um sorriso pode dar, na simplicidade de levar a vida.
Eu acredito no aconchego da reciprocidade, na importância de se relevar certas coisas e manter a paz de espírito e a mente tranquila.
Acredito que se o coração estiver leve, tudo coopera para a felicidade.
Só cabe a nós, remover o que não soma, deixar ir o que não traz alegria, transformar os anseios em foco, os medos em fé, e permitir que Deus nos surpreenda.
O Eu-poético
Minha poesia é suja, medíocre, falsa
Me falta o altíssimo vocabulário dos literários
Me falta as belíssimas temáticas da antiguidade
Não gosto de falar de amor, nunca vivi nenhum
Gosto de falar de dor, isso em mim é comum
Minha temática é a vida, vivida, convivida
Meu vocabulário é baixo, baixíssimo
Grandes poetas enfatizam o amor
Eu o despreso, o desgasto, o desmoralizo, o piso
Grandes poetas não falam em dor
Eu a clamo, a chamo, a escrevo, a como, a bebo
O amor é chato, fácil, simples
A dor é intensa, imensa, profunda.
Basta que eu queira, e eu quero meu Deus! Eu quero experimentar novamente a doçura da graça que passa. O calor ardente do sol, o perfume que paira na atmosfera e embriaga. Ouvir o riso das estrelas, o sorriso misterioso da lua e se deixar contagiar. Permitir o vento levar as asperezas que atravancam o caminho. Florescer! Entregar-se e entregando-se não sentir-se metade, não ficar partida, mas inteira e plena, como plenos devem ser os dias.
Por que eu te amo tanto? Sabe me dizer por que esse amor me faz atravessar a cidade para apenas te ver?
Então eu descobri que já nasci com esse problema
Eu gosto de escrever, eu gosto de escrever, crer, ver
Ver, crer, eu gosto de escrever e escrevo até poema.
Eu só queria enxergar alguma coisa no meio desses cacos no chão, esse caos sobre mim, essa tempestade que dessa vez não fui eu que causei. Alguma coisa que me fizesse levantar daqui.
Às vezes, quando as pessoas me dizem para ser forte, tudo que eu queria realmente é que elas me dissessem que não há problema em chorar.
Eu vou gostando, eu vou cuidando, eu vou desculpando, eu vou superando, eu vou compreendendo, eu vou relevando, eu vou… E vou indo.
Mas tudo aquilo, meu Deus, tudo aquilo que era maior do que eu mesma, maior do que o mundo, que me soterrava, que me transportava pra outra realidade, que fazia meu corpo inteiro doer tanto de tanto sangue inchado que passava por ele, tudo aquilo, nossa, acabou. Já era.
Enfim, esses ciúmes de mulher. Que eu nunca entendo porque são polvilhados de um egoísmo vulgar, de bolero barato. Só se deve ter ciúme do que vale a pena, do que é verdadeiramente importante. Não devemos desgastar-nos sentindo ciúme de tudo. Mas as mulheres não pensam assim. São capazes de sentir ciúme do ao mesmo tempo e com igual intensidade e veemência do marido, do amante, e de dois namorados. Têm muita habilidade para a vida. Ou muito sentido pragmático.
Eu morro a cada decepção, a cada mentira, a cada pessoa que me abandona. E vou continuar morrendo até levarem a última parte de mim. Porque morrer é assim, um processo longo que merece ser estudado. A gente começar a morrer a partir do momento que nasce, a gente morre quando criança, nossa mãe não nos deixa colocar na boca aquele brinquedo tão interessante. Morremos a espera, morremos de esperança, morremos de amor, morremos de dor. A gente morre quando percebe que a vida não era e nunca vai ser o que pensávamos, a gente morre com a mudança. A gente morre quando cresce, morremos quando se envelhece. Quando estamos jantando à espera de um prato que nunca vem. Morremos quando percebemos que ser apenas você mesmo não é o bastante. A gente morre na calçada enquanto andamos sempre na mesma direção, sabendo que tudo na vida que vira rotina, morre em vão. Morremos toda manhã ao acordar e perceber que quem nos queríamos ao nosso lado não está lá, morremos ao café da manhã, nossos ovos hoje estão podres, morremos ao ver que o do vizinho não. Morremos sem querer, morremos de propósito. Morremos em partes, e repondo essas partes que morremos de novo. Nada voltará a ser o que já foi um dia, morrer querendo ou não te torna mais vivo. Estamos gradativamente morrendo. Se perdendo em partes, vivendo de escassos, caindo aos pedaços. Eu morri uma vez. Hoje nasci de novo, e amanhã voltarei a morrer. E vou continuar morrendo até levarem a última parte de mim.
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