Eu Nao te Conheco mas me Apaixonei por Voce
As pessoas nunca estão 100% felizes, e eu não sou melhor que ninguém. Hoje não existe mais o mesmo brilho no meu olhar, pois cada dia que passa amamos as pessoas de uma forma diferente, e a minha ingenuidade já passou, não acredito mais em contos de fada! A vida me ensinou que as pessoas não são tão boas quanto imaginamos, que quando amamos nem sempre esse amor é correspondido, e quando alguém nos ama devemos dar valor, pois amanhã corremos o risco de chorar pelo amor de quem desprezamos e poderá ser tarde demais pra voltar atrás!
É fácil falar mal de mim, pois enquanto arduamente eu trabalho e não me sobra tempo para perder tempo, outros muito pouco fazem a não ser se fazerem de vítimas e com isto o tempo que tanto me faz falta por outra parte para esse tipinho de gente é abundante e ociosamente bem aproveitado para tentar me difamar.
Te espero, mesmo que não queira, eu quero. Espero que cresça, amadureça, floresça. Espero que vire a esquina e trombe com a sina que é nosso amor. Espero que me espere te esperar, porque a esperança de quem ama não morre, nem tarde, nem cedo, pois quem ama é rico, é barco, veleja, que sabe que por mais difícil que seja, após as maiores ondas, vem a recompensa de se navegar em um oceano calmo.
Te espero, sempre.
Não, eu não te esqueci e nem te substituí! Eu apenas te coloquei em outro lugar da minha vida, aquele no qual você não me incomoda mais!
Não espere que eu seja contida. Minhas emoções extravasam minhas bordas, borbulham na superfície, transbordam de mim.
Expresso o que me toca. Não me peça pra ser impassível. Sou feita de sentir. E meu sentir faz bagunça, sobe no palco, salta do peito.
Gosto de viver assim: des-me-di-da-men-te-a-pai-xo-na-da.
Quisera eu, ser feita de silêncios. Daqueles que restauram e espelham. Daqueles que traduzem. Tem muito barulho por aqui. Tem o riso solto, a alegria escancarada, a música alta. Tem a vontade de realizar e uma implicância danada com essa coisa de se bastar. Uma fé infantil no futuro.
Sou feliz e grata com a vida que tenho mas vivo seguindo o conselho de Fernando Pessoa: não acostumo com o que não me faz feliz e revolto-me quando julgo necessário.
Não sei fingir sentimentos. Não sei ensaiar simpatia. Ainda não aprendi a ignorar o que me ofende, me acomodar com o que incomoda, usar o silêncio como suposta superioridade e pseudo-atestado de controle.
Jamais conseguiria, vivo à flor da pele, obedeço o coração. Meu riso será indecente quando surgido, meu questionamento será inevitável quando provocado, meu choro, um convite: me conheça.
Me faça surpresas, me leve para ver o pôr do sol. Sou cativada por detalhes, uma encantada por pequenices. Me escreva qualquer frase que combine com o seu querer, apareça do nada e me presenteie com cheiros, com cores, com vinho, com móbiles e palavras.
Não é difícil me fazer sorrir.
Não me queira cética. Acredito em milagres, em intuições, em abraços e em declarações de amor. Desacreditar seria desistir, seria entristecer. E eu recuso todo e qualquer convite da tristeza. Alegria é o que me inspira. Emoção o que me traduz.
Acreditar é o que explica a minha vida.
Me faça convites, me conte uma história. Vamos deitar numa pedra e admirar o céu sem procurar saber da hora. Meu relógio pára numa prosa em boa companhia.
Espere de mim ideias, perguntas e também respostas. Respostas gentis, atenciosas, debochadas ou tortas. Tem opção para todos os gostos e reciprocidade para todos os gestos. Mas não espere de mim amarguras. Não confunda a minha receita. Tenho doses de doçura e pimenta para muitas porções, mas nunca cultivei o rancor.
Espere de mim o perdão, o pedido e o concedido. Sei reconhecer minhas falhas e acredito em qualquer um até mesmo depois que me prove o contrário. Sei dar segunda chance a quem merece, a quem faz valer a caminhada. E assumo todos os riscos. Prefiro assim do que me confortar com serás. Sou adepta do tentar e também do refazer.
Conte comigo, te dou meu ombro e minha sinceridade. Chegue mais perto, pegue na minha mão. Divido meus sonhos contigo, te empresto meus discos e meus livros. Me dê conselhos, me dê espaço. Repouso no teu colo e te conto a minha história. Tenho essa mania errante de me espalhar por aí.
Não tenho muita paciência, releve esse meu pesar. Não tenho vocação pra viver a conta-gotas. Me instigue mas não me provoque tanto. Me queira serena, quieta, satisfeita. Tenho febres elevadas, desejos insaciáveis, tenho coragens infinitas quando desafiada.
Tenho a mania de deixar o desaforo da porta pra fora. Sabe aquele texto da Martha Medeiros que diz: "Não grite comigo. Tenho o péssimo hábito de revidar"? Pois é. Se eu pudesse, estenderia a mão e diria a autora: bate aqui. Meu maior defeito talvez seja este. Minha defesa primeira.
Conte com a minha bondade, abrace o meu afeto mas não subestime a minha mansidão. Não apronte comigo contando com a minha suavidade. Ainda não aprendi com a sabedoria daqueles que deixam pra lá, não compactuo com aqueles que se contém corroendo por dentro. Nessas horas extravio a educação bonita que mamãe me deu e sigo concordando que respeito é pra quem tem.
Pareço vento e de repente eu seja mesmo. Mas veja, sou simples de se capturar. Meu parecer talvez seja este: eu simpatizo com os urgentes e me recolho na intensidade. Suplico a paciência e enlouqueço na espera. O talvez não me responde, o quase não me convence, o "não sei" me sufoca o peito e me arde toda.
Eu vivo é de quereres, insaciáveis e emergentes. Reciclo minhas coragens e não confiro a temperatura da água. Eu mergulho. Inteira. E descubro que sei nadar.
Meu passado era parte de mim e moldava quem eu era agora, mas não definia quem eu me tornaria. Não me controlava.
Eu nunca deixo mesmo claro o que eu tô sentindo. E fica parecendo que eu não sinto. Mas é incrivelmente triste quando desistem do meu mistério.
Eu não chego querendo ensinar nada nos lugares que eu vou, eu chego querendo aprender. Se tenho que ensinar algo para alguém, é para mim mesmo.
O que vem pela frente, eu não sei, mas a fé que carrego comigo, me dá todas as certezas que preciso para acreditar que dias melhores virão, que coisas surpreendentes acontecerão, e que as bênçãos de Deus nos acompanharão hoje, amanhã e sempre, amém! -
Quero alguém para chamar de meu.
Não por posse, mas por escolha.
Alguém que eu reconheça como casa.
Quero sentir o cheiro do aconchego,
e nos seus braços não apenas estar
mas ser lar também.
Porque amar, para mim, não é passagem.
É permanência.
É ter onde repousar o medo
e onde a alma possa descansar.
Pelo menos eu posso dizer que eu tentei te dizer
Me desculpe por partir seu coração
Mas não importa, claramente isso não te machuca mais
"Que é isso? Xô, não, vamos lá, eia, avante, companheira, hei-de-vencer, Deus-provê e eu-mereço-mais, devem ser NOSSOS lemas na Nova República. Fique bem, please. Paciência — é preciso ter infinita paciência. Olhar meigo para tudo & todos. Humildade, decência, recato & pudor. A um passo da santidade."
Eu não preciso mendigar a atenção de ninguém, pois eu não sou um cão pra viver me alimentando de restos e migalhas.
QUANDO EU DANÇO, MINHA MENTE PERCEBE, O MEU CORAÇÃO SENTE E O MEU CORPO EXPRIME.
NÃO SOMENTE O QUE A ALMA QUER EXTERNAR, MAS O QUE O ESPÍRITO QUER EXPRESSAR.
A DANÇA É A EXPRESSÃO QUE INTEGRA, É UM MOVIMENTO DE ENTREGA.
Criada em 18/04/2012
eu, somente eu, e mais nada.
De perto nada é como parece, ou como deveria ser.
Não sou tão bonita, nem por dentro, nem por fora. Minhas certezas são mínimas em comparação as minhas duvidas. Sofro por antecipação, faço charme, faço drama, faço tudo pelo o que eu quero. Tenho um grande ponto de interrogação na minha vida amorosa, e não sei tanto quanto eu digo que sei.
Não sou como uma adolescente comum, com planos comuns, sou ambiciosa, egoísta e teimosa. Coloco meus amigos num lugar especial, e não me importo muito com o restante, os preservo absolutamente, porque só agora eu percebi que o importante é que sejam poucos e bons.
Já sofri por amor, e sinceramente ainda sofro, não gosto de adimitir nada, nem se tratando de coisas simples. Alias não me dou bem com essa palavra, faço do simples complicado e do complicado complexo.
Sou fechada como uma ostra e de vez em quando para os que conseguem me abrir, ganham uma pérola. Não vivo um dia após o outro, por mais que eu tente muito fazer isso. Faço plano para fazer plano. Fico ansiosa, e quando chega a hora esperada, perde totalmente a graça. Sei ser amável e sei me doar, apesar de muita gente não acredita. Costumo tomar para mim as dores dos outros e as dores do mundo. Não gosto de ser o que querem que eu seja e sobre isso peço que me deixem ser assim porque apesar de tudo eu sou feliz, e levo a vida da melhor maneira possível, do jeito que dá, do jeito que deixam. mas isso é só temporário, questão de tempo.
Aguardem-me...
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