Eu Nao te Conheco mas me Apaixonei por Voce

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IMPULSIVAMENTE(EU)

Se me perguntassem o que sou, eu diria: Impulsiva. Não sou indiferente a nada, tudo me toca. Só consigo agir a partir de alguma emoção, se eu parar pra pensar, eu paro, não ajo. Ação pra mim tem que ser no calor do momento, com a pele arrepiada e a voz sobressaltada. Planejar é algo muito matemático para quem acredita na influência dos ventos e dos corações.

Posso estar morrendo de ódio de alguém, mas se ao encontrar essa pessoas, os olhos dela me pedirem ajuda, sou imediatamente tomada pela emoção do momento, esqueço todas as ofensas que treinei na frente do espelho e amo-a como nunca. O contrário também acontece: Quando amo, mas sinto-me ameaçada pelo ciúme ou pela vaidade.

Não sou alguém, sou uma reação a todo o sentimento do mundo.

Por mais que eu queira insistir
Nosso tempo acabou
Eu tenho que admitir
Isso não é mais amor

Tarde da noite você não é mais
A mesma pessoa
Que eu amei acima de tudo
E nada disso foi à toa

“Eu gosto das lembranças. Eu não lido bem é com a saudade.”

Eu não sei como se escreve mas sei como se faz

Eu sempre gostei de viver o meu mundo em voz baixa. Certos fracassos e sucessos não precisam ser do conhecimento de mais ninguém. E quando a vida da gente fica quietinha, parece que flui mais fácil, não é?

Incoerencias Minhas...
Abre tua porta que eu quero passar
Não sei se quero voltar
Mas deixa-a aberta
E faz cara de surpresa
Se eu resolver voltar

Eu tenho o costume de sofrer muito por esperar dos outros uma atitude que não vem. Pode ser da mãe, do pai, do amigo, do colega de trabalho, do namorado, do mosquito que faz barulho chato no ouvido no meio da noite. Eu espero porque eu faço. Me dou de bandeja, mas nem sempre consigo me perdoar. E preciso entender que as coisas não vão ser como eu quero.

Eu ando cansada do nada, do pouco e do insuficiente. Parece que as coisas não mudam, o tempo não passa e as dores não param

Incógnita

Quando estamos juntos, me desconheço...
Não sei se eu sou eu, ou se estou do avesso!

Quem vê o meu sorriso, não percebe que os meus olhos se consomem de tristeza...
Eu só quero que a felicidade more em mim!

⁠ “O gosto da morte está sobre os meus lábios. Eu sinto um gosto que não é dessa terra”

Sentado em um canto eu me encanto com as lembranças de um passado não tão distante e caio aos prantos.

Eu gostaria de ser aquele que não se importa com nada…

⁠Sei que queria que as coisas fossem diferentes. Eu também queria, mas não são.

Eu gosto dela,
Ela diz que gosta de mim...
Por que não estamos juntos?
Simples, minha conta bancária ainda não encheu o coração dela de amor...

Eu não te abandono
Mesmo que passem os anos
E outros caminhos a gente venha seguir
Amiga, vamos fazer um trato?
Estejamos nós aonde for
Nossa amizade vai continuar.
Amiga, vamos nos comprometer
Fazer diferente do que outros fazem,
Não vamos deixar nossa amizade morrer.
Isso não é impossível,
Talvez seja necessário
Um pouco mais de esforço.
Mas pra te ter ao meu lado,
Há de valer a pena,
Afinal devemos lembrar
Pra quem contaremos nossos segredos
Ou quem mais os manterá?
E quem além de nós
Conhece mais os nossos medos?
E se eu brigar com alguém,
Quem me consolará?
E se perderes teu amor,
Em qual ombro vais chorar?
Amiga, vamos fazer um trato,
Ficarmos sempre lado a lado
Porque preciso no futuro
Ao olhar fotos do passado
Ter comigo a certeza
Que mesmo que tenha
A minha vida mudado
O melhor aconteceu
Te tive sempre do meu lado

As coisas vão ficar muito feias e eu não sou de ficar quieta. Sou bem mais de meter bala.

Acontece que eu não tenho escolha
Por isso mesmo é que eu sou livre

Basta dizer que não estou amando. Talvez eu seja ‘indomável’ demais para casos de amor prolongados. O que mais preciso é do mundo. Nunca seria capaz de dizer, nos braços de uma mulher, o mesmo que um herói de Wagner: ‘Deixe-me morrer!’. Quero viver… e ver mais do mundo, & Deus sabe por que, e o amor de uma mulher é um dos muitos amores indomáveis. Uma coisa é certa: a paixão goetheana não é a minha. Há irritação, agitação, ‘loucura’ demais em mim para esse estado de languidez. Preciso correr, sempre. Só dois tipos de mulher servem para mim: uma louca Edie que iguala minha própria impaciência e loucura e horror, até a exaustão de um de nós, ou uma garota simples (parecida com a minha mãe) que absorve e compreende e aceita isso tudo. Ontem mesmo uma mulher em San Francisco sufocou seu bebê até a morte porque ela ‘não queria que qualquer outra pessoa o tocasse’. De fato, sim, ‘deixe-me morrer’ em uma paixão wagneriana… vou acreditar no que Leon Robinson diz em ‘Viagem ao fim da noite’ — ‘estou bastante ocupado tentando me manter vivo’. E junte a isso… ‘e me divertindo loucamente’ com isso. Isso começa a indicar a falta de amor peculiar de minha posição nos últimos 3 anos, talvez nos últimos 26 anos… e nunca gostei tanto de uma ideia sobre mim mesmo, sério, e acho que isso também significa algo: espontaneidade é a palavra que mais me agrada… Por Deus, não é todo dia que se encontra um álibi perfeito para si mesmo, e o mais impressionante é que é tão brutalmente verdadeiro!

Deixa que eu te ame em silêncio
Não pergunte, não se explique, deixe
que nossas línguas se toquem, e as bocas
e a pele
falem seus líquidos desejos.

Deixa que eu te ame sem palavras
a não ser aquelas que na lembrança ficarão
pulsando para sempre
como se o amor e a vida
fosse um discurso
de impronunciáveis emoções.