Eu Nao te Conheco mas me Apaixonei por Voce
Eu decidi...
Que ao invés de desanimar ... em Deus vou confiar...
E de lado toda preocupação vou deixar...
Que vou contar pra Ele cada desejo do meu coração
e esperar no tempo certo do Senhor ...
Porque ainda que outros duvidem e achem que esperar não
vale a pena e que estou apenas perdendo tempo
Quando Deus realizar meu sonho, aqueles que de mim
zombaram irão ficar assustados do quanto Deus é fiel e
grande em tudo aquilo que cumpriu em minha vida...
Eu decidi esperar...
Débora Aggio
"As pessoas que eu mais brinco são as que mais se irritam comigo. Algumas delas nem se importam, outra rebatem...se elas soubessem que eu faço isso porque tenho forte admiração por elas. Se elas soubessem o quanto eu gosto delas...Se elas soubessem o tamanho da minha consideração...se elas soubessem da minha verdadeira AMIZADE.."
O rap me ensinou a ser melhor , a razão vai além do que é certo , mas nem por isso eu deixei de estar no jogo
Os idiotas escrevem sem sentido;
E sem saber, confunde o pensamento de muitos;
Há esses idiotas eu aconselho o silencio é o melhor gesto a fazer;
Quando não tem o que de bom pra escrever.
Se eu morrer de infarto, foi porque amei demais. Mas se por acaso eu morrer de cirrose, também foi porque eu amei demais!
Donde eu vim?
CAPÍTULO IV
Na fase das bonecas
Quando criança ainda, lá com meus 6 ou 7 anos de idade, eu não possuía nenhum brinquedo de fábrica. Todos eram confeccionados em casa, em conjunto com as amiguinhas vizinhas, com meus irmãos e às vezes minha mãe tirava um tempo e nos ensinava a fazer algumas coisas interessantes.
Fazíamos bonecas de sabugo. É, sabugo mesmo, aquela parte que sobra do milho seco depois de debulhado. Escolhíamos o maior de todos os sabugos disponíveis no paiol. Cortávamos retalhos de tecidos cedidos por minha mãe, que sempre os tinha guardados numa sacola pendurada atrás da porta de seu quarto de costura.
Escolhido os tecidos, pegávamos a parte mais grossa do sabugo, o que seria a cabeça da boneca, nele colocávamos o tecido na extremidade, como se fosse uma touca, amarrando firme com uma tirinha, para não se soltar ( porque cola nós não tínhamos). Em seguida, escolhíamos outro "paninho"e fazíamos uma saia, pregueada ou franzida, com as mãos mesmo, nada de agulha ou linha! A coleguinha ajudava a amarrar. Com um lápis preto usado ou mesmo um pedaço de carvão, desenhávamos os olhos e com semente de urucum, a boca.
Pronto! Estavam ali nossas bonecas. Lindas! Cada uma com a sua. Diferentes umas das outras, devido a escolha dos retalhos coloridos. Felizes, íamos brincar por horas a fio...
Mas um belo dia, uma priminha da cidade, veio com meus tios nos visitar, trazendo consigo uma boneca de verdade.
Fiquei encantada! Nunca havia visto uma, e tão linda. De olhos azuis e cabelo cacheado!
Daquele dia em diante minha vida mudou. Não quis mais saber de brincar com boneca de sabugo. Eu queria uma boneca de verdade! A novidade mexeu com meus sonhos, até então acessíveis.
Chorava e implorava para minha mãe. "Quem sabe no Natal", dizia ela. Pedir para meu pai, nem pensar! Para ele brinquedo era desperdício de dinheiro. Era o jeito dele ver o mundo infantil...
Posso jurar, foi o ano mais longo de minha infância: Eu queria minha boneca de verdade e ela só viria no Natal.
Chegou o Natal, como tantos outros, mas para mim seria diferente, eu teria minha boneca de verdade. O "talvez" de minha mãe eu esquecera.
Fomos com toda alegria, ver os presentes debaixo da linda árvore natalina, bem cedinho. Cada um procurando o seu, embrulhados em papel comum, mas nosso nome marcado com a letra de minha mãe.
Porém, cadê a minha boneca de verdade? Ela não veio! Ganhei sim uma sombrinha de criança, que no dia seguinte já estava quebrada.
Chorei... chorei... e ainda levei umas boas palmadas de meu pai. Ninguém me consolou!
Acontece que eu só tinha irmãos meninos ao meu redor e duas irmãs bem menores que não compreendiam a minha tristeza. Minha mãe deve ter percebido, mas como nada podia fazer, não deixou transparecer; apenas prometeu-me que daria um jeito, "talvez" na próxima ida à cidade grande, na época das compras.
Isto não me consolou. Foi sem dúvida, o Natal mais triste de minha infância!
** A boneca? Só no próximo capítulo!
mel - ((*_*))
Donde eu vim?
CAPÍTULO IV
Na fase das bonecas
Quando criança ainda, lá com meus 6 ou 7 anos de idade, eu não possuía nenhum brinquedo de fábrica. Todos eram confeccionados em casa, em conjunto com as amiguinhas vizinhas, com meus irmãos e às vezes minha mãe tirava um tempo e nos ensinava a fazer algumas coisas interessantes.
Fazíamos bonecas de sabugo. É, sabugo mesmo, aquela parte que sobra do milho seco depois de debulhado. Escolhíamos o maior de todos os sabugos disponíveis no paiol. Cortávamos retalhos de tecidos cedidos por minha mãe, que sempre os tinha guardados numa sacola pendurada atrás da porta de seu quarto de costura.
Escolhido os tecidos, pegávamos a parte mais grossa do sabugo, o que seria a cabeça da boneca, nele colocávamos o tecido na extremidade, como se fosse uma touca, amarrando firme com uma tirinha, para não se soltar ( porque cola nós não tínhamos). Em seguida, escolhíamos outro "paninho"e fazíamos uma saia, pregueada ou franzida, com as mãos mesmo, nada de agulha ou linha! A coleguinha ajudava a amarrar. Com um lápis preto usado ou mesmo um pedaço de carvão, desenhávamos os olhos e com semente de urucum, a boca.
Pronto! Estavam ali nossas bonecas. Lindas! Cada uma com a sua. Diferentes umas das outras, devido a escolha dos retalhos coloridos. Felizes, íamos brincar por horas a fio...
Mas um belo dia, uma priminha da cidade, veio com meus tios nos visitar, trazendo consigo uma boneca de verdade.
Fiquei encantada! Nunca havia visto uma, e tão linda. De olhos azuis e cabelo cacheado!
Daquele dia em diante minha vida mudou. Não quis mais saber de brincar com boneca de sabugo. Eu queria uma boneca de verdade! A novidade mexeu com meus sonhos, até então acessíveis.
Chorava e implorava para minha mãe. "Quem sabe no Natal", dizia ela. Pedir para meu pai, nem pensar! Para ele brinquedo era desperdício de dinheiro. Era o jeito dele ver o mundo infantil...
Posso jurar, foi o ano mais longo de minha infância: Eu queria minha boneca de verdade e ela só viria no Natal.
Chegou o Natal, como tantos outros, mas para mim seria diferente, eu teria minha boneca de verdade. O "talvez" de minha mãe eu esquecera.
Fomos com toda alegria, ver os presentes debaixo da linda árvore natalina, bem cedinho. Cada um procurando o seu, embrulhados em papel comum, mas nosso nome marcado com a letra de minha mãe.
Porém, cadê a minha boneca de verdade? Ela não veio! Ganhei sim uma sombrinha de criança, que no dia seguinte já estava quebrada.
Chorei... chorei... e ainda levei umas boas palmadas de meu pai. Ninguém me consolou!
Acontece que eu só tinha irmãos meninos ao meu redor e duas irmãs bem menores que não compreendiam a minha tristeza. Minha mãe deve ter percebido, mas como nada podia fazer, não deixou transparecer; apenas prometeu-me que daria um jeito, "talvez" na próxima ida à cidade grande, na época das compras.
Isto não me consolou. Foi sem dúvida, o Natal mais triste de minha infância!
** A boneca? Só no próximo capítulo!
mel - ((*_*))
As vezes eu queria q minha cabeça e coração tivessem lugares trocados . Só pra eu amar com a cabeça e pensar com o coração .
De que adiantou eu me jogar na frente de um ônibus, pegar carona com um desconhecido, e passar noites em claros pensando no nosso futuro separados? Você não era o cara certo.
Sem pressa...
Eu quero, tocar minha harpa
sobre o palco das estações da vida
e receber os aplausos das flores
que dançam, balançadas pelo vento.
Estou na espera de uma brisa amena
para suavemente, empurrar o som
até encontrar a saudade
que sem pressa,
caminha devagarinho
na direção do meu coração.
By/erotildes vittoria
pensamento de um louco apaixonado
se eu pudesse largaria de respira só para escuta tua respiração.
se eu pudesse arrançaria do meu peito meu coração para te da para demostra o quanto eu te amo.
se eu pudesse eu deixaria de pensa em coisas banais deste mundo só para pensa em vc .
se eu pudesse arrancaria a minha alma para colar a tua alma para que eu não ficasse um estante longe de te.
se eu pudesse não morreria nunca só para vive a eternidade com vc.
se eu pudesse deixaria de ser consciente e passaria a ser louco para vive a loucura deste amor.
Antes de te conhecer, eu me perguntava, será se a felicidade que procuro em ter poderá estar aonde nunca pensaria estar. Eu tinha razão, e o meu modo de pensar estava correto. Nunca imaginária estar em SÃO LUÍS DO MARANHÃO? E é lá que minha felicidade se encontra, minha felicidade tem nome e endereço. "Franciele" você é minha felicidade, meu ar, minha razão. Enfim, Mô você é meu tudo! Amo-te muito, minha vida.
Louco é quem tenta explicar o amor: O amor é assim... como eu direi... inexplicável... um sentimento louco... uma loucura intensa... uma doença que toma conta da gente, somente porque alguém tenta explicar também.
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