Eu Nao te Conheco mas me Apaixonei por Voce
Hoje eu cansei da vida...
Ficar deitada sem fazer nada parecer ser a melhor coisa a se fazer.
Se não fossem as obrigações,
Não me levantaria da cama o dia inteiro.
Hoje, ficar deitada, sem fazer nada, é com certeza o melhor a se fazer.
Nem comer, nem dançar, nem fazer compras, nem mesmo cantar.
Hoje o melhor do dia é mesmo dormir.
É fechar os olhos e simular que a noite dura uma semana ou dura para sempre.
E ficar apenas deitada,
Sem fazer nada,
Apenas deitada.
Eu sou assim. Eu gosto e preciso de sua atenção. Eu sou carente e idiota por natureza. Eu sou carismático como ninguém. Faço mais drama do que você verá em três filmes dessa categoria juntos. Eu falo as maiores asneiras que você vai ouvir por aí. E eu faço qualquer coisa pra ver quem eu amo bem. Muita gente me critica por ser assim, mas quer saber? Não estou a fim de mudar não. Fica pra próxima, obrigado.
O que eu quero ???
Só quero ser feliz,quero amar sem ter que chorar na despedida... sentir a chuva tomar meu corpo, o calor do sol aquecer-me a alma... quero poder gritar ao mundo dizendo que não foi em vão, que não é em vão minha escolha e talvez eu viva uma vida de incertezas. Sem saber realmente o que meu coração deseja, mesmo sabendo que na verdade o que ele quer é estar ao seu lado... mas quero sim, viver intensamente, amar, chorar, sorrir, sem medo... Ou com medo,tanto faz. O que eu quero mesmo é poder olhar pra traz e dizer sorrindo: chorei, ganhei, perdi, sorri, amei, fui e não fui amada, e alegrar meu coração ao perceber que nada foi em vão... que valeu a pena cada lágrima,cada sorriso,cada minuto de espera,cada noite de solidão...alimentarei em meu coração a certeza de que o verdadeiro amor é aquele que suporta a renuncia e consegui viver na saudade...afinal não é só de carinhos e beijos que se alimenta um grande amor. Talvez eu ame... talvez eu seja amada...talvez não... talvez eu chore talvez não...quem sabe eu tenha encontrado o que a muito tempo procurava, mesmo sem saber ao certo o que encontrei.
Eu sou meio pacata, às vezes impulsiva. Eu sou muito sensata, às vezes emotiva. Eu sou um tanto chata, um tanto positiva. Louca de fato, complicadamente viva.
Procure me amar quando eu menos merecer, porque é quando eu mais preciso
Falamos à beça de amor. Apesar das nossas singularidades, temos pelo menos esse desejo em comum: queremos amar e ser amados. Amados, de preferência, com o requinte da incondicionalidade. Na celebração das nossas conquistas e na constatação dos nossos fracassos. No apogeu do nosso vigor e no tempo do nosso abatimento. No momento da nossa alegria e no alvorecer da nossa dor. Na prática das nossas virtudes e no embaraço das nossas falhas. Mas não é preciso viver muito para percebermos nos nossos gestos e nos alheios que não é assim que costuma acontecer.
Temos facilidade para amar o outro nos seus tempos de harmonia. Quando realiza. Quando progride. Quando sua vida está organizada e seu coração está contente. Quando não há inabilidade alguma na nossa relação. Quando ele não nos desconcerta. Quando não denuncia a nossa própria limitação. A nossa própria confusão. A nossa própria dor. Fácil amar o outro aparentemente pronto. Aparentemente inteiro. Aparentemente estável. Que quando sofre não faz ruído algum.
Fácil amar aqueles que parecem ter criado, ao longo da vida, um tipo de máscara que lhes permite ter a mesma cara quando o time ganha e quando o cachorro morre. Fácil amar quem não demonstra experimentar aqueles sentimentos que parecem politicamente incorretos nos outros, embora costumem ser justificáveis em nós. Fácil amar quando somos ouvidos mais do que nos permitimos ouvir. Fácil amar aqueles que vivem noites terríveis, mas na manhã seguinte se apresentam sem olheiras, a maquiagem perfeita, a barba atualizada.
É fácil amar o outro na mesa de bar, quando o papo é leve, o riso é farto, e o chope é gelado. Nos cafés, após o cinema, quando se pode filosofar sobre o enredo e as personagens com fluência, um bom cappuccino e pão de queijo quentinho. Nos corredores dos shoppings, quando se divide os novos sonhos de consumo, imediato ou futuro. É fácil amar o outro nas férias de verão, no churrasco de domingo, nos encontros erotizados, nas festas agendadas no calendário do de vez em quando.
Difícil é amar quando o outro desaba. Quando não acredita em mais nada. E entende tudo errado. E paralisa. E se vitimiza. E perde o charme. O prazo. A identidade. E fala o tempo todo do seu drama com a mesma mágoa. Difícil amar quando o outro fica cada vez mais diferente do que habitualmente ele se mostra ou mais parecido com alguém que não aceitamos que ele esteja. Difícil é permanecer ao seu lado quando parece que todos já foram embora. Quando as cortinas se abrem e ele não vê mais ninguém na plateia. Quando até a própria alma parece haver se retirado.
Difícil é amar quando já não encontramos motivos que justifiquem o nosso amor, acostumados que estamos a achar que o amor precisa estar sempre acompanhado de explicação. Difícil amar quando parece existir somente apesar de. Quando a dor do outro é tão intensa que a gente não sabe o que fazer para ajudar. Quando a sombra se revela e a noite se apresenta muito longa. Quando o frio é tão medonho que nem os prazeres mais legítimos oferecem algum calor. Quando ele parece ter desistido principalmente dele próprio.
Difícil é amar quando o outro nos inquieta. Quando os seus medos denunciam os nossos e põem em risco o propósito que muitas vezes alimentamos de não demonstrar fragilidade. Quando a exibição das suas dores expõe, de alguma forma, também as nossas, as conhecidas e as anônimas. Quando o seu pedido de ajuda, verbalizado ou não, exige que a gente saia do nosso egoísmo, do nosso sossego, da nossa rigidez, para caminhar ao seu encontro.
Difícil é amar quando o outro repete o filme incontáveis vezes e a gente não aguenta mais a trilha sonora. Quando se enreda nos vícios da forma mais grosseira e caminha pela vida como uma estrela doída que ignora o próprio brilho. Quando se tranca na própria tristeza com o aparente conforto de quem passa um feriadão à beira-mar. Quando sua autoestima chega a um nível tão lastimável que, com sutileza ou não, afasta as pessoas que acreditam nele. Quando parece que nós também estamos incluídos nesse grupo.
Difícil é amar quem não está se amando. Mas esse talvez seja o tempo em que o outro mais precise se sentir amado. Para entender, basta abrirmos os olhos para dentro e lembrar das fases em que, por mais que quiséssemos, também não conseguíamos nos amar. A empatia pode ser uma grande aliada do amor.
Hoje eu só queria poder me perder nos teus braços e viajar em um mundo só meu e que
só existe quando estou com você, até seu beijo me trazer de volta e eu me reencontrar no seu olhar.
Essa não é uma carta de amor, e tentarei não ser clichê e nem tão dramático, por mais que isso
faça parte de mim, e acredito que essa não seja uma carta tão comum. Na verdade, nem de
despedida, te escrevo uma carta de até logo. Porque me despedir de você me dói tanto, dói porque
nossas almas estão ligadas. Talvez sempre tenham sido e sempre serão.
Talvez nós tenhamos vivido mil vidas antes desta e em cada uma delas nós nos encontramos,
e talvez a cada uma delas tenhamos sido forçados a nos separar pelos mesmos motivos.
Isso significa que este adeus é, ao mesmo tempo, um adeus pelas últimas dez mil vidas e um prelúdio
do que virá.
E te escrevo porque não tivemos a chance de nos despedir.
Você partiu sem ao menos eu poder dizer tchau, adeus ou um até logo,
mas a vida é isso, temos que fazer nossas escolhas e, como eu sempre te disse:
a vida nos obriga a escolher caminhos que não podemos levar todo mundo, e você não me levou.
E não guardarei mágoa pela sua escolha. É sua vida, é sua felicidade, e não posso
guardar nenhum sentimento que não seja o desejo de que você seja feliz.
Tudo na vida tem os dois lados, posso ficar pensando que perdi o amor da minha vida,
mas também posso me lembrar de que, em um mês, você me fez sentir coisas que eu
não acreditava que poderia sentir de novo, e acredito que isso tem que acontecer hoje,
para dar certo amanhã.
Estou sentindo muito sua falta e sei que isso nunca irá curar por completo, porque completo
eu me senti quando estive ao seu lado. Mas talvez ainda não seja o momento, o nosso tempo.
Bom, queria só te dizer que eu te amo e sempre vou te amar, e que sei que a vida
nos dará outra chance.
Não direi adeus porque não dá para desfazer um laço tão puro e bonito como o nosso e também não direi porque sei que não é, sei que vou te reencontrar e sei que um dia te terei por completa, e que meu pedido para aquela estrela-cadente vai se realizar.
Desabafo de um solitário.
Mais uma noite cai e eu estou aqui mais uma vez no meu quarto, ao lado de um rádio ouvindo músicas as quais me fazem viajar em um mundo completamente esquecido, porém meu. Esquecido ao ponto de não ter com quem dividir essas palavras que ao se juntarem formam verdades que nos fazem lembrar de coisas ou fatos que marcaram muito nossa vida, vida a qual muitas vezes mal vividas, talvez por falta de um alguém ou até mesmo pelo fato de não termos coragem de assumir um amor...
O sono bate, as palavras somem, os olhos pesam... mas de uma coisa ainda tenho plena consciência, de que no dia seguinte será da mesma maneira como foi o ontem...
Será que minha vida só se resume a isso?
Será que um dia, seja perto, seja lonje, poderei ou deixarão eu viver minha vida da maneira que me for mais suficiente para me sentir realmente feliz?
Trago comigo a seguinte frase: "Felicidade não existe, o que existe são bons momentos partilhados com pessoas especiais que nos fazem sentir bem e que não duram muito tempo!"
Infelizmente, felicidade não é para todos, pois nem todos vivem da maneira que gostaria de viver para poder se sentir feliz.
Tudo no mundo depende de uma segunda pessoa para tentarmos sermos felizes, apesar de que a felicidade tem que estar dentro de nós mesmos e não nas pessoas, pois as pessoas apenas nos completam!
Eu quero aprender mais, compreender mais, evoluir sempre. Quero ter direito a sonhar alto e alcançar meus objetivos com garra e determinação. Quero conquistar novos conhecimentos, todos os dias. E fazer de cada dia uma lição de vida. Quero desenvolver os meus talentos e alcançar meus objetivos, sem deixar de olhar para o mundo ao meu redor. Quero encarar cada desafio como oportunidade. E fazer dos obstáculos minha maior motivação. Eu sei o que eu quero. Eu quero é vencer.
Bipolar e Psicopata.
Bipolar: Oi Psicopata, desculpe incomodar.
Psicopata: Oi. Tudo bem, eu acho.
Bipolar: Eu só queria saber como é não ter sentimentos.
Psicopata: Vazio e solitário. Como é tê-los todos de uma vez?
Bipolar: Confuso e cansativo. Será que poderia me dar um pouco do seu vazio?
Psicopata: Será que poderia me dar um pouco dos seus sentimentos?
Bipolar: Você não ia gostar da confusão.
Psicopata: E você não ia gostar da solidão.
Para resolver qualquer problema, aqui estão três perguntas a perguntar-se: Primeiro, o que eu poderia fazer? Em segundo lugar, o que eu poderia ler? E terceiro, a quem eu poderia pedir?
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