Eu Nao te Conheco mas me Apaixonei por Voce

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Eu acredito que um dos maiores desafios de viver seja ficar cada vez mais forte sem perder a leveza.

Eu vou me sentir orgulhosa de mim, quando eu tiver com oitenta e poucos anos.

“Eu aprendi, em meio à solidão, a amar tanto a minha própria companhia, que permanecer sozinha já não pesa… parece, na verdade, uma excelente escolha. Porque a paz que construí dentro de mim vale mais do que qualquer presença vazia.”

⁠Nas sombras do meu exílio voluntário, eu teço as teias do destino alheio, onde cada sussurro é uma lâmina e cada sorriso, o prelúdio da ruína.

"Eu tenho princípios e valores e defino minha oralidade!!"

Eu sou abençoada cada dia mais e mais se vivo obediente. Os pecados, as propostas, as tentações vêm, mas eu te escolho, Deus.

"Antes de qualquer ex, meu pai já tinha me mostrado que nem todo 'eu te amo' é de verdade."

Arames Farpados




No mundo das ilusoes eu estava
Partindo de um sistema frustrado
Nessa caminhada tive que vencer
No beco da emoção eu tive eu crescer


Cercada de arames farpados
Me protegendo dos ventos
Frios, sem coberta, sem alentos
O sol me aquecia no mundo que eu não existia


Em contos de fadas lindos e poéticos
Meu corpo não acha se quer um afago, um afeto
Olhares de sentir
Sentir-se pena, dó, nojo, medo, repudia
Tive que ser, antes mesmo de crescer


Eu vou sem medo, com força
Ditando quem eu sou
Eu vou voando nos sonhos de ser
Encontrando quem sou no meu viver

“Por muito tempo, achei que a dor era um castigo. Algo que eu merecia por ser fraco, por errar, por não conseguir ser como os outros queriam. Mas com o tempo — e com muita cicatriz — entendi uma coisa que mudou tudo: a dor nunca foi a minha inimiga.
Ela não veio para me destruir. Veio para me esculpir. Cada lágrima que engoli, cada noite em que pensei em desistir, cada vez que fui ao chão e demorei a levantar… tudo isso foi me ensinando uma língua que só quem sofre de verdade aprende: a língua da resistência.
Hoje eu sei. A dor era o meu teste. E a minha resposta foi não me tornar amargo, mas profundo. Não me tornar cruel, mas forte de verdade.
E foi aí que eu descobri: a minha dor era, na verdade, a minha vocação para a grandeza.
Porque grandeza não é nunca ter caído. É ter caído, levantado, e ainda assim escolhido seguir. É transformar ferida em direção. É olhar para o que tentou te matar e dizer: ‘você me fez mais difícil de ser quebrado.’
Se você está sofrendo agora, escuta: você não está sendo punido. Você está sendo preparado. A sua dor não é o fim da sua história — ela é o início da versão mais poderosa de você mesmo.
Aceite. Ela não é sua inimiga. Ela é sua chamada para algo maior.”

Eu acredito que em política só existem dois tipos de mente: as que com o intuito de se elegerem inventam histórias mirabolantes e as que movidas por um fanatismo doentio, além de crerem nessas histórias a defendem até a morte.

RUA DA ESPERANÇA


Todo dia ao acordar
Eu penso em Deus
E por mais que tudo mal me vá
A rua da esperança espera por mim
Eu abro a porta pra com Deus me encontrar
E tu não tens ideia de como me sinto


Eu ainda ouço as velhas vozes
E vejo as ruinas de meu coração
Mas a voz de Deus é como um trovão
A dizer: calma, filho! Tá tudo bem!


E a Rua da Esperança surge em meio aos caos
De árvores mortas
E casas desmembradas
E eu desço as escadas
Arrastando ainda todas as minhas coisas velhas
Que não me deixam por nada


Toda vez que meu coração é quebrado
Minha a alma não senta no escuro a chorar
Eu fecho os olhos e penso em Deus
E Ele sempre vem me encontrar
Me segura pela mão
E pela Rua da Esperança me convida a andar

Se seu corpo é um templo eu quero cultuar nele.

Sinceramente
O mundo é o que eu vejo
Quando abro a janela
O horizonte a fugir de meus olhos
O chão que me convida a andar
A solidão é o que eu não posso tocar
Com o coração
Mesmo abraçando com as mãos
Meu corpo é só um porto no mundo
Onde eu descanso
Ou morro de solidão
Sinceramente
Meu corpo é um mundo vasto
Que minha alma não cansa de explorar

Frases, textos e citações by Josy Maria




O dia se despede devagar,
e eu também me recolho.
Nem tudo está leve, nem tudo está resolvido,
mas minha fé continua de pé.
Entrego a Deus o que pesa,
o que entristece, o que foge das minhas mãos. E no fim do dia, descanso o coração. Quem tem fé e luta com verdade sabe que Ele está no comando, e que o colo d'Ele nunca nos deixa sozinhos.


Josy Maria 20/05/2026

“O Corpo como Templo.”




Se eu pudesse descrever a maior obra de arte criada por Deus, diria sem hesitar: foi o corpo feminino, em todas as suas formas. Nunca houve prazer maior do que contemplá-lo, sentir sua beleza em cada detalhe e me perder nele.
Não existe sensação mais poderosa do que ver minha mulher se desfazer em prazer em meus braços, seu corpo tremendo enquanto goza. Nossas intimidades se encontram em um encaixe perfeito, como se tivéssemos sido moldadas uma para a outra.
As respirações se tornam descompassadas, os sussurros se transformam em gemidos, e a madrugada se entrega ao nosso desejo. Entre suor, pele e paixão, somos obra e artista, pecado e redenção — duas mulheres consumidas pelo êxtase de existir uma na outra.


— C.N.

"Quem eu sou?


Eu sou leveza, fluxo com a vida.
Eu sou empatia, amor, presença, beleza, cuidado, calma, paciência.
Eu sou o silêncio.
Sou a noite estrelada, a lua cheia.
Sou a chuva serena… e a chuva forte que lava.
Os raios que iluminam o céu.
Eu sou a voz da consciência.
A visão clara que enxerga através do sentir.
Sou o livro que faz as lágrimas caírem.
Sou a natureza verde, a água das nascentes, o rio que deságua.
Sou a liberdade do beija-flor.
A águia acima das nuvens.
O vento que sopra entre as montanhas.
Sou o encontro dos rios com o oceano.
A onda que quebra na areia.
A luz que atravessa o mar.
Sou a onda das infinitas possibilidades.
O estalo da fogueira.
Sou o portal que se abre ao gerar a vida.
A lágrima da mãe ao pegar seu filho no colo.
Sou a íris dilatada de um olhar apaixonado.
A curiosidade de uma criança.
A risada que nasce da alegria.
O toque sutil de duas mãos dadas.
A batida do coração que sustenta a vida.
Sou as linhas do tempo em coesão.
O transcender de uma nova consciência.
O desapego da matéria.
A alegria de estar viva.
O eterno aqui e agora.
A alma que vibra em infinitas existências.
O resplandecer de toda a criação."

Eu quero que ouça a canção, quero que abra o coração quando eu cantar. Eu sei que eu consigo falar.

As Flores desabrocham e caem, proclamam sua beleza e caem. Mas, preste atenção no que eu vou contar, o amor é mais simples que o ar pra respirar

Eu tentei procurar
Uma poesia que pudesse passar
esse sentimento que tenho por ti
É estranho, eu não consigo explicar
Nem mesmo pude encontrar
E por isso, então, eu escrevi



Ahhhhhhh! Esse seu sorriso!




Ele sempre me pareceu
Como aqueles que você dá com a alma
Aqueles que vem e acalma
Que contagia e você nem percebeu




Eis que tive a oportunidade
De poder observar de pertinho
O seu jeito e como chama seu paizinho
E todo o seu carinho
Pela nossa brasilidade




Você veio até mim
E como um final de semana sem fim
Vários momentos foram eternizados
E nem por quem fossem narrados
Conseguiriam se sentir assim




De ver o Sol nascer,
Tomar chimarrão e conversar
Aquelas conversas que encantam o olhar
Que fazem a alma e o corpo arrepiar
E o brinde que fez o olho brilhar




De cavalgar na lua cheia,
Dormir de conchinha e te ver na areia
Te ouvir dizer que era isso que precisava
E quando eu te fotografava
Em minha memória também ficava




Sua luz virou em minha alma poema
E então apareceu esse dilema:
Que sentimento é esse?
Eu não sei, e nem consigo explicar
E olha que procurei das montanhas até o mar




É um sentimento que quero contemplar
Eu quero apreciar, olhar e admirar
Toda a beleza que tua alma é
E poder fazer isso durante o café
Do encontro que o universo vai arrumar




Quero ver você voar
Como o voo de uma borboleta
Que vence o vento e a tormenta
Enquanto escolhe o lugar para pousar




E eu fico aqui, cuidando do jardim
Esperando que os ventos te tragam até mim
E que as flores mais bonitas e cheirosas
Aquelas bem majestosas
Façam você ficar enfim...

Eu fico tão chateado
vendo minha impotência diante de tudo,
como se eu tivesse chegado tarde
a um incêndio profundo.


Odeio qualquer tipo de injustiça.
Cada gesto cruel me atravessa,
cada silêncio diante da indiferença
parece uma culpa que também me pesa.


E no meio desse caos eu existo,
condenado à consciência de mim,
como alguém jogado na sarjeta
sem destino, essência ou fim.


Lançado em um mundo sem essência,
sou condenado a me inventar
na solidão da existência,
e entre ruínas, continuo a mudar.


Não há destino escrito para mim.
Há apenas a tarefa de escolher.
Cada escolha me compromete.
E mesmo assim sou livre ou condenado a ser?


No fim, existir é isso:
não se curvar à mentira bonita,
não normalizar a violência explícita,
mesmo quando o mundo pede submissão,
seguimos em construção.


É escolher sem garantia, na contradição,
é sustentar a liberdade como condenação,
é negar o que nos diminui em toda situação,
é carregar sozinho o peso da decisão,
e ainda assim afirmar a própria condição.