Eu Nao sou Perfeita So apenas eu

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⁠Eu sou um anticomunista com um ódio quilométrico.

Inserida por kamorra

Eu sou uma pessoa que possui um raciocínio bastante lógico, que sempre enfrento qualquer situação com minha cabeça erguida e que tenho facilidade em encontrar solução para qualquer problema que apareça.

Inserida por kamorra

⁠Eu, Marcos Kamorra, sou uma pessoa que tenho feridas e traumas. Eu apanhei pra aprender. Por isso tornei-me um homem de respeito.

Hoje em dia as pessoas já sabem que, se me empurram, eu empurro de volta. Mas antes não sabiam, porque eu sempre fui um rapaz de muito respeito.

As vezes ser respeitoso, manda a informação errada para as pessoas.
Algumas pessoas pensam: "Eu vou usar o Kamorra, como trampolim". E eu digo: "Não! Você não vai! No momento que você colocar o pé, eu vou te puxar e você vai cair!"

Eu provavelmente tenho mais feridas do que você! Você é uma pessoa mais confortável do que eu! Você não está tão confortável em nadar na lama! Eu tô! Porque eu tive lá a muito tempo!

Portanto, eu tô disposto a ir naquele lugar todo dia, se for necessário! Você só foi lá, pra ter atenção! Eu não! Eu consigo ir lá todos os dias!

Inserida por kamorra

⁠Eu faço o que eu sou.

Inserida por kamorra

⁠Eu sou um homem que passou por muitas dificuldades na vida, mas nunca desisti de lutar e buscar o melhor para mim e para minha família.

Eu cresci sabendo que a vida não seria fácil, mas nunca perdi a vontade de seguir em frente. Foi com muito esforço que comecei a trabalhar e terminar meus estudos.

Inserida por kamorra

⁠Eu sou verdadeiro e fiel aos meus amigos, logo espero que eles também sejam verdadeiros e fiéis a mim.

Inserida por kamorra

⁠Desagradável? Eu sou o mal imprescindível!

Inserida por kamorra

⁠Sou leal com os que são como eu.

Inserida por kamorra

⁠Eu sou um guerreiro. Estou aqui pra proteger.

Inserida por kamorra

⁠As batalhas me fizeram quem eu sou.

Inserida por kamorra

⁠Como eu sou filho de Deus, na minha cabeça eu sou um semideus.

Inserida por kamorra

Para ser quem eu sou hoje, ⁠paguei um preço muito alto. Perdi muita coisa, muitas amizades. Então não venha me dizer: você não era assim. Pois hoje, eu não sou.

Inserida por kamorra

⁠Minhas experiências moldam quem eu sou.

Inserida por kamorra

⁠Respeitam o que eu fui, como se eu tivesse congelado no passado. Mal sabem que hoje sou mais afiado e mais firme.

Inserida por kamorra

#POEIRA

⁠Fim de noite...
De quem sou eu...
Um cigarro...a saideira...
Nem tão tonto...
Sem zueira...
Uma última catuaba...
Subir costurando...
Pela calçada...

Quando eu for...
Poeira no vento da madrugada...
De tudo serei um pouco...
E de pouco serei nada...

Sono chega de mansinho...
Saindo à francesa...
Devagarinho...

O tempo se encarrega de me cobrir...
Partirei só com a minha alma...
Tal qual como nasci...

Conversa demais...
Chega...
Não posso mais...

Que perfume é esse?
Que sinto agora...
Não condiz...
Com essa hora...
Homem cheiroso ...
Na madrugada...
Na hora vazia...
Balança tarda...

Já tô chato...
Melhor seguir um rastro...
Minha aldeia está morta..
Não se vê...
Nada nas sombras das casas...

Janela fechada não me protege da vida...
Em meu destino...
Esperança triste...
Me resta a saudade...

Linda assim...
Me entrego...
Menino sem medo...

Tudo vai ficar bem...
Seguir adiante...
Ave Maria...
Amém...

⁠#BALANÇO

Sou uma criança insegura...
Que às vezes anda de balanço...
Se eu caio, eu levanto...
Rindo não me canso...

Não sei o que esperar, e nem me importo...
Preciso acontecer...
Hoje sei que isso é...

Vivo um dia de cada vez...
Feliz sempre quero ser...
Mas fica por saber...
Tudo isso é...
Saber viver...

É proibido chorar sem aprender...
Proibido é não rir dos problemas...
Não transformar sonhos em realidade...
É proibido não ser você...

Cada um tem seu caminho...
A sua sorte...
Não, não sou gentil só para que se lembrem de mim...

Por céus e mares eu andei..
Estou indo...
Em meu balanço...
Outra vez...

Sandro Paschoal Nogueira

www.facebook.com/conservatoria.poemas

⁠Dono de quê?
Se nem dono de mim eu sou...
Sonhos confusos...
Almejando ao coração ressuscitar...
Com tão pouco tempo a pensar...

Devaneios em barcos de desejos a qual me entrego...
Só assim me reconheço...
Quando a vida com o látego me fustiga...
Finjo não ver a realidade sentida...

Na pura ausência das coisas...
Um palco: eu e a lua...
O terror de pensar no fim da peça...
Louvando por estar em cena...
Ainda...

Mas o futuro insiste e persiste...
Em rasgar as cortinas...
Escurecer as estrelas...
Devorar a noite...
Massacrar o dia...

Na arte de perder-se não há nenhum mistério...
A cada dia um pouco perdemos...
Embora, até o momento, não percebi o quanto tenha mudado...

Quem me quiser que me chame...
Ou que me toque com a mão...
Antes que a peça termine...
E só reste silêncio e escuridão...

Sandro Paschoal Nogueira

facebook.com/conservatoria.poemas

⁠Ai, ai de mim...
Enquanto caminho eu já sou o passado...

Todos os momentos que nos coroaram...
Todas as estradas que abrimos
irão achando seu fim...

Dessa procura extenuante e precisa...
Não teremos sinal senão o de saber que iremos, por onde formos, de encontro de um para o outro...

Cinzenta é a cor do céu... Decerto vai chover...
Soa um cântico antigo no vento dessa tarde...

Nos bancos tristes que há na cidade...
Sobe em mim próprio como um desejo
Ou um remorso da mocidade…

Gente igual por dentro...
Gente igual por fora...
Não sei qual abismo temo...
Salvo, apenas, o meu sonhar...

Sandro Paschoal Nogueira

⁠Desconheço...
Sou eu poeta?
Cenário dolente...
Embora me divirta...
Aqui, coração que andou entre os homens, arranco...
Ando à deriva na fonte de muitos olhos...
Movendo-me aqui e agora entre contornos vivos...
A minha prisão de viver são perfumes de pecado...
A grande inteligência é sobreviver...
Entre o murmúrio dos esgotos...
Rotina...
De longos braços estendidos...
Velhos desejos recalcados...
Espantos e receios...
Escondidos em leitos sangrentos...
Disfarçados em diálogos sonolentos...
Provisórios dias do mundo a ti pergunto:
Sou eu poeta?
Desculpai-me esta face...
Serei eu só mais um fantasma de tudo?

Sandro Paschoal Nogueira

⁠Eu sou o reflexo de mim mesmo...
Fragmentos de sonhos...
Um espelho quebrado...

O que fui, o que não fui, tudo isso sou...
Um mosaico de erros e acertos, em movimento...

A vida me moldou, com mãos de vento...
E eu me dei conta, de que sou frágil e flexível...

Aceito as curvas, os altos e baixos...
E aprendo a dançar, com os pés descalços...

No alento da existência, eu me encontro...
Alma flutuante, entre engano e desengano...

Mas ainda assim, eu sinto,
Que há uma luz, que me guia e me sustenta...
A rir, desnudo de sonhos não realizados...
No cais de onde nunca parto...

Sandro Paschoal Nogueira