Eu Nao sou Perfeita So apenas eu
A tua voz dizendo amor
Foi tão bonito que o tempo até parou
De duas vidas uma se fez
E eu senti nascendo outra vez
Sinto me perdida em um labirinto que eu mesma construí. Buscando achar a saída, mesmo sabendo que foi eu quem trancou as portas.
Ondas de Aflições
Eu mergulhei em águas rasas
De profunda melancolia
Eu me afoguei em desespero
Nas ondas que o mar trazia
Por tormentas de devaneios
A tristeza me corrompia
Mas resolvi negar a morte
Não em função da sorte
Sempre mantive o preceito
De que nunca a temeria
E nessas ondas de aflições
Erros furavam o meu barco
Mas sempre me encontrei ilhado
Em areias de Utopia
Nunca olharam o meu lado
E no meu atual estado
Eles nunca me entenderiam
Minha mente em confusões...
Já tiveram nada e tudo simultaneamente?
Eu tinha uma cômoda velha, o fogão de duas bocas, um colchão de ar tipo casal e ela, era o cara mais feliz do mundo só por tê-la todos os dias ao meu lado.
Sempre
Eu sempre vou querer o teu
coração alegre,
o meu vendo o teu vistoso,
jubiloso fica.
Que eu sempre possa te ver
entusiasta.
O saber que alcanças os
teus sonhos,me deixam mais
feliz.
Não importa para mim longe estares,
importa, em teus sorrisos me encontrar,
e sempre sentir o que o teu coração diz.
Roldão Aires
Membro Honorário da Academia Cabista de Letras Artes e Ciências
Membro Honorário da Academia de Letras do Brasil
Membro da U.B.E
A paz que sonho
A paz que eu sempre quis
É branca e também colorida
Tem o brilho das estrelas
O cheiro bom da vida
É o meu sonho real
Desarma míssil
E planta sonhos
Explodi o mundo com bons sentimentos
Muitos abraços e muitos amores
Amores negros, brancos, pobres e ricos
Amores, amores, amores
Sem fronteiras, sem temores
Vida plena e serena
Costumes acolhedores
Sem extermínio, apenas amabilidade
Transformando a humanidade
Tocando o coração humano
De esperança e serenidade
Eu sonho com essa paz
De abraços intensificados
Compreensão, tolerância
Sem armas, sem ódio, sem ganância
Um mundo melhor
Sem guerras
Apenas um grande jardim
Para semear flores.
PATÉTICO
"Eu tenho sido patético desde sempre!
Despido de toda erudição
Tenho vergonha até de falar
Frio, sem vida nos olhos e cambaleando
Nos profundos pensamentos,
Tenho sido uma total decepção...
Entre um gole de cachaça e outro
Compreendo a inexistência de minhas paixões.
Falta-me lábia para encantar,
Sem oratória, não posso convencer.
Onde estão as grandes inspirações da vida?
Todos nascem com chamado e um dom...
Eu, porém, nesta vida sou apenas eu,
Patético!"
"Em um mundo tão desigual,de apego material eu fico a perguntar quem se destacará pelo bem que já fez? Somente aqueles que fazem e não cantam glória,que vê no próximo um ser de vitória,onde a humildade caminhe com a sensatez!".
(Rodrigo Juquinha)
Lembrei-me subitamente do que Jamie me dissera, na noite em que o bebê de Jenny nasceu. “Eu mesmo posso suportar a dor, mas não aguentaria vê-la sofrer. Está acima das minhas forças.” Tinha razão; era necessária muita coragem; esperava que cada um de nós tivesse o suficiente.
A viajante do tempo
Joe: Como se faz uma viagem dessas e se volta a vida que conhecia?
Claire: Eu estive, de várias maneiras, mais longe que a lua, em uma jornada quase impossível. E a resposta é sim, você pode voltar para a sua vida antiga, mas nunca vai ser a mesma coisa. Mas talvez ir uma vez é o suficiente. Quantas pessoas podem dizer isso?
Joe: Claire, eu vi você viver uma meia vida por quinze anos. Se você tem uma segunda chance no amor, devia aproveitar.
Jenny: Porque eu realmente o amo, apesar de você ser um cabeça-dura, um desmiolado, um turrão idiota. E não vou deixar você cair morto na estrada aos meus pés só porque é teimoso demais para manter a boca fechada uma vez na vida.
A viajante do tempo
O Meu Ar
Ah, querida!
Diga-me como eu devo respirar sem ar,
se o ar que tive tu levaste contigo.
De outro modo, pensa comigo agora!
Contigo eu sentia que estava em planeta de ar.
E agora que foste, diga-me como viver neste planeta?
Se se perguntares-me, como pode alguém falar de ar se não respira?
Eu dir-te-ia que se houvesse uma maneira que eu pudesse fazer-te entender, fá-lo-ia sem hesitar.
Seria a mesma coisa que perguntar;
como é que alguém pode falar de fogo sem nunca ter queimado?
Mas de alguma forma, eu ainda estou vivo graças a último respiro que me deste à mim na despedida.
Contudo, eu sinto a falta de ar, é como se fosse que estivesse a findar.
Por favor, traga-o de volta que eu preciso viver.
Por que que tudo na vida é regra?
Até respirar eu tenho de obedecer regras!
Acho que se não houvesse regras, não haveria castigo,
Sem castigo não haveria ninguém a quem ele aplicasse.
Obedecer regras é estar organizado, e não quero estar abandalhado.
Se és o ar, eu sou homem. É lei, o homem depende de ar para respirar sim,
por isso preciso de ti. E também tens vida porque eu existo, e se não fosse por minha
causa tu não existiria.
Ai, meu ar.
Nos trilhos da existência, o que eu andei é o trecho da minha vida que me define, a ínfima parte do trecho em que estou é a fronteira entre o que eu era e o que vou ser chamada sou, o que tenho a percorrer é um caminho de infinitas possibilidades mas apenas uma poderá me acontecer. E eu posso escolher em qual direção ir.
Eu me apaixonei
Em meio a sorrisos e abraços
Em noites com o celular na mão
Em espera de uma mensagem de gratidão
Eu te desejei
Em meio a beijos e amassos
Em um final de semana que não te vi
Depois de 5 minutos que foi embora
Em uma noite você disse que me amava
Eu disse que te desejava
Eu não sei como eu pude ser tão otaria
Talvez por eu ter gostado de você
Você era minha inspiração
Que nem demorou muito
Para virar depressão
Eu me desapeguei
Em meio a sorrisos e olhares
Em noites sem minha metade
Eu já estava amando meu coração
_ Andhesouza
As suas faces
Naquela manhã de manchas caídas
eu subi em uma arvore de solene
e estava rebuscado o horizonte
havia um monte de duvidas polidas
Eu te confesso que ainda sou guri
E não sei findar meus sentimentos
Tenho um atraso em deixa-los sair daqui
Faço deles meu açude e mato a sede.
Fui subindo e me coloquei em órbita
De la pude ver o azul que aqui habita
E esse azul que bebemos é a esfera
Que gera todo essa vida de sentimentos.
Chaga a ser insensato os tantos eus,
O eu que quer fazer, o outro descansar
O eu que quer solidão, o outro namorar
O eu que quer realizar, o outro sonhar
O eu que quer viver, o outro morrer
O eu que quer ser alguém e o outro existir
Depois de escrever tudo isso correndo
E ler em pausa, lento, separando as silabas
Pude ver que sou tudo isso e mais um pouco
E olha, eu não sou louco! Sou é vivo!
E enquanto vivo sou corrente de águas
tenho magoas, tenho alegrias, tenho tudo
Tenho vida e meu sentimento não é mudo
Ele fala pelos cotovelos e é bom ouvi-los
Velos passantes como estrelas cadentes
Levá-los como passageiros ao seu destino
Tocar o sino e deixar o sentimento partir
Sentar na praça e ver os dias de sóis poentes
E assim como não quero a eternidade do dia
O ensurdecimento do badalar eterno do sino
Ou viajar sem em dia nenhum poder chegar
Quero apenas aceitar minhas as fazes da Lua.
