Eu Gosto do Risco dos que Arriscam
Preciso estar em sintonia c/ meus sentimentos, p/ ñ correr o risco d enlouquecer tentando ñ te amar e tentando te esquecer
Entregar-se na carência é correr o risco de se se doar sem correspondências , acreditar em miragens quando estás ao deserto , é amar sem existir amor , agarrar o irreal e acordar com terra na boca
Abre um sorriso
Alegra meu riso
Pois contigo quero
Colorir o verso
Correr o risco
Fazer da vida
Mais que um rabisco.
Se você quer segurar todas as coisas em suas mãos, corre o risco de deixar cair as mais preciosas. A vida é feita de escolhas. Faça a sua e não se arrependa. Faça valer cada minuto!
O que é melhor?
A proteção de uma gaiola
ou a liberdade, mesmo correndo risco
do perigo de predadores,
afinal, viver é correr riscos!
A desvantagem do amor é o grande risco que corremos de sermos destruídos por alguém que queremos tão bem.
Essa coisa de mergulhar de cabeça nunca me pareceu uma boa idéia. O amor é ao meu ver o sentimento mais fatal que existe. Tão fatal quanto o ódio. Ele te leva a fazer loucuras em troca de um sorriso, ou até mesmo loucuras para eliminar qualquer coisa que ameace te roubar aquele sorriso. Ele vira a nossa cabeça. Ele dá o nó na garganta. Causa a dor da preocupação com alguém que nem ao menos quer ser cuidado por nós. E ao mesmo tempo ele cura, alivia, renova. Traz o choro de felicidade por ver outra pessoa feliz. O amor liberta, fecha as feridas do passado.. devolve o brilho nos olhos. O amor é o sentimento mais nobre do ser humano, e também, o mais perigoso.
A parte ódio do amor é a sinceridade; É correr o risco de perder a quem se ama, dizendo as coisas como são e não somente como ela quer ouvir.
Quando se conhece bem as situações extremas, corremos um grande risco de quando existir a possibilidade de poder fazer todas as coisas, não querer fazer absolutamente mais nada.
O Amor é um sentimento tão grandioso, que mesmo diante de situações que põem em risco nossas vidas, conseguimos enxergar o que há de bom nas pessoas. Pensem Nisso! Amo Vocês!Wallace Barbosa. O Poeta do povo!
Se antes, a violência mantinha aceso o instinto de auto-defesa dos oprimidos, ainda que sob risco de extinção dos mesmos, com o surgimento do dinheiro houve a vinculação definitiva entre exploradores e explorados, onde os primeiros passaram a coagir os segundos a servirem de forma leniente e, na maioria das vezes, voluntária. O fim dos sistemas escravagistas não significou, de modo algum, a abolição da servidão, mas seu recrudescimento definitivo.
(Ebrael Shaddai, 09/12/2013, em "O sistema financeiro, a falsa liberdade e a marca da Besta" - http://wp.me/pwUpj-1ku)
