Eu Gosto do Risco dos que Arriscam
O Senhor te formou. Você não é igual a ninguém. Pare de tentar se moldar ao gosto de outrem!
Gaste teus dias tentando agradar a Deus, porque eu sei que tal tarefa só lhe acrescentará.
Fuja das expectativas errôneas de quem - como você - está carregado de falhas.
(Fabi Braga, 31/08/2014)
Acho que a vida foi feita para ser sentida em todos os seus momentos e não gosto de desperdiçar meu tempo com pessoas que vivem para detalhes e se esquecem de viver.
Gosto de ver o mesmo Marcos, um escritor brasileiro, caminhando pela humildade e pela sabedoria interna. Ainda mais em sexta-feira, quando o astro Urano transmite o amor. E tudo isso refletido na poesia e na filosofia que ele escreve. É maravilhoso ver a humildade de Marcos sendo recompensada com tanta sabedoria e amor.
Gosto das noites frias. O frio pede o calor e a noite pede um pouco de luz. homem e mulher, um sorriso me seduz.
Para juntar meu corpo ao seu e dar um laço foi preciso um só um abraço. Para sentir o gosto do desejo bastou um simples beijo. Se o amor alimenta o poeta faço de sua imagem a refeição mais bela. E pra minha chama arder até o infinito preciso apenas do seu sorriso.
Viver por si só nos motiva a ir aonde ainda não estivemos. Sentir o aroma de cada estação, o gosto salgado do mar e o doce beijo da pessoa amada nos impulsiona a vencer cada dia. Ficar no mesmo lugar pode ser como perder a perspectiva, é como deixar de viver.
"Gosto de olhar passarinho", e, no que tange à cognição, sou um ser infinito-abstrato, não dou atenção ao é que é definível..."
"Meu maior dom, é ser humano, tratar meu semelhante como gosto de ser tratado...o resto é lixo metafísico."
"Quando quiseres me levar"
Ele acordou com um gosto metálico na boca e uma lucidez que parecia milenar.
Sabia. Não era intuição. Era certeza.
Hoje, a Morte viria. E ele, cansado, não a temia.
Ajeitou os papéis sobre a mesa, acendeu um cigarro que não fumava havia dez anos, e pôs uma música quase inaudível no velho toca-fitas. Era Chopin, talvez. Ou só o vento.
Deixou as janelas abertas. Queria que ela entrasse à vontade.
Morte. Senhora. Fera. Fêmea.
Ela que viesse — sem cerimônias.
No papel, começou a escrever, como quem fura o véu do mundo com uma agulha de fogo:
“Quando quiseres me levar, irei sorrindo.
Quando me achares digno daquele banquete onde serei o prato suculento dos vermes, fique à vontade.
Sei que poeta não deve demorar muito por aqui.
Quanto a essa ilusão que puseste no coração do homem, de ser eterno, fica no vácuo, como hiato cósmico.
Como palavra muda, impronunciável.
Que nós, por confusão mental, criamos em delírio: eternidade.”
Fez uma pausa. O silêncio da casa parecia escutar. A xícara de café esfriava devagar. Lá fora, o mundo seguia: os cães latiam, os pneus assobiavam no asfalto, alguém batia panela no apartamento ao lado.
Mas ele já não pertencia a isso.
Levantou-se. Pegou o espelho da infância — aquele que pertencia à mãe — e olhou-se como quem vê um estrangeiro.
“É você mesmo?”, pensou. “Ou o que restou do que chamaram de você?”
Não chorou. Apenas fechou os olhos.
Lembrou de um amor antigo.
De um poema que nunca publicou.
De uma criança que lhe sorriu na rua, semanas atrás.
Cada coisa lhe parecia uma despedida disfarçada.
Às onze e quarenta e cinco da noite, ela veio.
Não como figura. Não como caveira.
Apenas entrou no ar. Como frio.
Como verdade.
Ele sentiu.
Sorriu.
E sem mais palavras, morreu de olhos abertos, como quem enfim compreende — ou perdoa.
Na folha, sua letra deslizava até o rodapé da página.
E ali, como se deixasse ao mundo uma última gargalhada filosófica, escreveu:
"Criamos o infinito com medo do fim.
Chamamos de eternidade o que não suportamos perder."
Eu perdi muitas pessoas e tantas coisas por causa do meu jeito. Eu não quero mais manter e esconder dentro de mim o que sinto por causa do medo. Eu vou viver, eu vou correr os riscos.
Razão Emocionante
Eu quero a paz de um riso sem razão. Eu quero a paz, que surge de um risco, de uma razão emocionante!
Leandrowski
LHR Thoughts ™
Eu tanto escrevi, que acabei me perdendo em versos meus.
E tinha tanto a dizer, mas não falei, por ser inibido por você e essa beleza do seu rosto.
Eu tentei dizer tanta coisa que não tive coragem!
Ensaiei cada palavra, cada gesto que tive vontade de expressar.
Mas sabe, a timidez me vem, junto com o amor que me assola.
Será amor mesmo? Do que eu posso chamar isto?
Parece-me um risco.
Risco de ser mais de alguém do que de mim.
Mal sabia você que
Você era o meu motivo favorito
O seu sorriso, era motivo
Pra eu ficar sorrindo
Ver seu rosto, é um medo e um conforto
Seu sorriso, deixa meu coração bobo
E simplismente, sem eu ver
Você revirou a minha vida
Sem nem ao menos perceber
E se você estiver lendo, só tenho a agradecer
Foi maravilhoso, te conhecer
Galante viajante, apaixonante. Por que está assim tão distante? Eu passei um dia com você e para mim significou bastante.
Mostrou-me que o mundo não só se vê e não dá pra se entender, tampouco as coisas que o compõe. Que tudo que você sabe que eu sou é insignificante perto do que você supõe.
Agora compreendo que cada pessoa apresenta um mundo criado, pelo seu próprio fardo, que para dizer a verdade, não é mundo, e sim maneira que se vive no primeiro sentenciado.
Que não adianta enxergar o mundo de uma forma e vivê-lo d’outra. Que não adianta mudar para uma pessoa porque você não conseguiria se adaptar.
É impossível porque é complicado e ninguém quer se complicar mais sendo que nem mesmo se conhecem de fato.
Você me disse que é imprevisível viver seu mundo comigo. Que seria um risco, colocar um “estranho” que muito influencia no caminho.
[...]
Preciso que as pessoas me chamem de tolo, para que eu continue arriscando a minha felicidade, sem correr o risco de pirar.
Quando pequeno eu ouvia: "Ele corre risco de vida!". Hoje escuto: "Ele corre risco de morte!". Então, antes, ele corria risco de perder a vida. Já hoje, corre o risco de morrer. Mudou muito néh!
Eu tomei todas as tequilas do mundo pra não poupar palavras, pra não correr o risco de pensar duas vezes e medir palavras. Eu tomei todas as tequilas do mundo porque elas tinham gosto de esperança, e eu precisava tomar um porre dela.
