Eu e Voce de Luiz Antonio Gasparetto

Cerca de 574769 frases e pensamentos: Eu e Voce de Luiz Antonio Gasparetto

O teu apelido carinhoso eu falo no pé do seu ouvido.

Eu apenas queria dizer a todo mundo que me gosta, que hoje eu me gosto muito mais, porque eu me entendo muito mais também. E que a atitude de recomeçar é todo dia, toda hora. É se respeitar na sua força e fé.

Eu conversei com Deus

Nos últimos dias de minha vida eu conversei muito com Deus, sim independente,
da religião foi com Deus que falei.
Pedi a ele desculpas por estar tanto tempo afastado da minha fé.
E que nos momentos de lamurias e desespero eu o procurei.
Ainda bem que Ele me ouviu e não me virou as costas.
Disse a ele da minha dor e sofrimento, chorei.
E como eu chorei nesses últimos dias.
Ainda bem que ele nem reclamou das minhas lagrimas.
Disse que estava difícil entender tantas desilusão e decepção
Que eu não conseguia entender o porquê de tantas coisas.
Não entendi como as pessoas eram frias e calculistas, como podia as pessoas não ter sentimentos algum e ainda dizerem que o maior amor do mundo é o amor próprio, se eu não consigo nem respeitar o próximo como respeitar a si mesmo.
Nesse momento um vento frio soprou como se ele dissesse algo, então me lembrei de Judas o homem que era confiável e amigo.
Aquele que se vendeu por nada, por luxurias e riquezas desprezando o amor próprio e fundamental da vida.
Pedi desculpas a Deus e disse que eu daria a outra face e que em momento algum deixaria de estender a minha mão.
Nesse momento eu não resisti e chorei, sim.
Chorei lembrando-se da crueldade dissimulada.

Esses últimos dias de minha vida me fez ser mais grosseiro e frio, desprezando os sentimentos e o que mais prezo que é o amor.
Mas por quê? Talvez Deus tenha me perguntado.
E eu tomei a liberdade de responder:
Por que não entendi como podemos defender a fé dizer que estamos fazendo o bem ao mesmo tempo em que estamos destruindo vidas.
Eu não quero explicação meu Deus, por que acredito que isso seja a grande farça de uma pessoa que se esconde na fé, fingindo-se de boa para esconder o lado perverso.

Eu conversei com Deus e disse que por mais que tenha sofrido chorado e rezado em desespero eu ainda tinha fé
E que nada iria abalar que meus sentimentos que eram de confusão e não de ódio nem raiva.
Eu disse a Deus que antes de mim outra pessoa também tinha sofrido o desprezo e a repugnância e que eu tinha dó só de imaginar o que esse rapaz havia passado.
Eu conversei com Deus e perguntei por que um ser humano que ele deu vida se trona um monstro e dissimulado.
Mas pedi a Deus ao qual eu conversei que ele colocasse as suas mãos na nessa consciência fria para existir o arrependimento e ter felicidade.
Eu conversei com Deus, ele provavelmente me ouvi. Mas lembrei da frase que dizia:
“Deus deu a vida pra cada um cuidar da sua”.
Então meu Deus, desculpe e entendo que ainda tem pessoas que não sabe o entendimento das palavras e sentimentos que a infantilidade faz pensar que a vida é um brinquedo.

Edson Rufo

Quem sou eu: Eu queria saber olhar para as pessoas e desvendar o processo de admiração dos humanos. Entendê-los, descobrir o porque de tanto preconceito, o porque de tanto racismo o porque de tanta exclusão. Gostaria de sentir o mesmo que sentem ao ler algo que eu escrevo, sendo tristeza, alegria, comparação, amor ou ódio. Queria conhecer metade das pessoas que eu converso hoje em dia. Queria olhar nos olhos de cada uma delas, e agradecer, apenas por agradecer, tudo o que elas têm feito por mim. Eu não gosto das pessoas, acho que elas não têm a capacidade de melhorar, apenas de evoluir. Algumas vezes, enquanto estou andando na rua, ouço cochichos, ouço risadas, e ouço pessoas me chamando de estranha de longe. Algumas vezes, ao andar na rua, eu olho para uma pessoa e perco a voz, os sentidos, meu coração dispara e eu perco o chão. Eu me apaixono tão rápido que chega a parecer mentira, talvez até seja, talvez eu minta para me esconder, para fugir. É como se eu fizesse tudo isso de propósito, só para fazer algo produtivo ao longo do tempo. Eu não consigo controlar meu êxito, e acabo alimentando a história cada vez mais, para ter uma ênfase, e fico surpreendida com quantas pessoas acreditam no que eu digo. É surpreendente como as pessoas confiam em mim, minha família, meus amigos (aqueles que sobraram). Mas as vezes somos obrigados a concluir todo o processo que fingimos estar vivendo e isso torna a história mais emocionante apenas por ser real. Algumas pessoas não acreditam que posso controlar sua mente e fazê-la mudar de ideia, porém, quando eu falho, minha mente é controlada e eu me apaixono realmente. Gosto quando dizem que eu enlouqueci, que nada do que eu digo faz sentido e que eu estou errada, isso me faz chegar a uma única resposta: “Leia as entrelinhas”. Eu escrevo com todo o cuidado possível, para não errar, mas quando isso não funciona, o momento passa, e a caneta se desgasta nas folhas, vão se apagando com o tempo, e logo logo somem, mas sempre podemos desvendar as palavras com uma brecha de letras. E assim você percebe o quanto é difícil e desastroso se envolver.

Eu não fico feliz, eu fico destriste.

Não sei por que, mas quando eu vi todo esse teu gingado
Teu cabelo cacheado, castanho caramelado
Minha reação foi sorrir

“Espero que um dia eu me perdoe por ter errado tanto comigo mesma”

Eu te amo Corinthians.. Eis um fato, do qual eu devo me orgulhar. Afinal.. Corinthians, é Corinthians!

Eu Te Amei o Tempo Todo ...

Por Mais que vc não esteja perto de mim,eu continuo te amando.Por mais que vc desapareça,por mais que eu nunca mais volte a te ver na vida,voce poode ter certeza que
EU TE AMEI O TEMPO TODO


Eu confrontaria todo o inferno para segurar tua mão ...
Eu daria tudo , daria tudo por nós! Dou qualquer coisa mas não desisto ...
Pq VOCE sabe que estive longe por muito tempo ...
... Mas tb te amei durante este tempo todo.

Ele estava completamente alheio da minha presença, já eu, estava completamente ciente dos seus atos, e no meu próximo ato. Minha presença, até então desconhecida, foi revelada quando coloquei-me de pé na porta da cozinha, à sua frente. Olhamo-nos como sempre, com aquele ar de implicância no ar. Ele sabia que meu próximo ato seria irritá-lo, como forma da minha diversão. Tomei-lhe o pacote de biscoito que se encontrava semi-devorado em sua mãe. Sua reação foi a mais do que esperada, no instinto de somente combater a minha superioridade do momento, esquecendo-se do valor real do biscoito, ele empurrou-me contra a parede, tentando tomar-me o objeto de briga. Seu corpo e o meu estavam juntos, e seu rosto bem perto do meu, sua força me tirava a vontade de continuar naquela implicância sem fundamento. Num gesto bruto como tal, empurrei-lhe na primeira porta que tive chance. Acabamo-nos no banheiro, com as luzes apagadas e ainda brigando pelos biscoitos, que só eram, agora, uma desculpa para testar nossas forças. No fundo, eu sabia que ele tinha mais força que eu, fisicamente, porque quem cairia tão fácil numa implicância como essa? Quem tem seu ego tão ferido só por causa de um biscoito? Quando eu já estava exausta e a respiração estava falhando, ele tomou de mim o pacote, com um sorriso vitorioso no rosto. Eu não ia deixar por aquilo. Eu comecei então eu ia terminar. Acabei por fechar a porta e trancar nós dois lá dentro, com as luzes apagadas. Mesmo estando escuro, eu via seus olhos duvidosos nos meus, que estavam maliciosos. Ele parecia uma criança, mas de criança fazia-se só sua aparência. Porque dentro dele tinha um coração maduro, idéias feitas, porém, uma mente confusa e perturbada. Voltando para implicância, mandei-lhe me devolver os biscoitos, mas ele negava-se, como esperado. Havia algo no ar que me desconcentrava, respirei fundo, então notei o perfume dele no ar, me confundindo da minha meta. Por puro instinto, fui para cima dele para pegar de volta o que me pertencia, ele jogou-me de novo contra a parede e me prensou lá. Sem me debater, sem brigar, sem respirar. Seus olhos estavam nos meus e minha boca muito perto da sua, eu podia sentir o gosto do seu hálito. Tudo ao redor ficou mais escuro, e eu senti meu corpo todo perder a força, meu coração acelerou. De repente, eu só senti que não era mais o gosto do seu hálito que eu sentia, e sim a sua boca na minha. Seus lábios eram quentes, e mesmo estando acostumada com eles, eu me perdia. Suas mãos passavam pelas minhas costas, meu cabelo, meu pescoço, tudo que ele sabia que pertencia a ele. Eu, do meu lado, só tentava trazer o corpo dele pra mais perto do meu, iludindo-me que fisicamente aquilo seria impossível. Mas por outro lado, estávamos sendo um só ali, mesmo sentimento. Não havia o que perder, não havia o que ganhar... Por fim, nenhum dos dois ganhou.

Todo dia eu recebo uma tapa na cara da corrupção, mas nada se compara a dor que sinto sobre tanta impunidade.

⁠Parece que eu estava vendo como eles eram, vendo como serão e depois de eles morrerem.

163. “Oi amigo, estou angustiado, me da um abraço?

Muita gente, eu inclusive. Tem essa vontade de fazer esse pedido, mas por vergonha não conseguem, mas acredito que todos nós sabemos que isso é o que todo amigo quer ouvir, ele pode até recuar por vergonha também, mas uma coisa é fato ninguém consegue negar um abraço amigo, Peça a Deus uma mansão, e ele te colocará dentro dos braços de quem realmente se importa contigo.”

Eu já sofri, e sofri muuuuuito, de saudade, de dor, de solidão, se estar sozinha.. e com o tempo eu fui ficando mais velha, fui ficando fria e criando anticorpos pro amor, até que um dia eu descobri que estava totalmente anestesiada desse sentimento.. Sabe o que é ver uma pessoa ótima, na sua frente com as melhores intenções dizendo que te ama, e você não sentir nada, mais nada mesmo, nem pena..e sua unica reação ser dar um sorriso e dizer, não posso fazer nada... Depois que eu parei pra pensar, e refiz toda essa cena eu caí na real que meu sofrimento precoce me tornou uma pessoa fria, eu já tentei reverter esse quadro, já tentei me sentir bem do lado de qualquer pessoa e não consigo.. É como se eu tivesse levado o meu primeiro adeus a sério demais, deixando todo meu amor pra trás.. Isso também me fez uma pessoa com mais medos.. Na verdade o que eu criei não foram escudos, nem anestesias, isso são só desculpa esfarrapadas.. eu criei foi medo, medo de amar.. de sofrer de novo.. medo de sentir.. Saudade só faz bem quando pode ser curada, caso contrário vira dor.

Qual é o motivo de eu ter nascido?

Eu morro a cada decepção, a cada mentira, a cada pessoa que me abandona. E vou continuar morrendo até levarem a última parte de mim. Porque morrer é assim, um processo longo que merece ser estudado. A gente começar a morrer a partir do momento que nasce, a gente morre quando criança, nossa mãe não nos deixa colocar na boca aquele brinquedo tão interessante. Morremos a espera, morremos de esperança, morremos de amor, morremos de dor. A gente morre quando percebe que a vida não era e nunca vai ser o que pensávamos, a gente morre com a mudança. A gente morre quando cresce, morremos quando se envelhece. Quando estamos jantando à espera de um prato que nunca vem. Morremos quando percebemos que ser apenas você mesmo não é o bastante. A gente morre na calçada enquanto andamos sempre na mesma direção, sabendo que tudo na vida que vira rotina, morre em vão. Morremos toda manhã ao acordar e perceber que quem nos queríamos ao nosso lado não está lá, morremos ao café da manhã, nossos ovos hoje estão podres, morremos ao ver que o do vizinho não. Morremos sem querer, morremos de propósito. Morremos em partes, e repondo essas partes que morremos de novo. Nada voltará a ser o que já foi um dia, morrer querendo ou não te torna mais vivo. Estamos gradativamente morrendo. Se perdendo em partes, vivendo de escassos, caindo aos pedaços. Eu morri uma vez. Hoje nasci de novo, e amanhã voltarei a morrer. E vou continuar morrendo até levarem a última parte de mim.

Sou exatamente como me vêem totalmente sem clichês.
Um dia me disseram que eu odeio com amor, e como odeio!
Ou será que amo? Cheguei a conclusão de que odiar com
amor é odiar tanto uma pessoa que sua cabeça chegue a doer,
seus olhos cheguem a arder, suas mãos a suar,
e mesmo assim se essa pessoa precisar de você
para ser carregada em suas costas você a carregará.
Odiar com amor, é amar tanto que o ódio é esquecido
e a compaixão é exercida.- Pensei - Ah! se todos
se odiassem com amor...

Agora, que chegaste à idade avançada de 15 anos, Maria da Graça, eu te dou este livro: Alice no País das Maravilhas.
Este livro é doido, Maria. Isto é: o sentido dele está em ti.
Escuta: se não descobrires um sentido na loucura acabarás louca. Aprende, pois, logo de saída para a grande vida, a ler este livro como um simples manual do sentido evidente de todas as coisas, inclusive as loucas. Aprende isso a teu modo, pois te dou apenas umas poucas chaves entre milhares que abrem as portas da realidade.
A realidade, Maria, é louca.
Nem o Papa, ninguém no mundo, pode responder sem pestanejar à pergunta que Alice faz à gatinha: "Fala a verdade Dinah, já comeste um morcego?"
Não te espantes quando o mundo amanhecer irreconhecível. Para melhor ou pior, isso acontece muitas vezes por ano. "Quem sou eu no mundo?" Essa indagação perplexa é lugar-comum de cada história de gente. Quantas vezes mais decifrares essa charada, tão entranhada em ti mesma como os teus ossos, mais forte ficarás. Não importa qual seja a resposta; o importante é dar ou inventar uma resposta. Ainda que seja mentira.
A sozinhez (esquece essa palavra que inventei agora sem querer) é inevitável. Foi o que Alice falou no fundo do poço: "Estou tão cansada de estar aqui sozinha!" O importante é que ela conseguiu sair de lá, abrindo a porta. A porta do poço! Só as criaturas humanas (nem mesmo os grandes macacos e os cães amestrados) conseguem abrir uma porta bem fechada ou vice-versa, isto é, fechar uma porta bem aberta.
Somos todos tão bobos, Maria. Praticamos uma ação trivial, e temos a presunção petulante de esperar dela grandes conseqüências. Quando Alice comeu o bolo e não cresceu de tamanho, ficou no maior dos espantos. Apesar de ser isso o que acontece, geralmente, às pessoas que comem bolo.
Maria, há uma sabedoria social ou de bolso; nem toda sabedoria tem de ser grave.
A gente vive errando em relação ao próximo e o jeito é pedir desculpas sete vezes por dia: "Oh, I beg your pardon" Pois viver é falar de corda em casa de enforcado. Por isso te digo, para tua sabedoria de bolso: se gostas de gato, experimenta o ponto de vista do rato. Foi o que o rato perguntou à Alice: "Gostarias de gato se fosses eu?"
Os homens vivem apostando corrida, Maria. Nos escritórios, nos negócios, na política, nacional e internacional, nos clubes, nos bares, nas artes, na literatura, até amigos, até irmãos, até marido e mulher, até namorados todos vivem apostando corrida. São competições tão confusas, tão cheias de truques, tão desnecessárias, tão fingindo que não é, tão ridículas muitas vezes, por caminhos tão escondidos, que, quando os atletas chegam exaustos a um ponto, costumam perguntar: "A corrida terminou! mas quem ganhou?" É bobice, Maria da Graça, disputar uma corrida se a gente não irá saber quem venceu. Se tiveres de ir a algum lugar, não te preocupe a vaidade fatigante de ser a primeira a chegar. Se chegares sempre onde quiseres, ganhaste.
Disse o ratinho: "A minha história é longa e triste!" Ouvirás isso milhares de vezes. Como ouvirás a terrível variante: "Minha vida daria um romance". Ora, como todas as vidas vividas até o fim são longas e tristes, e como todas as vidas dariam romances, pois o romance só é o jeito de contar uma vida, foge, polida mas energeticamente, dos homens e das mulheres que suspiram e dizem: "Minha vida daria um romance!" Sobretudo dos homens. Uns chatos irremediáveis, Maria.
Os milagres sempre acontecem na vida de cada um e na vida de todos. Mas, ao contrário do que se pensa, os melhores e mais fundos milagres não acontecem de repente, mas devagar, muito devagar. Quero dizer o seguinte: a palavra depressão cairá de moda mais cedo ou mais tarde. Como talvez seja mais tarde, prepara-te para a visita do monstro, e não te desesperes ao triste pensamento de Alice: "Devo estar diminuindo de novo" Em algum lugar há cogumelos que nos fazem crescer novamente.
E escuta a parábola perfeita: Alice tinha diminuido tanto de tamanho que tomou um camundongo por um hipopótamo. Isso acontece muito, Mariazinha. Mas não sejamos ingênuos, pois o contrário também acontece. E é um outro escritor inglês que nos fala mais ou menos assim: o camundongo que expulsamos ontem passou a ser hoje um terrível rinoceronte. É isso mesmo. A alma da gente é uma máquina complicada que produz durante a vida uma quantidade imensa de camundongos que parecem hipopótamos e rinocerontes que parecem camundongos. O jeito é rir no caso da primeira confusão e ficar bem disposto para enfrentar o rinoceronte que entrou em nossos domínios disfarçado de camundongo. E como tomar o pequeno por grande e grande por pequeno é sempre meio cômico, nunca devemos perder o bom-humor`.
Toda a pessoa deve ter três caixas para guardar humor: uma caixa grande para o humor mais ou menos barato que a gente gasta na rua com os outros; uma caixa média para o humor que a gente precisa ter quando está sozinho, para perdoares a ti mesma, para rires de ti mesma; por fim, uma caixinha preciosa, muito escondida, para grandes ocasiões. Chamo de grandes ocasiões os momentos perigosos em que estamos cheios de dor ou de vaidade, em que sofremos a tentação de achar que fracassamos ou triunfamos, em que nos sentimos umas drogas ou muito bacanas. Cuidado, Maria, com as grandes ocasiões.
Por fim, mais uma palavra de bolso: às vezes uma pessoa se abandona de tal forma ao sofrimento, com uma tal complacência, que tem medo de não poder sair de lá. A dor também tem o seu feitiço, e este se vira contra o enfeitiçado. Por isso Alice, depois de ter chorado um lago, pensava: "Agora serei castigada, afogando-me em minhas próprias lágrimas".
Conclusão: a própria dor deve ter a sua medida: É feio, é imodesto, é vão, é perigoso ultrapassar a fronteira de nossa dor, Maria da Graça."

O Casal Assassino

No fundo de seus olhos eu vejo, uma triste e sombria história.
Sobre um simples casal,que um dia teria sua glória.
Meu assassino perfeito, um idiota maluco,
junto com as almas que nunca ficarão de luto.
Meu psicopata, um homem de sorte,
juntando o nosso amor sempre seremos mais forte.
Eu e você. Juntos somos perfeitos.
Somos assassinos, e temos nossos direitos.
A faca vai entrar, naqueles que nos humilhar.
Então tome cuidado você ai, pode se machucar.
Mas calma ! Ei ! Não se desespere !
Porque nessa história toda,
é você que se fere.

Simplesmente eu sei que tudo que foi
Importante pra mim
Da minha vida se foi
Então me fez ser assim
Dentro dessa armadura, nessa vida dura
Não sou Indiana Jones
Então, sem aventura.