Eu e Voce de Luiz Antonio Gasparetto
Eu sou dona do meu avião eu vou colocar ele o mais alto possível
Só eu posso controla-lo
Não tem espaço para passageiros além de mim
Meu tempo voa e eu estou nas nuvens
Eu gosto de gente que se diverte sem culpa. Que senta numa boteco ou local chique, que bebe cachaça ou whisky, que não se importa com o que você tem, e sim com o que você é. Que escuta música com você seja a música qual for, apenas pelo fato de estar com você. Gosto de gente que reza, gente que preza. Que pensa além do dinheiro e é da paz o ano inteiro. Gente que elogia a mulher de havaianas ou de salto. Gente que te coloca lá no alto. Que não te faz sofrer e que sabe viver.
"E de todas as plantas, eu quero ser o cacto, que mesmo com todas as dificuldades, continua verde, em meio a tantas plantas murchas e sem cor"
"Eu queria não te querer
Eu não queria me apaixonar
Não queria sequer, te desejar
Nem por ti, suspirar
E sem querer, fui te querendo
E de ti, eu fui correndo
E vc sempre me alcançando
E devagarinho fui me apaixonando
Mas o tempo foi passando,
E de ti, fui me afastando
Hoje vc insiste em me que querer,
E agora quem não te quer sou eu."
[MOURÃO, Natália Lemos Mourão, in "Sem querer querendo"]
Eu não quero que gostem de mim, até porque eu não me suporto. Só acho que respeito não mata. O que mata mesmo é que enquanto você tenta me humilhar, você mal percebe que ao seu lado é que estão as verdadeiras cobras, esperando por seu momento de fraqueza...
Eu parecia uma lua perdida – meu planeta destruído em algum cenário de cinema-
catástrofe – que continuava, apesar de tudo, numa órbita muito estreita pelo espaço
vazio que ficou, ignorando as leis da gravidade.
Eu era como uma concha, como uma casa vazia, por meses sem ninguém - uma casa condenada - eu era completamente inabitável. Nenhum investimento poderia me deixar funcional outra vez.
"Eu amo coisas antigas. Desde filmes, à livros. Eu prefiro mil vezes filmes em preto e branco do que essas vergonhas de hoje em dia, do cinema. Eu não faço a linha romântica, mas alguns gestos aleatórios e nada forçado, costuma derreter esse meu coração, vez ou outra. Eu já me decepcionei muito com amizades, com amor, não muito. Isso não quer dizer que eu nunca tenha me apaixonado. Talvez já tenha. Mas nada que tenha feito eu tirar os pés do chão. Eu não sou muito de me abrir com as pessoas, por medo de incomodá-las mesmo. Eu prefiro escutar os problemas delas e aconselha-lás. Eu nunca sei lidar comigo.
Eu gosto de desenhos animados, e problema dessas pessoas que acham infantil demais. Eu gosto de música clássica, não que eu escute o tempo inteiro. Mas eu gosto.
Gosto de abraços, me sinto tão segura dentro de um.
Leio tão rápido quanto respiro, e se leio devagar, não entendo nada. Eu sou muito fria quando fico brava. Eu aprendi a perdoar, mas não a esquecer. Eu sou mulher, menina e aquelas crianças encrenqueiras em um corpo só.
Eu sou muito lerda, e não sei flertar ou seduzir. Eu sou patética quando se trata de dizer a alguém que gosto dela. Eu não sei fazer nada certo, e não consigo imaginar alguém pensando em mim. Sou pessimista e um pouco paranóica.
Gosto de conhecer pessoas, e ainda mais quando elas possuem os mesmos assuntos que eu. Eu sou tudo isso, e um pouco mais. Mas não me recomendaria para ninguém. Eu sou problema, meu bem."
Ambos queríamos fugir de nossos abismos. Eu da solidão e de ter alguém e ela das pessoas que a machucavam. No entanto, eu sempre me mantive nesse abismo. Tristeza e solidão sempre coexistirão em meu ser, como a maldade.
Eu vou (re)nascer quantas vezes for preciso e (re)descobrir todos os caminhos possíveis, mas eu não desisto de ser quem eu sou.
É estranho.
Fisicamente eu sinto que posso demolir um tanque, mas mentalmente me sinto muito cansada, de tudo.
Se a vida fosse fácil como a gente quer
Se o futuro a gente pudesse prever
Eu estaria agora tomando um café
Sentado com os amigos em frente à TV
"Eu costumava não ser capaz de me amar, mas quando os fãs me dizem tudo o que gostam em mim, consigo refletir sobre essas coisas e aceitá-las. Sou muito grato porque eles me ensinaram a me amar. "
Tá espalhando por aí que eu esfriei, que eu tô mal
Que eu tô sem sal, realmente eu tô
Sem saudade de você
Eu já fiz foi te esquecer
Eu me Perdoo (Ana Jácomo)
No meu coração, eu me perdoo pelas bobagens desastrosas que fiz. Pelas escolhas equivocadas das quais eu me arrependo à beça. Por ter ferido lindezas, sem querer. Por ter deixado ir embora gente querida que adorei ter conhecido.
No meu coração, eu me perdoo pelas vezes em que dei tanto poder ao outro e esqueci o meu. Por deixar roubarem, sem compaixão, os meus lápis de cor preferidos. Por chamar de amor o que contraria a essência dele. A cara dele. A luz que ele tem.
No meu coração, eu me perdoo por não ter dito o que certamente hoje eu diria. Por não ter tido sensibilidade para compreender preciosidades que me foram ditas sem palavras. Por me faltar em instantes em que precisei tanto de mim. Por, às vezes, faltar ao outro quando ele mais precisava.
No meu coração, eu me perdoo por demorar tanto a descobrir o que mais me importava. Por em tantos momentos dar prioridade ao que não merecia. Pelas vezes em que agi de modo tão contraditório às minhas próprias crenças.
Pelos momentos em que permiti que fizessem bagunça com o que era tão precioso.
Foi por medo. Ingenuidade. Ignorância. Confusão. Lá, era tudo que eu sabia. Lá, era tudo que eu podia.
Aprendiz, eu me abençoo, no meu coração.
- Ana Jácomo -
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