Eu e Voce de Luiz Antonio Gasparetto
O amor é uma experiência cuja essência transcende os limites da razão, formando uma intricada teia de conexões que desafia a compreensão humana. Tentar descrevê-lo é como pintar uma cor nunca vista ou criar um som jamais ouvido - uma tarefa que desafia a própria linguagem e a lógica. É uma jornada de descoberta contínua, onde a busca pela compreensão se torna uma dança entre mistério e maravilha. O verdadeiro amor nos envolve em sua misteriosa e magnética influência, unindo almas em uma sinfonia cósmica que vai além de nossa compreensão. Sua incompreensibilidade é parte de sua própria essência, surpreendendo-nos sempre e nos convidando a explorar suas profundezas infinitas.
Alma em Chamas
No labirinto do meu ser, onde o horizonte se perde,
Um caminho que desafia o alcance da mente.
Arde em mim um amor de força ímpar,
Como magma fervente, fazendo o coração disparar.
Em um mundo implacável, onde o afeto é desprezado,
Sou golpeado, ferido, pelo peso desolado.
Mas a chama do amor dentro de mim persiste,
Uma força imortal que jamais desiste.
Seu amor, como um farol de felicidade,
Nunca me permite parar de amar, com intensidade.
Perdido entre sombras, mas guiado pela esperança,
Busco a luz do amor que em mim se alcança.
Com bravura e fé, avanço sem vacilar,
Em busca da felicidade que me fará amar.
A humildade parece atrofiar-se diante de uma hiperatividade do córtex pré-frontal, que, ao se desequilibrar, influencia diretamente o sistema límbico e provoca um alargamento do córtex cingulado anterior. Com isso, formamos uma sociedade híbrida, emocionalmente instável, marcada por sentimentos nocivos.
Talvez estejamos vivendo em uma sociedade com reduzida ativação no córtex pré-frontal e baixa resposta emocional da amígdala.
Uma era onde a empatia foi arquivada em um pendrive com o sistema corrompido.
As decisões parecem partir de impulsos primitivos, desprovidas de reflexão ou compaixão. O senso coletivo de humanidade parece adormecido, desligado — ou talvez nunca devidamente instalado.
Pode ser que estejamos diante de uma nova síndrome.
Não clínica, mas simbólica. Uma síndrome de Ares, de Eris, de Nêmesis...
De Thanatos, Set ou Apep.
Forças arquetípicas que personificam o caos, a guerra, a destruição, a vingança e a escuridão.
Talvez seja isso: um espírito coletivo dominado por essas entidades, em conflito com tudo que representa equilíbrio e afeto.
Ou talvez seja apenas um Fazio —
Um erro no sistema. Uma falha que clama por compensação.
Um nome inventado para algo que não sabemos nomear... mas que sentimos todos os dias, no concreto e no virtual.
Existem três coisas que não se apagam:
a luz da consciência,
o fogo do amor,
e a força silenciosa do ser.
Não se vive pela metade
quando se ama por inteiro.
Não se alcança o eterno
com passos inseguros e coração alheio.
Meio coração
não ergue castelos,
não toca os céus,
não sustenta promessas.
A grama não fica verde sozinha —
é preciso regar.
O amor também.
É preciso cuidar, se doar, se entregar.
Seu amor.
Meu amor.
Nosso amor.
Não como dois,
mas como um só jardim.
Em cada toque, um pedaço se perde.
Em cada entrega, levamos fragmentos alheios.
Assim, dispersamos nossa essência em corpos que não ficam, e acumulamos vazios que não nos pertencem.
Sem presença verdadeira, sem amor ou sinceridade, restamos vazios — cheios de muitos, mas sem ninguém.
A intimidade é mais que pele; é alma.
E a alma que se doa sem limites,
se desvanece e se esgota.
Não se perca em tantos rostos,
não se dilua em tantas presenças fugazes.
Seja inteiro, seja você.
Antes de se entregar ao outro, cuide de si.
Porque se não, no final,
não sobrará nada de você.
Seja luz onde houver escuridão,
sorriso onde reina o silêncio,
abraço onde falta o afeto.
Leve esperança a quem se perdeu no caminho,
coragem a quem teme dar o primeiro passo,
e amor onde o mundo esqueceu de amar.
A vida floresce nos pequenos gestos —
e você pode ser o começo da mudança.
Ainda carrego um sonho no peito.
Não é apenas meu — é nosso.
É feito de fé, de cicatrizes e de passos firmes, mesmo em estradas incertas.
Com essa fé, seguimos transformando a dor em força,
cortando da rocha bruta do desespero
uma pedra que nos sustente:
esperança.
Com ela, aprendemos que a união fala mais alto
do que qualquer ruído de ódio.
Que podemos caminhar juntos,
orar, lutar, resistir…
E, um dia, sermos verdadeiramente livres —
não só no corpo, mas na alma.
Meu irmão, minha irmã,
nossa vida é feita de escolhas.
Cada caminho nos ensina,
cada queda nos molda,
cada sonho nos empurra pra frente.
Que a base da nossa caminhada
seja o amor que espalhamos,
a fé que nos levanta
e os sonhos que nos mantêm vivos.
Como identificar alguém que se permitiu manipular? Basta atentar para o lema da bandeira levantada. Observando-a, é visível e consistente a sensação proporcionada de dejavú em cada novo integrante em ponto tal que as mesmas frases se repetem uniformes, sem a esperada variação de pessoas que pensam por si. Ouvida a última, vem a convicção de que há um padrão impresso em seus cérebros, desde a primeira.
Nossa reserva moral é o bem mais precioso que podemos acumular ao longo da vida. Quando bem cuidada, tem poder de reverter situações da mais extrema penúria com que nos deparamos, pois que sempre haverá gente empenhada em ajudar-nos na empreitada. Quando desprezada, porém, não há reserva pecuniária que garanta nossos dias, ou quem se arrisque a comprometer-se com eles. Feliz, portanto, de quem escolhe desde cedo o que fazer com o próprio futuro, pois que quando ele chegar poderá ser tarde para isso.
A lisura não pode ser vista como uma vírgula a partir da qual se atendeu determinado público, se satisfez o chefe ou foi-se acolhido por Deus. Integridade real é aquela que se coloca como ponto final do posicionamento e à revelia de qualquer avaliação já que, com o foco desviado para quem espera por ela, tem seu valor mais subtraído do que legitimado.
Embusteiro é aquele que descobriu sua capacidade de induzir outros a acreditar naquilo que ele sabe que não é. O manipulador é ainda pior: é o que desenvolveu um incrível talento para fazer com que outros não poupem sacrifícios – ou até mesmo suas vidas – para atingir um objetivo do qual ele será o único beneficiário, ao custo da desgraça de seus seguidores e dos atingidos por eles.
Já vi pessoas até escolhendo a quem amar. Mas jamais descobri alguém que tenha escolhido em quem confiar. Uma vez perdida, a confiança nunca voltará a se instalar por mera decisão. Nem mesmo o perdão tem poder para resgatá-la, pois se o primeiro é concedido, a confiança que oferecemos precisa ser conquistada.
Quando já se perdeu contextualmente a referência em conceitos como verdade e mentira, tanto faz o que você diga, pois cada qual seguirá pensando o que já consolidou para si. Desmentidos, nestes tempos, são mera perda de tempo e fonte de desgastes. Busquemos, portanto, ser fiéis apenas às nossas crenças, não importando quais sejam, sem a proposta de fazê-las valer aos demais. Com a perda total dos referenciais à nossa volta, os únicos a que devemos atentar são os nossos proprios valores. Esses, sim, são aqueles dos quais não podemos nos distanciar.
Ao acordar pense no que vai fazer com cada momento do seu agora... O perdão pode zerar o que ficou pra traz, mas a confiança perdida não irá zerar o que ainda vem pela frente.
Se somente propagar a paz e falar de amor fossem suficientes, Gandhi não teria morrido a tiros, São Jorge não seria flechado até a morte e Cristo teria escapado da cruz. Mãos que fazem, mais do que lábios que pregam, é o real legado que deixam para os que mudarão o mundo.
Mais do que algo que uma pessoa possa ter feito, bem mais preocupante é o que algumas revelam sobre o que são capazes de fazer.
Ninguém discute o poder terapêutico da música para nos colocar no clima de harmonização interna e devolver-nos o equilíbrio que este conturbado planeta nos retira. Mas há instantes em que até ela me chega como infratora, impondo sua presença ao silêncio de que a alma está carente. São nesses momentos que se descobre como o nada pode ser tudo o que se precisa, e do quão precioso pode ser esse encontro do todo universal com o todo de nós mesmos.
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