Eu e Voce de Luiz Antonio Gasparetto
São os pequenos gestos que tornam o ato final, no teatro da vida, inesquecível, e vale muito à pena vivê-lo com intensidade.
Por quanto tempo é que vou ter de me conter? Quanto tempo vou ter de esconder o que sinto por ti a ti? Quanto tempo vou ter de reprimir os meus sonhos que tenho contigo?
Chega um momento na vida em que nos damos conta de que fizemos o que nos foi possível fazer...
Mesmo que possamos discordar do resultado, o que fizemos vai ser lembrado, mesmo que seja só por nós.
O diálogo sincero constrói a ponte necessária entre as palavras e o entendimento, trazendo a harmonia e a paz.
REALIDADE IRREAL
Difícil é compreender o desconhecido, e falhamos miseravelmente quando desistimos de tentar entendê-lo, e o aceitamos da forma que é: um mistério, uma incógnita, uma mensagem guardada em cofres de aço e pedra, onde temos de quebrá-los para talvez conseguirmos vestígios de entendimento.
O irreal torna-se tão real em determinadas situações, quanto a matéria que tocamos no dia a dia.
Há quem diga que um pesadelo é só um sonho franzido ao contrário; mas e quanto ao suor, ao medo e a dor que se sente quando a fera te persegue pela ruela estreita e lamacenta? E quanto ao desespero, ao grito inaudível que se expressa de forma incompreendida quando ela agarra seu pescoço e te parte ao meio? E quanto ao pedido de socorro prezo na garganta e os panos que te impedem de respirar? Nessa hora, a irrealidade torna-se tão real quanto.
Talvez a nossa mente só seja rasa demais para entender que vivemos despertos em um mundo de sonhos, e que caminhamos desapercebidos sobre a face das águas, quando se tem um infindo e profundo mar para se mergulhar.
Talvez só sejamos medrosos de mais para mergulhar na escuridão do desconhecido, e deixar os seus próprios dogmas nos derem à luz que necessitamos.
Talvez a nossa mente só seja fraca para quebrar as correntes daquilo que nos prende ao mesmismo e ao limite do conhecido.
O que conhecemos torna-se migalhas de pão caindo da mesa quando nos deparamos com a magnificência das obras do desconhecido. Diante disso nos vemos impotentes, incapazes e fracos; porém diante disto temos também uma escolha: Caminhar sobre a superfície das águas, ou mergulhar no infinito conhecimento do desconhecido.
Hoje observei uma jovem perto do rio, olhando o reflexo do céu na agua e talvez não prestando a atenção na imagem do céu mais sim com o pensamento bem distante dali, do momento do local e do ambiente, onde ela estava, pensando no passado talvez, quem sabem, mais achei curioso o fato de como somos iguais pelo simples fato de muitas vezes me pegar olhando algo e nem estar prestando a atenção no local para onde meus olhos estão tão atentos, e mesmo assim não ver o que esta bem dia diante de mim, mais sim focando passado, presente e futuro, ate mesmo no vasto e infinito mundo da imaginação.
A sabedoria nos guia a fazer escolhas muito mais conscientes e informadas, enquanto a confiança nos dá a coragem de seguir em frente, mesmo diante das incertezas. Juntas, essas qualidades formam uma base sólida para que possamos enfrentar os desafios da vida e aproveitar as oportunidades que surgem. Cultiva-las é um processo contínuo, que nos fortalece e nos prepara para qualquer situação.
A simplicidade nos ajuda a manter a clareza e a nossa paz interior, permitindo-nos focar no que realmente importa. Quando simplificamos nossas ações e pensamentos, podemos nos fazer entender mais facilmente. A simplicidade pode nos trazer uma sensação de leveza e liberdade, nos ajudando a viver de maneira mais plena e significativa.
A família e os amigos são pilares fundamentais em nossas vidas, pois nos proporcionam o apoio emocional, o amor e uma sensação de pertencimento. Eles são a base sobre a qual construímos nossas experiências e memórias, durante a nossa existência. Valorizar e nutrir essas relações é essencial para que tenhamos uma vida plena e feliz.
Valorizar as conquistas e cultivar a gratidão são práticas *poderosas* que podem transformar nossa perspectiva e aumentar nosso bem-estar. Essas atitudes além de melhorar nosso humor e saúde mental, também nos ajudam a construir uma vida mais plena, segura e significativa.
Abraçar a vida em sua totalidade significa aceitar e valorizar todas as suas facetas, incluindo os altos e baixos, as alegrias e os desafios. Ao fazer isso, nos tornamos mais resilientes e capazes de apreciar a beleza no que vemos, em todos os momentos. Ao abraçar a vida com essas perspectivas, podemos encontrar um equilíbrio e uma sensação de paz, independentemente das circunstâncias.
O final de ano que se aproxima é um período propício para refletir sobre os valores que moldam nossas vidas e nos preparam para o ver os desafios, como oportunidades para aprender e crescer. Desenvolver a capacidade de nos adaptarmos e superar as adversidades, fortalecer nosso caráter e determinação; as reflexões podem nos ajudar a entrar no novo ano com um espírito renovado e preparado para enfrentar o que vier, com coração aberto... 🌟✨
Sonhei, mas não conquistei.
fui covarde,
coloquei outros como prioridade,
me decepcionei.
Nem comecei, mas já acabei.
aceitei,
nenhum lugar eu chegarei.
Sendo homem, fui fraco.
uma vergonha,
uma mancha,
um nada.
Sonhar grande é uma forma de reconhecermos e aproveitarmos ao máximo as oportunidades que a vida nos oferece. Quando nos permitimos sonhar grande, estamos nos abrindo para um mundo de possibilidades e nos desafiando a alcançar todo o nosso potencial. Metas grandiosas nos dão um senso de propósito e direção, orientando e focando nossas ações. Quando sonhamos grande, estamos nos dando permissão para aspirar mais, a ir além do comum e a explorar todo o potencial que temos.
Comparar nossas vidas com uma pedra dentro de um rio é uma metáfora rica e profunda. Assim como uma pedra no rio, nossas vidas são moldadas pelo fluxo constante de experiências e desafios que encontramos cotidianamente. A pedra em si é sólida e, a princípio, pode parecer inalterada. No entanto, com o tempo, a correnteza do rio suaviza suas bordas, tornando-a mais polida e refinada. Apesar das forças da água, a pedra permanece no rio. Ela pode ser deslocada, rolada, mas, raramente, é destruída. Esta analogia nos faz lembrar que, assim como a pedra é moldada pela água do rio, nós somos moldados pelas nossas experiências. A vida pode ser cheia de turbulências e desafios, mas cada um desses eventos faz com que sejamos mais fortes e resilientes.
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