Eu e Voce de Luiz Antonio Gasparetto

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Já foi tempo que eu baixava a cabeça perante essa sociedade hipócrita na qual vivemos! Depois que descobri o meu verdadeiro eu e passei a me aceitar e a me respeitar como ser humano, igual a qualquer outro, coloquei como prioridade a minha felicidade e deixei de lado o robô no qual a sociedade fazia questão de controlar! Viver é uma arte, só passamos a viver realmente na hora que nos aceitamos da maneira que somos e não da maneira que querem que sejamos!

SOBRE MIM.

Não sou de brincadeira quando falo sobre mim, afinal, eu mereço ser levada à sério. Respeito pra mim é essencial. Sou do tipo que valoriza o olhar mas que ainda carrega um gesto tímido na fala. Tenho um jeito marcante que ao mesmo tempo em que aproxima, afastam muitos. Talvez por medo, talvez por inveja, tudo depende da intenção de cada um. Sempre fui certa nas minhas atitudes, direta nas minhas opiniões e errada nas minhas decisões. Mas nunca, nunca alguém me viu de braços cruzados, disfarcei-me de cega, mas sempre observei passos errados. Quem me conhece sente saudades. Sou dia de sol misturada de uma grande tempestade.

Solidão, me sinto sozinha, totalmente só e sem chão. Parece que o mundo resolveu se mover e eu não.

E quando eu pensar que as minhas forças irão acabar, eu me renovo, me revisto de coragem, coloco uma armadura de fé e saiu em direção a realização dos meus sonhos.
Eu vou indo, avançando, conquistando e dando o melhor de mim em tudo.
Não posso temer, não posso parar nem retroceder, as vitórias estão lá na frente, então irei ao encontro delas com a certeza da minha capacidade de superar desafios e ser vencedor.

EU SOU ASSIM:
Incoerente, inconstante, inconsequente... Eu sou assim: Imprevisível, tenho aversão a todo e qualquer tipo de jogo de cartas marcadas. Sensível a essa realidade morna.
Me defino como uma chuva de verão ou, até mesmo, um furacão: que chega sempre sem avisar. Intenso, avassalador, destrutivo. Mas, com a mesma intensidade que chego, tão logo parto. Sem deixar rastros ou pistas sobre de onde vim ou pra onde irei.
Sou introspectivo, tenho alergia a essa rotina descabida do dia-a-dia. Já me peguei com a necessidade mortal de sair andando, sem rumo, em uma madrugada de segunda feira. Da mesma maneira que me vi deitado, sem perspectiva, ás 9 da noite de uma sexta feira.
Sou um nômade, um pirata. Meu navio é guiado ao sabor das batidas pouco ritmadas do meu coração. A minha única lei é não respeitar lei alguma. A minha única regra é não seguir regra alguma. E o meu único amor é o amor próprio. Não exija de mim nada que seja considerado “normal”. Não me enquadro em nenhum padrão de comportamento aceitável.

Aos Músicos Poetas...

Me deixa ver a lua e me dê um violão...
Eu te mostrarei o mundo.

PACIÊNCIA — por Jorgeane Borges


Às vezes eu sinto que o mundo corre rápido demais para mim.
Como se tudo pedisse pressa respostas, decisões, coragem
enquanto eu mal consigo acompanhar o ritmo da própria respiração.


Dizem para ter paciência.
E eu tento.
Juro que tento.
Mas há dias em que a paciência pesa mais do que o cansaço,
e tudo que eu queria era um lugar onde o tempo parasse,
onde eu pudesse me recolher sem culpa,
onde ninguém exigisse que eu fosse forte só porque já aguentei demais.


A verdade é que eu tenho carregado um silêncio enorme.
Um silêncio cheio de medos, de urgências internas,
de vontades que eu nem sei se são minhas ou do mundo.
E mesmo assim, continuo esperando
por um alívio, por um respiro,
por um pouco de luz que me lembre que ainda vale a pena.


Mas paciência não é só esperar.
É sobreviver ao intervalo.
É suportar o próprio peso sem desabar de vez.
É acordar mesmo sem querer,
levantar mesmo sem força,
e acreditar que talvez, só talvez,
o amanhã não doa tanto quanto hoje.


E enquanto eu não encontro todas as respostas,
eu sigo no meu tempo.
No meu ritmo.
Nas minhas pausas.
Tentando não me cobrar por não ser mais rápida,
por não ser mais forte,
por não ser aquilo que esperam
quando a única coisa que eu consigo ser agora
é alguém que luta em silêncio para não desistir de si.


E se paciência é isso,
então eu estou aprendendo.
Devagar, no passo que dá,
no passo que eu posso.


E talvez seja assim mesmo:
algumas coisas não chegam quando a gente quer,
mas quando a gente enfim consegue respirar.

Hoje, recebo vocês com aquilo que tenho de mais verdadeiro: minha gratidão.
Talvez eu ainda não consiga dizer tudo em palavras faladas. Às vezes, eu agradeço no silêncio, no olhar que demora, no abraço que segura um pouco mais, no sorriso tímido de quem ainda está se refazendo. Agradeço também vivendo, que é o que vocês me ensinaram a fazer de novo.
Vocês foram suporte quando eu precisei parar.
Foram colo quando meu corpo e minha alma pediram descanso.
Foram cuidado, zelo, presença, generosidade.
Apoio emocional, financeiro, de alma — daquele que permite respirar sem culpa.
Em vocês, aprendi que eu podia ser cuidada como algo precioso.
Como uma pérola.
Essa pequena concha é apenas um símbolo. Um gesto singelo para dizer que não há distinção entre vocês: todas têm a mesma importância, todas sustentaram, cada uma à sua maneira, o que em mim estava frágil. Que ela possa guardar o que for precioso — anéis, memórias, pequenas delicadezas — e que, ao olharem para ela, lembrem-se: ali também estou eu, depositada com amor, assim como fui acolhida.
No dia em que pedi anjos a Deus, Ele me enviou vocês.
E foi através de vocês que voltei a acreditar que descansar também é um ato de coragem, e que ser cuidada é uma forma de amor.
Obrigada por serem minha rede.
Meu suporte.
Meu descanso.
Minha luz no escuro.
Com todo o amor que hoje consigo oferecer.
🤍




29 de Dezembro de 2025

Estou cansada de fingir que está tudo bem. Tem dias em que o peso é maior do que eu consigo carregar sozinha. A solidão não é só estar sem alguém, é sentir que não se cabe em lugar nenhum, nem dentro de si.
Eu tento ser forte, tento seguir, mas às vezes tudo o que preciso é que alguém me escute sem julgar, sem minimizar, sem dizer que vai passar rápido.
Hoje eu não quero respostas prontas. Só quero ajuda. Quero colo em palavras, presença sincera, um pouco de humanidade.
Se você puder ficar, fique. Se puder ouvir, ouça. Eu realmente preciso.

A força do meu querer, em algum lugar eu deixei me perder
Perdi a força que me movia


Mas ela não morreu.
Apenas cansou de empurrar portas fechadas,
de insistir onde o eco não respondia.


Ficou sentada em silêncio,
esperando que eu aprendesse
que vontade também precisa de cuidado,
e que até o querer tem direito ao descanso.


Talvez a força não tenha ido embora —
talvez esteja me esperando
no mesmo lugar onde eu me perdi,
para que eu me reencontre diferente,
mais inteira,
menos dura comigo.

POV:
Eu não precisava ser salva à força.
Precisava ser vista.
Quem me conheceu de verdade
sabia onde eu cessava,
onde o peso começava,
e ainda assim escolheu a pressa,
não o cuidado.
O resgate nunca foi sobre coragem.
Foi sobre atenção.
Sobre permanecer quando não era fácil me mover.
Talvez, se meus limites tivessem sido respeitados,
eu não tivesse precisado me perder
para tentar me encontrar.

Eu te perdoo pela palavra não dita
Refugiada na solidão dos teus lábios
Entre os beijos que amordaçaste

Eu te perdoo pelo carinho adiado
Tatuado na insônia do teu corpo
Entre os sonhos que não dormiste

Eu te perdoo pelo olhar aflito
Desenhado no deserto do teu rosto
Entre os gritos de silêncio que guardaste

Eu te perdoo pelo abraço apenas imaginado
Sonâmbulo a ansiar o calor dos meus braços
Entre os luares que teus olhos apagaram

Eu te perdoo por sufocares teus desejos
Exilando-os na penumbra do teu coração
Entre os invernos perenes da tua alma

Eu te perdoo pelas vezes que te esperei
Quando teus passos emudeceram
Entre as fronteiras dos teus limites

Eu te perdoo pela tua renúncia
Por amontoares teus sonhos em gavetas
Entre tantos outros estilhaçados pelo tempo

Eu te perdoo por te perderes de mim...

Verdade é o que eu digo ser verdade. Posso incendiar o mundo e chamar de chuva.

(A Rainha Vermelha)

Oh sim, eu sou o grande fingidor
Fingindo que estou bem
Minha necessidade é tanta que eu finjo muito
Pois estou sozinho mas ninguém percebe.

Ele não é como os outros caras, eu não posso me desculpar pelo que meu corpo quer e o que meu coração decide.

Eu sempre disse que seria mais feliz sozinha, que eu teria meu trabalho, meus amigos mas, alguém na minha vida o tempo todo? Dá mais trabalho do que vale a pena! Mas parece que eu superei isso. Existe uma razão pra eu dizer que seria mais feliz sozinha. Não que eu pensasse que seria mais feliz sozinha, é que eu pensava que se eu amasse alguém e desse errado... eu não conseguiria aguentar. É mais fácil ficar sozinha. Porque e se você aprender a amar e depois não tiver a quem amar? E se você gostar de amar e ficar dependente? E se você mudar a sua vida à volta do amor e então ele acabar? A gente consegue sobreviver a esse tipo de dor? Perder um amor é como perder um órgão, é como morrer. A única diferença, é que a morte é o fim e isso, isso pode durar pra sempre!

Eu quero começar essa semana DETERMINADA... Vou me esforçar para alcançar as minhas metas e o meu passaporte será a DETERMINAÇÃO. Exatamente assim, quando queremos e desejamos de todo nosso coração - alcançamos, não basta idealizar, temos que nos esforçar. A palavra diz: "Esforçai-vos que Eu vou ajudarei" (Fil 3:13) Deus, premia todo aquele que se esforça, portando não tenha medo dos gigantes do dia a dia, comece essa semana de bem com a vida e entregue ela nas Mãos do Senhor, esforça-te, seja determinado e marche rumo a sua vitoria, porque aquele que Deus escolheu para vencer, não poderá ser derrotado. Bom Dia e feliz semana pra mim, pra você e para todos que crêem em um Deus de Milagres.

Porque algumas vezes... Em um bom dia... Se eu tentar, com muito esforço eu não sou somente um Senhor do Tempo que fugiu... Eu sou o Doutor.

Me sinto sozinha. É, nunca me senti tão ruim assim, é uma coisa que vem de dentro, que nem eu consigo explicar, dói, machuca e parece que não quer passar...

⁠Eu admiro sua independência. Não sei viver sem ter amigos.