Eu Desejei mais do que Voce

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É complicado encerrar o capítulo e não pensar mais nos personagens. Não lembrar das características do ator principal. Deletar. É tão fácil deletar. O impossível é deletar pessoas importantes e especiais da nossa vida. Temos que contar com o fator tempo-superação. E nem sempre ele quer nos ajudar. Dar uma mão. E, às vezes, um colinho.

O mundo dá voltas e voltas, e por mais que as coisas mudem às vezes elas arranjam um jeito de contornar a situação – seja ela qual for – e dirigir–se do
passado para o presente, afinal porque a vida não traria de volta algo para você se você mesmo não aprendeu ainda a lidar com aquilo? Ela está sempre tentando fazer você enxergar as coisas, aprendam então que tudo que não é pelo amor é pela dor.

As mulheres de hoje vivem intensamente independente. Os homens muito mais machista. Até onde vai esse confronto entre ambos. Se um não vive sem o outro.

⁠Dar um novo passo, dizer uma nova palavra, é o que as pessoas mais temem.

Fiódor Dostoiévski
Crime e castigo (1866).

Agradeça pelas coisas bonitas que pôde ver hoje...desde as mais simples. Mais corriqueiras. Reveja em sua mente cada uma, e reviva em seu coração a paz e conforto que te trazem...e saiba que isto é ser feliz. A capacidade de valorizar o que é realmente importante.

Como não consegue acreditar seriamente que vai alcançar sucesso, o brasileiro acha mais seguro apostar no fracasso alheio.

A gente sempre sabe quando o fim está próximo. Quando já não é mais possível adiar. Quando a estrada já não permite que sigamos em frente. Nada além de um novo rumo, um novo capítulo da história. Já não é mais possível fazer curvas, retornos, nada mais nos prende ali. Não há mais argumentos que justifiquem a nossa permanência. A não ser o medo. O medo do novo. Do incerto. De tudo aquilo que tira a sensação de segurança do peito. De tudo aquilo que parece não ser firme o suficiente para que nós mergulhemos de cabeça. Todos que me veem me enxergam como a pessoa mais bem resolvida do mundo. A mais decidida. A que encoraja a todos, a que estimula a cada amigo ou conhecido a ir além dos seus próprios limites, sair da zona de conforto, não ter medo do escuro, do que ainda não se pode saber se vale a pena insistir, persistir ou desistir. Mas de perto, olhando assim, em zoom, eu não passo de mais um desses seres humanos meio perdidos, tentando saber qual é o seu lugar no mundo, por onde preciso ir para chegar onde quero ou se tomo meia dúzia de decisões irrevogáveis que mudarão o meu destino para sempre. Se você me perguntasse hoje, neste segundo, a queima roupa, o que me prende, eu diria – o medo. Em contrapartida, tenho tentado me aproximar cada vez mais de tudo aquilo que não me impede de bater asas. De voar. De ir além. Mas, ridiculamente, eu não saio do conforto e da segurança do chão. Eu não bato as tais asas que sinto prenderem, que sigo procurando espaço suficiente para abrir. Vivo a dualidade de um passarinho que sonha em conhecer o mundo, tem a porta da gaiola aberta, mas não se move. Não sai do lugar. Eu só não queria ter tanto medo. Queria que alguém me jurasse, me prometesse que tudo vai dar certo, que não vou me arrepender do próximo passo, que não preciso do que é mais cômodo e menos feliz, só por não ter certeza se a vida vai me sorrir de volta ou vai me receber com uma porta na cara e um aviso de – volte mais tarde. A gente sempre sabe quando o fim está próximo. Quando já não é mais possível adiar. Quando a estrada já não permite que sigamos mais em frente. É como aqueles jogos de videogame que a tela te empurra para frente e te obriga a enfrentar todos os vilões, todas as dificuldades que surgirem pelo caminho. Mas repito – tenho medo. Se você me perguntasse hoje, neste segundo, a queima roupa, o que me prende a este presente que já não me acelera o coração, não me faz feliz, não me faz bem, pelo contrário, me suga, me sufoca, me maltrata, me maldiz, me adoece, eu diria – a falta de coragem. Vivo a angustia de ser um passarinho com sonhos do tamanho do mundo, com a oportunidade de realizar, ao menos por ora, pequenos feitos, mas que não se move. Não sai do lugar. Por medo de que só a vontade de ser feliz não seja suficiente para ser.

Quero paz , felicidade... quero o que o dinheiro não compra .
Quero mais do que uma noite de felicidade, que se vai ao chegar o dia.

Somos no sentido mais profundo, responsáveis por nós mesmos. Somos, como colocou Sartre, os autores de nós mesmos. Através do conjunto de nossas escolhas, nossas ações e nossa omissão em agir, acabamos por projetar a nós mesmos. Não podemos evitar essa responsabilidade, essa liberdade. Nas palavras de Sartre "Estamos condenados à liberdade"

Mais amor, por favor! Mais amor nesse mundo louco, nesse mundo de cão! Mais amor nesse mundo onde as pessoas querem comer umas as outras vivas! Onde é cada um por si e dane-se o resto. Mais amor, mais gratidão, mais fé! Necessita-se acreditar. Na vida. Nas pessoas. Na gente. Em Deus. Necessita-se arriscar mais, permitir-se ir além. E além de tudo, recomeçar sempre! Mais amor, por favor! Em todas aquelas coisas simples que hoje passam-se por despercebidas aos nossos olhos. Em todas aquelas coisas que, por serem simples, são demasiadamente incríveis! Que não nos permitamos cegarmos, fecharmos nossos olhos e nossas almas apenas porque o medo de acreditar, de seguir adiante, e principalmente de arriscar prevalece. Que aprendamos a superar todas nossas fobias e que isso sirva de motivação para nunca desistirmos. Que a imobilidade seja extinta e que a mudança seja sempre presente. E que essa mudança sirva para crescermos e amadurecermos sempre! Mais amor, por favor! Amor próprio, aquele que sentimos assim que colocamos o pé para fora da cama, que faz o coração bater mais forte ao nos olhar no espelho, aquele que enche nossos olhos com um brilho esplêndido ao pensarmos o quanto temos orgulho de sermos quem somos, aquele que jamais permite nos humilharmos por aqueles que não merecem sequer uma lágrima. Por favor Deus, não se esqueça! Mais amor, por favor! Mais sentimentos puros! Mais PESSOAS puras! O mundo está corrompido, e todos nós, já estamos fartos! Então, mais amor, por favor!

‘’Quanto maior for a elevação da inteligência de um homem mais ele terá dúvidas e questionamentos sobre a vida, ao contrário do ignorante que finge saber de todas as questões e ter todas as respostas para todos os assuntos. Um homem inteligente sabe que é ignorante e limitado da sua capacidade por isso busca evolução, já o homem ignorante vive em uma bolha e é incapaz de evoluir e prosperar para a elevação do seu ser’’.

⁠Parece que nosso anjinho está abrindo suas asas em mais de uma cama, não é?

⁠Meu pergaminho mais preciso
É o teu corpo
Minha inspiração
É o teu sentir
O que me seduz
É a tua inteligência.

Acredite, nunca senti algo assim e garanto que nunca mais sentirei. Nunca ficarei satisfeito com apenas uma parte de você.

A inclusão é o aperfeiçoamento básico humano de educar para a construção de um mundo mais sociável.

"E como em um passe de mágica ela não estava mais lá,
e nunca mais estaria ...
Ela foi embora, embora de uma maneira que ninguém nunca esperaria"

Hoje é o dia mais importante da minha vida, porque o ontem já se foi e o amanhã é incerto!

Acho que uma das coisas mais sinistras da história da civilização ocidental é o famoso dito atribuído a Benjamim Franklin, "tempo é dinheiro". Isso é uma monstruosidade. Tempo não é dinheiro. Tempo é o tecido da nossa vida, é esse minuto que está passando. Daqui a 10 minutos eu estou mais velho, daqui a 20 minutos eu estou mais próximo da morte. Portanto, eu tenho direito a esse tempo. Esse tempo pertence a meus afetos. É para amar a mulher que escolhi, para ser amado por ela. Para conviver com meus amigos, para ler Machado de Assis. Isso é o tempo. E justamente a luta pela instrução do trabalhador é a luta pela conquista do tempo como universo de realização própria. A luta pela justiça social começa por uma reivindicação do tempo: "eu quero aproveitar o meu tempo de forma que eu me humanize". As bibliotecas, os livros, são uma grande necessidade de nossa vida humanizada.

Antonio Cândido
Glass, Verena. Antonio Candido inaugura biblioteca do MST e fala da força da instrução. Portal Carta Maior, 8 ago. 2006.
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Acreditamos no amor perfeitinho, mas o amor que mais mexe com a gente é o amor bandido. Aquele que te afasta por vezes de quem se ama e te judia! Aquele que é cheio de erros e falhas de ambos. Aquele intenso cheio de lembranças que não morrem. Que te faz odiar a pessoa por segundos e a ama-la pela vida inteira. Aquele amor que sempre faz a gente encontrar um motivo para estar junto novamente. Que faz a gente se perguntar por que não estamos com a pessoa amada se a amamos. Mas quando esse amor nos encontra é pra mostrar o que é amar! Faz sofrer, faz chorar, faz prometer nunca mais olhar ou falar com ela (e) e no mesmo segundo querer estar novamente naqueles braços. Magoa e quando usamos a razão na mesma hora decidimos não voltar atrás, mais aí o coração manda e a razão obedece! Eita amor bandido esse nosso. Tá na hora da gente prender ele pra sempre em nossos corações, deixar o tempo curar as feridas e não perder mais tempo, porque te amo e você me ama, te quero e você me quer e já não consigo disfarçar! Sei, os outros vão falar que é loucura mas é preciso ser louco para viver de verdade e quando estamos juntos o mundo é você e eu, meu amor!

Mais devastador que um coração de pedra é um coração apedrejado.