Eu Desejei mais do que Voce

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Se um dia eu te encontrar te direi o quanto foi difícil para mim ficar distante de você.

Inserida por auloscarvalho

Eu amei o seu sorriso e vi que a minha felicidade estava em você...

Inserida por auloscarvalho

⁠Se eu pudesse parar o tempo, você estaria ao meu lado sorrindo para mim.

Inserida por auloscarvalho

⁠Eu sinto você como se fosse ontem.

Inserida por auloscarvalho

⁠⁠Eu tenho habilidades de escrever uma palavra que você nunca leu.

Inserida por auloscarvalho

⁠Eu andei no jardim dos meus pensamentos no domingo a tarde e encontrei você, sentada no meu coração.

Inserida por auloscarvalho

Não espere encontrar em mim um exemplo pra você (deixei de ser isso há um tempo).
Mas não vá achando que vou olhar para você e encontrar um exemplo pra mim.
Meu exemplo já morreu à muito tempo.
E meu vigor de fazer oque parece correto, já não é o mesmo...

Inserida por OrlandoBiotoviski

Você vai ser você onde você estiver.

Inserida por Kebay1

Reviver o passado sempre será uma aventura mais perigosa que arriscar no futuro!

As pessoas mais iluminadas são precisamente aquelas que rejeitam os holofotes!

Nunca tenha por belo apenas o que os olhos alcançam, pois nada é mais cego que o olhar!

Sentir saudades de quem não pode mais estar ao lado é afirmar que tal distância, no coração, jamais se deu!

Aquela que te faz feliz: eis a pessoa mais linda do mundo!

VELHO GOIÁS

Olha os ipês no cerrado, mais belos
Do que as da estação da chuvarada
Tão antigos, tanto mais belos, nada
mais magnificante... e tão singelos!

Os brancos, os rosas e os amarelos
Nos galhos, a cantiga da passarada
E o frágil das flores no chão arriada
É o velho Goiás nos seus paralelos

Toca o berrante, boiadeiro e boiada
Carro de boi, os seus causos e viola
Assim, assim vão todos pela estrada

No suor da terra a mão do capataz
Cidade grande e também a aldeola
É o espírito do chão do velho Goiás...

© Luciano Spagnol
poeta do cerrado
Outubro de 2018
Cerrado goiano

Mais um outono

Mais um outono aos amuos do vento
Desarraigando as folhas num valsar
De alento, saudade ou desalento
Que vão pelo umedecido e cinzento ar

Em pares, grupos ou solitárias
Vão se acomodando pelo chão
Em lentas e calmas romarias
Com doridas vozes em oração

Nos galhos os abraços dos ninhos
Acariciados pelos redemoinhos
Ali ficam poeirados e agarradinhos

As folhas são barcos nas corredeiras
Nos charcos descansam nas beiras
O outono costurando suas algibeiras

Luciano Spagnol

Abraço

Dos gestos o mais lido é o abraço
Envolvem a alma em laço
Tem amarração e proteção
Embrulha o corpo de carinho
Nos braços tecem o ninho
Do bem querer, do bem receber
De coração a coração, afeto no viver!

Luciano Spagnol

Nada mais tentador que maçã do amor
Com canela tem cheiro de beijo
Sedução
Eterno fruto da paixão

Aqui jaz um poeta
amotinador
neste silêncio caneta
tua poesia maior
mais secreta.

NA PELE DO CERRADO (soneto)

Pulsa mais do que se pode ouvir
Vário mais do que deve imaginar
Mas, não se pode nele se banhar
Sem nele o teu chão os pés sentir

Aqui, pois, o céu é do azul do mar
Teu horizonte na vastidão a reluzir
Num encarnado que nós faz ouvir
Tons no vento no buriti a ressonar

O contraste é somente pra iludir
Hibernando e, encantado o olhar
No árido inverno dos ipês a florir

Num espetáculo que vai embalar
Do marrom ao virente a se colorir
Pele do cerrado, agridoce poetar

© Luciano Spagnol
Poeta do cerrado
2017, julho
Cerrado goiano

Uma das coisas que mais me assustam na vida é a unanimidade. É um sinal amarelo que me alerta para o assédio da hipocrisia!