Eu Desejei mais do que Voce
Após uma vários dias de “vou, não vou. Eu podia ir... Mas se eu ficar...” decido viajar. Eu não costumo planejar coisas, se planejo, desisto. Sabe por quê? Eu sou aquele tipo de gente irritante que pensa em todas as possibilidades e, de tanto pensar eu me satisfaço. Eu imagino tanto a situação, que acabo enjoando dela sem nem chegar perto. Comigo é sempre no calor do momento. Se eu chamar, tem que
ser agora. Não me venha com ‘amanhã’, nem ‘mais tarde’. Então, pela primeira vez na vida, parei para arrumar a minha mala.Tem gente que tem todo um ritual: param por horas, fazem um planejamento mental. Praticamente meditam. Normalmente o que eu faço é atirar as roupas mais novas, aleatoriamente, sem nenhuma combinação, com um pensamento consolador na cabeça “qualquer coisa eu uso as roupas da minha irmã”. Como tudo tem uma primeira vez na vida, mesmo com pouco tempo, eu disse pra mim mesma: “-Aline, você tem muita roupa que nem usa, tome vergonha e faça uma mala digna”. Separei todos os ‘looks’: moda praia, shopping opção 1 e 2, umas 3 roupas pra balada ( até tentei me iludir, achando que ia sair tanto assim), até combinações para ficar em casa sem parecer uma mendiga. Maquiagem. Pus uma camisolinha, coisa que eu nunca lembro. Meu namorado quando arruma a mala dele coloca sempre uma camisa dele extra, para eu dormir. E, como toda mulher que se preze: um calcado para cada estilo de roupa, minuciosamente escolhido analisando as variantes: cor, conforto, estilo. Pronto. Bagagem perfeita. Arrumada, em cima da hora, com toda a dignidade de uma preparada com uma semana de antecedência. Claro que tanta coisa não caberia numa única mala. Com um enorme pesar, tive que separá-las em três. Para que elas não se sentissem solitárias, arrumei-as uma ao lado da outra, no canto da parede, e as olhei com um orgulho tamanho, como um criador olha a criatura, quase caiu uma lágrima do meu olho esquerdo. Eis que chega o namorado (e motorista!) apressado, carregando tudo para o porta-malas do carro, perguntando onde estavam as minhas coisas. Inocentemente, comentei que a minha bagagem estava no quarto e ele podia pegar. Não me passou pela cabeça conferi-las, ora, porque alguém haveria de separar a minha, praticamente, obra de arte, fruto de longos minutos de inspiração e minúcia? Ele, arruma tudo no carro e dispara a seguinte frase “tem certeza que não está esquecendo nada?Dá uma olhada.”. Não me esqueci de nada, certeza. Tudo está nas minhas malas, recusei-me até a conferir. Partimos. A viagem foi tranquila. Chegamos já na hora de dormir, e o meu motorista, era também, o encarregado de esvaziar o carro. Após uma noite maravilhosa, acordei me sentindo uma diva. Com uma vontade enorme de tomar banho, começar a minha “superprodução”, eis que levanto e reconheço apenas uma mala. Dei uma volta no apartamento torcendo para ser apenas um problema organizacional, e nada encontro. Aparentemente, tudo no lugar, continuo me iludindo “estão no carro, certeza”, pergunto em voz alta “amor, ficou alguma coisa no carro?”, ele, com a inocência de quem desconhece a iminência do fim do mundo, terceira grande guerra, ou qualquer outra catástrofe à altura, que está para acontecer, responde “-Não amor. O carro ficou vazio.”. Minha cabeça começou a rodar na mesma proporção da vontade crescente de matar alguém. Alguém tinha que levar a culpa. Cabeças iam rolar. Sempre quem paga o pato nessas horas é o namorado, a culpa é sempre dele. Eis que ele incita a frase por hora mencionada, e dispara “eu disse pra você conferir se não tinha esquecido nada”. Acho que nem ele acreditou que essa ia colar. Dei as costas, entrei no banho fumaçando. Se eu fosse um desenho animado, provavelmente estaria com a cara de um dragão vermelho expelindo fogo pelas ventas. Então mudei o foco por um segundo, parei de pensar na mala um minuto e, pensei no meu amor, que já fazia uns três dias que eu não via. Na saudade que eu estava dele, e lembrei que tudo aquilo, no final das contas era pra ele. Saí do banheiro, de toalha, vi a cara dele de pânico, se esquivando de me olhar. Com um telefone no ouvindo falando para alguém do lado de lá “-Oi, que horas você vem pra Salvador? Pode trazer umas malas que eu esqueci?”. Eu o abracei, dei um beijo no rosto dele e disse: ”esquece essas malas, vamos sair?”. Aprendi duas lições: monitorar as tarefas delegadas a um homem e a outra em time que está ganhando não se mexe (não arrumo mais mala!).
"A luz tem que brilhar primeiro em mim pra que eu possa iluminar o caminho dos outros... Naum tem como uma vela apagada iluminar um ambiente. Se naum for assim é pura ilusão... Naum vivo de máscaras... Sou eu mesmo... Minha força vem de mim e naquilo em que acredito e ninguém vai arrancar isso das minhas mãos... Homem nenhum acorrenta meus passos mas, a luz do sol ilumina o caminho onde pisam meus pés..."
Tem horas eu sou inundada por uma certeza absurda de que eu não sou o suficiente para ele, já na hora seguinte cai a ficha de que essa falta de valorização a mim mesma é apenas fazer jus a esse 'não merecer'. Daí na hora seguinte...
Eu cresci acreditando que toda história tem um final feliz, visualizava os Contos de Fadas como meu futuro e hoje vejo mais como minha ilusão. Porque mentem tanto para as crianças? Até hoje me pergunto, porem entendo, se não fosse assim crescendo no mundo lindo da fantasia quem iria querer ir em frente? Onde estaria o desejo de crescer? Meu desejo de crescer sempre esteve nos Contos. Me achava a Bela Adormecida sendo acordada pelo Príncipe, a Branca de Neve sendo salva pelo amor da sua vida montado em um cavalo branco, a Cinderela recebendo de volta seu sapatinho de cristal das mãos de seu amado. Tudo isso me fez acreditar que eles existiam de verdade, porem, hoje procuro por pelo menos um deles e não encontro, é como se eles simplesmente não existissem. Mas se cresci acreditando em Contos, como a vida tem coragem de esfregar na minha cara que nada disso existe? Com que direito o Mocinho da minha história resolve se tornar o Vilão? “E agora quem poderá me defender?” Em quem confiar? Nesse Conto da vida real não sabemos o papel de ninguém, todo mundo é Mocinho até que se prove o contrário, ou bandido, nunca se sabe. Mais resolvi aceitar um conselho meu; Vou continuar acreditando, não da mesma forma é claro, nem todo Conto tem que ser seguido à risca. Mais vou acreditar sim, não no “final”, mais no “feliz” da história. E o Príncipe? Há, se ele não agradar, tiro ele da história. Tem sempre um figurante querendo ser protagonista mesmo.
Paixão é uma coisa inexplicável e oscila entre o amor e ódio,quem eu nunca pensei gostar de mim;hoje declaras juras de amores...
Como eu queria me envolver nela,me aquecer entre ela,abraçar ela..sentir o perfume dela....
Aquecer meu corpo frio no calor dela.....não aguento mais... já vou ao encontro dela....meus pensamentos estão nela,e nesse momento eu só penso nela...a minha cama que saudade de você...
Uma coisa que eu aprendi na vida:Deus não tiras as coisas que te-os livrarão...ele apenas te observas e respeita a suas decisões
Eu quero sorrisos sinceros, quero ver o dia nascer com a felicidade do meu lado, quero respirar segurança, quero abrir os braços a todo afeto que vier..
Eu quero um mundo melhor, eu farei MEU MUNDO melhor!
Eu estou caindo. Só vejo vazio e escuridão. Não digo nenhuma palava se quer. O silêncio me conforta. Sinto minha alma vazia, estou morrendo. Por fora a mesma mulher, sem nenhuma mudança notável. Por dentro cometi um suicídio. Não quero dar valor aos sentimentos, não quero da valor algum à razão, não quero muito menos suplicar por teus beijos, não quero mais ouvir meu coração. Ouço vozes gritando dentro de mim, elas me enchem de perguntas, me enlouqueço por não ter respostas. Diversas noites sem durmi, tento te escrever mas não consigo. Um beijo, é somente o que te peço (..)
...e eu sabia que daquela história só sobraria uma parte do amor...uma parte inteira somente dentro do meu coração...
E eu chorei!
Eu sou aquele brega que escreve uma carta de amor,
Sou aquele sentimental que não esconde uma dor.
Será que sou idiota por acreditar em um verdadeiro amor?
Com um carinho grande e esplendor,
Esse sou eu, sim senhor.
Nunca vi alguém em toda a minha vida que abusou tanto dos pontos de exclamação como eu... Talvez seja um erro de expressão ou então uma outra forma de expressar na palavra escrita o que só poderia ser expresso na palavra falada... Ou até mesmo uma mera mania... Mas acredito que mais dia menos dia eles desbancarão numa revolução pela carta de alforria! Aí vou ter quer me render ou buscar outro sinal gráfico pra abusar! As reticências que me aguardem!
Eu não me arrependo das coisas que fiz, do tempo que perdi, e das palavras que gastei, não me arrependo de nada. Simplesmente tenho pena de quem passou pela porta e saiu assim que o vento bateu na janela, sem mais, nem menos, não como um passarinho que caiu do ninho e aprendeu a voar, mas sim como um lobo que se disfarçava de ovelha para que na primeira oportunidade desse o bote. Mas que lobo burro, mal sabia ele que a ovelha era um caçador, que estava completamente preparada para o que viesse.
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