Eu Desculpo Voce

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Um brinde pros guerreiros, Zé povinho eu lamento.

Eu não acredito em nada que o Stiles diz, desde que aprendeu a falar.

Eu estou tranquilo e sinto que tudo vai sair bem, porque é exatamente a minha hora.

Eu colei todos os meus caquinhos, e não vou pedir perdão pela forma que escolhi para consertar aquilo que você quebrou.

Essa é a minha família
Eu achei. Sozinho. Eu achei.
É pequena e incompleta.
Mas é boa. É, é boa.

Ohana quer dizer familia,
familia quer dizer NUNCA mais abandonar. ou esquecer.

Hoje eu queria alguém que me dissesse que eu não precisava me preocupar, um ombro, uma mão. Desculpe tanta sede, tanta insatisfação. Amanhã, amanhã recomeço.

Uma coisa eu realmente sabia - sabia com a pontada do meu estômago, no centro dos meus ossos, sabia isso do topo da minha cabeça até as solas dos pés, sabia isso no meu peito vazio - o amor por uma pessoa pode ter o poder de te destruir.

Minha vida mudou muito nos últimos anos. Eu mudei muito nos últimos anos. Mudei sem oferecer a menor resistência. Mudei sem me surpreender com as mudanças. Elas simplesmente apareceram, aconteceram, me invadiram e se instalaram. Então, eu finalmente me senti em casa dentro de mim mesma. E hoje, mais do que nunca, sinto que não devo nada para ninguém. A gente demora demais para se livrar de pesos e culpas. Mas um dia, finalmente, a gente acorda. E descobre que tem uma vida inteirinha pela frente.

Se tu vens, por exemplo, às quatro da tarde, desde as três eu começarei a ser feliz.

Se eu matar alguém, ela é a pessoa que eu ligo para me ajudar a arrastar o corpo pela sala. Ela é minha pessoa.

O dia ilumina, a noite assombra, mas permaneço sozinho, apenas eu e minha sombra.

Eu quero a sorte de um amor tranquilo
Com sabor de fruta mordida
Nós na batida, no embalo da rede
Matando a sede na saliva
Ser teu pão, ser tua comida
Todo o amor que houver nessa vida
E algum trocado para dar garantia

E ser artista no nosso convívio
Pelo inferno e céu de todo dia
Para poesia que a gente não vive
Transformar o tédio em melodia
Ser teu pão, ser tua comida
Todo o amor que houver nessa vida
E algum veneno anti-monotonia

E se eu achar a sua fonte escondida
Te alcance em cheio o mel e a ferida
E o corpo inteiro feito um furacão
Boca, nuca, mão, e a tua mente, não
Ser teu pão, ser tua comida
Todo o amor que houver nessa vida
E algum remédio que me dê alegria

"Eu vou cercá-la de amor enquanto rezo por sua felicidade."

Sua opinião sobre mim vai ser muito bem-vinda, se eu pedir.

Monólogo da madrugada

E eu novamente perdida em meu mundo,
Contando histórias de mim sobre eu mesmo,
Num lugar onde não me encaixo e solidão torna meu rumo.
Talvez eu pudesse pensar em me encaixar,
Como fiz antigamente,
Tenho preguiça...
Não sou mais inconsequente.
Pra encaixar no velho,
Prefiro viver desencaixada,
Quero encaixar no novo,
Mas o novo não se encaixa em mim...
Fico assim,
Sábia das minhas certezas,
Fugindo das incertezas,
Feliz,
Tranquila,
Não procuro problemas,
Mas ás vezes eles me acham,
Cuido de mim, nem sempre foi assim,
Odiava o silêncio, agora amo.
Gosto disso.
Do presente,
Que realmente é um presente.
Não ligo de ser diferente...
Não gosto de sair...
Chato.
Música ruim.
Não me encaixo,
Nem quero.
Gosto das pessoas,
Mas, meio que nada a ver a vida...
Muito menos os pensamentos,
Difícil pensamento alheio me agradar ...
Sei lá.
Prefiro a companhia de mim mesma, mesmo.
Não sinto falta de nada, até estranho...
Mas um estranho bom,
Vejo pessoas bebendo,
E eu não vejo sentido na insanidade, no entorpecer.
Gosto de ser sóbria,
Prefiro o clarear de ideias.
Entorpecentes como fuga são.
Não preciso perder a sanidade,
Muito menos,
A linha de raciocínio,
Quero ser um eu completo,
Solido.
Não influenciável.
A bebida deixa a pessoa mole, sem ciência,
Dopa a consciência,
Muda o mundo interior, destrói.
Distrai.
Não gosto de sonhar também.
Sonhos mentem...
Tentam fazer sua mente.
Distrações...
Não gosto delas,
Mas algumas ainda me prendem.
Por isso a vontade imensa de me isolar,
Morar na praia, vida simples,
Sem TV, sem som, sem modernidade.
Meu violão, livros e só...
Utópico né.
Mas eu sonho em viver de arte,
Sonho acordado.
Passo-a-passo...
Vou construindo meu futuro,
Trabalhando,
Atrapalhando...
Faz parte.
Agora chega de falar comigo!
Dormirei.

Eu li a última página da Bíblia: tudo vai dar certo.

Alguns acreditam em anjos eu acredito em amizade!

Se eu andar me siga, se eu parar me empurre, se eu voltar me mate.

Pelo fato de ter sempre o mesmo nome, os mesmos olhos e o mesmo nariz, não quer dizer que eu seja sempre a mesma mulher.

Outra vez, a esperança na mochila eu ponho. Quanto tempo a gente ainda tem pra realizar o nosso sonho?

Emicida

Nota: Trecho da música A cada vento.