Eu Desculpo Voce
Entrando na tua vida
- bem devagar
Eu sou a primavera,
A alma que te espera,
O Farol que beija o mar.
Um farol perdidamente
No estreito e a frente,
Quanta loucura para contar...
Iluminando o teu barco,
Primavera potente,
Farol perdido, não ilhado,
Com muita história a te contar
E um amor profundo para te dar.
Talvez eu seja a chave
Do seu maior segredo;
Talvez eu seja breve,
Na palma da sua mão.
Talvez me carregue
No jardim do coração.
Apenas um hibisco
De intenso vermelho,
A ser regado pela paixão.
Talvez eu seja sempre:
Repleta e não me cale.
Talvez eu seja a veia:
Da saudade de tudo,
Que sobra e sobrevive.
Talvez eu seja tua,
O tempo há de me dizer,
Ele irá me responder:
- Que valeu a espera
Desse amor sem limite.
A coragem não te permitiu:
de ter me dado o teu abraço.
Talvez por eu ser o ramalhete
- das rosas mais frescas -
Que talvez tiveste contato.
O teu olhar se permitiu:
contemplar o horizonte
- como um dardo -
Perdeste-me da minha fronte,
Eu bem que poderia estar
bem pertinho, e ao teu lado.
Os teus afetos, as tuas loucuras
- cada um deles são meus,
E as tuas vontades: são minhas.
Não houve despedida,
Porque a verdade sublime: é nossa.
É irresistível não reconhecer,
Desde o dia que nos vimos:
passamos ao mais alto dos planos,
experimentando o prazer imenso
de nos pertencer e de nos acolher.
A noite desce
Calmamente,
E eu livre de rigores
- caí em poesia
Simplesmente.
Escrevo para mim,
Para satisfazer-me,
E envolvendo-te
Intensamente
Apaixonando-me
Por ti para sempre,
É desafiador!...
Só tenho o tempo,
Para zelar por nós,
E por nosso amor,
Sinto a fragrância
Na mais alta nota.
Desenho a rota,
Alguém tem de crer,
Num caminho leve,
- Imediatista -
Amar de verdade
Requer grande zelo:
ORIGINALIDADE!
Eu não respondo por mim
diante de ti,
Diante das [delícias
Dos teus beijos indecentes,
Dos teus beijos molhados,
Dos teus beijos imprudentes,
E daqueles mais rasgados...
Eu não respondo por ti,
Diante das [loucuras
Da perdição da tua pele,
Da fragrância masculina,
Da sedução do teu regaço,
Do aconchego do teu abraço.
Eu não respondo por mim
diante de ti,
Diante do que sei
que és [capaz
De fazer,
De me ter,
De me possuir,
De me mimar,
e me dominar...
Eu não respondo por mim,
Porque me fizeste
a tua primavera
Cultivando em mim um jardim
- imenso -
Eu não respondo por mim,
Porque em ti
Já encontrei todas
as respostas...
Eu tenho muito
a te oferecer,
É verdade,
eu sou um oceano
Do amanhecer
até ao entardecer.
Um fenômeno anônimo,
Um impulso discreto,
Um amor doce e secreto.
Inteiramente
deslumbrante,
As minhas tonalidades
ousadas,
E as entonações abusadas...
Para te endoidecer,
Para te embalar,
E fazer a tua pele ferver.
Eu tenho virtudes,
É verdade, eu sou
o desencontro,
O encontro com a cabeça
recostada
Sobre a tua vontade,
o teu ombro.
Suplicante, pedinte,
- insistente
Assumida,
e sempre carente.
Sou a encarnação
da rebeldia,
O amor cheio
de revolução,
A canção repleta
de emoção,
A luz dos teus olhos,
A habitante
do teu coração,
A verdade cantada
em canção,
A tua loucura
cheia de paixão.
A chuva chegou,
Eu já posso plantar!
É verdade, Padre!
Não me canso de plantar.
A chuva chegou,
Antes do direito!
É verdade, Padre!
Deus é sempre perfeito!
A chuva chegou,
Ela pode ir embora,
A vida é assim mesmo,
O ser humano não toma jeito!
A chuva chegou,
Só não chegou
- a vontade de mudar -
Desses políticos que não param,
- nunca -
De zombar da cara do sertanejo,
Não pensem eles,
Que o nosso povo desatento,
Nós sabemos à que viemos:
O sertanejo é poesia,
Não para de sonhar,
O sertanejo é um forte,
É o poeta da seca,
É o poeta da própria sorte,
O sertanejo é um forte,
- exausto -
Como disse a senadora,
Como disse o poeta,
E como canta o repentista:
- O sertanejo é um forte...
- Sobretudo! -
O sertanejo tem vontade de vencer
Quem fala o contrário:
Não conhece o sertão,
E não sabe o quê é viver...
A chuva chegou,
O ser humano continua o mesmo,
Ele não toma jeito,
Não conhece a vergonha,
Só conhece o ano eleitoral,
Zombar com a cara do sertanejo
Para alguns políticos se tornou normal!
Tenho em ti o meu [atalho,
Tu és o meu orvalho,
Namoro o teu eu inteiro,
Cruzaste o meu [caminho.
Tenho a sina de
[adorar-te,
Encontrando em cada sinal,
Só a tua amante presença,
E como poeta
[desbravar-te.
A poesia senda e claustro,
De talvez nunca ser
[reconhecida,
Poesia sem livro,
Poesia sem dono,
Que corre o risco de ser
[roubada.
Tenho o principal: a [fé.
Misturada as minhas letras,
Que segue erguida sempre;
- corajosa e a [pé.
Tenho o espaço [aberto,
Para esse futuro [incerto,
Esse talvez [concreto,
De um viver [repleto,
Amando [silenciosamente,
Um amor que não sai da [mente,
E do coração, mas que persiste
De sempre seguir em [frente...
Gera em mim mais uma vez,
Esse doce outono discreto,
Não nego jamais,
Eu te espero,
Ao passar de cada segundo,
Longe, mas não alheia;
O teu amor é a minha teia.
Girassol em flor,
Inigualável amor,
Adorado sem tabu, e sem pudor.
Riscam no horizonte,
Os primeiros raios,
São as tuas luzes,
Amor em verso,
Namoro em prosa,
Amor em chama.
Sábios são os teus poemas,
Chamamento celestial,
Horas em valsa,
Maré de contentamento,
Indissociável sentimento,
Tesouro do tempo,
Trazendo você para mim...
Sempre me supreendendo,
Carinhosamente,
Esculpindo a poesia,
- adormecida
Feito a duna ainda em grãos,
Aromas marinhos,
Do mar e do vento bailando,
- revolucionando
Um amor em construção.
Declaro para devidos fins,
Que, se ser autista,
É viver num mundo particular:
Eu sou autista, não posso negar.
Escrevendo ou não, todo o poeta
é autista porque tem um jeito
- único -
De sentir, experimentar e vibrar.
Eu moro num planeta azul,
No Hemisfério Sul,
Tenho um olhar azul,
E um coração que sente,
Que querem pintá-lo
- diferente-
Porque ele está sempre
- presente -
Voltado para o céu anil,
Tenho orgulho da minha terra,
Eu moro no Brasil,
Vestir-me da cor do oceano,
Do céu e do planeta,
Para que ninguém se esqueça,
Que sou poeta e autista,
Para mostrar que não sou ausente,
Para escutarem o meu canto,
Ainda vou te surpreender,
Eu e a minha estrela azul,
Iremos vencer os desafios,
Não nos importamos
- aparentemente -
Estamos mais do que presentes,
Prontas para salvar o mundo
Imaginado por você.
O pré-conceito
só existe para aquele
que ainda não colocou o pé no conceito.
Colocar o pé no conceito
é entender
direito e abandonar
o PRECONCEITO.
Não resisto,
porque não quero,
Deixei bem claro
que eu te quero.
Eu, vegetação rasteira,
sobre a duna
Como quem segura,
e se insinua porque deseja
- ir além.
Gente como eu,
jamais recua,
tem a alma nua,
talhada e lapidada;
Não teme à nada.
Ama heroicamente,
resiste à tudo,
Enfrenta silenciosamente,
Não teme e não se
nega à tentação,
Vai além do querer bem,
crê que um dia o amor vem.
Desde o dia em que o destino,
trouxe para mim o teu livro:
Nunca mais fui a mesma,
quando vi você com esse olhar
- desprotegido -
Eu já sabia que era tua,
nascida e predestinada,
Para ser a tua amada.
E agora? Eu te desafio...
Entre o espaço e o tempo,
Perco-me entre os dois,
O meu nome é pensamento,
Muito é o prazer!
De vencer cada um deles,
- um grande desafio -
Que julgam ser um desatino,
- Um brinde ao desafio! -
E agora? Eu me apoio...
A vida de pernas para o ar,
Imito-a, enfrento-a,
O meu nome é bravura,
Eu sou atleta!
Dessas letras, e das que virão,
Eu sou poeta!
Do olhar ao clique,
- uso a minha sensibilidade -
Enfrento o julgamento,
- Esforçando-me ao máximo!-
E agora? Eu reafirmo...
Tentando alcançar as estrelas,
Mergulhando na tua alma,
O meu nome é desafio,
Ouso, nada sublimo,
Guerreio, enfrento,
Carinhosamente alento,
Sou feita de audácia e arrepio,
Venço os obstáculos, eu os desafio...
Longe de mim,
Proclamar-me poeta,
Eu não sei rimar,
Não sei o que é poesia,
- e muito menos diferenciar
A poesia de um poema,
Não sei se uma é melhor
Do que a outra,
É verdade! Eu sou doida!
Eu sou muito doida!
Porque quando escrevo
Faço uma confusão danada,
- e quase sempre -
Não sei quando uso a rima,
E a hora de fazer métrica;
Escrevo como uma fugitiva
Em nome da estética
E da razão que surge do nada,
Fugindo com a poesia nas costas.
Escrevo de forma bem atirada,
Do jeito que o Diabo gosta,
E deixa Deus bem corado...,
Estes versos sem propósito,
Seguindo pela rua desvairados,
Beijando doidamente,
Todas as bocas e aos bocados,
Eu realmente não sei escrever,
Longe de mim deixar-vos enganados...
Feito a palha que procura pelo fogo,
Feito a abelha desejando a flor,
Eu sei de tudo! Queres além do firmamento,
Aspiras todos os meus beijos e o meu amor.
Com a mesma graça da borboleta,
Ardendo como fogueira,
Orgulho dessa paz que me faz tua,
Fonte que esbanja, e sabe ser serena.
Florida , invicta e encantada,
Estou a tua espera,
Aguardando por uma investida tua,
Não tenho cheiro da liberdade,
Eu sou a liberdade,
Sei que procuras pelo meu amor.
Eu tenho um corpo que te inebria,
Um sorriso que te ilumina,
O carinho na dose certa,
A gentileza que te afaga,
Sou a presença que não se acaba,
Surgi para ser a tua amada,
Eu sou presença que se faz estrelada.
Tu me procuras porque além das doçuras,
Também possuo loucuras santas,
No fundo as minhas asas de anjo vem da alma,
Tenho calma para ler a tua palma,
Eu sou cigana.
Ninguém contou,
Mas eu sei de tudo,
E como tudo começou,
O pássaro sobrevoou,
Foi Ele quem te consagrou.
Ele te buscou,
Para seres soldado da paz,
A Guerra te marcou,
Mas a tua alma não roubou.
Ele sempre te Deus sinais,
Como deu à São Bento,
Todos divinais, - naturais,
Ele testemunho o quanto orais;
E fostes sempre o apóstolo da paz.
A doutrina da fé,
A pedra fundamental,
Pastor espiritual,
Estar com Ele sempre foi natural.
Continuar com Ele,
E por Ele,
E em n'Ele,
Ao renunciar pela Trindade,
Mistério da idade,
Libertação, fé e humildade,
Para crescer a Igreja em caridade,
Gesto divino e de humanidade,
Um raio caiu na Basílica central da cidade,
- país de Pedro, apóstolo
Cidade do Vaticano,
Mais um sinal,
Dado por Ele, que é chegada a hora
Da renovação,
Para a revolução do amor por toda a eternidade,
Um aviso para a Humanidade crescer em fraternidade.
Ninguém está sozinho,
- eu acredito
Nem um cadinho nisso,
Somos feitos de carinho,
E de doçura sem fim...
Descobri em ti a salvação,
A redenção do meu coração,
O teu amor é revelação,
Fonte da minha libertação.
Desde que você chegou,
A estação saudade se alterna,
Entre o verão e a primavera,
Mesmo que você se vá,
Aqui você para sempre ficará.
Como num transe que não tem explicação,
Eu caminhei até a praia,
Só para ver se eu ganharia
o teu sorriso,
Como uma divina moção,
Mas você lá não estava,
Lembrei-me do tempo,
que eu era a tua amada.
Graciosamente o mar marulhava,
- todo formoso ele cantava
Uma linda canção que me tocava,
Dos pés ao último fio de cabelo,
Lembrei-me da época que não tínhamos
- nenhum segredo -
E o medo do escuro
era uma doce desculpa,
Para pular no teu colo
- o meu grande enredo.-
No ápice do inexplicável transe,
Que só reforçou a lembrança,
- do nosso lance
Vi um jovem casal de namorados,
Os dois atravessando a duna,
Recordaram que nunca deixei de ser completamente tua.
Ninguém percebeu,
Que eu tenho raiz,
Sou a flor da duna,
Que cresceu feliz.
Tenho um doce aroma,
Bondade e textura,
Foi Deus quem me quis,
Nem o vento me derruba.
Nasci flor da duna,
Brilho com o Sol,
Existo além do tempo,
Eu descanso com a Lua.
Enxergo na penumbra,
- Deus é poesia
Enfeito o ninho da coruja,
Para o teu olhar trago alegria.
Resisto a forte mudança,
Das dunas não mudo,
Eu não perco a esperança,
De colorir o mundo com amor,
Enfeitando a vida com temperança,
E seguir plantando nesse mundo a esperança.
Eu enxergo longe...,
Enxergo de um jeito
que ninguém enxerga,
Eu te enxergo por inteiro...,
Faço versos até sobre
o meu limoeiro,
Trazes incrivelmente
os sons e os ritmos,
Do Brasil inteiro,
Pleno e doirado,
verdejante e azulado,
Da luz branca do luar
e do céu estrelado,
Místico e apaixonado...,
São esses versos
e o meu brocado,
Nos lábios permanecem
o sabor de jenipapo.
Eu te beijo por onde
ninguém imagina,
É verdade, os meus
beijos emanam
mel, luz e malícia...
Desdobradas carícias
que ocultadas
são para quem sabem
esperar a hora chegar,
e, também fazê-la acontecer...
Ainda você não se deu conta
o quanto eu gosto de você...,
Faço silêncio para você
se dar conta
do cortejo que tens
deixado de me fazer...
De longe sinto o teu cheiro...,
Tão perfumado que deixa rastro,
Seduz, reluz e plenifica...,
Ele é a tua assinatura,
- é parte de você
Causa contemplação e ternura,
- espiritualiza
Como um bouquet silvestre
que traz para si o carinho vento,
Ele não sai de mim porque nasceu
de você - cresceu com o sentimento.
Anjos perfilados celebrando...,
O amor o céu iluminando,
Eu vou te buscar sorrindo...,
O Paraná está brindando,
Eu sei que estás me amando...,
O amor está se abrindo,
Você em breve estará chegando...
O coral de anjos o amor anunciando,
Capturados no amor em fotografia,
Fotografia também é poesia...,
Alguém eternizou o Parque do Lago,
Em fotografia, verso, prosa e poesia,
Numa ousadia que nunca antes alguém
ousaria - ou eternizaria...
Anjos perfilados celebrando...,
Suavemente eles estão cantando,
E os corações tomando rumo,
Eles irão tomar prumo,
E outros amores irão inspirando,
O anjos sabem flechar da forma certa,
E o amor seguirá semeando...
E nessa anunciação do coral de anjos,
Desses tons que nasceram como beijos,
Nos amamos com jeitos e trejeitos,
A vida está tomando rumo e forma,
Ela tem trote, ginga e galope,
Ela nos surpreende intermitentemente,
Guiada sempre pelo coral de anjos...
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