Eu Deixo a Vida como Deixo o Tedio
LEVE COMO UMA PLUMA
O coração alegre é bom remédio, mas o espírito abatido faz secar os ossos.
Nós os cristãos podemos nos sentir abatidos, preocupados em manter nossa dignidade. Esta é uma atitude estranha, pois somos unidos a um Deus que nos deu o Seu maravilhoso presente da alegria e riso.
É bom se divertir! Cada família diverte-se de forma diferente. Sou agradecido porque minha casa é cheia de risos. Guerras de água, competições, cócegas, brincadeiras hilárias eram comuns em nosso lar. A risada é um presente da bondade de Deus para nos ajudar a enfrentarmos os dias mais difíceis, “[…] porque a alegria do Senhor é a vossa força” (Neemias 8:10).
Quando o rei Davi trouxe a arca da aliança para Jerusalém da casa de Obede Edom, ele dançou “com todas as suas forças” na presença do Senhor (2 Samuel 6:14). A palavra hebraica tem a ideia de alegre exuberância e equivale a expressão “dançando e pulando”. Aliás, no verso 16 diz que Davi estava pulando e girando. Mical, a esposa de Davi, reprovou a ação de seu marido, achando-a indigna de um rei. A resposta de Davi foi que ele se tornaria ainda mais desprezível (v.22). Seu espírito encheu-se de ânimo e ele se sentiu “leve como uma pluma.”
Tire um tempo para rir (Eclesiastes 3:4). —DHR
O riso saudável faz bem para o rosto. David H. Roper
COMO UM DIAMANTE NO CÉU
Fizeste-o, no entanto, por um pouco, menor do que Deus e de glória e de honra o coroaste. —Salmo 8:5
Os astrônomos descobriram uma estrela no céu que resfriou e se comprimiu em um grande diamante. O maior diamante áspero com qualidade e pureza encontrado na Terra foi o Diamante Cullinan com 3.100 quilates. Então quantos quilates esse diamante cósmico possui? — 10 bilhões, trilhões e trilhões de quilates?
Em nosso mundo, os diamantes são valorizados por sua raridade, beleza e durabilidade, e geralmente ouvimos a expressão: “Diamantes são para sempre.” Mas Deus não é apaixonado por diamantes. Para Ele, há algo muito mais precioso.
Milhares de anos atrás, Davi maravilhou-se com o grande valor que Deus dera aos seres humanos: “Que é o homem, que dele te lembres E o filho do homem, que o visites? Fizeste-o, no entanto, por um pouco, menor do que Deus e de glória e de honra o coroaste” (Salmo 8:4-5).
Na verdade Deus nos valorizou tanto que lhe custou muito o preço de nossa redenção. O preço da compra foi o precioso sangue de Seu Filho Jesus Cristo (1 Pedro 1:18-19).
Se Deus nos valorizou tanto assim, nós também deveríamos fazer o mesmo com as pessoas que Ele pôs em nossas vidas. Levá-las diante do Senhor em oração. Peça-lhe para mostrar-lhe o valor de cada pessoa, tão mais preciosa do que a jóia mais cara do universo. —HDF
Somos mais preciosos para Jesus do que o mais precioso dos diamantes. Dennis Fisher
CANÇÃO DO NADA
Quando cantas é como se um arrulho de pássaros
Me levassem a dormir, e tuas mãos enluvadas
Me protegiam, aquecendo-me do frio de ti
Oh, como era bom o tempo de deitar-te no colo!
E hoje minha alma deixa-se abandonada, ao solo!
Puderas, que todo arrulhos fosse o farfalhar de seus pés,
Como folhas caindo, tecendo um caminho até mim,
E caminhasses, vindo, me oferecesse o regaço.
E eu continuasse dormindo, como se sonhasse
À sombra da primavera, lá na nossa casa, no jardim
Com as palmas das mãos acariciando-me o rosto!
Eu sei nada é vida. A vida é que se pergunta,
o que sou eu? A vida, para uns é o amanhecer,
a outros o tecer do breu.
Como cantou Renato Russo: “É um não contentar-se de contente. É cuidar que se ganha em se perder. É um estar-se preso por vontade […]”
São tantos questionamentos, tantas perguntas soltas, tantas dúvidas doídas, tantas respostas vãs. Viver é uma escolha ousada e paciente. Passamos anos cruzando medos com coragem, lançando esperanças e ganhando força, travando batalhas e dissipando pesares.
Assisti recentemente ao documentário: “The story of us” com Morgan Freeman, e especialmente no episódio 3, que fala sobre o poder do amor, eu me senti envolvida pelas diferentes – e de certo modo semelhantes – histórias. Retratam casos de pessoas que movidas por uma força sem tamanho, são capazes de mudar destinos de desconhecidos, de ressignificar dores, de permitir a própria felicidade e de outras pessoas por acreditarem e optarem por um caminho, ora torto, e tão belo que é o do amor.
O amor é capaz de tudo suportar, de fazer confiar, de intensificar propósitos, de inspirar vidas, de mostrar que, com a união em busca pelo melhor, do outro e do mundo, seremos melhores para nós mesmos. Que não existem limites, barreiras e nem questões vagas quando nos permitimos responder com amor. Guerras tornam-se desprezíveis, os valores nobres, as buscas outras.
Quando percebemos que não se trata de um sentimento, e sim de um modo de vida, que transpira movimento e realização – deixamos de tantas expectativas e indagações.
O amor é capaz de remover capas, desnudar reservas, desmistificar poderes, enlaçar distâncias e converter resistência. Porque mostra um caminho incerto, mas sem possibilidade e nem desejo de regresso. Escancara sensibilidades, aprimora nossa irmandade e corrobora a compaixão. Como cantou Renato Russo: “É um não contentar-se de contente. É cuidar que se ganha em se perder. É um estar-se preso por vontade” […]
No documentário, o amor foi confiado por quem apostou sem garantias, quem insistiu por incontestabilidade, quem se dedicou sem medida e quem fez muito com o pouco que dispunha, sem esperar por nada. E talvez seja realmente isso que seria capaz de sacudir a humanidade. A caçada por paz, o rastreio da felicidade, a investigação dos porquês; passam de perseguição para desprendimento, de prisão a desapego, de indignações a entendimento. Qualquer que seja a pergunta, amor é a resposta.
Sem precisar separar afeto de caridade, sem necessidade de defender o sagrado do profano, nem contextualizar escrituras ou destrinchar versos de Camões, tenho que concordar com as estrofes de “Monte Castelo”, por perceber que tão simples e atemporal é o amor. Tão presente e silencioso, tão misericordioso e valioso. Tão grande e poderoso…
Nenhuma riqueza jamais será tão valiosa como a saúde e a possibilidade de compartilharmos nossas vidas com as pessoas que amamos.
Algumas vezes, pode ser muito fácil perder de vista as coisas que realmente valem a pena na vida. Somos frequentemente expostos a todo o tipo de estímulos, necessidades e desejos, e podemos facilmente seguir pelo caminho errado, que apenas nos afasta da felicidade e de uma vida de plena.
Acreditamos que o nosso valor está diretamente ligado ao que nós possuímos, e que se quisermos ser felizes, devemos conquistar a aprovação das pessoas à nossa volta, especialmente daquelas das quais queremos nos tornar mais próximos.
Pensamos dessa maneira porque é isso que a sociedade nos ensina, que se não tivermos nada e não formos bem relacionados, não temos valor algum e nunca conseguiremos nada de realmente bom na vida.
No entanto, esse não é o jeito certo de viver. Não podemos adotar esse modo de vida apenas porque a todo momento ele é mostrado para como o único caminho.
Os maiores bens da vida, aquelas coisas que realmente fazem cada um de nossos dias valerem a pena, não têm nada a ver com prestígio ou influência, mas, sim, com simplicidade.
Costumamos pensar que luxo é ter o carro do ano, o colchão mais confortável e a casa melhor equipada, mas estamos enganados. É claro que é muito bom ter todas as coisas que o dinheiro comprar, mas, no fim do dia, o que realmente faz a vida valer a pena são as coisas que não têm preço.
A tranquilidade de ter saúde e a alegria de estar perto de pessoas que amamos e que fazem nossas vidas mais felizes é a verdadeira definição de sorte e luxo. Afinal, os bens materiais podem se perder com o tempo, mas as boas companhias estarão conosco, mesmo nos piores momentos da vida.
Faça uma avaliação de sua vida e perceba o quanto você é sortudo por acordar todos os dias com saúde e ser capaz de se levantar e ir atrás de seus objetivos, ter pessoas ao seu lado para comemorar as conquistas com você e consolá-lo nos momentos tristes.
Muitas pessoas gostariam de estar em seu lugar. Valorize tudo aquilo que você já tem e lembre-se sempre de que a felicidade começa primeiro de si.
Não adianta nada ter tudo o que deseja, se interiormente você é uma pessoa triste.
Encontrar a realização dentro de si mesmo o faz descobrir que você não precisa de riquezas ou de amizades por interesse para chegar onde deseja, basta valorizar o simples, a sua saúde e as pessoas boas que estão ao seu lado.
O verdadeiro luxo da vida é encontrado na simplicidade.
Vivi o suficiente pra ver uma geração que aclamam Padres e Pastores como heróis, A se estas soubessem o que se passa nos bastidores..
Como um dia foi dito, há dois tipos de cavalos: De exibição, e de trabalho... Do mesmo modo há entre os homens aqueles que aparecem à olhos vistos falando e gesticulando com sorrisos largos e expressões bravias, e os silenciosos operadores do destino... Ao observarmos notamos que há um sistema estruturado pronto para repetir as fórmulas de funcionamento, para o que é preciso tolerar e seguir adiante... As pessoas são programadas do início ao fim para agirem de acordo com as verdades eleitas sem contestação, porém no decorrer do processo é impossível proibir questionamentos, apesar do esforçado método de opressão... Muitas vezes o incômodo será expurgado. O fato é que na base da pirâmide civilizatória, falta material para a construção do bom alicerce. A matriz fragilizada nunca suportará o peso das verdades robustas, nobres e honradas. O homem social que por vezes esforçar-se em superar a própria mediocridade, irá frustrar-se mediante aos inúmeros fracassos de resultado, acostumando com o erro... Para o agravamento da questão ocorre ainda, odiosa rejeição sobre os temas mais importantes inerentes à humanidade, desprezados pelos homens-infantis que se confortam com o muro invisível da segurança subjetiva e imaginária.
PEQUEI
Pequei contra ti
E como tenho pecado!
Devo pagar.
Serei condenado
Pequei por amor
Sou desgraçado
Mas já tenho a pena
A triste saudade.
Viver por viver
É também um morrer
É sentença de morte
É um viver sem norte
Essa é a pena
Por tanto querer.
E preso à alma
Que nunca se acalma
Não há quem liberte
E vivo perece.
Hei de morrer
Sem ouvir sua voz
Sem ter sua prece,
Meu amor, meu algoz!
O mesmo vale aos ATEUS,se tem a certeza de toda FARSA,bastante mostrar provas e evidencias de como tudo se originou.
Minha pergunta de hoje é tão simples que é complexa. Como nós nos tornamos aquilo que odiamos?
Como que acabamos vez ou outra sendo aquilo que odiamos nos outros?
Eu quis pesquisar pra entender melhor minha própria pergunta interna, olhei rapidamente no navegador e não fiquei muito convencida.
Será que isso se deve ao fato da força do ódio? Será que isso se deve ao fato de passarmos tanto tempo intrigado e pesquisando em nossas memórias RAM o que poderia levar uma pessoa a ser dessa ou daquela maneira?
Será que se deve ao fato espiritual de trazermos como genética dos nossos antepassados?
Será que acabamos concordando inconscientemente? Será que apenas ficamos tanto tempo retribuindo o que nos dão de igual pra igual que aprendemos a nós igualarmos com o que nos faz mal?
Eu gostaria de entender. Apenas pra me entender melhor e me livrar do que eu tanto odeio ou reprimi ou criei ranço.
Eu me lembro de coisas que eu tenho total repulsa e vez ou outra me peguei fazendo e quando parei pra pensar me senti completamente mal. Bom, um dia desses eu de concluir sobre esse assunto. Por hora só pensar mais pra traçar uma linha reta de raciocínio.
Um Homem sem amor e como um sino incapaz de produzir seu Som aos meio-dia, e como as folhas de Outono que caem sem a esperança de se removarem durante a primavera, seu mundo e sem forma e vazio, um "Vacuo no espaço" e o vazio dos seus sentimentos, O "Espaço-Tempo" dos seus dias n faz sentido algum, por não contar mais os segundos do prazer de estar do lado de sua amada, Mais um dia a Luz entrará pela brecha da janela de seus olhos , e uma chama irá aquecer aquele coração que congelado estava pelo tempo , e um sorriso irá iluminar toda escuridão que outrora era motivo de seus medos, Então ele(a) entenderá que o Amor não e um sentimento que Leva a paz e deixar incertezas.Entretanto, Trará a Paz e esperança, em saber que todos os dias de sua Vida Terá um Motivo a mais para lutar e conquistar, Todos OS DIAS, Alguém estará Lá com os braços abertos disposta de com ele Chorar, Lutar, Se alegrar, Talvez seja só uma História Bonita, contadas em livros ou filmes, mais em quando Haver "Sonhadores" esse mundo nunca perderá o sentido...
Júlio César...🌹
ORAÇÕES NÃO RESPONDIDAS
[Jesus disse] Afirmo-vos que nem mesmo em Israel achei fé como esta. —Lucas 7:9
Uma explicação que ouvimos frequentemente para “orações não respondidas” é que não temos fé suficiente. Mas em Lucas 17:6 Jesus diz que se tivermos fé do tamanho de um grão de mostarda poderemos ordenar a amoreira: Arranca-te e transplanta-te no mar e ela nos obedecerá. Em outras palavras, a eficácia das nossas orações não depende do tamanho da nossa fé, mas se realmente a temos.
Lucas nos fala de um centurião romano que “tinha muita fé” (7:9). A sua fé foi expressa, primeiramente, como um apelo para que Jesus curasse o seu servo, que estava morrendo. Depois foi expressa como um reconhecimento de que Jesus poderia curá-lo a qualquer momento, em qualquer lugar. O centurião não pediu que Jesus fizesse as coisas do jeito dele.
A fé foi descrita como: “confiar no coração de Deus e no Seu poder.” Algumas orações que parecem não ter respostas são simplesmente situações, nas quais Deus amorosamente, indeferiu nossos desejos. Ele sabe que o que pedimos não é o melhor. Ou pode ser que o nosso tempo não seja o tempo dele, ou Ele tem um propósito maior em mente. Lembremos que até mesmo Jesus orou ao Seu Pai celestial: “Contudo, não se faça a minha vontade, e sim a tua” (Lucas 22:42).
Será que temos a grande fé do centurião — uma fé que confia que Deus fará o Seu trabalho à Sua maneira? —CPH
As respostas de Deus são mais sábias que as nossas orações. C. P. Hia
Como dói viver com ela...😦
Anseio por nossa separação
Me angústia, martiriza, e derrete todo dia,
o meu pobre coração
Silenciosa, chegou sem avisar
E eu tao despercebido não pude evitar
Desejada por muitos que não sabem o quer
Fez do leito minha rotina, e foi mantando a minha fé
Homens cansados do casório na oportunidade pra dar um "tomé"
Trocaram à sedutora, por sua própria mulher
Coitados, infelizes entraram pra lista da repetitiva sedução
Sem chance de retroceder do orgulho o aguilhão, casaram-se com ela, a famosa solidão.
(Vinícius de Morais JUSTINO)
COMPREENSÃO MÚTUA
Como águas profundas, são os propósitos do coração do homem, mas o homem de inteligência sabe descobri-los. —Provérbios 20:5
Uma das melhores formas de um homem amar sua esposa é compreendê-la. Pedro explica que para o marido esta atitude é um dever “vivei tendo consideração para com a vossa mulher” (1 Pedro 3:7).
Este princípio se aplica aos dois. Os maridos também querem ser compreendidos. Na verdade todos nós queremos. Todos nós, casados ou não, anelamos pela compreensão alheia no patamar mais profundo possível. Nós nascemos com essa necessidade e parece que jamais a superamos.
É um pretexto muito frágil dizer que não podemos compreender uns aos outros. Podemos e devemos. No entanto, estas atitudes exigem tempo — tempo na companhia do outro; perguntando e ouvindo atentamente, e depois prosseguindo na conversa. É assim tão simples e tão difícil. É claro que ninguém pode sondar completamente os mistérios do coração alheio, mas podemos aprender algo novo, todos os dias. O homem sábio que escreveu o livro de Provérbios chamou o entendimento de “fonte de vida” (16:22), uma profunda fonte de sabedoria para aqueles que o buscam.
Repito, a compreensão exige tempo — um dos presentes mais preciosos que podemos dar aos outros. A maneira que escolhemos para investir o nosso tempo é o indicador mais preciso, sobre o quanto nos importamos com aqueles que amamos.
Peça ao Senhor que hoje lhe dê a graça de dedicar um momento para compreender as pessoas importantes em sua vida. —DHR
Ouvir é uma porta aberta para a compreensão. David H. Roper
VÁ ALÉM DA LEITURA
Revesti-vos, pois, como eleitos de Deus, santos e amados, de ternos afetos de misericórdia, bondade […] longanimidade. —Colossenses 3:12
“Pastor, onde estão os devocionais do Nosso Andar Diário?” As palavras saíram duras — quase agressivas. A última edição ainda não tinha sido colocada na estante apropriada ao lado da saída do auditório do templo. Foi razão suficiente para um leitor confrontar o pastor pela ausência dos livretos. Apesar de não ser sua a responsabilidade por distribuí-los, o pastor sentiu-se incomodado pela forma como este membro o repreendeu por não assegurar-se que os devocionais estivessem lá em tempo.
Ao ouvir isto, fiquei chocado com a ironia desta situação. Os livretos de meditações são feitos para incentivar o crescimento cristão e a graça misericordiosa. E como seguidores de Cristo que leem devocionais, esperamos crescer em maturidade espiritual, que conduz a “ternos afetos de misericórdia, de bondade, de humildade, de mansidão, de longanimidade” — qualidades com as quais Paulo nos incentiva a “revestir-mo-nos” (Colossenses 3:12).
Nossas práticas espirituais — a leitura da Palavra de Deus acompanhada de um material de estudo ou livreto de meditações, oração e adoração em conjunto — não devem ser um fim em si mesmas. Ao invés disso, essas atitudes são recursos para nos tornarmos mais semelhantes a Cristo, mais piedosos e melhor orientados pelo Espírito. Nossa prática espiritual deve permitir: “Habite, ricamente, em vós a palavra de Cristo” (Colossenses 3:16), que se revelará em tudo que fazemos e dizemos. —JDB
O estudo bíblico serve não somente para nos informar —, mas para transformar. Dave Branon
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