Eu Deixo a Vida como Deixo o Tedio
O beijo daquele dia era mórbido, sem vontade, não tinha amor, nem se quer carinho.
Era como se meus lábios tocassem uma parede fria e sólida. Enquanto suas mãos percorriam meu corpo fazendo-o estremecer em espanto, em estranheza.
Beijo sem vontade, sem amor.
Meu peito gritava: Apenas mais uma vez, tem que dá certo!
Não... não, não era mais o mesmo beijo, se quer o mesmo sabor. Agora sentia o gosto do amargor, a acidez de sua saliva, aquilo fazia meu estômago revirar e em meu peito permanecia um coração quebrado, não existia euforia. Minha boca estranhava tal coisa, onde estava aquele amor? Aquele fogo que outrora queimava em meu peito que fazia meu corpo inteiro festejar. Onde forá tal amor? tal sentimento. Restava meu vazio, meu sentimento de perda.
O que eu havia perdido?
Não sabia.
Na verdade, não queria aceitar que talvez essa fosse nossa última noite juntos.
A última noite dos amantes.
Abençoada Noite!
Uma Fantástica Semana!
É pedir demais que o outro seja como almejamos... Mas quando a mudança se aplica a nós mesmos, todo esforço é pouco perto daquilo que devemos ser. Cada um é responsável pelo o que é. Seja o piloto de sua vida!
Luto com meus demônios à noite,Escondo eles durante o dia,Ninguém me pergunta como foi meu dia,” o que fará sexta ?”,Beber para esquecer ou beber para reconhecer, que precisa crescer e amadurecer e parar de sofrer,De fato nunca se para de sofrer devemos aprender,Mas é claro não se prender a ninguém que apenas vise outro alguém,Hoje me perguntam,De quem está gostando ?,Me vejo refém,Da minha própria resposta, negativa,Apenas rezo em nome de Jesus amém,Felizmente ninguém me feriu novamente.
Como vimos em "Sonho de uma flauta" nada é realmente o que parece, "para sempre" passou a representar algo breve e isso me entristece.
"Nunca foi tão difícil definir o ser humano como hoje o é. As idiossincrasias humanas estão cada vez mais distantes de seu grande propósito ou será o contrário?"
O assunto “perdão” é um tanto complexo...
Já me perguntaram como pode alguém perdoar e não querer mais conviver com a pessoa que perdoou; pois “o perdão é esquecer o que passou, retomar a confiança e recomeçar”. Mas, será mesmo? Será que isso funciona na prática, como parece ser tão simples assim na teoria?
Pode ser que funcione, dependendo das pessoas envolvidas, do que aconteceu, no que resultou e na forma que se deu (ou que se pretende dar) a reconciliação.
Tanto o perdão, como a confiança e as relações humanas são coisas muito sagradas para serem conduzidas de forma tão banal e superficial, como geralmente acontece quando isso tudo não é verdadeiramente sincero e levado a sério.
Não é simplesmente esquecer, “colocar uma pedra em cima” ou “passar uma borracha” como muitos gostam de falar e fazer. Primeiro porque o perdão não gera amnésia. Segundo que, “colocar uma pedra em cima” é coisa de quem não quer assumir responsabilidades, tal como “passar uma borracha” é querer fingir que nada aconteceu. Não me parece algo sincero, confiável e duradouro.
O perdão sincero, que vem do coração e que a Deus não engana, é o que transforma os nossos sentimentos, desejos e atitudes. E tal transformação começa em reconhecer os erros e se arrepender.
Não existe perdão sem arrependimento, pois o ato de perdoar e ser perdoado é profundo e divino!
Para isso, é preciso encarar o processo que o feito necessita. É como curar uma ferida mal cuidada: tem que reabrir o machucado, higienizar, esterilizar, medicar, fazer o curativo e repetir o procedimento até que se feche completamente sem deixar sequelas. Não basta assoprar para aliviar a dor. É preciso mexer (e vai doer!) até cauterizar o dano. É um processo que requer tempo, paciência e persistência.
No entanto, nem todos tem a coragem e a força de passar por este processo de cura e restauração. Nem todos acreditam que isso seja necessário, muito menos querem encarar o espelho da verdade, preferindo assim o atalho da superficialidade e da falsidade.
É por essa razão que o perdão não necessariamente requer reconciliação. É possível perdoar e não mais se relacionar, uma vez que a convivência não é garantia de nada, já que tem gente que convive muito bem com a hipocrisia. Fora que a confiança, quando se desfaz, não é algo que facilmente se regenera. E quando recupera, nunca mais volta a ser como antes, nem a confiança, nem a relação.
Há pessoas más, que fingem arrependimento e amor, que são mal resolvidas e vivem um verdadeiro inferno dentro delas, levando o caos por onde passam. Parece que não vivem, se não provocarem uma intriga, uma confusão e uma maldade. É impossível viver em harmonia e em paz com pessoas desse tipo. Você nunca pode ser o que é, porque ser você é uma ofensa para essas pessoas. A relação jamais será verdadeira e sadia.
O perdão não nos obriga a conviver numa relação nociva, com pessoas que não enxergam o mal que está nelas e que ainda se fazem de vítimas tentando transferir (responsabilizar) este mal para você ou para os outros. Pessoas que não sabem viver sem ferir as outras. Se alimentam e se satisfazem da dor alheia. Como os vampiros: seduzem, dominam, sugam, enfraquecem suas vítimas e depois de conseguirem o que querem, as rejeitam.
Portanto há casos que, para perdoar, muitas vezes é necessário manter distância, não mais se relacionar. Assim sendo (e como cada um sabe das próprias dificuldades e fraquezas), o perdão se passa entre você e Deus.
Tão cansado de ter achado como de não ter achado. O fim e a soma do que somos, já o Pregador o disse: vaidade e aflição de ânimo.
A maior liberdade é deixar as pessoas livres como as borboletas, para ir e vir e, um dia, quem sabe, vir para ficar.
Me aqueço com as luminosidades
divinas,
que como conta-gotas nos rega as esperanças.
Me firmo em Deus como raízes em troncos de fé,
Em tempos difíceis;
onde o inverno é incessante e frio, somente ele tem o poder de nos abraçar,esquentar,sossegar !
Nós mulheres somos como um livro na estante: há homens que só nos conheceram pelo nome. Outros nos conheceram pela capa. Há ainda aqueles que só nos leram de forma rápida e superficial. Mas o que nos conhece de fato, é aquele que nos têm como livro de cabeceira, que se demora na leitura, que lê nossas reticências e, que sobretudo, sabe deduzir com sensibilidade nossas entrelinhas e o que tão sutilmente nós mulheres temos o hábito de dizer, sem falar nada.
É muito bom
quando conseguimos
transformar as coisas
que a maioria das pessoas
julgam como inútil, em algo
bom para alegrar
nosso dia.
Quando volto pra voce, me sinto como se fosse a chuva voltando ao sertão,com o peito retumbando carregado de emoção.
Amar alguém é como mergulhar em um mar e não querer voltar novamente à superfície...
Amar alguém é abrir mão de muitos sonhos só para viver um grande amor...
Amar alguém é atravessar rios e oceanos sem medir esforços sem pensar em recompensa alguma...
Amar alguém é criar uma casa dentro mente para que uma pessoa venha morar ali para sempre...
Amar alguém é arrancar o coração do peito e entregar com uma infinita confiança....
Amar alguém é se entregar totalmente é se conectar com o corpo e a alma...
"Você é como um enigma a ser explorado e decifrado na sua totalidade, para que se possa enxergar claramente todo o seu significado..."
Sinto sua falta, lembro a cada instante do seu sorriso e de como me sentia bem em ter você do meu lado... Sempre e apesar de tudo, nunca fui capaz de te tornar uma lembrança, você está presente no meu coração de uma maneira que é presença, mesmo estando distante... Vejo você em tudo e, por isso, não consigo te esquecer...
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