Eu Deixo a Vida como Deixo o Tedio

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E dizem que sou inteligente, e a burrice do mundo é tanta que deixo a modéstia de lado e concordo.

Martha Medeiros
Noite em Claro

"Parto. Pois deixo metade minha de onde fui. A gente vai se dividindo em pedaços e levando novos para compor a vida"

Te deixo ir, mesmo sabendo que vou sofrer, mesmo sabendo que vou chorar, meu coração vai se machucar. Eu vou sofrer, em cada retrato que eu ver você, em cada canção que eu escutar. Eu vou chorar, cada vez que eu me lembrar do grande amor que eu deixei passar, pois sem você não sei ficar. Minha vida vai se transformar em uma desilusão, mas eu precisava tirar do meu coração o que já me tratava há algum tempo, por opção.

Colorido do céu

O céu estar lindo
O sol está se pondo
Deixo ir com ele
A dor que não estou suportando

O céu alaranjado
Meu coração machucado
Enquanto o sol se vai
A última lágrima sai

Vou colorir minha vida
Pintar minha história
Deixar a solidão
Do lado de fora

Serei como o sol
De dia iluminar a terra
À noite o luar
Mas nunca deixar de brilhar

Deixo-te solto a partir de agora. Se quiseres ir, vá. Não irei te amarrar. Se existir o elo sem laço, não haverá partida.

e correndo no caminho sem rumo ouvindo apenas a voz dos ventos sem perceber o grito do que deixo para trás, fugindo para as montanhas a procura de um pouco de paz ouvir a voz do nada que me acalma e que a tudo refaz...

Silêncio


Em nome do silêncio que deixei, E da ponte que não cruzei, Deixo estas palavras.


Não vejas na minha ausência um amor minguado, Pois é um amor que, em seu núcleo, é tão vasto e sagrado Que,por vezes, se perde de si mesmo.


Em verdade te digo: Há um oceano de questões dentro de meu peito, Um redemoinho de sombras sem nome e sem jeito, Que a razão,tão frágil, não consegue conter.


E na ânsia de acalmar a tormenta interior, Busquei abrigo no vinho do esquecimento, E mergulhei no véu espesso do entorpecimento, Não para me afastar de ti, Mas para fugir da tempestade que sou em mim.


A vida, em sua superfície, é um jogo de espelhos, Cheio de poeira e de acontecimentos insignificantes. E há dias em que o peso do trivial, O ruído do mundo,o eco do vão, É uma lança que encontra a fenda de minha alma.


Mas oh, amada… Não confundas a fraqueza do vaso de barro Com a pureza da água que ele guarda. Não confundas meu naufrágio momentâneo Com a direção das estrelas que admiro em teu céu.


O que transborda é minha pequenez, Não o meu amor por ti.


Pois o amor é a montanha inabalável sob a neblina dos meus dias. O que vacila é o peregrino, cansado e ferido, Que por vezes se perde no caminho, Antes de encontrar o seu centro novamente.


E se um dia me vires calado e distante, Lembra-te que até o rio mais profundo Precisa, por vezes, correr subterrâneo Para reencontrar sua própria nascente.

Às vezes só sinto as dores das pessoas e a minha deixo de lado.

Novo dia, nova chance,
Nova rota, nova dança.
Tiro o peso, deixo a lança,
Minha fé nunca balança.
Quando o vento quer soprar,
Meu castelo não desmancha.
Pois a rocha é o Senhor,
Minha vida com Ele avança.

Em cada aula deixo um pouco do que sou e do que lutei para aprender.

Deixo-me fluir
ao findar da tarde
sem ruídos ao tempo
apenas contemplando
a beleza do horizonte

PROPÓSITO

Deixo pegadas
Caminhos percorridos
Aprendizados

O dia começou cinzento, não só pelo céu chuvoso, ou pelas cinzas de cigarro que, ao caminhar, deixo por aí. Comecei a ser descolorido já nas primeiras interações. No “bom dia” falho, dentro de casa. Em mais um dia de trabalho, sem o café da manhã. Nos pensamentos, que, sem ter com quem compartilhar, sequestram dos olhos o brilho que habitualmente uso para olhar o mundo. ⁠

Deixo o que construí com orgulho, levo minha força e acendo minha própria chama rumo a novos caminhos.

Fecho as portas das janelas mentais, então deixo o mundo suspenso lá fora; por um breve momento tenho a liberdade, sinto a leveza do ar!

#bysissym

A MINHA JANELA


Deixo sempre aberta
Assim vejo o Sol nascer
O tempo correndo
Até o escurecer.


Posso ver a noite de luar
Na imensidão da minha janela
Vejo toda a natureza
Pintada em aquarela.


Com minha janela aberta
Entra cheiro de flor
O vento sussurrando
Espantando o calor.


Posso ver o mundo tão belo
Até onde minha vista alcança
A saudade de um balanço
No meu tempo de criança.


Ouço o canto de passarinhos
A estrada e a cancela
A brisa que passa trazendo
Cheiro de cravo e canela.


Olho e não me canso
Esse mundo de magia
Um mundo de paz e canção
Salpicado de poesia.


Irá Rodrigues.

Por alguns instantes, deixo-me iludir.
Frágil, permito que a mente se esqueça da realidade que me pesa.
Sei que não posso ter tudo o que desejo,
e sei, também, que já possuo tudo o que preciso.
Ainda assim, a dor da decepção insiste em me tocar.
Afinal… eu mereço.
Mereço?
Talvez não.
Mas como eu gostaria de merecer.
Então, por um breve sopro de coragem, eu finjo:
Sim, eu posso.
Sim, eu consigo.
Sim, eu mereço.
Mas a vida, sábia e irônica, me toma pelos olhos e sussurra:
“Recolha-se à sua pequenez.
Volte ao seu silêncio.
Ponha um sorriso no rosto
e finja alegria.”
E eu, resiliente — ou talvez apenas cansada — obedeço.
Porque, no fundo, sou perita em criar ilusões para mim mesma.

⁠Deixo ao futuro a avaliação dos meus impulsos.

“Ao deitar, deixo que a noite embale minha consciência. Entre o silêncio e as estrelas, encontro gratidão pelo dia que vivi e serenidade para o amanhã que virá.”


Roberto Ikeda

Neste poema, minha menina, deixo escrita a verdade:
Se um dia você o ler, peço toda a sua atenção e sinceridade.
O que nunca tive coragem de te dizer cara a cara,
Hoje transformo em versos, pois a alma declara.
Sim, eu te amei não duvide, não negue, não tema.
Não foi por anos de história, mas por cada detalhe do teu poema.
Me apaixonei pelo teu jeito, teu sorriso, teu olhar,
Pelos pequenos pedaços de ti que aprendi a admirar.
Em tantas noites pedi a Deus, entre lágrimas a rolar,
Implorei que te trouxesse pra perto, que me deixasse te amar.
Nunca quis só teu corpo, algo simples e vazio,
Queria teu todo, teu mundo, teu abraço macio.
Orei aos céus, aos deuses que a imaginação desenhou,
Chorei até que a dor cansada em silêncio se calou.
Te esperei por mais tempo do que eu deveria,
Mas no dia 31 de dezembro, quando o ano termina, te deixo… finalmente, eu diria.
Guardarei um espaço enorme no meu coração,
Mesmo que você ocupe só um cantinho na escuridão.
Se um dia nos reencontrarmos e meu sorriso surgir,
Se meus olhos brilharem nos teus… estarei pronto pra te seguir.
Mas se décadas passarem e meu peito não balançar,
Se meu olhar não tremer ao ver o teu voltar,
Então morreu o que fomos, aquilo que um dia senti,
E ficará guardado no meu coração, adormecido ali.
Sinto falta do teus cabelos negros, dos teus olhos castanhos,
Da calma que eu encontrava só por te abraçar.
Sinto falta do calor do teu corpo junto ao meu,
Da paz que senti no primeiro olhar que se perdeu.
Mas se não és pra mim, eu aprendo a te soltar,
Te deixo livre pra viver, amar e voar.
Pois não quero tua tristeza, quero ver você sorrir…
E se não for comigo, mesmo assim vou te permitir.
Eu te amo, Lorena M. Monteiro S.
E deixo nesses versos tudo o que viveu em mim. ❤️💭