Eu Deixo a Vida como Deixo o Tedio
Algum dia tudo terá sentindo, a dor de agora, o caos e as incertezas por deixar ir o que antes nos definia. O amanhã nos trará coisas muito melhores porque, lembre sempre, tudo acontece por alguma razão.
A vibração do riso é uma massagem para o corpo. Por isso ri e não precisas de ir muito longe, ri de ti mesmo.
Nos diferenciar, diferencia a nós.
Engraçado que nos achamos a razão de tudo e para tudo, filósofos da vida e de outras existências e existenciais, devemos mesmo ser !. Ninguém sente o que sentimos, nem vive o que vivemos, pior ou melhor somos todos em um ritmo diferente, somos aquela música que quando parece plágio mudamos apenas uma nota no final e deixamos de ser iguais, Somos indecifráveis, todos eus e todos nós, mesmo quando queremos nos entender e nos entendermos não entendemos que a beleza toda de existir está em sempre ter algo para buscar compreensão.
“E tudo que permanecer sempre incompreensível é amor.”
É tempo de encantar a linguagem – um verso;
de cultivar a docilidade – um pássaro; de compartilhar a solidariedade
– um abraço!
Sozinha, noite, alegria
Sono, pensamentos
Estralo, nenhum movimento
Sorrisos, lembranças, gestos
Arrepios, não pense em alianças
Criança, adulto, improvável
Desejo, amizade, dor
Oque isso tem em comum?
Dois corações...
Mas só sofre um.
Que o Natal seja uma porta e uma obra sempre abertas para boi, boiada, gente, gentarada. O que, porventura não passar ou ficar para trás, é mistério. Dos grandes.
Chegamos à véspera de Natal! Hoje cumpre-se a tradição familiar unida à mesa com batatas e bacalhau e muitas iguarias. Será que todos têm família? E os que têm família, será que podem estar reunidos à farta mesa? Natal também é momento de reflexão, pensem nisto. A todos, feliz Natal!
Acordando pela manhã.
Aquele desanimo que domina, sensação de cabeça leve,
Não quero levantar da cama, nem que em Floripa caia neve,
O céu já não parece mais azul, tudo opaco, tudo cinza,
A alegria já não existe, o sorriso virou um rosto ranzinza.
Um aperto no peito, até chega a ser sufocante,
Uma preocupação a todo momento, a todo instante,
Sensação de choques pelo corpo, sempre de forma intensa,
Quando o corpo não esta bem, a mente nem pensa.
O sol na rua brilhando e meu dia parece nublado,
Já não reconheço o caminho, pareço um cachorro assustado,
Em cima da cômoda, remédios jogados de qualquer jeito,
A cada cigarro que acendo é um trago pro peito.
Sentimento que nada mais vai dar certo.
Prefiro a solidão do meu quarto, não quero ninguém perto,
Terei um fim, será que tenho essa sorte?
Ou a única solução esta na morte?
Ou... tubro ou nada!
Outubro é o décimo mês do ano no calendário gregoriano. A palavra, no entanto, tem como raiz “octo”, que significa “oito” em latim.
No calendário romano, portanto, outubro (octobris) era o oitavo mês do ano.
Naquele calendário o ano – que tinha apenas dez meses – começava em março (martius) e terminava em dezembro (decembris).
Curioso é que tanto outubro quanto janeiro possuem 31 dias e, mais, começam sempre no mesmo dia da semana (em 2015 numa quinta-feira), exceto quando o ano é bissexto, a saber, quando ganha um dia extra, ficando com 366 dias.
As coincidências continuam: em 1º de outubro comemoramos o Dia Mundial da Música, enquanto em 1º de janeiro celebramos o Dia Internacional da Paz...
Música e Paz (e vice-versa) sempre em 1º de outubro e de janeiro!
E viva a Irreverência nossa de todos os dias, meses e anos, em todos os calendários possíveis e/ou imaginários!
Vamos conversar?
Mas poeta não conversa
se encanta de repente
Poeta não joga conversa
fora, rumina essências
Nunca desconversa
inaugura o verso e o fogo
Cartas
Sempre detestei escrever cartas. No início da década de 90, via Olivetti, caprichei numas dez para a mesma pessoa. Essas missivas, claro, têm enorme valor afetivo e documental para mim. Por isso mesmo, já fiz mil e uma propostas para adquiri-las da minha ex-destinatária. Ela, porém, me olhou com desdém.
Mas continuo querendo muito expor as cartas na retrospectiva dos meus 25 anos de literatura e jornalismo, em 2016.
Me ajude a convencer a ex a me ceder as benditas cartas, Bita de Itanhém!
No auge da aversão às cartas, registrei este epitáfio: "Aqui jaz o autodidata que detestava escrever cartas".
Mas o tempo foi passando, passando... eu também, também.
Hoje, nem posso mais ser considerado um autodidata no sentido estreito do termo. Mas sigo detestando escrever cartas. Oh
Seja bem-vinda!
Que dizer a quem tem nome de boa-nova e alvíssaras?
Que pedir a quem, por natureza, transborda elegância?
Que desejar a quem traz consigo a mulher e a pássara?
Quando penso em potência e simpatia, a imagem que me vem à mente não é a de Aristóteles, o filósofo.
Quando penso na citação “Mens sana in corpore sano”, a imagem que predomina em minha cabeça não é a de Juvenal, o satírico.
Parabéns, Giuliano! Giuliano, o itanheense.
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